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sábado, 21 de setembro de 2019

Bolsonaro tem até 4 de outubro para vetar ou sancionar lei eleitoral

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Infor Rede Vale, sábado, 21 de setembro de 2019

Se a lei for sancionada, valerá para as eleições municipais de 2020

Está nas mãos do presidente da República Jair Bolsonaro a decisão de sancionar ou vetar (total ou parcialmente) o projeto que altera regras eleitorais (Projeto de Lei 5029/19). Para valerem já nas eleições municipais de 2020, as novas regras precisam ser sancionadas até o dia 4 de outubro.

Foto: /Marcelo Camargo - Agência Brasil

A matéria é da Agência Brasil, sábado 21 de setembro de 2019 por Heloisa Cristaldo e Karine Melo - Repórteres da Agência Brasil.

A primeira versão do projeto foi aprovada pelos deputados no início de setembro com grande repercussão negativa. A reação fez com que o Senado avançasse apenas na criação de um fundo eleitoral, sem valor definido, para financiar as eleições no ano que vem. Quando o texto voltou à Câmara, os deputados excluíram alguns pontos importantes, mas mantiveram trechos que críticos da proposta acreditam que podem dar margem para caixa dois, lavagem de dinheiro, além de reduzir mecanismos de controle dos recursos.

Após negociação entre os líderes partidários, os deputados retomaram à votação de todo o texto, retirando quatro pontos. No relatório apresentado pelo deputado Wilson Santiago (PTB-PB), foram suprimidos os seguintes trechos: o que permite pagar advogados e contadores com o fundo partidário; o que aumenta o prazo para a prestação de contas partidárias; um terceiro, que viabilizaria diversos sistemas para a prestação das contas, além do Tribunal Superior Eleitoral (TSE); e um último ponto que permitia partidos serem multados por erros na prestação de contas apenas em caso de dolo, quando há intenção em cometer uma fraude.

Fundo partidário

O texto aprovado garante o fundo eleitoral para financiamento de campanha dos candidatos a prefeito e vereador nas eleições municipais de 2020. A medida estabelece que os valores do fundo serão definidos por deputados e senadores da Comissão Mista de Orçamento (CMO). O projeto de lei do orçamento de 2020, enviado pelo Poder Executivo, já prevê a destinação de R$ 2,54 bilhões para as eleições municipais.

Gastos

A medida prevê a contratação de serviços de consultoria contábil e advocatícia, inclusive em qualquer processo judicial e administrativo de interesse partidário ou de litígio que envolva candidatos do partido, eleitos ou não, com a ressalva de que estejam diretamente relacionados ao processo eleitoral.

Os recursos podem ser usados por partidos políticos para pagamento de juros, multas, débitos eleitorais e demais sanções relacionadas à legislação eleitoral ou partidária. As verbas também podem ser direcionados na compra ou locação de bens móveis e imóveis, construção de sedes e realização de reformas; e no pagamento pelo impulsionamento de conteúdos na internet, incluída a priorização em resultados de sites de pesquisa.

Doações

As doações para campanhas eleitorais são restritas às pessoas físicas. A lei atual estabelece que a doação seja feita por recibo assinado pelo doador, limitado a 10% dos rendimentos brutos desse doador referente ao ano anterior. Atualmente, é possível fazer as doações por cartão de crédito ou débito. Com a medida aprovada, parlamentares permitiram o uso de boleto bancário e débito em conta.

Propaganda partidária semestral

O texto aprovado pelos deputados prevê a volta da propaganda partidária semestral e exceções aos limites de gastos de campanhas eleitorais. A obrigação dessa veiculação em rede nacional e estadual foi extinta pela última reforma eleitoral em virtude da criação do fundo eleitoral. Em cada emissora, somente serão autorizadas inserções até que se alcance o limite diário de 12 minutos.

A medida estabelece que o partido com mais de 20 deputados federais eleitos terá 20 minutos de tempo, por semestre, para inserções nas redes nacionais e o mesmo tempo nas redes estaduais. A sigla que eleger de 10 a 19 deputados terá assegurado o tempo de 15 minutos a cada seis meses - tanto nas redes nacionais quanto estaduais. Já os partidos que tenham eleitos até nove deputados terão o tempo de 10 minutos assegurados (redes nacionais e estaduais – cada).

Participação feminina

O texto traz ainda uma mudança com relação à atividade de mulheres dentro de partidos políticos. A medida prevê que as siglas criem instituto com personalidade jurídica própria para gerir esses recursos destinados exclusivamente à participação feminina. Atualmente, a lei já determina que 5% do fundo partidário seja usado na promoção da participação das mulheres na política.

Repercussão negativa

Para a diretora de Operações da Organização Não Governamental Transparência Brasil, Juliana Sakai, a forma acelerada de tramitação e o próprio conteúdo do projeto de lei foram equivocados. Críticos ao texto aprovado se mobilizam para pressionar o presidente da República a vetar trechos da lei aprovada pelos congressistas.

“Deputados e senadores legislaram em causa própria. Eles definiram a regra do jogo de como eles vão jogar, como vão receber os recursos e aplicá-los e também como fiscalizar esses recursos. Houve um movimento forte para apressar e votar em regime de urgência, sem discutir com a sociedade.

Foram apenas quatro horas de debates no plenário [da Câmara], não tramitou em nenhuma comissão e foi direto para o Senado”, aponta a diretora.

Para Juliana Sakai, o projeto aprovado pode gerar problemas para que Justiça Eleitoral fiscalize os recursos públicos do Fundo Partidário além de abrir brechas para caixa dois e lavagem de dinheiro.

