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terça-feira, 17 de dezembro de 2019

STJ anula condenação de Paulo Vieira de Souza e manda ação voltar à fase de alegações finais

Bem Vindos(as) ao Nosso Canal de Informação!

Infor Rede Vale, terça-feira 17 de dezembro de 2019

Pena por envolvimento em irregularidades em SP era de 145 anos e 8 meses. Ministro do STJ aplicou entendimento do STF segundo o qual réu delatado se pronuncia depois do réu delator.
Paulo Vieira de Souza — Foto: Reprodução/TV Globo
Paulo Vieira de Souza — Foto: Reprodução/TV Globo
A matéria é do Portal de Notícias G1 desta terça-feira (17) por Mariana Oliveira, TV Globo — Brasília.

O ministro Reynaldo Soares da Fonseca, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), anulou a pena de 145 anos e 8 meses de prisão à qual foi condenado Paulo Vieira de Souza, ex-diretor da Dersa (estatal paulista de rodovias).

Fonseca determinou, ainda, que o processo retorne à fase de alegações finais, isto é, a última manifestação antes de a sentença ser proferida.

A decisão foi tomada na última segunda-feira (16) e atende a um pedido da filha de Paulo Vieira, Tatiana Arana, também condenada no processo.

Ao anular a condenação, o ministro do STJ aplicou o entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF) segundo o qual os réus delatados têm direito de se pronunciar nas alegações finais depois dos réus delatores.

"Dou provimento ao recurso ordinário em habeas corpus, para anular a Ação Penal (...) a partir das alegações finais apresentadas pela defesa, determinando-se que, primeiramente, as defesas escritas sejam apresentadas pelas corrés colaboradoras e, somente após (prazo sucessivo), sejam apresentadas as alegações finais dos demais réus", escreveu o ministro na decisão.

Entenda a condenação

Paulo Vieira de Souza foi condenado em março por peculato (desvio de dinheiro público), associação criminosa e inserção de dados falsos em sistema público nas obras do Rodoanel Sul, em São Paulo.

Apontado como suposto operador do PSDB, Paulo Vieira completou 70 anos um dia depois da sentença e, com isso, o caso não prescreveu.

A lei determina que, quando o réu faz 70 anos, o prazo segundo o qual não pode mais haver punição cai à metade. Agora, com a anulação da condenação, a situação terá que ser reanalisada pela Justiça de São Paulo.

Na mesma sentença, Tatiana Arana, que obteve a decisão favorável do ministro do STJ, havia sido condenada a 24 anos e três meses de prisão.

sexta-feira, 1 de novembro de 2019

Qual a posição do meu partido sobre minha cassação?

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Infor Rede Vale, sexta-feira, 01 de novembro de 2019

Por Deputado Federal André Janones, quinta-feira (31)
Foto: /Divulgação/ André Janones
Todo dia alguém me pergunta em qual partido sou filiado, e eu nunca fiz questão de responder nem divulgar isso, afinal, quem me acompanha sabe que eu NÃO ACREDITO em partidos políticos.

Tenho certeza que podem existir BANDIDOS e CORRUPTOS em em qualquer lugar (inclusive no meu partido), pois é impossível saber a índole e o caráter de cada filiado em um país com a dimensão do nosso, porém, todo esse meu descontentamento com o sistema político vigente não pode e não deve dar espaço para a INGRATIDÃO!

Leia também:



Quem está por trás da Cassassão do meu Mandato?


Desde o início da tentativa do Solidariedade em CASSAR MEU MANDATO, eu recebi TODO O APOIO do meu partido Avante 70.

É um partido pequeno sim, porém, depois desse episódio, além do respeito e independência que eu SEMPRE TIVE (inclusive quando não segui a orientação do partido e fui o ÚNICO a votar CONTRA a Reforma da Previdência), percebi também o caráter, a transparência e principalmente o COMPROMISSO COM A DEMOCRACIA que eles tem!

Se amanhã alguém do Avante fizer algo errado, não será poupado por mim, VOU PRA CIMA como faria com qualquer outro corruptor, porém hoje, me sinto na obrigação de deixar aqui registrado, publicamente, o meu MUITO OBRIGADO ao Avante 70 pelo apoio recebido, e por acreditarem no meu trabalho!

terça-feira, 29 de outubro de 2019

Será que “já deu”, esse assunto de cassação?

Bem Vindos(as) ao Nosso Canal de Informação!

Por Infor Rede Vale, terça-feira, 29 de outubro de 2019
Foto: Divulgação/ Pagina Oficial_Deputado Federal André Janones

Com Deputado Federal André Janones, terça-feira (29).

Essa foto foi publicada por mim durante a campanha eleitoral. Esse documento que estou segurando, são as minhas promessas de campanha.

Em um meio que é tão criticado justamente por se prometer e não cumprir, eu luto pelo direito de exercer meu mandato e assim cumprir com o que prometi. Em outras palavras, luto pelo direito de ser honesto, afinal, não honrar com os compromissos assumidos, também é um tipo de corrupção!

