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segunda-feira, 16 de dezembro de 2019

Justiça suspende pagamento de R$ 10 milhões de bônus natalino para funcionários da Alesp

Bem Vindos(as) ao Nosso Canal de Informação!

Infor Rede Vale, segunda-feira, 16 de dezembro de 2019

Montante foi definido pela Mesa Diretora da Casa em novembro.
Foto: Divulgação/ ALESP
A matéria é do Portal de Notícias G1 SP  São Paulo por Marina Pinhoni

A Justiça de São Paulo suspendeu nesta segunda-feira (16) o pagamento do bônus de final de ano da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp) para cada um dos 3.266 funcionários, no valor de R$ 3.100 cada, que equivale a um gasto total de R$ 10,1 milhões para os cofres públicos.

A decisão liminar da juíza Gilsa Elena Rios, da 15ª Vara da Fazenda Pública, atende a um pedido de uma ação popular movida pelo advogado Rubens Alberto Gatti Nunes.

"Não há indicação de que o ato tenha sido editado após parecer da Comissão de Finanças e votado em Plenário, o que evidencia a presença de vício de legalidade [...] Também há indício de desvio de finalidade, pois a Mesa Diretora atribuiu o pagamento excepcional na rubrica auxílio-alimentação, que possui caráter de reembolso, não incidindo sobre o valor o imposto de renda e a contribuição previdenciária", diz a decisão.

Procurada pelo G1, a assessoria de imprensa da Alesp informou que o montante já foi pago aos servidores na última sexta-feira (13).

"O abono foi pago ao funcionalismo na última sexta-feira (13) - portanto antes da expedição da liminar. A Assembleia Legislativa de São Paulo fica à disposição da Justiça para quaisquer informações que sejam necessárias", diz a nota.

Ato da Mesa Diretora

O ato que concede o bônus tanto para os servidores públicos quanto os comissionados, exceto os deputados, foi definido pela Mesa Diretora da Alesp no dia 28 de novembro.

Ele indica que "havendo disponibilidade de recursos orçamentários" a despesa deve ser atendida "excepcional e exclusivamente para o mês de dezembro de 2019, o valor estabelecido no Ato de Mesa nº 21, de 26 junho de 2019, será acrescido de R$ 3.100,00".

O bônus é pago com o valor da sobra do Orçamento deste ano que é de R$ 80 milhões. Esse é o maior valor já concedido por esse bônus desde que foi pago pela primeira vez, em 2005.

O valor, que é considerado de natureza indenizatória pelo Supremo Tribunal Federal (STF), não é tributado, ou seja, não tem desconto de imposto de renda e tributária.

Embora seja um bônus, o valor é pago no auxílio-alimentação dos servidores cujo benefício mensal é de R$ 631,14. De acordo com a assessoria de imprensa, o bônus é uma tradição, mas não foi pago em 2018, por ser ano eleitoral.

O diretor da Transparência Brasil, Manoel Galdino, que fiscaliza as contas públicas, disse que o assunto deveria ter sido discutido antes da Mesa Diretora, que é composta por cinco deputados, definir o que fazer com o dinheiro.

“Tem na verdade um desvio de finalidade nesse gasto. Um auxílio-alimentação é para auxiliar as pessoas a comprarem comidas de mercado, eventualmente sair para almoçar durante o expediente. Um valor de R$ 3 mil para a realidade brasileira obviamente não é um auxílio-alimentação, é mais do que um salário da maioria dos trabalhadores. Na realidade, é um aumento salarial temporário disfarçado. Como a gente sabe não vai incidir imposto de renda, dá até pra dizer que tem uma sonegação disfarçada”, afirmou.

Câmara Municipal

A Câmara Municipal também tem um bônus natalino para seus funcionários. O valor é de R$ 1.860 por servidor depositado na conta-salário, pago em dezembro.

Esse bônus é baseado em uma lei de 2009.E o impacto na folha de pagamento é de R$ 3,7 milhões.

domingo, 3 de novembro de 2019

Justiça suspende repasses por planos de saúde da prefeitura para o sindicato

Bem Vindos(as) ao Nosso Canal de Informação!

Infor Rede Vale, segunda-feira 04 de novembro de 2019

A partir de agora, segundo a decisão, pagamento será feito diretamente pela prefeitura às operadoras de saúde, sem intermediação do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais; o município e a entidade deverão recorrer

Plano de saúde. Sindicato faz intermediação desde dezembro de 2014 - Foto: /Divulgação/PMT


A matéria é do Jornal 'OVALE' deste último sábado (02) por Julio Codazzi @juliocodazzi | @jornalovale

Após o Ministério Público apontar a existência de "fraude contábil" na atuação do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Taubaté, a Justiça determinou que a prefeitura suspenda os repasses mensais feitos à entidade, que desde dezembro de 2014 faz a intermediação do plano de saúde dos funcionários do município. A decisão, em caráter liminar, foi tomada na sexta-feira pelo juiz Anderson da Silva Almeida, da Vara da Fazenda Pública.

No despacho, o magistrado afirma que não haverá prejuízos aos servidores, pois o pagamento passará a ser feito diretamente pela prefeitura às operadoras de saúde.

Já o governo Ortiz Junior (PSDB) e o sindicato informaram que irão recorrer da decisão, por entenderem que ela pode prejudicar os servidores.

A "fraude contábil", de acordo com a denúncia do MP, tem origem no valor que é cobrado dos servidores: embora as operadoras de saúde estabeleçam as faixas de acordo com a idade, o sindicato mantém uma tabela de acordo com a faixa salarial.

Segundo o MP, em apenas 10 meses analisados, o sindicato recebeu R$ 1,659 milhão a mais do que deveria. Uma perícia completa deve ser solicitada para avaliar o 'superavit' acumulado nos quase cinco anos de contrato. Os repasses, feitos pela prefeitura, incluem valores descontados diretamente dos salários dos funcionários e também o subsídio pago pelo município. Nem o governo Ortiz e nem o sindicato informaram o número de servidores e de dependentes atendidos no contrato.

Leia também:

- MP denuncia fraude em atuação do sindicato dos servidores por plano de saúde em Taubaté;

Na denúncia, o MP também apontou que pessoas que não seriam nem funcionários do município e nem dependentes estariam na lista de beneficiários do serviço. Tanto a prefeitura quanto o sindicato negam qualquer irregularidade. Na decisão, o juiz destacou que, "diante dos aparentes indícios constatados, a continuidade dos repasses da forma como realizados representa permanência da situação irregular, o que prejudica" não apenas "os servidores, mas também o erário público".

A pedido de uma empresa que presta serviços ao sindicato, o magistrado também decretou o sigilo do processo - nos autos foram juntados documentos fiscais da entidade, que incluem dados financeiros de prestadores de serviços.

