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quinta-feira, 5 de setembro de 2019

Câmara dos Deputados: Campanha Eleitoral, Propaganda e pagamento de Advogados de Políticos Condenados ou Processados

Bem Vindos(as) ao Nosso Canal de Informação!

Por Infor Rede Vale, quinta-feira, 05 de setembro de 2019

A preocupação de um 'Imenso Grupo Seleto de Políticos' para obter Bilhões de Reais de forma a patrocinar/bancar Campanha Eleitoral, Pagamentos de Advogados de Políticos Condenados e Processados e Propaganda de Rádio e TV 'contradiz', com o discurso de que se a Reforma da Previdência não for Aprovada, o Brasil Para.

Foto Divulgação/ Câmara dos Deputados/ Luis Macedo

Não podemos dizer que a referida semana, irá se completar com "Excelência de Projetos na Câmara dos Deputados" haja vista, a preocupação que se predominou sobre a Casa de Leis que deveria Zelar pelo Dinheiro Público.

"Não adianta, a Canalhice de diversos parlamentares não tem tamanho só tem Valores Astronômicos bancados pelo suor do Contribuinte Brasileiro".

Na contramão dos anseios da população, políticos estão alvoroçados à defender o PL que permite que os Partidos 'usem Dinheiro Público' para financiar Campanha Eleitoral bem como verbas do Fundo Partidário para pagar Advogados de Políticos Condenados ou Processados.

O Projeto de Lei 11021/2018 de autoria dos parlamentares Domingos Neto (PSD/CE), Arthur Lira (PP/AL), Baleia Rossi (MBB/SP) e Licas Vergílio (SD/GO) retrata um cenário político em que a Nação precisa intervir com objetividade de renovar 100% esse modelo de candidato(a) pois não cabe mentalidades como estas nos representando.

Permitir pagamento de advogados com Dinheiro do Fundo Partidário (Dinheiro Público), obrigatoriedade de usarem o Fundo Eleitoral e o partido que não usar, ser obrigado a redistribuir o referido valor entre todos os outros partidos? É isto mesmo que está sendo discutido?

"Na classe política não existe a palavras perdemos pois afinal, quem paga a Conta é a ASSOLADA POPULAÇÃO".

Não tenhamos dúvidas que trata-se de um caso totalmente pensado ou seja o que for reprovado no Plenário o resultado final ainda será o GANHO pois é Dinheiro Público que irá financiar as Campanhas em Plena Era Digital.

Diante de todos os meios para se alcançar à Comunicação via Internet e de forma totalmente gratuita (Facebook. Fan Pages, Youtube, Blogger dentre outras Redes Sociais) lamentavelmente temos 'Políticos' defendendo R$ 3,7 Bilhões para Campanha Eleitoral ao invés de defender pela inadmissão da referida proposta.

Mesmo que provado na última 'Eleição Geral' onde elegeu-se o atual Presidente Jair Messias Bolsonaro, assim como Deputados Estadual e Federal, Governadores e Senadores sem o USO de Dinheiro Público utilizando-se somente de suas respectivas Capacidade Técnicas, Propostas Coerentes, Poder de Persuasão estamos a presenciar um Imenso Grupo ainda defendendo o Uso do Dinheiro Público para Campanha Eleitoral assim como Propaganda Política em Rádio e TV e vergonhosamente pagamentos de honorários advocatícios para defender político condenados e/ou processados.

EntendaAprovado pelo Plenário da Câmara dos Deputados por 293 votos a 140 o Destaque do PSL ao Projeto de Lei 11021/2018 que muda as regras eleitorais, excluindo dispositivo do texto que permitia partidos doarem recursos entre si.


Leia também:

Câmara aprova projeto que altera regras eleitorais

Por Câmara dos Deputados, quarta-feira, 05 de setembro de 2019 às 23h30

O Plenário da Câmara dos Deputados concluiu nesta quarta-feira (4) a votação do Projeto de Lei 11021/18, que altera várias regras eleitorais. Entre outras mudanças, o texto prevê exceções ao limite de gastos de campanhas; estabelece itens nos quais podem ser usados recursos do Fundo Partidário; define critérios para análise de inelegibilidade; e autoriza o retorno da propaganda partidária semestral. A proposta será analisada ainda pelo Senado.

Para valer nas eleições municipais do próximo ano, as alterações precisam ser publicadas em até um ano antes do pleito, ou seja, até o começo de outubro deste ano.

Segundo o texto aprovado, um substitutivo do deputado Wilson Santiago (PTB-PB), haverá quatro novas situações nas quais o partido poderá usar recursos do Fundo Partidário.
Poderão ser contratados serviços de consultoria contábil e advocatícia, inclusive em qualquer processo judicial e administrativo de interesse ou litígio que envolva candidatos do partido, eleitos ou não, relacionados ao processo eleitoral, ao exercício de mandato eletivo ou que possa acarretar reconhecimento de inelegibilidade.

