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sábado, 21 de setembro de 2019

Bolsonaro tem até 4 de outubro para vetar ou sancionar lei eleitoral

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Infor Rede Vale, sábado, 21 de setembro de 2019

Se a lei for sancionada, valerá para as eleições municipais de 2020

Está nas mãos do presidente da República Jair Bolsonaro a decisão de sancionar ou vetar (total ou parcialmente) o projeto que altera regras eleitorais (Projeto de Lei 5029/19). Para valerem já nas eleições municipais de 2020, as novas regras precisam ser sancionadas até o dia 4 de outubro.

Foto: /Marcelo Camargo - Agência Brasil

A matéria é da Agência Brasil, sábado 21 de setembro de 2019 por Heloisa Cristaldo e Karine Melo - Repórteres da Agência Brasil.

A primeira versão do projeto foi aprovada pelos deputados no início de setembro com grande repercussão negativa. A reação fez com que o Senado avançasse apenas na criação de um fundo eleitoral, sem valor definido, para financiar as eleições no ano que vem. Quando o texto voltou à Câmara, os deputados excluíram alguns pontos importantes, mas mantiveram trechos que críticos da proposta acreditam que podem dar margem para caixa dois, lavagem de dinheiro, além de reduzir mecanismos de controle dos recursos.

Após negociação entre os líderes partidários, os deputados retomaram à votação de todo o texto, retirando quatro pontos. No relatório apresentado pelo deputado Wilson Santiago (PTB-PB), foram suprimidos os seguintes trechos: o que permite pagar advogados e contadores com o fundo partidário; o que aumenta o prazo para a prestação de contas partidárias; um terceiro, que viabilizaria diversos sistemas para a prestação das contas, além do Tribunal Superior Eleitoral (TSE); e um último ponto que permitia partidos serem multados por erros na prestação de contas apenas em caso de dolo, quando há intenção em cometer uma fraude.

Fundo partidário

O texto aprovado garante o fundo eleitoral para financiamento de campanha dos candidatos a prefeito e vereador nas eleições municipais de 2020. A medida estabelece que os valores do fundo serão definidos por deputados e senadores da Comissão Mista de Orçamento (CMO). O projeto de lei do orçamento de 2020, enviado pelo Poder Executivo, já prevê a destinação de R$ 2,54 bilhões para as eleições municipais.

Gastos

A medida prevê a contratação de serviços de consultoria contábil e advocatícia, inclusive em qualquer processo judicial e administrativo de interesse partidário ou de litígio que envolva candidatos do partido, eleitos ou não, com a ressalva de que estejam diretamente relacionados ao processo eleitoral.

Os recursos podem ser usados por partidos políticos para pagamento de juros, multas, débitos eleitorais e demais sanções relacionadas à legislação eleitoral ou partidária. As verbas também podem ser direcionados na compra ou locação de bens móveis e imóveis, construção de sedes e realização de reformas; e no pagamento pelo impulsionamento de conteúdos na internet, incluída a priorização em resultados de sites de pesquisa.

Doações

As doações para campanhas eleitorais são restritas às pessoas físicas. A lei atual estabelece que a doação seja feita por recibo assinado pelo doador, limitado a 10% dos rendimentos brutos desse doador referente ao ano anterior. Atualmente, é possível fazer as doações por cartão de crédito ou débito. Com a medida aprovada, parlamentares permitiram o uso de boleto bancário e débito em conta.

Propaganda partidária semestral

O texto aprovado pelos deputados prevê a volta da propaganda partidária semestral e exceções aos limites de gastos de campanhas eleitorais. A obrigação dessa veiculação em rede nacional e estadual foi extinta pela última reforma eleitoral em virtude da criação do fundo eleitoral. Em cada emissora, somente serão autorizadas inserções até que se alcance o limite diário de 12 minutos.

A medida estabelece que o partido com mais de 20 deputados federais eleitos terá 20 minutos de tempo, por semestre, para inserções nas redes nacionais e o mesmo tempo nas redes estaduais. A sigla que eleger de 10 a 19 deputados terá assegurado o tempo de 15 minutos a cada seis meses - tanto nas redes nacionais quanto estaduais. Já os partidos que tenham eleitos até nove deputados terão o tempo de 10 minutos assegurados (redes nacionais e estaduais – cada).

Participação feminina

O texto traz ainda uma mudança com relação à atividade de mulheres dentro de partidos políticos. A medida prevê que as siglas criem instituto com personalidade jurídica própria para gerir esses recursos destinados exclusivamente à participação feminina. Atualmente, a lei já determina que 5% do fundo partidário seja usado na promoção da participação das mulheres na política.