Governo Ortiz e entidade sindical veem prejuízo a servidores e irão recorrer

Em nota, o governo Ortiz informou que "pretende recorrer da decisão desta liminar por entender que, da forma em que ela foi proferida, deve trazer prejuízos aos servidores". O sindicato, que também irá recorrer ao Tribunal de Justiça, alegou que "a decisão é inexequível e descabida, prejudica o servidor e gera dano ao erário público".

sexta-feira, 1 de novembro de 2019

Qual a posição do meu partido sobre minha cassação?

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Infor Rede Vale, sexta-feira, 01 de novembro de 2019

Por Deputado Federal André Janones, quinta-feira (31)
Foto: /Divulgação/ André Janones
Todo dia alguém me pergunta em qual partido sou filiado, e eu nunca fiz questão de responder nem divulgar isso, afinal, quem me acompanha sabe que eu NÃO ACREDITO em partidos políticos.

Tenho certeza que podem existir BANDIDOS e CORRUPTOS em em qualquer lugar (inclusive no meu partido), pois é impossível saber a índole e o caráter de cada filiado em um país com a dimensão do nosso, porém, todo esse meu descontentamento com o sistema político vigente não pode e não deve dar espaço para a INGRATIDÃO!

Leia também:



Quem está por trás da Cassassão do meu Mandato?


Desde o início da tentativa do Solidariedade em CASSAR MEU MANDATO, eu recebi TODO O APOIO do meu partido Avante 70.

É um partido pequeno sim, porém, depois desse episódio, além do respeito e independência que eu SEMPRE TIVE (inclusive quando não segui a orientação do partido e fui o ÚNICO a votar CONTRA a Reforma da Previdência), percebi também o caráter, a transparência e principalmente o COMPROMISSO COM A DEMOCRACIA que eles tem!

Se amanhã alguém do Avante fizer algo errado, não será poupado por mim, VOU PRA CIMA como faria com qualquer outro corruptor, porém hoje, me sinto na obrigação de deixar aqui registrado, publicamente, o meu MUITO OBRIGADO ao Avante 70 pelo apoio recebido, e por acreditarem no meu trabalho!

quinta-feira, 31 de outubro de 2019

Plano de saúde beneficia pessoas 'estranhas' à prefeitura de Taubaté, diz MP

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Infor Rede Vale, quinta-feira, 31 de outubro de 2019

Além da 'fraude contábil' denunciada, Ministério Público afirma que plano de saúde intermediado pelo sindicato beneficia pessoas que não seriam nem servidores e nem os seus dependentes
Saúde. Contrato com o sindicato foi firmado em dezembro de 2014 - Foto: /Arquivo/ OVALE


A matéria é do Jornal 'OVALE' desta quinta-feira (31) por Julio Codazzi@juliocodazzi | @jornalovale

Além da "fraude contábil" apontada na atuação do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Taubaté na intermediação do plano de saúde dos funcionários da prefeitura, o Ministério Público denunciou outra suposta irregularidade no caso: pessoas que não seriam nem funcionários do município e nem dependentes estariam na lista de beneficiários do serviço.

"Pessoas estranhas ao quadro de servidores municipais de Taubaté vêm sendo beneficiadas pelos planos de saúde contratados por intermédio do sindicato", diz trecho da ação protocolada esse mês pela Promotoria na Vara da Fazenda Pública.

No processo de quase 1.800 páginas, ao qual a reportagem teve acesso, não é citado nenhum desses casos, de forma específica, e nem quantos registros desse tipo de situação foram detectados pelo MP.

Questionado pelo jornal, o sindicato negou que isso tenha acontecido. "Não temos nenhum conhecimento sobre essa afirmação. Até mesmo porque a Agência Nacional de Saúde exige a comprovação do vínculo entre a entidade e o usuário que faz uso do plano de saúde, portanto não existe essa possibilidade".

Leia:



Já a "fraude contábil", de acordo com a denúncia, tem origem no valor que é cobrado dos servidores: embora as operadoras de saúde estabeleçam as faixas de acordo com a idade, o sindicato mantém uma tabela de acordo com a faixa salarial. Segundo o MP, em apenas 10 meses analisados, o sindicato recebeu R$ 1,659 milhão a mais do que deveria. A entidade nega.

O MP pede que, em caráter provisório, sejam suspensos os repasses da prefeitura ao sindicato, e que os contratos sejam celebrados diretamente entre os servidores e as operadoras de saúde. A Justiça ainda não se pronunciou.

Ao fim do processo, a Promotoria quer que o sindicato seja condenado a restituir os repasses indevidos recebidos - será feita uma análise contábil de todo o período, pois o contrato já tem quase cinco anos de vigência (foi firmado em dezembro de 2014)..

quarta-feira, 30 de outubro de 2019

Cobrança por faixa salarial no plano de saúde de Taubaté não tem 'autoria'

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Infor Rede Vale, quarta-feira 30 de outubro de 2019

Nem o governo Ortiz e nem o Sindicato dos Servidores assumem a autoria da decisão de implantar modelo que, segundo Promotoria, possibilitou uma fraude contábil milionária
Quase5 anos. Sindicato começou a intermediar plano de saúde dos servidores em dezembro de 2014 - Foto: Divulgação/PMT

A matéria é do Jornal 'OVALE' desta quarta-feira (30) por Julio Codazzi @juliocodazzi | @jornalovale

Pivô da suposta "fraude contábil" denunciada pelo Ministério Público, o modelo de cobrança do plano de saúde aplicado pelo Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Taubaté aos funcionários da prefeitura tem origem misteriosa: até agora, ninguém se responsabilizou pela escolha desse tipo de parâmetro.

O modelo, que segundo a Promotoria possibilitou a irregularidade, consiste no seguinte: embora as operadoras de saúde estabeleçam as faixas de valores de acordo com a idade do funcionário, o sindicato mantém uma tabela de acordo com a faixa salarial do servidor. Em apenas 10 meses, de acordo com o MP, isso possibilitou que a entidade recebesse R$ 1,659 milhão a mais do que deveria.


O sindicato faz a intermediação do plano de saúde dos servidores da prefeitura desde dezembro de 2014, mas a diferença entre os modelos só veio à tona no fim do primeiro semestre de 2017: em meio a uma disputa jurídica com a entidade, a empresa Policlin afixou em todos os departamentos da administração municipal uma tabela que demonstrava a diferença entre o valor cobrado pela operadora e o praticado pelo sindicato.

Na época, o fato gerou revolta de servidores. Foi isso que originou a abertura do inquérito do MP para apurar o caso.