As legendas poderão usar esses recursos também para pagar juros, multas, débitos eleitorais e demais sanções relacionadas à legislação eleitoral ou partidária; na compra ou locação de bens móveis e imóveis, construção de sedes, realização de reformas; e no pagamento pelo impulsionamento de conteúdos na internet, incluída a priorização em resultados de sites de pesquisa.

Nesse último caso, o pagamento deverá ser feito com boleto bancário, depósito identificado ou transferência eletrônica, proibido o pagamento nos 180 dias anteriores às eleições.

Câmara conclui minirreforma eleitoral e partidária


Em relação aos programas de promoção da participação feminina na política, mantidos com recursos do fundo, o texto não permite mais que instituto ou fundação de pesquisa e de doutrinação e educação política conduzam esses programas. O órgão que cuidar dessa finalidade deverá ser comandado pela secretaria da mulher do partido.

Na proposta de orçamento federal para 2020, o Fundo Partidário atingiu R$ 959 milhões após a correção pela inflação (3,37%).

Troca entre partidosNas votações desta quarta-feira, foram aprovados dois destaques. Um deles, do PSL, excluiu dispositivo do texto que permitia a partidos doarem entre si recursos do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC) ou do Fundo Partidário, com exceção dos valores destinados à participação feminina.

Outro destaque aprovou emenda do PL e dos Republicanos para restringir a aplicação de multa de 20% sobre o montante considerado irregular em contas de partido desaprovadas pela Justiça Eleitoral apenas nos casos de conduta dolosa, ou seja, quando o agente teve a intenção de cometer a infração.

A emenda também retirou do texto a redistribuição de recursos do FEFC aos demais partidos quando alguma legenda se recusar a receber sua parcela.

Pagamento de pessoalEm relação ao pagamento de pessoal contratado pelos partidos, o projeto dispensa a aplicação da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT – Decreto-Lei 5.452/43) para atividades remuneradas com valor mensal igual ou superior a duas vezes o teto de benefícios do INSS, atualmente fixado em R$ 5.839,45, se relacionadas à direção de órgãos partidários, suas fundações e institutos e também ao assessoramento e ao apoio político-partidário, assim definidas em normas internas da legenda.

Segundo o texto, essas contratações não geram vínculo de emprego.

Volta da propagandaO PL 11021/18 retoma a propaganda partidária gratuita no rádio e na televisão semestralmente. Essa propaganda tinha sido extinta pela Lei 13.487/17 para economizar recursos a serem direcionados ao fundo eleitoral criado após a proibição de financiamento de campanhas por empresas privadas.

Para os partidos que tenham atingido a cláusula de desempenho (Emenda Constitucional 97, de 2017), o acesso à propaganda no rádio e na televisão será assegurado proporcionalmente à bancada eleita em cada eleição geral: partidos com 20 ou mais deputados federais terá um total de 20 minutos por semestre para inserções em rede nacional e 20 minutos para emissoras estaduais; aqueles com 10 a 19 membros terão 15 minutos para rede nacional e 15 para a estadual; e o partido com até 9 eleitos terá 10 minutos em cada rede.

No segundo semestre do ano de eleições, não haverá esse tipo de propaganda.

O formato é semelhante ao que vigorava antes da revogação, mas serão usadas apenas as inserções, de 15 ou 30 segundos e de 1 minuto, em três faixas de horário, todos os dias da semana: três minutos totais das 12h às 14h; três minutos diários das 18h às 20h; e seis minutos para o período das 20h às 23h.

Essas inserções continuam com o objetivo de difundir os programas partidários e transmitir mensagens aos filiados sobre a execução do programa partidário e sobre a posição do partido em relação a temas políticos.

Já o tempo para incentivar a participação política feminina passa de 10% do total para um mínimo de 30%.

Quanto às proibições, continua vedada a participação de pessoa filiada a partido que não o responsável pelo programa; e a utilização de imagens ou cenas incorretas ou incompletas, efeitos ou quaisquer outros recursos que distorçam ou falseiem os fatos ou a sua comunicação.

Por outro lado, em relação ao texto revogado em 2017, acaba a proibição de divulgar propaganda de candidatos a cargos eletivos e a defesa de interesses pessoais ou de outros partidos.

Procedimentos de impugnação junto à Justiça Eleitoral e penalidades são as mesmas existentes antes de 2017.

Limite diário/ As emissoras de rádio e televisão transmitirão as inserções segundo cronograma fixado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que dará prioridade ao partido que pediu primeiro se houver coincidência de data.