Repercussão negativa

Para a diretora de Operações da Organização Não Governamental Transparência Brasil, Juliana Sakai, a forma acelerada de tramitação e o próprio conteúdo do projeto de lei foram equivocados. Críticos ao texto aprovado se mobilizam para pressionar o presidente da República a vetar trechos da lei aprovada pelos congressistas.

“Deputados e senadores legislaram em causa própria. Eles definiram a regra do jogo de como eles vão jogar, como vão receber os recursos e aplicá-los e também como fiscalizar esses recursos. Houve um movimento forte para apressar e votar em regime de urgência, sem discutir com a sociedade.

Foram apenas quatro horas de debates no plenário [da Câmara], não tramitou em nenhuma comissão e foi direto para o Senado”, aponta a diretora.

Para Juliana Sakai, o projeto aprovado pode gerar problemas para que Justiça Eleitoral fiscalize os recursos públicos do Fundo Partidário além de abrir brechas para caixa dois e lavagem de dinheiro.

“Isso é muito grave. O projeto permite, por exemplo, o pagamento de passagens para pessoas de fora do partido. Essas novas regras dificultam que a Justiça Eleitoral analise o uso de recursos ao diminuir o controle das contas dos partidos políticos”, explicou. “Essa proposta é um ataque à transparência, são medidas que inviabilizam o controle social e surpreende que, em 2019, os parlamentares tenham a coragem de propor um texto desse nível”, completou.

Na avaliação de Juliana Sakai, o trecho do projeto que prevê novas regras para considerar um candidato inelegível é uma afronta à Lei da Ficha Limpa. O texto estabelece parâmetros para avaliar se um candidato está elegível para disputar as eleições. A definição caberá à Justiça Eleitoral que deve considerar a data da posse e não a data do registro da candidatura, embora a condição continue a ser aferida nesse momento.

“Isso está trazendo o caos para o sistema eleitoral ao viabilizar campanhas, que talvez não sejam deferidas, com dinheiro público que será gasto e candidatos que receberão votos e não serão eleitos”, disse.

Reação

Segundo senadores que fazem parte do grupo Muda, Senado (que tem 21 parlamentares), o texto final aprovado na Câmara "é uma absurda ofensa ao Senado, à democracia e à sociedade, que acompanha atônita a destruição da já combalida credibilidade da política como meio adequado para resolução de conflitos".

O grupo considera a possibilidade de tomar medidas judiciais sobre o assunto, de forma a "restabelecer o devido processo legislativo e assegurar que a democracia brasileira está acima de interesses pessoais e partidários".

A presidente da Comissão de Constituição e Justiça do Senado, Simone Tebet (MDB-MS), classificou o texto aprovado na Câmara como um "retrocesso inimaginável". Para a senadora, a sociedade tem que pressionar o presidente da República a vetar o projeto.

“É um retrocesso inimaginável numa câmara que teve 60% do seu quadro renovado. Quando a sociedade renovou a Câmara em 60%, eu imaginei que descalabros como esse, retrocessos como esse, no que se refere à transparência, publicidade do dinheiro público, a própria moralidade, não fosse mais acontecer no plenário da Câmara dos Deputados”, disse. “Cabe agora uma ampla manifestação da sociedade, um grito das ruas com pedido de veto ao senhor presidente da República para que nós, no Senado, possamos manter esses vetos”, completou.

Defesa

Já o presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), tem feito uma defesa veemente da medida. O parlamentar tem ressaltado a importância do financiamento para garantir a participação de grupos diversos na política brasileira.

Leia:- Maia diz que Fundo Eleitoral é necessário para equilibrar campanhas;

“Reafirmamos o que fizemos no outro processo em relação ao fundo. Se não tiver financiamento público, só vão financiar as campanhas quem tiver vinculado a um empresário rico. Se não tiver o fundo, é uma escolha, vamos ter só ricos ou ter gente ligado a políticos ricos”, afirmou Maia.

O deputado rebateu ainda a crítica de que a medida vai facilitar o caixa dois nas eleições. Para ele, o que pode impedir essa prática é mais fiscalização e punição.