Em entrevista ao jornal em junho daquele ano, o então presidente do sindicato, o vereador Guará Filho (PL), defendeu o modelo de cobrança, que visaria baratear o plano de saúde dos funcionários mais velhos. "O mais jovem subsidia os mais velhos. Se a cobrança fosse feita de outra forma, 70% dos servidores não conseguiriam ter o plano. O subsídio da prefeitura é insuficiente", alegou o então presidente da entidade, que disse que a adoção do modelo havia sido solicitada pela prefeitura. O governo Ortiz Junior (PSDB) não confirmou a informação na época.

Agora, após o ajuizamento da ação, o jornal voltou a questionar as partes: o sindicato alegou que a lei municipal sobre o tema "comprova essa exigência da cobrança" nesse modelo, mas a norma citada cita apenas que o subsídio da prefeitura irá variar de acordo com a faixa salarial, e não que o valor do plano terá que seguir o mesmo parâmetro. O governo Ortiz se limitou a alegar que cumpre a lei..

terça-feira, 29 de outubro de 2019

Será que “já deu”, esse assunto de cassação?

Bem Vindos(as) ao Nosso Canal de Informação!

Por Infor Rede Vale, terça-feira, 29 de outubro de 2019
Foto: Divulgação/ Pagina Oficial_Deputado Federal André Janones

Com Deputado Federal André Janones, terça-feira (29).

Essa foto foi publicada por mim durante a campanha eleitoral. Esse documento que estou segurando, são as minhas promessas de campanha.

Em um meio que é tão criticado justamente por se prometer e não cumprir, eu luto pelo direito de exercer meu mandato e assim cumprir com o que prometi. Em outras palavras, luto pelo direito de ser honesto, afinal, não honrar com os compromissos assumidos, também é um tipo de corrupção!

O que estão querendo tirar de mim não é um mandato apenas, mas sim MINHA DIGNIDADE. Querem retirar de mim um dos principais (não o único) instrumento que tenho para DAR VOZ AOS MENOS FAVORECIDOS (como eu prometi que faria) para assim me transformar em apenas mais um que não honrou com sua palavra. Querem me jogar na vala comum dos políticos SAFADOS E VAGABUNDOS que brincam com a esperança das pessoas, mas isso eu NÃO VOU PERMITIR e vou continuar lutando sim com TODAS MINHAS ARMAS pra preservar esse mandato que, como já disse outras vezes: não é meu, mas NOSSO!

"CHEGA ANDRÉ, JÁ DEU ESSE ASSUNTO DE CASSAÇÃO!"
Tenho lido isso aqui com alguma frequência nos últimos dias.

Mas será já que deu mesmo?

O que já deu foram as esperas intermináveis por uma cirurgia ou uma consulta nos hospitais públicos. Já deu, os aumentos irrisórios no salário mínimo, enquanto uma minoria privilegiada se esbalda com o dinheiro público. Já deram as esperanças que depositamos nos políticos ano a ano, ELEIÇÃO APÓS ELEIÇÃO, e que SEMPRE se transformam em decepção. Já deu ver uma minoria CORRUPTA se sobrepor a uma MAIORIA DE BEM, na base do poder e do dinheiro. Já deu essa discussão pueril, que mantem o país estagnado. Já deu de dinheiros na cueca, homenagens a corruptos, defesa de bandidos e etc.

Já deu o tempo de dormir em berço esplêndido. Hoje, estamos BEM ACORDADOS e sabemos exatamente o alcance da nossa voz, a força dos nossos braços e o poder do nosso voto! Ninguém, eu disse NINGUÉM vai cassar um LEGÍTIMO REPRESENTANTE DO POVO, afinal se foi o povo que colocou, só o povo pode tirar!

Vocês não tem noção do que acontece nos bastidores. O jogo é pesado. É sujo. Essa gente é mal, MUITO MAL, e estão dispostas a TUDO para "cortar o mal pela raiz" como eles mesmo dizem. A trama segue a todo vapor!

Antes de entrar aqui eu avisei que eu seria a BOMBA que vocês sempre quiseram soltar ali dentro, muitos não acreditaram (o que é normal face a tantos anos de decepções), mas eu tenho honrado minha palavra. Também disse que estava entrando pra QUEBRAR O SISTEMA e, a cada dia que passa, tenho mais certeza que vamos conseguir. É um caminho longo, árduo, mas fadado ao sucesso, e eles sabem disso, pois já perceberam o "tamanhão" que todos nós JUNTOS somos!

Não é apenas a absolvição que estamos em busca. Hoje somos milhões em busca de mandar um recado, de que o povo acordou e que esse mesmo povo que dormiu por anos e anos, já compreende bem que é que MANDA NESSA PAÍS. Quem é o patrão e que é o EMPREGADO DO POVO!

ELES TEM MEDO. NÓS NÃO, PORQUE JÁ DEU DE TER MEDO E É HORA DE IR PRA CIMA!

#TamoJuntoAtéOFinal

Leia também:

Quem está por trás da Cassassão do meu Mandato?

"Indo pra cima dos que querem cassar meu mandato, ao VIVO!"


'Feedback'/ Em outro post também publicado nesta terça-feira (29)  André Janones trouxe maiores informações sobre o motivo do partido Solidariedade apresentar pedido de Cassação do seu mandato faz saber;

"Finalmente o partido Solidariedade RESPONDEU qual crime eu cometi e porque eles estão tentando CASSAR O MEU MANDATO: segundo eles, o CRIME foi chamar políticos de corruptos e bandidos (verdade eu não generalizei, mas eles vestiram a carapuça).
O partido também confirmou que continua articulando para que eu seja cassado, pois querem uma punição EXEMPLAR!
Quem quiser conferir a nota, basta entrar no face deles. Comentar não tem como, já que eles estão bloqueando ou ocultando todos que manifestam sua indignação.
Eu fiz o que podia. Agora está nas mãos de Deus e dos outros Deputados!", descreveu Janones. Obrigado por tentarem ajudar! completou.

Leia: - Quero ser lembrado como alguém que inspirou pessoas

Nota Oficial Solidariedade 
(Publicado em 29 de outubro de 2019)

Leia o 'pronunciamento oficial' do Solidariedade sobre a representação contra o deputado André Janones.Publicação: 29 de outubro de 2019

O Solidariedade protocolou no Conselho de Ética da Câmara, no dia 20 de agosto, uma representação contra o deputado federal André Janones (Avante-MG) por quebra de decoro parlamentar. O documento refere-se a comentários ofensivos feitos pelo deputado em suas redes sociais no dia 14 de agosto, após a votação do Projeto de Lei 7596/2017. No vídeo em questão, Janones dirige-se aos colegas com expressões desrespeitosas, como “vagabundos”, “canalhas” e “bandidos”, para criticar os que teriam votado a favor da proposta.