Em todo caso, em cada emissora, somente serão autorizadas inserções até que se alcance o limite diário de 12 minutos.

A emissora que não exibir as inserções partidárias segundo as regras perderá o direito à compensação fiscal e ficará obrigada a ressarcir o partido com a exibição de, no mínimo, o dobro do tempo, nos termos que forem definidos em decisão judicial.

Veja repercussão da minirreforma eleitoral e partidária


Rejeitado/ Plenário rejeita destaque e mantém fim de percentual fixo destinado ao fundo eleitoral

Por Câmara dos Deputados

O Plenário da Câmara dos Deputados rejeitou destaque do PSL ao Projeto de Lei 11021/18, que muda regras eleitorais, mantendo no texto o fim do percentual fixo de 30% das emendas de bancada como referência para a destinação orçamentária ao Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC).

Os deputados analisam hoje os destaques apresentados pelos partidos ao texto-base de autoria do deputado Wilson Santiago (PTB-PB).

Saiba mais:


Deputados rejeitam emenda que previa janela partidária

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Infor Rede Vale, quinta-feira, 05 de setembro de 2019


A matéria foi veiculada pela Câmara dos Deputados nessa quarta-feira (04) às 20h35.

O Plenário da Câmara dos Deputados rejeitou emenda da deputada Renata Abreu (Pode-SP) ao Projeto de Lei 11021/18, que muda regras eleitorais. A emenda pretendia permitir aos parlamentares mudarem de partido no período de 30 dias após a publicação da futura lei, contando a nova filiação para efeitos de cálculo do rateio de tempo de rádio e televisão e distribuição dos recursos dos fundos partidário e de campanha (FEFC).

Com a rejeição da emenda, a Câmara concluiu a votação do projeto. A proposta será enviada ao Senado, na forma do substitutivo do deputado Wilson Santiago (PTB-PB).

Para valer para as próximas eleições, o texto precisa ser publicado em até um ano antes do primeiro turno (início de outubro).

Procuradores da Lava Jato de Brasília pedem afastamento coletivo

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Infor Rede Vale, quinta-feira, 05 de setembro de 2019

Grupo, que conduzia as investigações que envolviam políticos, alegou 'grave incompatibilidade de entendimento' com Raquel Dodge

Raquel Dodge: procuradores alegaram 'incompatibilidade de entendimento' com a PGR (Ueslei Marcelino/Reuters)

A matéria é do Portal de Notícias Veja, da Redação, 04 de setembro de 2019 às 21h30

Todos os seis procuradores da República que trabalhavam na força-tarefa da Lava Jato, em Brasília, na Procuradoria-geral da República (PGR), pediram afastamento coletivo da operação na tarde desta quarta-feira, 4. O grupo conduzia as investigações que envolviam políticos e tramitavam no Supremo Tribunal Federal (STF).

Em carta divulgada esta tarde, os procuradores alegaram “grave incompatibilidade” de entendimento da equipe com uma manifestação enviada pela PGR ao STF na terça-feira 3. A manifestação permanece em sigilo, mas as especulações em Brasília e em Curitiba apontam para um longo desgaste da equipe com Raquel Dogde.

A demora de Dodge para enviar a delação do empreiteiro Léo Pinheiro para homologação no STF era um dos pontos que geravam mais insatisfação no grupo. O acordo de colaboração de Pinheiro foi finalizado há cerca de oito meses e só dependia da ação da PGR. Outro inquérito que ficou parado na mesa da procuradora-geral envolve os petistas Gleisi Hoffman, atualmente deputada-federal, e seu marido, o ex-ministro Paulo Bernardo. As investigações referentes aos dois foram encerradas há dois anos.

“Não é exagero dizer que a Lava Jato acabou na PGR e, consequentemente, no Supremo Tribunal Federal”, afirmou um membro da Polícia Federal que atuou com a equipe. A força-tarefa da Lava Jato na PGR era formada por Raquel Branquinho, Maria Clara Noleto, Luana Vargas, Hebert Mesquita, Victor Riccely e Alessandro Oliveira.

Logo após o anúncio da renúncia coletiva, Dodge emitiu uma nota na qual afirma que “age invariavelmente com base em evidências, observa o sigilo legal e dá rigoroso cumprimento à Constituição e à lei”.

Leia a carta dos procuradores na íntegra:

Devido a uma grave incompatibilidade de entendimento dos membros desta equipe com a manifestação enviada pela PGR ao STF na data de ontem (03.09.2019), decidimos solicitar o nosso desligamento do GT Lava Jato e, no caso de Raquel Branquinho, da SFPO. Enviamos o pedido de desligamento da data de hoje. Foi um grande prazer e orgulho servir à Instituição ao longo desse período, desempenhando as atividades que desempenhamos. Obrigada pela parceria de todos vocês. Nosso compromisso será sempre com o Ministério Público e com a sociedade.”