“Não existem caminhos para facilitar o caixa dois. Os recursos eram contabilizados nos escritórios de advocacia, não tem caixa dois, está contabilizado, o que está contabilizado não é caixa dois. Você pode dizer que esse encaminhamento não é melhor, mas caixa dois não é. Ter limite ou não, não significa caixa dois. Nós precisamos é ter transparência, fiscalização firme e punição firme”, disse.

quarta-feira, 11 de setembro de 2019

Com projeto, Ortiz vai ‘economizar’ R$ 23 milhões em repasses até 2020

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Infor Rede Vale, quinta-feira, 12 de setembro de 2019

Dos R$ 48,011 milhões que a prefeitura teria que repassar ao IPMT até o ano que vem, quando termina o governo Ortiz, passarão a ser R$ 25,046 milhões, uma redução de 47,83%; base aliada garantiu a aprovação do projeto

Presente. Base governista garantiu a aprovação do projeto Ortiz - Foto: Divulgação

A matéria é do Jornal 'OVALE' desta quinta-feira (12) por Julio Codazzi@juliocodazzi | @jornalovale

Aprovado pela Câmara essa semana, o projeto que reduz os aportes de contribuição patronal ao IPMT (Instituto de Previdência do Município de Taubaté) vai permitir que o governo Ortiz Junior (PSDB) economize quase R$ 23 milhões em repasses até 2020, quando termina o mandato do tucano.

Dos R$ 48,011 milhões que a prefeitura teria que repassar ao IPMT em 2019 e 2020, passarão a ser R$ 25,046 milhões, uma queda de 47,83%.

O projeto, que aguarda sanção do prefeito, também reduzirá os aportes que a Unitau (Universidade de Taubaté), a Câmara e o próprio IPMT terão que fazer ao instituto. Ao todo, até 2020, o IPMT teria que receber R$ 66,232 milhões em contribuição patronal. Com o novo texto, esse valor cairá para R$ 34,551 milhões, uma queda também de 47,83%.

Ao todo, a redução dos aportes nos próximos 30 anos será de R$ 1,615 bilhão, o que representa queda de 30,9% nos repasses entre 2019 e 2048.

Segundo a lei atual, de 2017, a contribuição patronal nesse período seria de R$ 5,226 bilhões. Na proposta que revê o Plano de Amortização do Déficit Atual do IPMT, os repasses caem para R$ 3,611 bilhões.

O IPMT mantém atualmente cerca de 2.500 aposentados e pensionistas, e conta com a contribuição de aproximadamente 6,5 mil servidores de carreira, distribuídos entre prefeitura, Câmara, Unitau e o próprio instituto.

Pela lei atual, a prefeitura teria que repassar R$ 3,178 bilhões ao IPMT entre 2019 e 2048. Pela proposta de alteração, esse montante cairá para R$ 2,617 bilhões, uma redução de 17,64%. No caso da Unitau, a queda será de 51,57%: dos atuais R$ 1,8 bilhão para R$ 902 milhões. Os repasses da Câmara devem ter redução de 26,26%, passando de R$ 107,9 milhões para R$ 79,6 milhões nesse período. Já o aporte do IPMT passará de R$ 76,2 milhões para R$ 11,5 milhões, uma queda de 84,82%.

Atingido pela mudança, IPMT foi contra a redução nos aportes

O IPMT se posicionou contra a aprovação do projeto. Segundo um estudo feito pelo órgão, em vez de reduzir os aportes, seria necessário ampliar em R$ 365 milhões os repasses nos próximos 35 anos.

De acordo com o instituto, a mudança na lei poderá provocar um colapso no sistema previdenciário municipal, que já a partir do ano que vem terá despesas maiores do que as receitas. Como o texto não foi embasado em um estudo atuarial oficial, o IPMT alerta também para o risco de o município ter suspenso o seu CRP (Certificado de Regularidade Previdenciária), que é exigido para transferências e operações de crédito.

segunda-feira, 22 de abril de 2019

Mudanças vão manter 'espinha dorsal' da reforma afirma secretário

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Infor Rede Vale, segunda-feira 22 de abril de 2019

Mudanças na reforma não devem mexer em impacto de R$ 1 tri, diz secretário

Rogério Marinho, da Previdência, prevê que alterações na CCJ não vão alterar a 'espinha dorsal' da proposta. Governo quer votação na terça

Marinho afirma que está negociando com deputados pelo celular, já que muitos não estão em Brasília devido a volta do feriado de Páscoa (Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)

A matéria é do 'Portal de Notícias Veja' desta segunda-feira (22) às 12:29 horário de Brasília

O secretário da Previdência, Rogério Marinho, afirmou nesta segunda-feira, 22, que o governo trabalha com deputados na alteração do texto da reforma da Previdência para que o parecer de admissibilidade seja votado na terça-feira 23.

O secretário não citou quais pontos seriam modificados, mas afirmou que a economia fiscal deve ser mantida em cerca de 1 trilhão de reais em dez anos –mesmo com as mudanças que estão sendo analisadas com líderes do Centrão.