Ao defender seu ponto de vista sobre a proposta aprovada em plenário em votação simbólica, André Janones fez falsas acusações contra todos os parlamentares. Acreditamos que os congressistas devem ter a liberdade de votar de acordo com o que acreditam e não podem ser constrangidos por outros membros porque votaram a favor de determinado projeto.

Apesar de não ter sido citado diretamente, o Solidariedade considera que o deputado ofende sobremaneira a honra e o decoro do Parlamento, cometendo os crimes de calúnia, difamação e injúria, todos previstos no Código Penal Brasileiro, contra o Congresso Nacional e seus integrantes. Portanto, o partido requer que André Janones seja punido exemplarmente pela Câmara dos Deputados para reafirmar seu poder institucional.

MP denuncia fraude em atuação do sindicato dos servidores por plano de saúde em Taubaté

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Infor Rede Vale, terça-feira, 29 de outubro de 2019

Em ação, Promotoria diz que Sindicato dos Servidores recebe mais do que as operadoras de saúde cobram dos funcionários da prefeitura; em apenas 10 meses analisados, o esquema teria rendido R$ 1,659 milhão à entidade
Plano. O convênio entre prefeitura e sindicato foi firmado em 2014 - Foto: /Divulgação/PMT
A matéria é do Jornal 'OVALE' desta terça-feira (29) por Julio Codazzi@juliocodazzi | @jornalovale

O Ministério Público ajuizou uma ação em que aponta a existência de uma "fraude contábil" na atuação do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Taubaté, que desde 2014 faz a intermediação do plano de saúde dos funcionários da prefeitura.

Segundo uma análise parcial feita pela Promotoria, em apenas 10 meses a entidade recebeu R$ 1,659 milhão a mais do que deveria.

Na ação, proposta esse mês, o MP aponta que "está ocorrendo um prejuízo gigantesco ao interesse público, de milhões de reais anuais", e diz que isso acontece "possivelmente com a ciência e anuência do Poder Executivo", destacando a "ineficiência" ou "inexistência", por parte da prefeitura, "de uma fiscalização minimamente séria da gestão dos contratos celebrados entre o sindicato e as empresas operadoras de planos de saúde".

A Promotoria pediu que, em caráter liminar, sejam suspensos os repasses da prefeitura ao sindicato, e que os contratos sejam celebrados diretamente entre os servidores e as operadoras de saúde.

Ao fim do processo, o MP quer que o sindicato seja condenado a restituir os repasses indevidos - será feita uma análise contábil de todo o período, pois o contrato já tem quase cinco anos de vigência (foi firmado em dezembro de 2014).

ESQUEMA.

De acordo com o MP, a fraude tem origem no valor que é cobrado dos servidores: embora as operadoras de saúde estabeleçam as faixas de acordo com a idade, o sindicato mantém uma tabela de acordo com a faixa salarial. A entidade alega que isso foi feito para permitir que os funcionários mais velhos pagassem um preço mais acessível, mas ao analisar um período de 10 meses (fevereiro, março, setembro e outubro de 2016, e de janeiro a junho de 2017), a Promotoria detectou uma irregularidade.

Nesse período, em 78,22% dos casos (29.603 ocasiões) o sindicato recebeu mais do que as empresas cobraram dos servidores; por outro lado, apenas em 20,72% casos (7.842 ocasiões) o valor repassado à entidade foi menor do que o cobrado pelas empresas. Apenas nessa situação, o superavit foi de R$ 1,358 milhão. Além disso, o MP detectou que em 16,44% dos casos (6.220 ocorrências) somente o valor descontado dos salários dos servidores já seria suficiente para pagar o plano, o que permitiria que a prefeitura economizasse R$ 301 mil em subsídios.

OUTRO LADO.

Em nota, o sindicato alegou que "não existe qualquer tipo de irregularidade na cobrança" e que "o cálculo utilizado pelo Ministério Público é equivocado". Já o governo Ortiz Junior (PSDB) argumentou apenas que "cumpre as determinações da lei municipal"..

domingo, 27 de outubro de 2019

Quero ser lembrado como alguém que inspirou pessoas

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Por André Janones, Deputado Federal, sexta-feira, 25 de outubro de 2019

PARECE MENTIRA MAS É VERDADE

Esse é o Wesley, de 21 anos de idade apenas. Na última terça-feira (22-10), encontrei ele sentado, em um cantinho aqui da câmara, no local em que seria votado pedido de CASSAÇÃO feito contra mim pelo partido Solidariedade (o partido tenta cassar meu mandato, por eu denunciar casos de corrupção envolvendo Deputados).
Foto: Divulação_Págia Oficial André Janones
Muito sem jeito, ele chegou até mim e contou que SAIU DO SERGIPE, viajou de ônibus dois dias e duas noites, só para estar presente e manifestar seu apoio durante o julgamento.

De família humilde, ele comprometeu todo o salário do mês pra chegar até Brasília, e teve que pedir ajudar para se alimentar e manter em Brasília. Tudo por acreditar que o trabalho que estamos fazendo, é capaz de mudar a história do nosso país.

Confesso pra vocês que, no começo, custei a acreditar na história. Não tenho como explicar a emoção que é pra mim receber esse carinho, em um momento em que muitos políticos não podem sair na rua pra não apanhar. Eu sei exatamente o que despertei durante as eleições e continuo despertando ainda mais como Deputado: estou mexendo com a emoção de muita gente, trazer de volta a esperança àqueles que não tinham mais esperança. Estou fazendo quem não acreditava mais, de tanto se desiludir, de tanto "quebrar a cara", voltar a acredita. E tenha a certeza, eu sei EXATAMENTE a responsabilidade que isso implica.

Sempre me perguntam como eu quero ser lembrado. Como o Deputado que teve mais votos? Que ganhou mais emendas? Que tinha a melhor oratória? Que teve mais poder? Nada disso! Quero ser lembrado como alguém que inspirou pessoas! Esse é o legado que quero deixar e acho que estou no caminho certo!

#TamoJuntoAtéOFinal

Veja também:

Cadê o Posto de Saúde? Cadê o Dinheiro do Povo?

"Dinheiro para político roubar nós não vamos mandar não", informou Deputado.'


METENDO O PÉ e dando voadora nos CORRUPTOS.

Confira a fiscalização feita pelo Deputado Estadual Cletinho Azevedo e Deputado Federal André Janones. E não adianta vir com ameaças e mimimi! A FARRA com o dinheiro público ACABOU!


Após denúncia 'Equipamentos de Saúde' serão entregues no Estado de Minas Gerais

"Estive com o Secretário de Saúde do Estado, que anunciou que vai, entregar todo material de saúde que está no galpão em que fiz à fiscalização", informou o deputado. Acesse aqui e confira a matéria na íntegra.