O que estão querendo tirar de mim não é um mandato apenas, mas sim MINHA DIGNIDADE. Querem retirar de mim um dos principais (não o único) instrumento que tenho para DAR VOZ AOS MENOS FAVORECIDOS (como eu prometi que faria) para assim me transformar em apenas mais um que não honrou com sua palavra. Querem me jogar na vala comum dos políticos SAFADOS E VAGABUNDOS que brincam com a esperança das pessoas, mas isso eu NÃO VOU PERMITIR e vou continuar lutando sim com TODAS MINHAS ARMAS pra preservar esse mandato que, como já disse outras vezes: não é meu, mas NOSSO!

"CHEGA ANDRÉ, JÁ DEU ESSE ASSUNTO DE CASSAÇÃO!"
Tenho lido isso aqui com alguma frequência nos últimos dias.

Mas será já que deu mesmo?

O que já deu foram as esperas intermináveis por uma cirurgia ou uma consulta nos hospitais públicos. Já deu, os aumentos irrisórios no salário mínimo, enquanto uma minoria privilegiada se esbalda com o dinheiro público. Já deram as esperanças que depositamos nos políticos ano a ano, ELEIÇÃO APÓS ELEIÇÃO, e que SEMPRE se transformam em decepção. Já deu ver uma minoria CORRUPTA se sobrepor a uma MAIORIA DE BEM, na base do poder e do dinheiro. Já deu essa discussão pueril, que mantem o país estagnado. Já deu de dinheiros na cueca, homenagens a corruptos, defesa de bandidos e etc.

Já deu o tempo de dormir em berço esplêndido. Hoje, estamos BEM ACORDADOS e sabemos exatamente o alcance da nossa voz, a força dos nossos braços e o poder do nosso voto! Ninguém, eu disse NINGUÉM vai cassar um LEGÍTIMO REPRESENTANTE DO POVO, afinal se foi o povo que colocou, só o povo pode tirar!

Vocês não tem noção do que acontece nos bastidores. O jogo é pesado. É sujo. Essa gente é mal, MUITO MAL, e estão dispostas a TUDO para "cortar o mal pela raiz" como eles mesmo dizem. A trama segue a todo vapor!

Antes de entrar aqui eu avisei que eu seria a BOMBA que vocês sempre quiseram soltar ali dentro, muitos não acreditaram (o que é normal face a tantos anos de decepções), mas eu tenho honrado minha palavra. Também disse que estava entrando pra QUEBRAR O SISTEMA e, a cada dia que passa, tenho mais certeza que vamos conseguir. É um caminho longo, árduo, mas fadado ao sucesso, e eles sabem disso, pois já perceberam o "tamanhão" que todos nós JUNTOS somos!

Não é apenas a absolvição que estamos em busca. Hoje somos milhões em busca de mandar um recado, de que o povo acordou e que esse mesmo povo que dormiu por anos e anos, já compreende bem que é que MANDA NESSA PAÍS. Quem é o patrão e que é o EMPREGADO DO POVO!

ELES TEM MEDO. NÓS NÃO, PORQUE JÁ DEU DE TER MEDO E É HORA DE IR PRA CIMA!

#TamoJuntoAtéOFinal

Leia também:

Quem está por trás da Cassassão do meu Mandato?

"Indo pra cima dos que querem cassar meu mandato, ao VIVO!"


'Feedback'/ Em outro post também publicado nesta terça-feira (29)  André Janones trouxe maiores informações sobre o motivo do partido Solidariedade apresentar pedido de Cassação do seu mandato faz saber;

"Finalmente o partido Solidariedade RESPONDEU qual crime eu cometi e porque eles estão tentando CASSAR O MEU MANDATO: segundo eles, o CRIME foi chamar políticos de corruptos e bandidos (verdade eu não generalizei, mas eles vestiram a carapuça).
O partido também confirmou que continua articulando para que eu seja cassado, pois querem uma punição EXEMPLAR!
Quem quiser conferir a nota, basta entrar no face deles. Comentar não tem como, já que eles estão bloqueando ou ocultando todos que manifestam sua indignação.
Eu fiz o que podia. Agora está nas mãos de Deus e dos outros Deputados!", descreveu Janones. Obrigado por tentarem ajudar! completou.

Leia: - Quero ser lembrado como alguém que inspirou pessoas

Nota Oficial Solidariedade 
(Publicado em 29 de outubro de 2019)

Leia o 'pronunciamento oficial' do Solidariedade sobre a representação contra o deputado André Janones.Publicação: 29 de outubro de 2019

O Solidariedade protocolou no Conselho de Ética da Câmara, no dia 20 de agosto, uma representação contra o deputado federal André Janones (Avante-MG) por quebra de decoro parlamentar. O documento refere-se a comentários ofensivos feitos pelo deputado em suas redes sociais no dia 14 de agosto, após a votação do Projeto de Lei 7596/2017. No vídeo em questão, Janones dirige-se aos colegas com expressões desrespeitosas, como “vagabundos”, “canalhas” e “bandidos”, para criticar os que teriam votado a favor da proposta.

Ao defender seu ponto de vista sobre a proposta aprovada em plenário em votação simbólica, André Janones fez falsas acusações contra todos os parlamentares. Acreditamos que os congressistas devem ter a liberdade de votar de acordo com o que acreditam e não podem ser constrangidos por outros membros porque votaram a favor de determinado projeto.