Leia a nota oficial de Raquel Dodge:

Ao confirmar que recebeu pedido de desligamento de integrantes de sua equipe na área criminal, a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, reafirma que, em todos os seus atos, age invariavelmente com base em evidências, observa o sigilo legal e dá rigoroso cumprimento à Constituição e à lei. Todas as suas manifestações são submetidas à decisão do Supremo Tribunal Federal (STF)

domingo, 30 de junho de 2019

Senado pode votar projeto que obriga preso a ressarcir gastos com prisão

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Infor Rede Vale, domingo, 30 de junho de 2019

Entre outros projetos na pauta do Plenário, está o que determina que presos devolvam ao Estado os gastos com sua manutenção na cadeia

A matéria é do Senado Federal, veiculada por 'SenadoNotícias' em sábado 28 de junho de 2019

Pode ser votado na próxima semana, em Plenário, projeto que obriga o preso a ressarcir os gastos do Estado com sua manutenção. O PLS 580/2015 chegou a entrar na pauta do Plenário em maio, mas voltou à Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH), onde foi aprovado com alterações.

O pedido foi feito pelo senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP). O receio de alguns parlamentares era de que a imposição do pagamento levasse o apenado a trabalhos forçados ou piorasse a situação dos condenados endividados na sua reintegração, já que poderiam estar com dívidas elevadas.

Na CDH, o projeto, do senador Waldemir Moka (PMDB-MS), foi aprovado com parecer favorável da senadora Soraya Thronicke (PSL-MS). Ela apresentou um substitutivo com várias mudanças.

Uma delas garante a ausência de uma sentença definitiva que deve impedir os ressarcimentos. Nesses casos, as quantias recebidas pelo Estado serão depositadas judicialmente e deverão ser revertidas para o pagamento das despesas de manutenção somente no caso de condenação final. Em caso de absolvição, os valores depositados serão devolvidos ao preso.

Descontos e prazos

A versão aprovada na CDH também traz um teto no desconto das despesas com a manutenção do preso, caso ele não tenha condições de arcar com todos os custos. Nestas situações, o abatimento será fixado em até um quarto da remuneração recebida por ele. Também buscando atender detentos sem condições financeiras, a relatora sugere a suspensão da exigibilidade do débito por até cinco anos, para que haja tempo de mudança na condição econômica do devedor.

A parlamentar declarou estar ciente de que nem sempre o Estado terá condições de prover oportunidades de trabalho para os encarcerados. Nestes casos, não será exigido que o detento sem recursos financeiros arque com os custos de sua manutenção. O texto também estabelece que o preso que tiver condições financeiras, mas se recusar a pagar ou a trabalhar, será inscrito na dívida ativa da Fazenda Pública.

Outros textos

Também está na pauta a proposta de emenda à Constituição (PEC) da proteção de dados, para a votação em primeiro turno. A (PEC 17/2019) insere a proteção de dados pessoais de brasileiros e estrangeiros residentes no país, inclusive os disponíveis em meios digitais, no rol de garantias individuais estabelecido pela Constituição de 1988.

Já a PEC 57/2016, que simplifica a burocracia fiscal e tributária em municípios de pequeno porte, está pronta para ser votada em segundo turno. A proposta busca simplificar as exigências fiscais e tributárias dirigidas a microempresas e empresas de pequeno porte, especialmente em municípios menores.

O Plenário pode voltar a discutir o projeto que permite o saque do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) por trabalhadores que pedem demissão. O PLS 392/2016, da senadora Rose de Freitas (MDB-ES), esteve na pauta no fim de 2018, mas não foi votado.

segunda-feira, 22 de abril de 2019

Mudanças vão manter 'espinha dorsal' da reforma afirma secretário

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Infor Rede Vale, segunda-feira 22 de abril de 2019

Mudanças na reforma não devem mexer em impacto de R$ 1 tri, diz secretário

Rogério Marinho, da Previdência, prevê que alterações na CCJ não vão alterar a 'espinha dorsal' da proposta. Governo quer votação na terça

Marinho afirma que está negociando com deputados pelo celular, já que muitos não estão em Brasília devido a volta do feriado de Páscoa (Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)

A matéria é do 'Portal de Notícias Veja' desta segunda-feira (22) às 12:29 horário de Brasília

O secretário da Previdência, Rogério Marinho, afirmou nesta segunda-feira, 22, que o governo trabalha com deputados na alteração do texto da reforma da Previdência para que o parecer de admissibilidade seja votado na terça-feira 23.