Veja também:

- Em Minas, nomes de inscritos em dívida ativa poderão ser divulgados;

- Deputado 'cobra término' de mais de 600 casas do Programa 'Minha Casa Minha Vida';

segunda-feira, 21 de outubro de 2019

Em Minas, nomes de inscritos em dívida ativa poderão ser divulgados

Bem Vindos(as) ao Nosso Canal de Informação!

Por Infor Rede Vale, terça-feira, 22 de outubro de 2019

Os contribuintes inscritos na dívida ativa da Fazenda Pública do Estado de Minas Gerais poderão ter seus nomes e valores de débitos divulgados
Projeto recebeu parecer pela legalidade - Foto Divulgação/ Clarissa Barçante 

Transparência/ De autoria do Deputado Estadual Cleitinho Azevedo (Cidadania) o PL (Projeto de Lei 952/2019) tem por objetivo, obrigar o Estado à divulgar, por meio do Portal da Transparência e em tempo real, de informações pormenorizadas, contendo o nome do contribuinte, situação e valor da dívida, bem como, os procedimentos adotados pela Administração Pública para recebimento das referidas dívidas.

Infelizmente, na maioria dos Estados da Federação, tais informações são ainda inacessíveis à população, o que dificulta a fiscalização exercida pelo próprio povo sobre a forma como o Estado "cuida" dos recursos públicos, questão crucial no contexto atual, de crise financeira.

A própria União, além dos Estados de São Paulo, Santa Catarina e Rio de Janeiro, estão à frente nessa busca por transparência:

Do ponto de vista jurídico, a divulgação desse tipo de informação é autorizada expressamente pelo Código Tributário Nacional, que, em razão de alteração feita em 2001 (LC 104), passou a prever, no §3º do art.198, que tal conteúdo não é amparado pelo sigilo fiscal.

Apesar disso, o projeto está enfrentando resistência em uma das Comissões da (ALMG), a de Administração Pública, em que o PL caiu na Relatoria do Dep. Leonídio Bouças, que já apresentou PARECER DESFAVORÁVEL em 01.10.2019. O PL está PRESTES A SER PAUTADO novamente em reunião dessa Comissão, ocasião em que seus membros vão VOTAR O PARECER.

Status da Tramitação: A Proposição foi recebido em Plenário no dia 01.08.2019. Já passou pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), onde recebeu parecer favorável do Relator designado, o Dep. Guilherme da Cunha, sendo aprovado pelos membros dessa Comissão. Após, seguiu para a Comissão de Administração Pública, em que o Relator designado, o Dep. Leonídio Bouças, apresentou PARECER DESFAVORÁVEL em 01.10.2019. Naquela reunião de Comissão em que apresentado o parecer, o Dep. Sargento Rodrigues fez um pedido de vista e o projeto ainda não foi pautado novamente em reunião dessa Comissão, para votação de seus membros quanto ao parecer apresentado, o que pode acontecer à qualquer momento.

Em sua justicativa do Projeto de Lei (Cleitinho Azevedo) ressalta que a iniciativa tem como objetivo atender o que preceitua a Lei Complementar nº 131 de 27 de maio de 2009 (Lei da Transparência) e a Lei Federal nº 12.528, de 18 de novembro de 2011 (Lei de acesso a informação), que regulamenta o inciso XXXIII do art.5º, inciso II, do § 3º do artigo 37 e §2º do artigo 112 da Constituição Federal, que contempla um dos princípios fundamentais da Administração pública: a publicidade.

Entende-se pelo princípio da publicidade o acesso difuso do público às informações relativas às atividades do Estado, seja pela divulgação na imprensa oficial ou particular, seja pela prestação de contas dos órgãos ou das entidades públicas, seja pelo fornecimento de dados de interesse de interesse geral ou individual, quando requeridos, sob pena de responsabilidade.

A publicidade das atividades estatais confere transparência à gestão da coisa pública e permite seu controle interno e externo. Confere certeza às condutas estatais e segurança aos direitos individuais e políticos dos cidadãos; sem ela, a ambiguidade diante das práticas administrativas conduz à insegurança jurídica e à ruptura do elemento de confiança que o cidadão deposita no Estado.

Por tais razões, contamos com o apoio dos nobres pares para a aprovação da proposição, completou o deputado.

quarta-feira, 16 de outubro de 2019

MP investigará Gil Diniz, do PSL, por suspeita de 'rachadinha'

Bem Vindos(as) ao Nosso Canal de Informação!

Infor Rede Vale, quarta-feira, 18 de outubro de 2019

Procuradoria-Geral de Justiça vai investigar criminalmente o deputado Gil Diniz, líder do PSL na Alesp, por 'rachadinha'

Ex-funcionário disse que presenciou devoluções de salários e gratificações, além de funcionários fantasmas do deputado; parlamentar nega. Ministério Público de Contas também apura possíveis irregularidades nos pagamentos no gabinete do deputados Coronel Nishikawa.

Por Léo Arcoverde, GloboNews — São Paulo, quarta-feira, 16 de outubro de 2019

A Procuradoria-Geral de Justiça vai investigar criminalmente o deputado Gil Diniz (PSL), líder do partido na Assembleia Legislativa (Alesp). Ele foi acusado pelo ex-funcionário Alexandre Junqueira de pedir aos assessores a devolução de uma parte do salário e das gratificações, esquema conhecido como "rachadinha".

O procurador-geral do Ministério Público de Contas, Thiago Pinheiro Lima, declarou nesta quarta-feira (16) à GloboNews que solicitará informações à Alesp para apurar, no âmbito da análise das contas do Legislativo estadual, possíveis irregularidades nos pagamentos de assessores por parte dos gabinetes dos deputados estaduais Gil Diniz e Coronel Nishikawa, ambos do PSL.

De acordo com o procurador, o pedido de informações se baseará na veiculação de notícias sobre a suposta prática de "rachadinha" nesses dois gabinetes. A suspeita já é alvo de investigações, no âmbito criminal, feitas pela Procuradoria-Geral de Justiça.

A investigação do Ministério Público de Contas é feita junto ao Tribunal de Contas do Estado de São Paulo e pode ao final, por exemplo, resultar na rejeição das contas da Alesp por parte do tribunal.

Diniz negou exigir parte da remuneração dos funcionários. Para o parlamentar, a denúncia é uma "retaliação política" de Junqueira, conhecido como Carioca de Suzano, por ter sido demitido (leia mais abaixo).

Em nota, o deputado Coronel Nishikawa disse que a denúncia é "injusta". "Com falsa alegação de prática de retenção indevida de parte de salário dos meus assessores, a denúncia infundada foi feita de forma anônima em 4 linhas", afirmou.