Apesar de não ter sido citado diretamente, o Solidariedade considera que o deputado ofende sobremaneira a honra e o decoro do Parlamento, cometendo os crimes de calúnia, difamação e injúria, todos previstos no Código Penal Brasileiro, contra o Congresso Nacional e seus integrantes. Portanto, o partido requer que André Janones seja punido exemplarmente pela Câmara dos Deputados para reafirmar seu poder institucional.

domingo, 27 de outubro de 2019

Quero ser lembrado como alguém que inspirou pessoas

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Por André Janones, Deputado Federal, sexta-feira, 25 de outubro de 2019

PARECE MENTIRA MAS É VERDADE

Esse é o Wesley, de 21 anos de idade apenas. Na última terça-feira (22-10), encontrei ele sentado, em um cantinho aqui da câmara, no local em que seria votado pedido de CASSAÇÃO feito contra mim pelo partido Solidariedade (o partido tenta cassar meu mandato, por eu denunciar casos de corrupção envolvendo Deputados).
Foto: Divulação_Págia Oficial André Janones
Muito sem jeito, ele chegou até mim e contou que SAIU DO SERGIPE, viajou de ônibus dois dias e duas noites, só para estar presente e manifestar seu apoio durante o julgamento.

De família humilde, ele comprometeu todo o salário do mês pra chegar até Brasília, e teve que pedir ajudar para se alimentar e manter em Brasília. Tudo por acreditar que o trabalho que estamos fazendo, é capaz de mudar a história do nosso país.

Confesso pra vocês que, no começo, custei a acreditar na história. Não tenho como explicar a emoção que é pra mim receber esse carinho, em um momento em que muitos políticos não podem sair na rua pra não apanhar. Eu sei exatamente o que despertei durante as eleições e continuo despertando ainda mais como Deputado: estou mexendo com a emoção de muita gente, trazer de volta a esperança àqueles que não tinham mais esperança. Estou fazendo quem não acreditava mais, de tanto se desiludir, de tanto "quebrar a cara", voltar a acredita. E tenha a certeza, eu sei EXATAMENTE a responsabilidade que isso implica.

Sempre me perguntam como eu quero ser lembrado. Como o Deputado que teve mais votos? Que ganhou mais emendas? Que tinha a melhor oratória? Que teve mais poder? Nada disso! Quero ser lembrado como alguém que inspirou pessoas! Esse é o legado que quero deixar e acho que estou no caminho certo!

#TamoJuntoAtéOFinal

Veja também:

Cadê o Posto de Saúde? Cadê o Dinheiro do Povo?

"Dinheiro para político roubar nós não vamos mandar não", informou Deputado.'


METENDO O PÉ e dando voadora nos CORRUPTOS.

Confira a fiscalização feita pelo Deputado Estadual Cletinho Azevedo e Deputado Federal André Janones. E não adianta vir com ameaças e mimimi! A FARRA com o dinheiro público ACABOU!


Após denúncia 'Equipamentos de Saúde' serão entregues no Estado de Minas Gerais

"Estive com o Secretário de Saúde do Estado, que anunciou que vai, entregar todo material de saúde que está no galpão em que fiz à fiscalização", informou o deputado. Acesse aqui e confira a matéria na íntegra.

Veja também:

- Em Minas, nomes de inscritos em dívida ativa poderão ser divulgados;

- Deputado 'cobra término' de mais de 600 casas do Programa 'Minha Casa Minha Vida';

domingo, 13 de outubro de 2019

O que acontece com Taubaté atualmente?

Bem Vindos(as) ao Nosso Canal de Informação!

Infor Rede Vale, domingo, 13 de outubro de 2019

Por Zeca Cobra, sábado, 12 de outubro de 2019, fonte publicação Grupo "O que Podemos Fazer para Melhorar Taubaté"


O que acontece com Taubaté atualmente?

Assistimos agora a Câmara Municipal acionar a Guarda Municipal a fim de inibir a participação de munícipes no acompanhamento do pífio trabalho legislativo, que consiste apenas em dizer amém ao Prefeito de Plantão.

Há não muito tempo, em 2011, o Prefeito que agora processa munícipes, talvez por oportunismo, apoiava movimentos que chamavam abertamente o Prefeito da época de ladrão.

Um "artista" que seria financiado pelo atual prefeito, usava seus dotes artísticos para preparar materiais que seriam utilizados nas manifestações que acabaram levando o Prefeito da época a ser preso, juntamente com a esposa e um assessor.

O tempo passa e hoje o Prefeito processa munícipes que se manifestem contra a corrupção.

Leia também:

- Ortiz ajuíza nova ação contra morador por postagens no Facebook;

O artista sumiu, mas sua esposa ocupa importante cargo na administração.

E assim continua a vida na aldeia. Até a Porca Doralice, que participava das manifestações, hoje deve estar horrorizada com o que assiste.