“Estamos tratando do tema com os líderes que nos procuraram para trazer algumas sugestões. É possível algumas modificações, mas, como eu já disse anteriormente, não haverá impacto fiscal e nem se mexerá na espinha dorsal do projeto no que tange à questão previdenciária”, declarou Marinho a jornalistas.

De acordo com o secretário, não há reunião agendada para esta segunda-feira para abordar alterações no texto, já que muitos parlamentares não estão em Brasília. “Só posso falar no projeto no momento em que o acordo for fechado. Vários deputados estão retornando do feriado de Páscoa, e a gente está fazendo o que a legislação trabalhista permite, o teletrabalho”, disse.

Apesar da ausência de uma reunião presencial, Marinho afirmou que o governo prevê a votação para terça-feira e que os detalhes serão acertados para que o texto possa ser apreciado.

“Amanhã haverá a votação. É a informação que eu tenho dos líderes e do próprio presidente da CCJ, do presidente [da Câmara] Rodrigo Maia e daqueles que fazem parte da comissão. A maior parte dos partidos que estão alinhados com a pauta está convencida da necessidade de ultrapassarmos essa etapa, até porque nós iremos discutir o mérito na comissão especial”, afirmou o secretário da Previdência.

Na última quarta-feira, o líder do PP na Câmara, Arthur Lira (AL), disse, após reunião com Marinho, que teriam saído do texto o fim da multa do FGTS para aposentado que ainda trabalha e for demitido; a exclusividade da Justiça Federal do Distrito Federal para julgar processos contra a União em relação à reforma; a alteração da idade para aposentadoria compulsória de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF); e a condição para que só o Executivo faça mudanças no sistema previdenciário.

Outros pontos do projeto que geram muito ruído entre os deputados são mudanças na aposentadoria rural, Benefício de Prestação Continuada (BPC) e capitalização. Esses temas, porém, devem ser negociados na comissão especial.

(Com Estadão Conteúdo)

quarta-feira, 10 de abril de 2019

Alesp quer criar ‘auxílio-veículo’ de R$ 4,2 mil por deputado

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Infor Rede Vale, quarta-feira 10 de abril de 2019

A Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp) vai criar um “auxílio-veículo” de R$ 4.244 mensais para cada deputado que decidir abrir mão do veículo da frota da Casa. Segundo a proposta da Mesa Diretora, o valor será acrescido aos R$ 33,1 mil a que cada parlamentar já tem direito por mês como verba de gabinete.

A medida pode gerar um custo de R$ 5 milhões aos cofres públicos

A matéria foi publicada pelo Portal de Informação 'JovemPan Online', desta quarta-feira 10 de abril de 2019

O “auxílio-veículo”, que ainda precisa ser votado em plenário, pode gerar um custo de R$ 5 milhões aos cofres públicos. Em 2018, a Alesp gastou R$ 1,8 milhão com a manutenção dos automóveis da marca Chevrolet Cruze.

Segundo a assessoria da Casa, o objetivo é extinguir a frota parlamentar em um ano. Os veículos serão doados ao Fundo Social de Solidariedade do Estado de São Paulo.

Para o deputado Daniel José, do Novo, seria mais adequado que o custo com o aluguel de carros fosse descontado da verba de gabinete já existente, sem que houvesse um acréscimo de gastos. “Não é papel do Estado gerir frota de carro. Esse é o ponto central. Essa quantia será acrescida à verba, sendo que os deputados já têm uma cota de R$ 33 mil por mês”, afirmou o parlamentar. Os quatro deputados da bancada do Novo abriram mão do carro oficial.

Daniel José disse considerar o valor de R$ 4.244 elevado. “Com R$ 2 mil por mês é possível alugar um carro básico com ar-condicionado. Não precisa ser carro de luxo”, afirmou.

Ele ressaltou ainda que, além do custo do veículo, são gastos R$ 6.500 mensais com cada motorista, já que os deputados são proibidos pelo regimento de conduzir o carro. “A maioria (dos motoristas) fica parada o dia todo no estacionamento”, afirmou. Deputados do Novo também questionam o fato de cada parlamentar ter a prerrogativa de decidir onde alugar o veículo, em vez de a Casa fechar um contrato em escala.

Líder do PSDB na Assembleia, a deputada Carla Morando também abriu mão do veículo da Casa. A tucana organizou um abaixo-assinado, que já recebeu cinco mil assinaturas, para que os parlamentares que residam a menos de 100 km de distância da Assembleia abram mão do veículo. A base dela é em São Bernardo do Campo. “Austeridade financeira tem sido item fundamental em administrações públicas. Trata-se de um dever com a sociedade”, afirmou Carla.