Nishikawa ainda diz: "o inquérito civil tramita sob segredo de justiça, mas adianto que todos os assessores apresentaram voluntariamente os extratos bancários que foram aceitos pelo desembargador que preside o referido processo demonstrando claramente a inexistência de devolução de salário."

Segundo a Procuradoria-Geral de Justiça, foram remetidas cópias do expediente à Promotoria de Justiça do Patrimônio Público para apuração de eventual ato improbidade praticada pelo parlamentar. A apuração está se desenvolvendo no âmbito criminal.

O que diz a acusação contra Diniz

Nesta terça-feira (15), Alexandre Junqueira, o ex-funcionário do deputado Gil Diniz, apresentou uma denúncia contra o parlamentar por suposta prática de "rachadinha" (clique aqui para ler mais).

Em entrevista à TV Globo nesta quarta, Junqueira reafirmou as acusações e disse que vai prová-las. Além do repasse de parte do salário, ele também disse que havia um esquema de funcionárias fantasmas no gabinete.

"Eu não fiz o repasse. Por isso que eu fui exonerado. Tudo será provado. Tudo será provado", declarou.

O ex-assessor parlamentar contou que conheceu Gil Diniz quando trabalhava como voluntário na campanha de Eduardo Bolsonaro (PSL) para deputado federal.

Conhecido como Carioca de Suzano, Junqueira disse que se aproximou dos políticos pela atuação nas redes sociais: "Na campanha eu era motorista do Eduardo [Bolsonaro] e voluntário. Dirigia para ele, e o Gil junto, fazendo campanha junto. Eu dirigia e panfletava".

Já Gil Diniz disse que Junqueira "era um mau funcionário, chegava atrasado e não tinha comprometimento com a assiduidade".

“Pode ser, sim, retaliação. Mas mais caso pessoal deste ex-assessor. Eu tenho um gabinete enxuto, com 12 assessores. Eu tenho três assessoras – as três estão aqui e sempre estão aqui. Ele [Junqueira] precisa provar o que está dizendo", afirmou o deputado, referindo-se a uma outra denúncia do ex-funcionário, segundo a qual havia "funcionária fantasma" no gabinete.
O deputado estadual Gil Diniz (PSL-SP) em seu gabinete na Assembleia Legislativa de São Paulo — Foto: Tahiane Stochero/G1

No momento em que o G1 esteve no gabinete na manhã desta quarta, havia três funcionárias mulheres trabalhando no gabinete.

O deputado nega as acusações de “rachadinha” e diz que “jamais” pediu parte do salário aos funcionários.

“Jamais [pedi], até porque a campanha está bem longe de começar e não somos candidatos a nada ainda no ano que vem. Eu sabia que uma hora iria surgir uma denúncia de nos colocar na vala comum da corrupção, sabia que isso iria acontecer, e infelizmente aconteceu. Eu estou extremamente chateado, porque era uma pessoa próxima que teve a oportunidade. Para mim, foi uma retaliação de quem está chateado pela exoneração”, afirmou.

Funcionários negam

Na manhã desta quarta, 5 dos 12 funcionários de Diniz estavam no gabinete, além do deputado e de dois advogados que defendem Diniz.

Um dos funcionários, o assessor parlamentar Felipe Carmona Cantera, negou que tenha tido que repassar parte de seu salário para o deputado.

"Nunca teve isso, isso nunca existiu [rachadinha] aqui dentro, nunca teve pagamento em dinheiro, o deputado nunca nos pediu nada. Até porque no primeiro salário, começamos dia 18 de março, e só fomos receber mais de um mês depois". O funcionário recebeu um salário bruto de R$ 14.825,10 em agosto deste ano, último dado disponível no Portal da Transparência.

As funcionárias Adriana Rêgo Barros, Sonaira Fernandes de Santana e Wagna Maria Carneiro Santos Alves também negaram devolução de parte dos salários. Elas receberam, respectivamente, os salários brutos de R$ 12.310,51, R$ 24.730,88 e R$ 9.036,86 no mês de agosto.

Negativas do deputado

Gil Diniz diz que conheceu Junqueira na pré-campanha, porque ele se voluntariou na campanha de Eduardo Bolsonaro (PSL) a deputado federal e que o levou a Brasília para a posse do presidente Jair Bolsonaro (PSL).

“Ele [o denunciante] disse que passou os últimos quatro meses em casa, como punição, e recebeu salário. Isso não é verdade, a própria rede social dele desmente, porque ele publicou nas redes sociais dele e estava me representando neste período”, afirmou o deputado.

Os advogados de Diniz mostraram posts publicados em redes sociais que seriam de Alexandre Junqueira. Os posts estão em nome de "Carioca de Suzano", como ele seria conhecido.

Diniz diz que entrará na Justiça com um processo contra o ex-assessor.

O deputado também negou que Alexandre Junqueira tivesse a Gratificação Especial de Desempenho (GED) que o ex-assessor afirmou que tinha direito. “Eu só posso repassar esta gratificação para quem já tem mais de 90 dias ou três meses de função, e ele não tinha isso. Ele não tinha nenhuma gratificação especial”, disse o deputado.

“Ele trabalhou direto comigo como voluntário desde a época da pré-campanha, sempre foi bem próximo de nós. Por isso nos parece estranha está denúncia neste momento”, acrescentou.

Diniz tomou posse em 15 de março deste ano, data do início do mandato dos atuais deputados estaduais de São Paulo. Junqueira ficou contratado de março até julho.

Acusação

O ex-assessor do deputado estadual Gil Diniz (PSL-SP), Alexandre Junqueira, apresentou uma denúncia pela suposta prática de "rachadinha" no gabinete do parlamentar na Assembleia Legislativa de São Paulo, nesta terça (15). A "rachadinha" ocorre quando um servidor repassa parte ou totalidade do seu salário ao político que o contratou. A denúncia foi encaminhada à Procuradoria-Geral de Justiça de São Paulo.

A Procuradoria-Geral de Justiça confirmou o recebimento da representação e disse que está sendo analisada pela assessoria técnica.

"Ali havia também funcionária fantasma, porque não trabalhava e apenas assinava o ponto e devolvia o dinheiro para o Deputado. Essa funcionária, amiga do Deputado há mais ou menos doze anos, recebe em troca apenas o cartão alimentação (sodexo), e aproximadamente R$ 1.500,00 (hum mil e quinhentos reais) em troca de dar seu nome para desconto do salário", diz a denúncia.