Clique aqui para acompanhar na íntegra o debate no Grupo "O que Podemos"

sábado, 21 de setembro de 2019

Bolsonaro tem até 4 de outubro para vetar ou sancionar lei eleitoral

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Infor Rede Vale, sábado, 21 de setembro de 2019

Se a lei for sancionada, valerá para as eleições municipais de 2020

Está nas mãos do presidente da República Jair Bolsonaro a decisão de sancionar ou vetar (total ou parcialmente) o projeto que altera regras eleitorais (Projeto de Lei 5029/19). Para valerem já nas eleições municipais de 2020, as novas regras precisam ser sancionadas até o dia 4 de outubro.

Foto: /Marcelo Camargo - Agência Brasil

A matéria é da Agência Brasil, sábado 21 de setembro de 2019 por Heloisa Cristaldo e Karine Melo - Repórteres da Agência Brasil.

A primeira versão do projeto foi aprovada pelos deputados no início de setembro com grande repercussão negativa. A reação fez com que o Senado avançasse apenas na criação de um fundo eleitoral, sem valor definido, para financiar as eleições no ano que vem. Quando o texto voltou à Câmara, os deputados excluíram alguns pontos importantes, mas mantiveram trechos que críticos da proposta acreditam que podem dar margem para caixa dois, lavagem de dinheiro, além de reduzir mecanismos de controle dos recursos.

Após negociação entre os líderes partidários, os deputados retomaram à votação de todo o texto, retirando quatro pontos. No relatório apresentado pelo deputado Wilson Santiago (PTB-PB), foram suprimidos os seguintes trechos: o que permite pagar advogados e contadores com o fundo partidário; o que aumenta o prazo para a prestação de contas partidárias; um terceiro, que viabilizaria diversos sistemas para a prestação das contas, além do Tribunal Superior Eleitoral (TSE); e um último ponto que permitia partidos serem multados por erros na prestação de contas apenas em caso de dolo, quando há intenção em cometer uma fraude.

Fundo partidário

O texto aprovado garante o fundo eleitoral para financiamento de campanha dos candidatos a prefeito e vereador nas eleições municipais de 2020. A medida estabelece que os valores do fundo serão definidos por deputados e senadores da Comissão Mista de Orçamento (CMO). O projeto de lei do orçamento de 2020, enviado pelo Poder Executivo, já prevê a destinação de R$ 2,54 bilhões para as eleições municipais.

Gastos

A medida prevê a contratação de serviços de consultoria contábil e advocatícia, inclusive em qualquer processo judicial e administrativo de interesse partidário ou de litígio que envolva candidatos do partido, eleitos ou não, com a ressalva de que estejam diretamente relacionados ao processo eleitoral.

Os recursos podem ser usados por partidos políticos para pagamento de juros, multas, débitos eleitorais e demais sanções relacionadas à legislação eleitoral ou partidária. As verbas também podem ser direcionados na compra ou locação de bens móveis e imóveis, construção de sedes e realização de reformas; e no pagamento pelo impulsionamento de conteúdos na internet, incluída a priorização em resultados de sites de pesquisa.

Doações

As doações para campanhas eleitorais são restritas às pessoas físicas. A lei atual estabelece que a doação seja feita por recibo assinado pelo doador, limitado a 10% dos rendimentos brutos desse doador referente ao ano anterior. Atualmente, é possível fazer as doações por cartão de crédito ou débito. Com a medida aprovada, parlamentares permitiram o uso de boleto bancário e débito em conta.

Propaganda partidária semestral

O texto aprovado pelos deputados prevê a volta da propaganda partidária semestral e exceções aos limites de gastos de campanhas eleitorais. A obrigação dessa veiculação em rede nacional e estadual foi extinta pela última reforma eleitoral em virtude da criação do fundo eleitoral. Em cada emissora, somente serão autorizadas inserções até que se alcance o limite diário de 12 minutos.

A medida estabelece que o partido com mais de 20 deputados federais eleitos terá 20 minutos de tempo, por semestre, para inserções nas redes nacionais e o mesmo tempo nas redes estaduais. A sigla que eleger de 10 a 19 deputados terá assegurado o tempo de 15 minutos a cada seis meses - tanto nas redes nacionais quanto estaduais. Já os partidos que tenham eleitos até nove deputados terão o tempo de 10 minutos assegurados (redes nacionais e estaduais – cada).

Participação feminina

O texto traz ainda uma mudança com relação à atividade de mulheres dentro de partidos políticos. A medida prevê que as siglas criem instituto com personalidade jurídica própria para gerir esses recursos destinados exclusivamente à participação feminina. Atualmente, a lei já determina que 5% do fundo partidário seja usado na promoção da participação das mulheres na política.

Repercussão negativa

Para a diretora de Operações da Organização Não Governamental Transparência Brasil, Juliana Sakai, a forma acelerada de tramitação e o próprio conteúdo do projeto de lei foram equivocados. Críticos ao texto aprovado se mobilizam para pressionar o presidente da República a vetar trechos da lei aprovada pelos congressistas.

“Deputados e senadores legislaram em causa própria. Eles definiram a regra do jogo de como eles vão jogar, como vão receber os recursos e aplicá-los e também como fiscalizar esses recursos. Houve um movimento forte para apressar e votar em regime de urgência, sem discutir com a sociedade.

Foram apenas quatro horas de debates no plenário [da Câmara], não tramitou em nenhuma comissão e foi direto para o Senado”, aponta a diretora.