Dos 94 deputados eleitos, 59 têm base a menos de 100 km da Assembleia – 62% do total. A economia, segundo Carla, seria de R$ 5 milhões com a medida, uma vez que proporcionaria fim dos gastos com combustível e manutenção. No mandato total, a contenção financeira seria em torno de R$ 20 milhões.

O deputado Emidio de Souza (PT) classificou a proposta de extinguir a frota como “demagógica”. “Para deputados de família rica ou classe média, o carro não faz falta. Mas para quem não é, faz. Não concordo com a extinção da frota. Acho uma medida demagógica”, afirmou. Emidio também ponderou que os carros não duram para sempre e, cedo ou tarde, têm de ser substituídos.

A deputada Janaina Paschoal (PSL) também é contra a extinção da frota. “Uso meu carro próprio, mas o veículo da Assembleia é usado para trabalho de gabinete”, disse ela.

Uma outra possibilidade ventilada por deputados é o uso do transporte por aplicativo. A ideia, no entanto, é rejeitada por parlamentaresque moram longe da capital.

Procurada pela reportagem, a assessoria da Assembleia paulista informou que a atual frota da Casa foi adquirida há oito anos e possui, em média, 350 mil quilômetros rodados.

*Com informações do Estadão Conteúdo

domingo, 6 de janeiro de 2019

Auxílio sacanagem? Deputado Cleitinho Azevedo manda recado para o Rodrigo Maia.

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Por Informação Rede Vale, domingo, 06 de Janeiro de 2019

O Deputado Estadual Cleitinho Azevedo usou as Redes Sociais neste Domingo (06) para mandar um Recado para o Rodrigo Maia (DEM) sobre a antecipação do (auxílio mudança) que totalizou

R$ 17 milhões em despesa aos Cofres Públicos.


Deputado Estadual Cleitinho Azevedo

Antecipado/ Em campanha pela reeleição, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM), antecipou o pagamento de auxílio-mudança aos deputados.
O benefício, equivalente a um salário – R$ 33,7 mil - é tradicionalmente pago ao fim do mandato, que acaba em 31 de janeiro, mas foi depositado no dia 28 de dezembro na conta dos parlamentares.

Cleitinho que também (tem o direito ao recebimento deste auxílio) informou em sua ‘LIVE’, que [não irá] aceitar (vai abrir mão) do auxílio por ele denominado como Auxílio Sacanagem.

Mencionou o parlamentar (Cleitinho) que o mesmo, irá apresentar na ALESP, um Projeto para acabar com esta pouca vergonha.

Reformas/ Estamos falando de Reforma da Previdência, mas a primeira reforma que temos que fazer neste País é a "REFORMA Política", de "Consciência Política".

Eu votei em você Bolsonaro e vou cobrar - você não vai apoiar um cara igual ao Rodrigo Maia não né? Ao invés de antecipar este benefício para ganhar voto porque o (Rodrigo Maia) não propõem um Projeto para retirar este auxílio?", concluiu.


segunda-feira, 8 de outubro de 2018

Bolsonaro vence em todas as cidades do Vale; Taubaté foi maior triunfo

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Infor Rede Vale, segunda-feira 08 de outubro de 2018

Candidato do PSL foi o mais votado nas 39 cidades da regiãopercentualmente, melhor resultado de Bolsonaro foi em Taubaté

Por Gazeta de Taubaté
redacao@gazetadetaubate.com.br
Se a eleição presidencial dependesse apenas dos eleitores do Vale do Paraíba, Jair Bolsonaro (PSL) e Geraldo Alckmin (PSDB) duelariam no segundo turno.
O tucano recebeu 13,55% dos votos válidos (178,4 mil) e superou Fernando Haddad (PT), que amealhou 10,33% dos válidos na região, recebendo 136,1 mil votos.
Bolsonaro liderou com folga na RMVale, com 58,78% dos votos válidos, sendo o candidato escolhido por 774,3 mil eleitores. Ciro Gomes ficou na quarta colocação no plano regional, com 117,4 mil votos e 8,91% do total de válidos.
DERROTA TUCANA/ A maior surpresa eleitoral na região foi a derrota do PSDB nas urnas em todas as cidades do Vale do Paraíba após duas eleições vencendo na maioria absoluta dos municípios.
Em 2014, o candidato tucano Aécio Neves ganhou em 38 das 39 cidades. Perdeu apenas em Cunha para Dilma Rousseff (PT). Em 2010, José Serra foi o primeiro em 33 municípios do Vale.
Nesta eleição, contudo, Geraldo Alckmin não conseguiu superar Bolsonaro em nenhum município da região, nem mesmo naqueles administrados por correligionários do tucano.
Em São José, cujos eleitores deram 231,4 mil votos a Bolsonaro, Alckmin perdeu para Fernando Haddad e Ciro Gomes. O tucano teve 37,9 mil contra 41,8 mil do petista e 39,1 mil do pedetista.
O tucano também foi derrotado por Bolsonaro em Taubaté (104,8 mil a 20,9 mil) e Jacareí (71,8 mil a 15,4 mil), mas ao menos venceu os outros dois adversários.
As três maiores cidades do Vale são administradas atualmente pelo PSDB.
VENCEDOR/ Percentualmente, Taubaté foi a cidade do Vale do Paraíba que deu a maior vitória a Bolsonaro, permitindo que o candidato do PSL vencesse no primeiro turno, se a eleição fosse apenas no município. O capitão reformado recebeu 63,36% dos votos válidos em Taubaté (104,8 mil).
Guaratinguetá foi a segunda cidade a eleger preferencialmente Bolsonaro, com 62,29% (42,5 mil votos) e Jambeiro a terceira, com 61,64% (2,2 mil votos). O candidato ainda levou 61,50% dos votos em Lorena, 61,48% em Caçapava e 61,32% em Tremembé