Junqueira diz que foi "punido" por se recusar a devolver parte do salário e gratificações. "Quando ele tomou posse, passei a exercer o cargo de “Assessor Especial Parlamentar”, mas, logo no início, pediram que eu devolvesse parte do meu salário e, principalmente, as GEDS (gratificações), que só foram incorporadas ao meu salário para que eu as devolvesse em dinheiro para o Deputado."

"Diante da minha recusa em devolver parte do salário e as GEDS, foi feito a proposta, após quatorze dias, de ser rebaixado para o cargo de motorista, não aceitei. E em seguida, permaneci por quatro meses em casa sem prestar quaisquer serviços, a título de punição pela minha recusa, conforme imposto pelo Deputado em questão. Ainda que eu quisesse trabalhar, fui proibido de ir ao gabinete e orientado a ali comparecer apenas uma vez por semana, para assinar a folha de ponto", completou.

Ainda segundo Junqueira, todos os assessores que recebem o salário no teto fazem rodízio das gratificações, que costumam ser sacadas em dinheiro para pagamento das contas dos apoiadores do deputado. O ex-assessor afirma que tem conhecimento de que o mesmo procedimento ocorre na liderança do PSL.

A representação foi assinada por Junqueira na segunda-feira (14), em Bali, Indonésia, e diz que o ex-assessor apresentou cópias de documentos à Procuradoria.

quinta-feira, 10 de outubro de 2019

Liminar suspende evolução salarial de 88% em 3 anos para servidor da Câmara de Taubaté

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Infor Rede Vale, quinta-feira, 10 de outubro de 2019

Servidor do Legislativo viu seu salário passar de R$ 9.701,24, em dezembro de 2016, para R$ 18.316,29 atualmente; após ação do MP, Justiça suspendeu os atos que permitiram isso

Câmara. Servidor foi admitido pelo Legislativo de Taubaté em 2006
Foto: /Rogério Marques/ Arquivo OVALE
A matéria é do Jornal 'OVALE', desta quarta-feira (09)

Após pedido do Ministério Público, a Justiça de Taubaté concedeu uma liminar que suspende a eficácia dos atos administrativos que possibilitaram que um servidor da Câmara tivesse seu salário aumentado em 88% em menos de três anos. A decisão foi tomada segunda-feira pelo juiz Paulo Roberto da Silva, da Vara da Fazenda Pública.

"Se houver continuidade do pagamento de verbas possivelmente não devidas a ele, o prejuízo público será latente, se a ação for procedente", destacou o magistrado, que acrescentou que, caso a ação seja julgada improcedente, o servidor poderá receber a diferença salarial com atualizações devidas.

Em nota, a Câmara afirmou que "entende que a equiparação do vencimento do servidor está de acordo com os ditames legais e constitucionais e estudará as providências a serem tomadas".

Por meio de seu advogado, o servidor Luis Henrique Maduro da Silva informou que irá recorrer da decisão. "O ato administrativo editado pela Câmara apenas atendeu o que está na legislação. Assim que formos notificados, vamos recorrer", disse o advogado Fábio Antunes.

CARGO.

Admitido via concurso público em 2006, o analista legislativo de administração recebia salário de R$ 4.911,95 em 2010, quando foi destacado para o cargo em comissão de chefe da Secretaria Geral. Silva ficou no cargo até agosto de 2014, quando o salário já era de R$ 7.241,18. Mesmo deixando a função, ele manteve o vencimento, já que a legislação garante 100% de incorporação da vantagem pecuniária, para fins de irredutibilidade, após quatro anos.

A irregularidade, segundo o MP, ocorreu em janeiro de 2017, um mês após a Câmara aprovar uma reforma administrativa, que extinguiu o cargo comissionado de chefe da Secretaria Geral e criou a função de confiança de secretário, com salário maior. Em janeiro daquele ano, Silva solicitou o recálculo da vantagem que havia sido incorporada à sua remuneração, sob o argumento de que os cargos eram equivalentes. O pedido foi aceito de imediato. Em dezembro de 2016, o salário dele era de R$ 9.701,24. Logo em janeiro de 2017, passou a R$ 14.830,76. Atualmente, já é de R$ 18.316,29. Ou seja, em menos de três anos, o vencimento quase dobrou.

O MP apontou que a Câmara "atuou de modo ilegal, contrário ao interesse público, e lesivo ao patrimônio público" e que os cargos de chefe da Secretaria Geral e secretário têm "natureza diversa", e que a nova função tem "atribuições diversas e mais amplas", que o servidor jamais exerceu..

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sábado, 21 de setembro de 2019

Bolsonaro tem até 4 de outubro para vetar ou sancionar lei eleitoral

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Infor Rede Vale, sábado, 21 de setembro de 2019

Se a lei for sancionada, valerá para as eleições municipais de 2020

Está nas mãos do presidente da República Jair Bolsonaro a decisão de sancionar ou vetar (total ou parcialmente) o projeto que altera regras eleitorais (Projeto de Lei 5029/19). Para valerem já nas eleições municipais de 2020, as novas regras precisam ser sancionadas até o dia 4 de outubro.

Foto: /Marcelo Camargo - Agência Brasil

A matéria é da Agência Brasil, sábado 21 de setembro de 2019 por Heloisa Cristaldo e Karine Melo - Repórteres da Agência Brasil.

A primeira versão do projeto foi aprovada pelos deputados no início de setembro com grande repercussão negativa. A reação fez com que o Senado avançasse apenas na criação de um fundo eleitoral, sem valor definido, para financiar as eleições no ano que vem. Quando o texto voltou à Câmara, os deputados excluíram alguns pontos importantes, mas mantiveram trechos que críticos da proposta acreditam que podem dar margem para caixa dois, lavagem de dinheiro, além de reduzir mecanismos de controle dos recursos.

Após negociação entre os líderes partidários, os deputados retomaram à votação de todo o texto, retirando quatro pontos. No relatório apresentado pelo deputado Wilson Santiago (PTB-PB), foram suprimidos os seguintes trechos: o que permite pagar advogados e contadores com o fundo partidário; o que aumenta o prazo para a prestação de contas partidárias; um terceiro, que viabilizaria diversos sistemas para a prestação das contas, além do Tribunal Superior Eleitoral (TSE); e um último ponto que permitia partidos serem multados por erros na prestação de contas apenas em caso de dolo, quando há intenção em cometer uma fraude.

Fundo partidário

O texto aprovado garante o fundo eleitoral para financiamento de campanha dos candidatos a prefeito e vereador nas eleições municipais de 2020. A medida estabelece que os valores do fundo serão definidos por deputados e senadores da Comissão Mista de Orçamento (CMO). O projeto de lei do orçamento de 2020, enviado pelo Poder Executivo, já prevê a destinação de R$ 2,54 bilhões para as eleições municipais.