Para Juliana Sakai, o projeto aprovado pode gerar problemas para que Justiça Eleitoral fiscalize os recursos públicos do Fundo Partidário além de abrir brechas para caixa dois e lavagem de dinheiro.

“Isso é muito grave. O projeto permite, por exemplo, o pagamento de passagens para pessoas de fora do partido. Essas novas regras dificultam que a Justiça Eleitoral analise o uso de recursos ao diminuir o controle das contas dos partidos políticos”, explicou. “Essa proposta é um ataque à transparência, são medidas que inviabilizam o controle social e surpreende que, em 2019, os parlamentares tenham a coragem de propor um texto desse nível”, completou.

Na avaliação de Juliana Sakai, o trecho do projeto que prevê novas regras para considerar um candidato inelegível é uma afronta à Lei da Ficha Limpa. O texto estabelece parâmetros para avaliar se um candidato está elegível para disputar as eleições. A definição caberá à Justiça Eleitoral que deve considerar a data da posse e não a data do registro da candidatura, embora a condição continue a ser aferida nesse momento.

“Isso está trazendo o caos para o sistema eleitoral ao viabilizar campanhas, que talvez não sejam deferidas, com dinheiro público que será gasto e candidatos que receberão votos e não serão eleitos”, disse.

Reação

Segundo senadores que fazem parte do grupo Muda, Senado (que tem 21 parlamentares), o texto final aprovado na Câmara "é uma absurda ofensa ao Senado, à democracia e à sociedade, que acompanha atônita a destruição da já combalida credibilidade da política como meio adequado para resolução de conflitos".

O grupo considera a possibilidade de tomar medidas judiciais sobre o assunto, de forma a "restabelecer o devido processo legislativo e assegurar que a democracia brasileira está acima de interesses pessoais e partidários".

A presidente da Comissão de Constituição e Justiça do Senado, Simone Tebet (MDB-MS), classificou o texto aprovado na Câmara como um "retrocesso inimaginável". Para a senadora, a sociedade tem que pressionar o presidente da República a vetar o projeto.

“É um retrocesso inimaginável numa câmara que teve 60% do seu quadro renovado. Quando a sociedade renovou a Câmara em 60%, eu imaginei que descalabros como esse, retrocessos como esse, no que se refere à transparência, publicidade do dinheiro público, a própria moralidade, não fosse mais acontecer no plenário da Câmara dos Deputados”, disse. “Cabe agora uma ampla manifestação da sociedade, um grito das ruas com pedido de veto ao senhor presidente da República para que nós, no Senado, possamos manter esses vetos”, completou.

Defesa

Já o presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), tem feito uma defesa veemente da medida. O parlamentar tem ressaltado a importância do financiamento para garantir a participação de grupos diversos na política brasileira.

Leia:- Maia diz que Fundo Eleitoral é necessário para equilibrar campanhas;

“Reafirmamos o que fizemos no outro processo em relação ao fundo. Se não tiver financiamento público, só vão financiar as campanhas quem tiver vinculado a um empresário rico. Se não tiver o fundo, é uma escolha, vamos ter só ricos ou ter gente ligado a políticos ricos”, afirmou Maia.

O deputado rebateu ainda a crítica de que a medida vai facilitar o caixa dois nas eleições. Para ele, o que pode impedir essa prática é mais fiscalização e punição.

“Não existem caminhos para facilitar o caixa dois. Os recursos eram contabilizados nos escritórios de advocacia, não tem caixa dois, está contabilizado, o que está contabilizado não é caixa dois. Você pode dizer que esse encaminhamento não é melhor, mas caixa dois não é. Ter limite ou não, não significa caixa dois. Nós precisamos é ter transparência, fiscalização firme e punição firme”, disse.

quinta-feira, 5 de setembro de 2019

Procuradores da Lava Jato de Brasília pedem afastamento coletivo

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Infor Rede Vale, quinta-feira, 05 de setembro de 2019

Grupo, que conduzia as investigações que envolviam políticos, alegou 'grave incompatibilidade de entendimento' com Raquel Dodge

Raquel Dodge: procuradores alegaram 'incompatibilidade de entendimento' com a PGR (Ueslei Marcelino/Reuters)

A matéria é do Portal de Notícias Veja, da Redação, 04 de setembro de 2019 às 21h30

Todos os seis procuradores da República que trabalhavam na força-tarefa da Lava Jato, em Brasília, na Procuradoria-geral da República (PGR), pediram afastamento coletivo da operação na tarde desta quarta-feira, 4. O grupo conduzia as investigações que envolviam políticos e tramitavam no Supremo Tribunal Federal (STF).

Em carta divulgada esta tarde, os procuradores alegaram “grave incompatibilidade” de entendimento da equipe com uma manifestação enviada pela PGR ao STF na terça-feira 3. A manifestação permanece em sigilo, mas as especulações em Brasília e em Curitiba apontam para um longo desgaste da equipe com Raquel Dogde.