O secretário não citou quais pontos seriam modificados, mas afirmou que a economia fiscal deve ser mantida em cerca de 1 trilhão de reais em dez anos –mesmo com as mudanças que estão sendo analisadas com líderes do Centrão.

“Estamos tratando do tema com os líderes que nos procuraram para trazer algumas sugestões. É possível algumas modificações, mas, como eu já disse anteriormente, não haverá impacto fiscal e nem se mexerá na espinha dorsal do projeto no que tange à questão previdenciária”, declarou Marinho a jornalistas.

De acordo com o secretário, não há reunião agendada para esta segunda-feira para abordar alterações no texto, já que muitos parlamentares não estão em Brasília. “Só posso falar no projeto no momento em que o acordo for fechado. Vários deputados estão retornando do feriado de Páscoa, e a gente está fazendo o que a legislação trabalhista permite, o teletrabalho”, disse.

Apesar da ausência de uma reunião presencial, Marinho afirmou que o governo prevê a votação para terça-feira e que os detalhes serão acertados para que o texto possa ser apreciado.

“Amanhã haverá a votação. É a informação que eu tenho dos líderes e do próprio presidente da CCJ, do presidente [da Câmara] Rodrigo Maia e daqueles que fazem parte da comissão. A maior parte dos partidos que estão alinhados com a pauta está convencida da necessidade de ultrapassarmos essa etapa, até porque nós iremos discutir o mérito na comissão especial”, afirmou o secretário da Previdência.

Na última quarta-feira, o líder do PP na Câmara, Arthur Lira (AL), disse, após reunião com Marinho, que teriam saído do texto o fim da multa do FGTS para aposentado que ainda trabalha e for demitido; a exclusividade da Justiça Federal do Distrito Federal para julgar processos contra a União em relação à reforma; a alteração da idade para aposentadoria compulsória de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF); e a condição para que só o Executivo faça mudanças no sistema previdenciário.

Outros pontos do projeto que geram muito ruído entre os deputados são mudanças na aposentadoria rural, Benefício de Prestação Continuada (BPC) e capitalização. Esses temas, porém, devem ser negociados na comissão especial.

(Com Estadão Conteúdo)

quinta-feira, 11 de abril de 2019

MP vê furto de notebook 'suspeito' e pede quebra de sigilo de e-mails de Bilili

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Infor Rede Vale, quinta-feira 11 de abril de 2019

Pedido foi feito essa semana à Justiça, após vereador dizer que equipamento citado pela Promotoria em ação foi furtado


A matéria é do 'Jornal OVALE' desta quinta-feira 11 de abril de 2019
Julio Codazzi@juliocodazzi | @jornalovale

Após o vereador Bilili de Angelis (PSDB) alegar que o notebook da Câmara que era utilizado por ele foi furtado, o Ministério Público solicitou à Justiça a quebra do sigilo de e-mails do tucano.

A medida atingiria e-mails enviados e recebidos, desde janeiro de 2013, na conta particular e no endereço institucional do parlamentar.

O MP solicitou também que a Justiça analise novamente o pedido para autorizar que técnicos do órgão compareçam à Câmara para extrair dados da memória dos três computadores do gabinete de Bilili.

O juiz Paulo Roberto da Silva, da Vara da Fazenda Pública, ainda não analisou o novo pedido do MP.


FURTO SUSPEITO.


Em outubro passado, Bilili e mais seis pessoas, entre assessoras do vereador e funcionárias da Secretaria de Saúde do Estado e do Hospital Regional de Taubaté, foram denunciados por improbidade administrativa por suposto envolvimento em um esquema para 'furar fila' de exames e consultas na rede pública de saúde.

Na época, o MP pediu a apreensão dos computadores usados por Bilili e seus assessores, com o objetivo de reunir provas de que o grupo acessava desde 2013 o sistema da Cross (Central de Regulação de Ofertas e Serviços da Saúde) por meio desses equipamentos.

Na ocasião, a Justiça negou tanto a apreensão dos equipamentos quanto a extração dos dados pelos técnicos. Determinou apenas que o Legislativo fosse notificado para não alterar o disco de armazenamento das máquinas.

Essa semana, o MP classificou como "suspeita e providencial" a notícia de que o notebook usado por Bilili teria sido furtado em janeiro em seu escritório político. "Tal fato é extremamente grave, pois compromete a observância do princípio constitucional do contraditório".

Confira a matéria na íntegra:

- ‘Fura fila’: Bilili faz B.O. e diz que notebook alvo do MP foi furtado;

Na petição, a Promotoria ainda teceu críticas à decisão da Justiça de negar a apreensão dos computadores em outubro - "como era de se esperar, se mostrou deficiente" - e apontou "um indesculpável menoscabo" da Câmara, por não ter providenciado, após ser notificada em outubro, que o notebook permanecesse em sua sede.