quinta-feira, 6 de setembro de 2018

VAI TER MULHER OCUPANDO A POLÍTICA, SIM!

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Infor Rede Vale, Quinta-feira 06 de Setembro de 2018

Acabou de sair do forno um vídeo que conta um pouco da minha trajetória: a Júlia que é da periferia, estudou em escolas públicas e chegou na política convencida de que passou da hora das mulheres ocuparem de vez o seu espaço na política do país.

Júlia Martin, candidata à deputada Federal

Foi uma oportunidade de falar sobre as minhas bandeiras prioritárias, como a Reforma Agrária Popular para acabar com as desigualdades, o feminismo e a luta pela igualdade de direitos entre mulheres e homens, a democratização dos meios de comunicação, e brigar pelo plebiscito revogatório, para consultar a população sobre as medidas que foram tomadas por um governo ilegítimo e que trouxe tantos retrocessos.
Esse vídeo é uma iniciativa da Mídia Ninja e faz parte de um projeto lindo, chamado “Campanha de Mulher” que tem um objetivo muito especial: enfrentar a disparidade de gênero em todo o nosso sistema eleitoral.
Para isso, o site selecionou candidatas que têm o bem estar das mulheres como prioridade em suas propostas. E, é claro que para mim é uma grande honra e alegria estar entre as candidatas selecionadas.
Espero que gostem! Assistam e compartilhem!

Por 
Mídia Ninha
Jornalista formada pela Universidade de Taubaté e especializada em Gestão de Políticas Públicas pela Universidade Estadual de Campinas. Eleita a primeira mulher presidenta do Partido dos Trabalhadores na cidade de Taubaté e a mais jovem. Feminista, luta por uma reforma agrária popular e defende os direitos da juventude. Conheça e VOTE em Júlia Martin, candidata à deputada Federal por São Paulo ─ 1320. 



Matéria iniciativa Mídia Ninja



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terça-feira, 21 de agosto de 2018

Vamos agir ou vamos esperar que a Nação por completa, DECRETE FALÊNCIA?

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Por Infor Rede Vale, Quarta-feira 22 de Agosto de 2018


Enquanto a Sociedade (A MASSA) sobrevive diante ao 'sub-emprego', temos a Justiça Brasileira e a Esfera Política a Mais Cara Mundo haja vista a composição dos IMORAIS SALÁRIOS, REGALIAS e Gastos Demasiados.

Foto Reprodução Internet

Quando nós Brasileiros e Brasileiras iremos tratar o Brasil com uma Gigante Empresa e entender que esta, precisa ser RESTRUTURADA definitivamente - contratando novos profissionais com salários coerentes e tirando do poder aqueles(as) que não produzem e nada fazem em Prol do Coletivo.

É assim que acontece nas Empresas Privadas se o profissional indiferente do cargo que atua não gera RESULTADOS ou seja improdutivo este(a) É DESPESA (DESPERDÍCIO) e DESPESAS, precisam ser controladas e para muitos casos, precisam ser SANADAS antes que gerem IMPACTOS NEGATIVOS INCONTROLÁVEIS PARA A CORPORAÇÃO.

E a NOSSA EMPRESA chamada Brasil? COMO FICA?

Vamos agir ou vamos esperar que a Nossa Nação DECRETE FALÊNCIA?

Sangramos para bancar os Salários Astronômicos para os Nossos Representantes Políticos, suas Regalias, Viagens Oficiais, os Melhores Planos Médicos, Publicidade, Auxílio Moradia, Almoço e Jantares, Cursos, Disponibilizamos a Melhor Infraestrutura e Tecnologias de Ponta e nós, como ficamos como estamos?