A demora de Dodge para enviar a delação do empreiteiro Léo Pinheiro para homologação no STF era um dos pontos que geravam mais insatisfação no grupo. O acordo de colaboração de Pinheiro foi finalizado há cerca de oito meses e só dependia da ação da PGR. Outro inquérito que ficou parado na mesa da procuradora-geral envolve os petistas Gleisi Hoffman, atualmente deputada-federal, e seu marido, o ex-ministro Paulo Bernardo. As investigações referentes aos dois foram encerradas há dois anos.

“Não é exagero dizer que a Lava Jato acabou na PGR e, consequentemente, no Supremo Tribunal Federal”, afirmou um membro da Polícia Federal que atuou com a equipe. A força-tarefa da Lava Jato na PGR era formada por Raquel Branquinho, Maria Clara Noleto, Luana Vargas, Hebert Mesquita, Victor Riccely e Alessandro Oliveira.

Logo após o anúncio da renúncia coletiva, Dodge emitiu uma nota na qual afirma que “age invariavelmente com base em evidências, observa o sigilo legal e dá rigoroso cumprimento à Constituição e à lei”.

Leia a carta dos procuradores na íntegra:

Devido a uma grave incompatibilidade de entendimento dos membros desta equipe com a manifestação enviada pela PGR ao STF na data de ontem (03.09.2019), decidimos solicitar o nosso desligamento do GT Lava Jato e, no caso de Raquel Branquinho, da SFPO. Enviamos o pedido de desligamento da data de hoje. Foi um grande prazer e orgulho servir à Instituição ao longo desse período, desempenhando as atividades que desempenhamos. Obrigada pela parceria de todos vocês. Nosso compromisso será sempre com o Ministério Público e com a sociedade.”

Leia a nota oficial de Raquel Dodge:

Ao confirmar que recebeu pedido de desligamento de integrantes de sua equipe na área criminal, a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, reafirma que, em todos os seus atos, age invariavelmente com base em evidências, observa o sigilo legal e dá rigoroso cumprimento à Constituição e à lei. Todas as suas manifestações são submetidas à decisão do Supremo Tribunal Federal (STF)

terça-feira, 27 de agosto de 2019

Deputado 'cobra término' de mais de 600 casas do Programa 'Minha Casa Minha Vida'

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Por Infor Rede Vale, terça-feira, 27 de agosto de 2019

O Deputado Estadual Cleitinho Azevedo, diante de mais uma fiscalização 'IN LOCO' na Cidade de Teófilo Otoni, interior do Estado de Minas Gerais escancarou mais uma Farra com o Erário e Ingerências nas Obras Públicas.

"Ingerências, Desperdícios e Corrupção vem assolando cada vez mais os contribuintes e cenas como esta, são recorrentes diante dos Governos Estaduais e Municipais".


'Programa Minha Casa Minha Vida'/ Cleitinho Azevedo divulgou nas Redes Sociais neste último domingo (25) o abandono de mais de 600 casas do Programa Minha Casa Minha Vida (Programa de Habitação Federal do Brasil) lançado em março de 2009 pelo Governo Lula.

"Sabe o que é pior de tudo, já tem 05 (cinco) anos - isto é o dinheiro da população vocês estão vendo", pontuou o parlamentar.

Cleitinho vem apresentando diversas fiscalizações mostrando como por exemplo, "Equipamentos da saúde parados em galpão, remédios vencidos, viaturas e ambulância assim como 'Micro-ônibus' parados em Galpões". Contudo, ressaltou Cleitinho:

"Eu vou mostrar para vocês aqui, uma das coisas mais importante que o Brasileiro(a) espera que é a Casa Própria (faça) uma panorama e vê, se faz sentido,  essas casas onde elas estão) pra gente chegar aqui foi quase 40 minutos pra gente chegar aqui - isto é Desvio de Dinheiro, o País nunca esteve quebrado, nunca faltou dinheiro no País, pelo contrário, o País sempre foi mal administrado - sempre teve pessoas Corruptas roubando o País. Então, o vídeo é só uma maneira de mostrar para vocês agora por trás do vídeo agente vai atrás até do Presidente para poder resolver esse problema aqui.

"O que não pode é pessoas pagando aluguel, esperando a Casa e esse monte de casa parada aqui", descreveu o Deputado que irá provocar Governo Federal e o MP (Ministério Público) para que tome as devidas providência para poder entregar as mais de 600 casas para a população.



Obra Eleitoreira/ Também na cidade Teófilo Otoni o Deputado Cleitinho escancarou a construção de um "Hospital Regional" abandonado. Diante de suas fiscalizações, o parlamentar, apontou 11 hospitais Regionais abandonados no Estado de Minas Gerais.

Após fazer o vídeo da denúncia, Cleitinho Azevedo, se reuniu com o Governador Zema que se comprometeu a dar uma solução para os 11 Hospitais Regionais abandonados no Estado de Minas.

Projeto/ Cleitinho também informou que apresentou um 'projeto' onde se tiver obras que não foram concluídas, o Governador não pode fazer outra Obra enquanto não terminar as obras em andamento. Confira a matéria (Projeto de Lei de número 650/2019 dispõe sobre a vedação de início de novas obras públicas quando houver obra parada injustificadamente).