Procurado nessa quarta-feira, o vereador não quis se pronunciar. A Câmara alegou não ter sido notificada sobre o novo pedido, e afirmou ter cumprido a decisão anterior..

sexta-feira, 5 de abril de 2019

‘Fura fila’: Bilili faz B.O. e diz que notebook alvo do MP foi furtado

Bem Vindos(as) ao Nosso Canal de Informação!

Infor Rede Vale, 05 de abril de 2019
Computador portátil da Câmara, que era de uso de Bilili e teve apreensão solicitada pela Promotoria, teria sido furtado do escritório político do vereador; MP queria extrair dados de notebook para comprovar denúncias

A matéria é do Jornal Gazeta de Taubaté desta sexta-feira (05)

Após ser denunciado pelo Ministério Público por, supostamente, encabeçar um grande esquema para ‘furar fila’ de exames e consultas na rede pública de saúde da região, o vereador Bilili de Angelis (PSDB) registrou na Polícia Civil um boletim de ocorrência em que diz que seu notebook foi furtado.

O computador, que fazia parte do patrimônio da Câmara, era alvo de interesse da Promotoria, que em outubro de 2018 chegou a solicitar à Justiça que ele fosse apreendido para a “extração de dados”.

Em boletim de ocorrência registrado no dia 8 de janeiro (uma terça-feira), no 1º Distrito Policial, Bilili disse que seu escritório político, que fica na região central de Taubaté, foi invadido no fim de semana anterior, entre os dias 5 (sábado) e 7 de janeiro (segunda-feira).

O suposto furto só teria sido percebido no retorno ao trabalho. Do local, teriam sumido o notebook e mais quatro itens: um forno micro-ondas, uma cafeteira, uma jarra e um botijão de gás.

O registro da ocorrência de furto foi comunicado à Vara da Fazenda Pública pela Câmara apenas no dia 27 de fevereiro. Ainda não há despacho do juiz Paulo Roberto da Silva ou manifestação do MP sobre o ocorrido.

FURA FILA/ Em outubro, Bilili e mais seis pessoas, entre assessoras do vereador e funcionárias da Secretaria de Saúde do Estado e do Hospital Regional de Taubaté, foram denunciados por improbidade administrativa por suposto envolvimento no esquema.

Leia também:

- MP quer cassação de Bilili por encabeçar esquema ‘fura fila’ da saúde;

- ‘FURA FILA’ É UM VENENO;

Segundo o MP, para furar a fila de procedimentos, o grupo acessava desde 2013 o sistema da Cross (Central de Regulação de Ofertas e Serviços da Saúde) por meio de computadores da Câmara.

Na ação, a Promotoria pediu inicialmente que os computadores usados por Bilili e seus assessores fossem apreendidos, mas o juiz negou. O MP insistiu e solicitou que, ao menos, técnicos do órgão pudessem ir até a Câmara e extrair os dados dos equipamentos no próprio local.

Esse segundo pedido também foi negado pelo magistrado, que determinou apenas que o Legislativo fosse notificado para não efetuar nenhuma substituição de disco rígido no notebook e nos três computadores usados no gabinete de Bilili.

REPERCUSSÃO/ Procurado nessa quinta-feira, Bilili não quis comentar o registro de furto.

Já a Câmara alegou ter sido informada sobre o registro de furto apenas no início de fevereiro. Segundo o Legislativo, “por se tratar de equipamento móvel”, os notebooks podem ser utilizados fora da Casa. No entanto, os vereadores são responsáveis por eles. Por esse motivo, o valor do computador, que não foi revelado, será descontado do salário de Bilili, em quatro parcelas.


quarta-feira, 27 de março de 2019

Mais três barragens da Vale em MG entram em alerta máximo

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Informação Rede Vale, quinta-feira 28 de março de 2019

Moradores já haviam sido retirados de áreas sob risco nas cidades de Macacos e Ouro Preto.

Barragens da Vale em Macacos e Ouro Preto entram em alerta máximo para risco de rompimento

Segundo ANM, nível para o risco de rompimento nas barragens B3/B4, em Macacos, e Forquilha 1 e 3, em Ouro Preto, mudaram de 2 para 3 na noite desta quarta-feira. Vale afirma que não haverá novas retiradas de moradores e que não houve rompimento.

Área da barragem B3/B4, na mina Mar Azul, em Nova Lima — Foto: Reprodução/Globocop

A matéria é do Portal de Informação G1 Minas - Belo Horizonte, Humberto Trajano desta quarta-feira 27/03/2019 às 22h03 horário de Brasília. 