Infelizmente estamos nós na ERA do MAIOR DESEMPREGO DA HISTÓRIA e sobre o predominante 'Sub-Emprego_ diante até mesmo, de salários defasados', estamos nós sobrevivendo Meio ao Caos da Segurança-Pública, Meio ao Caos da Saúde-Pública por fim, Sobrevivemos as Ineficiências da Gestão Pública.

Eleições 2018: 80% dos candidatos se re-candidataram.

E a Nossa Nação como está?

Infelizmente: 
  • Mergulhada ao Desemprego; 
  • Saúde, Segurança e Educação jogada a sorte;
  • Professores, Médicos, Policiais, Bombeiros dentre outros profissionais com salários defasados;
  • Corrupção em Alta ministrada por parlamentares que deveriam nos 'representar e zelar pelo erário';
  • Regalias, Farras com Dinheiro Público, Imorais Salários se predominam a este meio e ninguém nada fala e nada faz;
  • Reforma da Previdência foi destaque e prioridade para muitos políticos que estão preocupados em somente, garantir os seus Imorais Salários e Aposentadorias ESPECIAIS;
  • Reduzir Gastos Demasiados e Regalias da Esfera Política ninguém nada fala e nada faz;
  • Reduzir os Salários dos Poderes 'Executivo, Legislativo e Judiciário' ninguém nada fala e nada faz.
  • Reforma Tributária ninguém nada fala e nada faz;
  • Enxugar a Máquina Pública ninguém nada fala e nada faz.

Será que a População Brasileira irá saber votar e permitir assim, a RENOVAÇÃO para que tenhamos, PERSPECTIVA DE CRESCIMENTO E ESTABILIDADE sobre o fator EMPREGABILIDADE? ou será que a população permitirá aqueles(as) que não fizeram JUS o voto que lhes confiamos - há ficarem novamente no poder por mais quatro (04) Anos? com a única preocupação de um "IMENSO GRUPO SELETO DE POLÍTICOS" QUE LÁ ESTÃO : 
Ficarem Milionários as CUSTAS DE UM POVO SOFRIDO.


Leia também:

- Abrangência da Corrupção entre os Municípios e o seu impacto devastador.



Estude tudo sobre o candidato que busca a Reeleição....
Diga não a Corrupção! 





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quinta-feira, 2 de agosto de 2018

Farra: Vereadores de Guarujá usam verba pública em boate no DF e alegam 'alimentação'

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Infor Rede Vale, Quinta-feira 02 de Agosto de 2018

Casa noturna com striptease teria sido visitada por vereadores de Guarujá (SP) durante viagem a Brasília. Nota fiscal no valor de R$ 440 foi negada pelo TCE durante julgamento.


Por Andressa Barboza, G1 Santos, 02/08/2018


Vereadores de Guarujá (SP) teriam visitado casa noturna durante viagem a Brasília. (Foto: Reprodução)



Três vereadores de Guarujá, no litoral de São Paulo, utilizaram dinheiro público em uma boate adulta e de alto padrão localizada em Brasília (DF), durante uma viagem. A informação é do Tribunal de Contas do Estado (TCE). Neste semana, a corte julgou as contas referentes ao ano de 2015 e, além dessa irregularidade, encontrou outros problemas na gestão das finanças do órgão.

Segundo relatório do TCE, os R$ 440 teriam sido gastos em uma casa noturna, em 2015, pelos vereadores Mário Lúcio da Conceição (PR), Walter dos Santos (PSB) e Givaldo do Açougue (Sem partido). Desses, Mário Lúcio e Walter continuam como parlamentares na Câmara da cidade.

A boate Apple's Night Club foi a escolhida pelos vereadores durante a viagem a Brasília em 14 de abril de 2015, uma terça-feira. No local, o ingresso masculino custa R$ 150 e a casa funciona de segunda a sábado, a partir das 21h.

O site do estabelecimento anuncia apresentações com modelos de revista e TV, atrações no palco como striptease, atendimento VIP Service, cardápio variado e American Bar, em um ambiente 'aconchegante, discreto, climatizado e com estacionamento privativo'. Além disso, também oferece aos clientes 'lindas mulheres' e os melhores shows de Brasília.

Casa oferece oferece 'lindas mulheres' e os melhores shows de Brasília. (Foto: Divulgação)

Em relatório, o TCE apontou que "assim, haja vista as atividades realizadas pela 'Apple's', entendemos que não ficou evidenciada a finalidade pública das despesas, sendo tais gastos ilegítimos e passíveis de devolução". Os gastos também foram descritos de 'forma genérica', segundo o documento.