Leia também: Hospitais Regionais abandonados

Saúde/ Outra fiscalização que ocorreu na primeira semana de agosto de 2019 trata-se do "Galpão de Estoque da Secretária de Saúde". Durante o 'tour' no galpão, o deputado evidenciou uma grande quantidade de medicamentos vencidos. Segundo (Cleitinho) a representatividade dos medicamentos parados atingem mais de R$ 16 Milhões de Reais. Também estavam segregados equipamentos hospitalares a mais de 10 anos.

Percorrendo os corredores do galpão, Cleitinho diz: "Isso aqui é para desviar dinheiro mesmo é para desviar dinheiro reiterou".

Resultado/ O Deputado Estadual Cleitinho Azevedo usou as Redes Sociais nesta última quinta-feira (22) para informar a população do Estado de Minas Gerais que os "Equipamentos de Saúde" segregados em Galpão Particular serão entregues aos Municípios para uso da população.

Confira a matéria na íntegra:

- Após denúncia "Equipamentos de Saúde' serão entregues no Estado de Minas Gerais;

terça-feira, 20 de agosto de 2019

As denúncias não param!!! Hospitais Regionais abandonados

Bem Vindos(as) ao Nosso Canal de Informação!

Por Deputado Estadual Cleitinho Azevedo, segunda-feira, 19 de agosto de 2019

O Deputado Estadual Cleitinho Azevedo trouxe maiores informações sobre a sua Fiscalização 'IN LOCO' de Hospitais abandonados no Estado de Minas Gerais.
Foto: Divulgação/ Página Oficial Deputado Cleitinho Azevedo


Cleitinho assim conhecido que é natural da cidade de Divinópolis e eleito com 115.492 votos e sem o uso de Dinheiro Público em sua Campanha não mudou a sua postura de 'Fiscalizador do Dinheiro Público' suas veementes cobranças seguem desde à época de vereador e vem trazendo grandes resultados para o (Erário) e com mais força agora como Deputado Estadual representando o Estado de Minas Gerais.

Resultado/ Após fazer o vídeo da denúncia das obras abandonadas dos 11 hospitais regionais, me reuni com o Governador Zema que se comprometeu a dar uma solução.

"Vou ficar igual carrapato cobrando o resultado", completou Cleitinho.

Leia também:

Mais uma Obra Eleitoreira

Mais um "Elefante Branco" é escancarado agora na Cidade de Teófilo Otoni, interior do estado de Minas Gerais.



As Denúncias não param!!!


Mais de R$16 milhões em medicamentos vencidos! Olhem como o nosso dinheiro está sendo usado pra tratar a saúde no Brasil!

Vou continuar fazendo meu trabalho de fiscalização tirando toda poeira debaixo do tapete.

Farra com o Dinheiro Público, Incompetência, Ingerência, Politicagem, Remédios Vencidos, Equipamentos de Saúde PARADOS há 10 anos em Galpão Privado, Produtos Gráficos e por ai vai......


sábado, 17 de agosto de 2019

Parquinho de Ouro: Qual a diferença do Roberto Peixoto e de Ortiz Júnior?

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Por Infor Rede Vale, sábado, 17 de agosto de 2019

Sobre a 105ª Sessão Ordinária desta última terça-feira (13) diante a sua fala na 'tribuna' a parlamentar Loreny (Cidadania) fez uma analogia de um governo ineficiente fora da lei e um governo ineficiente dentro da lei.

Vereadora Loreny
Loreny relembrou a questão do ‘Parquinho de Ouro’ ao citar um requerimento de sua autoria que trata da manutenção de parquinhos os chamados “parquinhos de ouro” porque, foram comprados a preços muito acima do que o praticado no mercado, disse a parlamentar.


Audiência de Cassação/ Diante sua fala, Loreny, fez um cumprimento aos munícipes que estavam presentes na Galeria da Câmara comemorando os 08 (oito) anos da Audiência de Cassação do Ex – Prefeito Roberto Pereira Peixoto.

E há oito anos atrás, neste dia, eu estava aqui nesta Câmara ai deste lado, sentada onde hoje a população está acompanhando desde aquela época (2011) os assuntos da Cidade e desde sempre, me interessei e não foi do dia pra noite, inclusive é objeto de estudo, é minha profissão a ‘Gestão Pública’ e hoje, se comemora ai, 08 (oito) anos daquela data e eu faço um paralelo com este requerimento inclusive, disse Loreny que faz oposição ao atual Governo.



'Casos de Corrupção’/ A gente discutia naquele dia, casos de corrupção possivelmente praticados pelo Prefeito da época Roberto Peixoto e qual a diferença do Roberto Peixoto e de Ortiz Júnior? Indagou a parlamentar.

“Na minha opinião, é a capacidade de fazer o ineficiente de forma legalizada um era ineficiente e fazia de forma ilegal o outro, ineficiente mas legaliza a ineficiência porque é mais inteligente e capaz de fazer as coisas dentro da lei e eu explico neste requerimento que inclusive discute uma fiscalização minha de primeiro ano de mandato de 2017 naquela ocasião, o Prefeito, comprou parquinhos (gangorras por exemplo) ao valor de R$ 7 Mil Reais – gangorras que custariam R$ 1.500,00 Reais”.