Gastos

A medida prevê a contratação de serviços de consultoria contábil e advocatícia, inclusive em qualquer processo judicial e administrativo de interesse partidário ou de litígio que envolva candidatos do partido, eleitos ou não, com a ressalva de que estejam diretamente relacionados ao processo eleitoral.

Os recursos podem ser usados por partidos políticos para pagamento de juros, multas, débitos eleitorais e demais sanções relacionadas à legislação eleitoral ou partidária. As verbas também podem ser direcionados na compra ou locação de bens móveis e imóveis, construção de sedes e realização de reformas; e no pagamento pelo impulsionamento de conteúdos na internet, incluída a priorização em resultados de sites de pesquisa.

Doações

As doações para campanhas eleitorais são restritas às pessoas físicas. A lei atual estabelece que a doação seja feita por recibo assinado pelo doador, limitado a 10% dos rendimentos brutos desse doador referente ao ano anterior. Atualmente, é possível fazer as doações por cartão de crédito ou débito. Com a medida aprovada, parlamentares permitiram o uso de boleto bancário e débito em conta.

Propaganda partidária semestral

O texto aprovado pelos deputados prevê a volta da propaganda partidária semestral e exceções aos limites de gastos de campanhas eleitorais. A obrigação dessa veiculação em rede nacional e estadual foi extinta pela última reforma eleitoral em virtude da criação do fundo eleitoral. Em cada emissora, somente serão autorizadas inserções até que se alcance o limite diário de 12 minutos.

A medida estabelece que o partido com mais de 20 deputados federais eleitos terá 20 minutos de tempo, por semestre, para inserções nas redes nacionais e o mesmo tempo nas redes estaduais. A sigla que eleger de 10 a 19 deputados terá assegurado o tempo de 15 minutos a cada seis meses - tanto nas redes nacionais quanto estaduais. Já os partidos que tenham eleitos até nove deputados terão o tempo de 10 minutos assegurados (redes nacionais e estaduais – cada).

Participação feminina

O texto traz ainda uma mudança com relação à atividade de mulheres dentro de partidos políticos. A medida prevê que as siglas criem instituto com personalidade jurídica própria para gerir esses recursos destinados exclusivamente à participação feminina. Atualmente, a lei já determina que 5% do fundo partidário seja usado na promoção da participação das mulheres na política.

Repercussão negativa

Para a diretora de Operações da Organização Não Governamental Transparência Brasil, Juliana Sakai, a forma acelerada de tramitação e o próprio conteúdo do projeto de lei foram equivocados. Críticos ao texto aprovado se mobilizam para pressionar o presidente da República a vetar trechos da lei aprovada pelos congressistas.

“Deputados e senadores legislaram em causa própria. Eles definiram a regra do jogo de como eles vão jogar, como vão receber os recursos e aplicá-los e também como fiscalizar esses recursos. Houve um movimento forte para apressar e votar em regime de urgência, sem discutir com a sociedade.

Foram apenas quatro horas de debates no plenário [da Câmara], não tramitou em nenhuma comissão e foi direto para o Senado”, aponta a diretora.

Para Juliana Sakai, o projeto aprovado pode gerar problemas para que Justiça Eleitoral fiscalize os recursos públicos do Fundo Partidário além de abrir brechas para caixa dois e lavagem de dinheiro.

“Isso é muito grave. O projeto permite, por exemplo, o pagamento de passagens para pessoas de fora do partido. Essas novas regras dificultam que a Justiça Eleitoral analise o uso de recursos ao diminuir o controle das contas dos partidos políticos”, explicou. “Essa proposta é um ataque à transparência, são medidas que inviabilizam o controle social e surpreende que, em 2019, os parlamentares tenham a coragem de propor um texto desse nível”, completou.

Na avaliação de Juliana Sakai, o trecho do projeto que prevê novas regras para considerar um candidato inelegível é uma afronta à Lei da Ficha Limpa. O texto estabelece parâmetros para avaliar se um candidato está elegível para disputar as eleições. A definição caberá à Justiça Eleitoral que deve considerar a data da posse e não a data do registro da candidatura, embora a condição continue a ser aferida nesse momento.

“Isso está trazendo o caos para o sistema eleitoral ao viabilizar campanhas, que talvez não sejam deferidas, com dinheiro público que será gasto e candidatos que receberão votos e não serão eleitos”, disse.

Reação

Segundo senadores que fazem parte do grupo Muda, Senado (que tem 21 parlamentares), o texto final aprovado na Câmara "é uma absurda ofensa ao Senado, à democracia e à sociedade, que acompanha atônita a destruição da já combalida credibilidade da política como meio adequado para resolução de conflitos".

O grupo considera a possibilidade de tomar medidas judiciais sobre o assunto, de forma a "restabelecer o devido processo legislativo e assegurar que a democracia brasileira está acima de interesses pessoais e partidários".

A presidente da Comissão de Constituição e Justiça do Senado, Simone Tebet (MDB-MS), classificou o texto aprovado na Câmara como um "retrocesso inimaginável". Para a senadora, a sociedade tem que pressionar o presidente da República a vetar o projeto.

“É um retrocesso inimaginável numa câmara que teve 60% do seu quadro renovado. Quando a sociedade renovou a Câmara em 60%, eu imaginei que descalabros como esse, retrocessos como esse, no que se refere à transparência, publicidade do dinheiro público, a própria moralidade, não fosse mais acontecer no plenário da Câmara dos Deputados”, disse. “Cabe agora uma ampla manifestação da sociedade, um grito das ruas com pedido de veto ao senhor presidente da República para que nós, no Senado, possamos manter esses vetos”, completou.

Defesa

Já o presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), tem feito uma defesa veemente da medida. O parlamentar tem ressaltado a importância do financiamento para garantir a participação de grupos diversos na política brasileira.

Leia:- Maia diz que Fundo Eleitoral é necessário para equilibrar campanhas;

“Reafirmamos o que fizemos no outro processo em relação ao fundo. Se não tiver financiamento público, só vão financiar as campanhas quem tiver vinculado a um empresário rico. Se não tiver o fundo, é uma escolha, vamos ter só ricos ou ter gente ligado a políticos ricos”, afirmou Maia.

O deputado rebateu ainda a crítica de que a medida vai facilitar o caixa dois nas eleições. Para ele, o que pode impedir essa prática é mais fiscalização e punição.

“Não existem caminhos para facilitar o caixa dois. Os recursos eram contabilizados nos escritórios de advocacia, não tem caixa dois, está contabilizado, o que está contabilizado não é caixa dois. Você pode dizer que esse encaminhamento não é melhor, mas caixa dois não é. Ter limite ou não, não significa caixa dois. Nós precisamos é ter transparência, fiscalização firme e punição firme”, disse.

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