Três barragens da Vale em Minas Gerais, a B3/B4, em Macacos, e as Forquilhas 1 e 3, em Ouro Preto, entraram em alerta máximo para o risco de rompimento na noite desta quarta-feira (27). Elas foram alteradas de nível 2 para o nível 3 de segurança.

A barragem B3/B4, da Mina Mar Azul, da Vale, em Macacos, distrito de Nova Lima, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, entrou em alerta máximo para o risco de rompimento na noite desta quarta-feira (27). As sirenes na região foram acionadas. Esta é segunda vez que as sirenes são disparadas em pouco mais de um mês, e moradores da área de autossalvamento já haviam sido retirados de suas casas no dia 16 de fevereiro.

O nível de segurança da barragem que estava em 2 foi alterado para 3. A orientação para a mudança do nível de alerta partiu da Agência Nacional de Mineração (ANM). De acordo com a agência, o nível 3 significa "rompimento ou risco eminente de romper". O fator de segurança não drenado não teria sido atingido, conforme a agência.

Não houve rompimento e não haverá novas retiradas de moradores. Segundo a Defesa Civil, cerca de cinco mil moradores de regiões secundárias devem ser treinados nos próximos dias. São cerca de 2.900 moradores do distrito de Honório Bicalho, em Nova Lima, onde a lama chegaria em cerca de uma hora; e 2.300 da cidade de Raposos, também na Região Metropolitana, onde demoraria 1 hora e 45 minutos em caso de rompimento.

Ainda de acordo com a Defesa Civil, as estruturas em risco são monitoradas 24 horas por dia.

Cerca de 250 pessoas já estão foram de suas casas desde o dia 16 de fevereiro. A Barragem B3/B4 tem aproximadamente 3 milhões de m³ de rejeito. A estrutura é a montante, mesmo modelo das de Brumadinho e de Mariana.

A Vale afirmou que as sirenes serão tocadas de forma preventiva, pois auditores independentes disseram que não atestariam a segurança da estrutura. A empresa disse também que continua adotando medidas preventivas para aumentar a segurança da barragem.

Mapa simula caminho dos rejeitos em caso de rompimento das barragens Forquilha I, II e III — Foto: Ministério Público/Divulgação


Ouro Preto

As barragens Forquilha I e III, da Vale, em Ouro Preto, na Região Central de Minas Gerais, também passaram para o nível três de risco de rompimento na noite desta quarta-feira (27). De acordo com a mineradora, as sirenes também foram acionadas de forma preventiva.

A Vale informou que as sirenes fazem parte do Plano de Ação de Emergência de Barragens de Mineração (PAEBM) e que não houve rompimento. Os moradores da região, que poderia ser atingida em um eventual rompimento destas duas barragens, saíram de casa no dia 20 de fevereiro deste ano. De acordo com a Vale, não serão necessárias novas evacuações.

As estruturas ficam na mina Fábrica e são todas construídas pelo sistema a montante, o mesmo da que se rompeu em Brumadinho no dia 25 de janeiro. De acordo com a Vale, as barragens Forquilha I e III já estavam inoperantes e fazem parte do plano de descomissionamento da mineradora.

Segundo a Defesa Civil, os moradores de Itabirito, vizinha a Ouro Preto, que estão em uma zona secundária, devem ser treinados para uma situação de rompimento. Os rejeitos chegariam na cidade em cerca de uma hora e meia.




Cerca de 200 pessoas são retiradas de Nova Lima por causa de barragens da Vale em fevereiro — Foto: Arte/G1



7 - Barragem Forquilha 1 — Foto: Infográfico: Juliane Monteiro e Karina Almeida/G1





9 - Barragem Forquilha III — Foto: Infográfico: Juliane Monteiro e Karina Almeida/G1

domingo, 24 de março de 2019

Senado aprova regra que pune constrangimento a amamentação em público

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Por Infor Rede Vale, domingo 24 de março de 2019

Pena para quem proibir a amamentação é de multa com valor não inferior a dois salários mínimos

Os senadores começaram a votar os projetos da pauta feminina. Na sessão que ocorreu em terça-feira 12 de março de 2019, o Senado aprovou o projeto de lei que veda o constrangimento a mães que amamentem em público. A proposta segue para apreciação na Câmara dos Deputados.


O importante projeto foi apresentado pela 'ex-senadora' Vanessa Grazziotin do (PCdoB-AM) o referido projeto "assegura o direito das mulheres de amamentarem seus filhos em locais públicos e privados abertos ao público ou de uso coletivo". Algumas cidades como São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte e alguns estados como Santa Catarina e Mato Grosso já aprovaram regras nesse sentido.