Durante o julgamento do TCE, Ronaldo Luiz Nicolaci Fincatti, presidente da Câmara em exercício em 2015, fez sua defesa. "Uma comissão de vereadores foi para uma missão em Brasília e apresentou a nota de uma casa noturna 'não muito lícita', onde dizem haver movimentos de prostituição. Os documentos foram analisados pelo departamento financeiro e passou porque está dentro da legalidade. Não está certa dentro da moralidade. Quando tomamos conhecimento, providências foram tomadas e não houve mais esse tipo de caso", explicou.

Em nota, a Câmara de Guarujá informou que a comissão parlamentar, mencionada pela reportagem, esteve em Brasília, entre os dias 14 de abril e 15 de abril, para o Ministério dos Transportes e a Secretaria de Portos. O objetivo era viabilizar estudos que possibilitassem auxílio, por parte das duas pastas federais, na obtenção de acréscimo das receitas do Município de Guarujá, especialmente no que se refere à verificação de incidências e recolhimentos de tributos provenientes da área portuária.

Durante o curto período em que os vereadores estiveram na capital federal, eles afirmam ter almoçado e jantado em estabelecimentos comerciais da cidade, acompanhados inclusive de representantes dos ministérios, bem como solicitado as respectivas notas fiscais referentes a tais despesas, que posteriormente foram apresentadas ao setor financeiro da Câmara Municipal de Guarujá.

Em nenhum momento, de acordo com esses três vereadores, houve qualquer passagem, muito menos ocorrido dispêndios de verbas públicas em casas noturnas, ou estabelecimentos similares. Os gastos efetuados, segundo eles, foram feitos exclusivamente para alimentação do grupo, no estabelecimento que serve refeições.

O atual presidente, Edilson Dias de Andrade, também destaca que, ao assumir a função, em janeiro de 2017, extinguiu todos os gastos com viagens de comissões parlamentares, além de ter atendido integralmente as recomendações do TCE, no que se refere a prestações de contas, assim como ao pagamento de horas extras, gratificações, incorporações e uso de carros oficiais.

Em nota, Givaldo do Açougue Walter dos Santos disserem que durante a viagem fizeram refeições em alguns restaurantes da cidade e desconhecem a nota apresentada pelo presidente da comissão na época.


Câmara Municipal de Guarujá, SP (Foto: Reprodução / TV Tribuna)

Outras irregularidades

Outra irregularidade de uso de dinheiro público foi o pagamento de horas extras, no total de R$ 1,9 milhão a servidores comissionados que não têm controle de horário, além de gratificação de nível superior para cargo de procurador e, ainda, o uso de carros oficiais sem registro das origens e destinos.

Com relação ao pagamento de horas extras, a Câmara informou que eles são feitos a servidores concursados e comissionados que batem cartão de ponto, ou seja, que têm controle de horário. Portanto, segundo a área técnica da Câmara Municipal de Guarujá, não procede a afirmação de que foram pagas horas extras a servidores sem qualquer controle de horário.

Quanto à gratificação de nível superior para cargo de procurador, foi informado que ela foi criada em 1968 e extinta em 2014, sendo posteriormente pagos apenas os valores que se referem a incorporações salariais.

Quanto ao uso de carros oficiais, eles esclarecem que antes de 2015 foram instalados GPS's em todos os veículos que atendem o legislativo municipal e sempre houve controle com relação às origens e destinos. Esse trabalho ainda foi aprimorado, a partir de 2017, com a divulgação mensal de todas as viagens que são feitas, de forma bastante detalhada, e em consonância aos apontamentos feitos pelos órgãos fiscalizadores.


terça-feira, 26 de junho de 2018

O Programa Bate Papo com Francisco Oiring desta Sexta-feira (29) recebe Paulo Skaf.

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Infor Rede Vale, Terça-feira 26 de Junho de 2018

Foto Reprodução Dimas Valgas

BATE PAPO COM FRANCISCO OIRING RECEBE PAULO SKAF

Paulo Antônio Skaf (São Paulo, 7 de agosto de 1955) é um empresário e político brasileiro, filiado ao Movimento Democrático Brasileiro (MDB).
Skaf é o presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp), do Serviço Social da Indústria(Sesi-SP), do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai-SP), do Instituto Roberto Simonsen (IRS) e do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae/SP). É também o 1º vice-presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI). Sempre foi atuante em entidades empresariais da indústria, como a Confederação Nacional da Indústria (CNI), o Sindicato das Indústrias de Fiação e Tecelagem do Estado de São Paulo (Sinditêxtil) e a Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (ABIT). É membro do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES) da presidência da República.

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