“Eu mesma liguei na empresa que forneceu a gangorra e me fiz de consumidora querendo comprar uma gangorra igualzinha a que foi comprada pela (Prefeitura de Taubaté) e pra mim, pra minha casa a gangorra custaria R$ 1.500,00 mais para a Prefeitura de Taubaté custou R$ 7 Mil Reais. Dava para comprar 04 (quatro) gangorras e isto é ineficiência de gestão, é fazer mau uso do Dinheiro Público é aquilo sabe a história que se aplicava antigamente a outro político o Maluf (rouba mas faz) – faz ineficiente mas faz – não acho que deva ser assim a Administração Pública paga R$ 7 Mil Reais numa gangorra mas pelo menos tem gangorra não é desta forma que eu acredito que a "Gestão Pública" deva ser feita e por isto, o paralelo de Peixoto de 08 (oito) anos atrás e da ineficiência de outro é igualzinho à diferença é a competência de fazer dentro da Lei”, descreveu a parlamentar.

"Eu estive no mês passado ou há dois meses na Polícia Federal em São José dos Campos porque esta representação minha, foi aberto um (Inquérito) pelo Ministério Público Federal e eu, fui chamada à ‘depor’ como denunciante.


Lá eu discutia com o Policial Federal e ele conversava comigo e dizia assim: “Vereadora eu posso intender a sua angustia porque de fato é nítida a ineficiência na APLICAÇÃO DO RECURSO PÚBLICO - palavras do Policial Federal, no entanto vereadora, está dentro da Lei a forma procedimental de se realizar a licitação foi feito levantamento de custo, de preço, o preço exacerbado, [SUPER FATURADO] muito acima do mercado (quatro vezes o valor praticado) mas foi feito o levantamento de preços como manda a (Lei 8.666) foi aberta a Licitação vieram os concorrentes negociaram o preço foi fechado, concluso o processo licitatório dentro da Lei”.

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Então, como eu disse, o paralelo que eu traço comemorando estes oito anos do dia, eu que estava aqui como cidadã, acompanhando a Cassação do Ex-Prefeito Roberto Peixoto o processo de cassação que resultou na não cassação a diferença é fazer gestão ineficiente, mas dentro da (Lei) sabendo manusear a Legislação e o outro fora da (Lei) por isto sendo pego de forma mais direta e mais fácil pela ineficiência no Gasto do Dinheiro do Povo de Taubaté, completou Loreny.

sexta-feira, 9 de agosto de 2019

De Taubaté, doleira relata pressão para entregar Lula

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Infor Rede Vale, sexta-feira, 09 de agosto de 2019

Primeira presa pela Operação Lava Jato, ainda em 2014, a doleira Nelma Kodama afirma que havia pressão para que o ex-presidente Luis Inácio Lula da Silva (PT) fosse citado nas delações premiadas de outros presos pela Polícia Federal.

A matéria é do Jornal Gazeta de Taubaté, desta sexta-feira (09).


Natural de Taubaté, Nelma teve sua pena extinta recentemente, beneficiada por um indulto concedido em 2017 pelo ex-presidente Michel Temer (MDB).

“O Lula era o assunto. Eu não sou PT, não estou falando sobre política e sim sobre crime. Todo crime precisa ter prova e não houve prova. Cadê o cadáver?”, disse, em entrevista para a Rádio Bandeirantes, afirmando que havia uma proposta de delação premiada para quem falasse possíveis provas contra o ex-presidente. “Havia esse tipo de conversa, claro, por parte das pessoas que queriam sair [da prisão]”, disse.

Segundo ela, era comum que os detidos mentissem em depoimentos, em busca de penas mais brandas. “Quando você está preso, você faz qualquer coisa. Chega a um ponto que você fala até da sua mãe porque a pressão é muito grande, e o sofrimento é muito grande. Nessa altura do campeonato, você acaba falando, às vezes, até o que você não tem e o que você não deve. Certamente [pessoas mentiram em depoimento], senão você não sai”, afirmou na entrevista.

OPERAÇÃO.

Nelma ganhou notoriedade ao ser presa em março de 2014, tentando embarcar para a Itália com 200 mil escondidos na calcinha. Ela ganhou o apelido de ‘Dama do Mercado’, e foi condenada a 18 anos de prisão pelo então juiz federal Sérgio Moro, hoje ministro da Justiça, por lavar mais de R$ 220 milhões da Petrobrás.

Essa semana, ela tirou sua tornozeleira eletrônica e até publicou um ‘tutorial’ em seu perfil no Instagram.

Saiba mais

O juiz Danilo Pereira Júnior, da 12ª Vara da Justiça Federal, em Curitiba, repreendeu em um despacho nesta quinta-feira (8) a publicação de um vídeo em redes sociais da doleira Nelma Kodama, condenada na Operação Lava Jato, ensinando a retirar a tornozeleira eletrônica.

Na terça-feira (6), o magistrado autorizou que ela mesma fizesse a retirada do equipamento, usado desde junho de 2016. O juiz também deu prazo de cinco dias para a doleira devolver a tornozeleira à Justiça Federal.

Conforme o despacho, Nelma divulgou um tutorial de retirada, "disponibilizando em diversos meios de comunicação". No Instagram, por exemplo, ela fez um vídeo ao vivo.

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