De acordo com o texto, atitudes voltadas a segregar, discriminar, reprimir ou constranger mãe e filho no ato da amamentação serão consideradas como ilícito civil. Todavia, o projeto estabelece que mesmo havendo espaço reservado para amamentação nos estabelecimentos, logradouros ou edificações cabe somente às mães decidir se querem ou não utilizar o local.

A pena para quem proibir a amamentação é de multa com valor não inferior a dois salários mínimos.


Saiba mais:

O Congresso Nacional decreta: 

Art. 1º É garantido o direito de lactantes e lactentes à amamentação em locais públicos e privados abertos ao público ou de uso coletivo.

§ 1º A amamentação deve ser assegurada independentemente da existência de locais, equipamentos ou instalações reservados para esse fim, cabendo unicamente à lactante a decisão de utilizá-los.

§ 2º Toda prestação de informação ou abordagem para dar ciência à lactante da existência dos recursos referidos no § 1º deste artigo deve ser feita com discrição e respeito, sem criar constrangimento para induzir ao uso desses recursos.

Art. 2º Considera-se conduta ilícita, sujeita à reparação de danos, sem prejuízo de outras sanções cabíveis, qualquer ato que segregue, discrimine, proíba, reprima ou constranja a lactante no exercício dos direitos previstos nesta Lei.

§ 1º Os fornecedores de serviço e os responsáveis por estabelecimentos, logradouros ou edificações respondem solidariamente pela reparação dos danos decorrentes de violação ao direito à amamentação previsto nesta Lei praticada por pessoa que lhes seja subordinada, assegurado o direito de regresso contra o ofensor no caso de culpa ou dolo.

§ 2º Na hipótese do caput, o ofensor terá de pagar indenização punitiva em valor não inferior a 2 (dois) salários-mínimos, a ser fixado pelo juiz com base na equidade.

§ 3º A indenização punitiva de que trata o § 2º deste artigo é cumulável com a indenização devida por conta de outros danos, como o moral e o material, vedado qualquer tipo de abatimento.

Art. 3º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. 

Senado Federal, em 20 de março de 2019. 


Violência doméstica

O Senado aprovou também o projeto de lei que obriga os condenados por violência doméstica e familiar contra a mulher a ressarcirem os cofres da Previdência Social por benefícios pagos em decorrência desse crime. Segundo a proposta, o ressarcimento aos cofres públicos não exclui a responsabilização civil de quem praticou violência doméstica e familiar contra a mulher.

“O agressor terá que ressarcir a Previdência pelos danos causados à mulher e pelo custo que a Previdência teve”, disse a senadora Simone Tebet (MDB-MS). O texto segue para a Câmara.

quinta-feira, 30 de agosto de 2018

MP quer dados de quem usou aplicativos pró-PT

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Infor Rede Vale, 30 de Agosto de 2018

Por Fábio Leite, UOL Notícias






O procurador regional eleitoral de Minas Gerais, Bruno Nominato, pediu à Justiça Eleitoral acesso aos dados cadastrais de usuários de dois aplicativos suspeitos de serem usados em um esquema de pagamento de influenciadores digitais para fazer campanha a candidatos do PT nas redes sociais, incluindo o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, condenado e preso pela Operação Lava Jato.

Nominato quer que as empresas Apple e Twitter revelem no prazo de 48 horas a identidade de usuários cadastrados nos aplicativos Follow e Brasil Feliz de Novo, desenvolvidos por uma empresa do deputado federal e candidato a senador Miguel Corrêa (PT-MG) para disseminar notícias favoráveis à esquerda e ao PT na internet. Corrêa nega irregularidade.

Ontem, o jornal "O Globo" revelou que 14 candidatos petistas e também do PR tiveram conteúdo de campanha divulgado pelos aplicativos. Segundo a reportagem, um funcionário da empresa Follow disse em um vídeo que pagaria até R$ 1.000 para "ativistas" que aceitassem divulgar em seus perfis nas redes sociais, especialmente no Twitter, notícias favoráveis aos candidatos selecionadas através dos aplicativos.

Segundo a Procuradoria, o objetivo do pedido é identificar os verdadeiros autores das postagens para que eles possam ser convocados a depor pelos promotores eleitorais que vão investigar o caso.

O caso ganhou repercussão no fim de semana após a publicação de uma série de posts exaltando a gestão do governador do Piauí, Wellington Dias (PT ), candidato à reeleição. Segundo resolução do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), "é vedada a veiculação de qualquer tipo de propaganda eleitoral paga na internet, excetuado o impulsionamento de conteúdos, desde que identificado de forma inequívoca como tal e contratado exclusivamente por partidos políticos, coligações e candidatos e seus representantes." As informações são do jornal "O Estado de S. Paulo".




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