“Isso é muito grave. O projeto permite, por exemplo, o pagamento de passagens para pessoas de fora do partido. Essas novas regras dificultam que a Justiça Eleitoral analise o uso de recursos ao diminuir o controle das contas dos partidos políticos”, explicou. “Essa proposta é um ataque à transparência, são medidas que inviabilizam o controle social e surpreende que, em 2019, os parlamentares tenham a coragem de propor um texto desse nível”, completou.

Na avaliação de Juliana Sakai, o trecho do projeto que prevê novas regras para considerar um candidato inelegível é uma afronta à Lei da Ficha Limpa. O texto estabelece parâmetros para avaliar se um candidato está elegível para disputar as eleições. A definição caberá à Justiça Eleitoral que deve considerar a data da posse e não a data do registro da candidatura, embora a condição continue a ser aferida nesse momento.

“Isso está trazendo o caos para o sistema eleitoral ao viabilizar campanhas, que talvez não sejam deferidas, com dinheiro público que será gasto e candidatos que receberão votos e não serão eleitos”, disse.

Reação

Segundo senadores que fazem parte do grupo Muda, Senado (que tem 21 parlamentares), o texto final aprovado na Câmara "é uma absurda ofensa ao Senado, à democracia e à sociedade, que acompanha atônita a destruição da já combalida credibilidade da política como meio adequado para resolução de conflitos".

O grupo considera a possibilidade de tomar medidas judiciais sobre o assunto, de forma a "restabelecer o devido processo legislativo e assegurar que a democracia brasileira está acima de interesses pessoais e partidários".

A presidente da Comissão de Constituição e Justiça do Senado, Simone Tebet (MDB-MS), classificou o texto aprovado na Câmara como um "retrocesso inimaginável". Para a senadora, a sociedade tem que pressionar o presidente da República a vetar o projeto.

“É um retrocesso inimaginável numa câmara que teve 60% do seu quadro renovado. Quando a sociedade renovou a Câmara em 60%, eu imaginei que descalabros como esse, retrocessos como esse, no que se refere à transparência, publicidade do dinheiro público, a própria moralidade, não fosse mais acontecer no plenário da Câmara dos Deputados”, disse. “Cabe agora uma ampla manifestação da sociedade, um grito das ruas com pedido de veto ao senhor presidente da República para que nós, no Senado, possamos manter esses vetos”, completou.

Defesa

Já o presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), tem feito uma defesa veemente da medida. O parlamentar tem ressaltado a importância do financiamento para garantir a participação de grupos diversos na política brasileira.

Leia:- Maia diz que Fundo Eleitoral é necessário para equilibrar campanhas;

“Reafirmamos o que fizemos no outro processo em relação ao fundo. Se não tiver financiamento público, só vão financiar as campanhas quem tiver vinculado a um empresário rico. Se não tiver o fundo, é uma escolha, vamos ter só ricos ou ter gente ligado a políticos ricos”, afirmou Maia.

O deputado rebateu ainda a crítica de que a medida vai facilitar o caixa dois nas eleições. Para ele, o que pode impedir essa prática é mais fiscalização e punição.

“Não existem caminhos para facilitar o caixa dois. Os recursos eram contabilizados nos escritórios de advocacia, não tem caixa dois, está contabilizado, o que está contabilizado não é caixa dois. Você pode dizer que esse encaminhamento não é melhor, mas caixa dois não é. Ter limite ou não, não significa caixa dois. Nós precisamos é ter transparência, fiscalização firme e punição firme”, disse.

terça-feira, 9 de julho de 2019

Ex-prefeito e vereadores são levados para depor em operação que investiga corrupção e lavagem de dinheiro

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Infor Rede Vale, terça-feira, 09 de julho de 2019

Operação Midas da Polícia Civil cumpriu sete mandados de busca e apreensão em Colméia. Investigados terão que pagar fiança em três dias, sob pena de serem presos.

Operação investiga crimes contra o patrimônio em Colmeia — Foto: Divulgação

A matéria é do Portal de Notícias G1 desta terça-feira (09)

O ex-prefeito do município de Colméia, Pedro Clésio, a atual presidente da Câmara Municipal de Vereadores da cidade Maria Nilza e outras cinco pessoas foram levados para depor durante a operação Midas da Polícia Civil, nesta terça-feira (9). São investigados crimes contra o patrimônio público, lavagem de dinheiro, organização criminosa e corrupção.

Segundo o delegado de Colméia, Roberto Assis, responsável pela operação, além do ex-prefeito e da atual presidente da Câmara, três vereadores, um assessor jurídico e um ex-presidente da Casa também foram ouvidos. Cada um deles terá o prazo de três dias para pagar uma fiança, que varia de dois a 10 salários mínimos. Caso contrário, poderão ser presos.

O G1 tenta contato com a Câmara da cidade e com a defesa dos envolvidos.

As investigações duraram cerca de oito meses. "Recebemos denúncias de que havia corrupção entre vereadores para a aprovação de balancetes do ex-prefeito. Depois de investigações, foi descoberta uma organização envolvendo assessores jurídicos e contábeis da Câmara de Vereadores de Colméia", argumentou o delegado.

As suspeitas é que em oito anos, cerca de R$ 600 mil foram desviados em licitações fraudulentas e atividades de corrupção ativa e passiva.

Durante a operação foram cumpridos sete mandados de busca e apreensão. A operação é realizada pela Delegacia de Colméia, em parceria com a Delegacia Regional de Guaraí, a Delegacia de Repressão a Crimes de Maior Potencial Ofensivo contra a Administração Pública (Dracma) e a Delegacia de Investigação Criminal de Guaraí e Palmas.

quinta-feira, 25 de abril de 2019

Por falta de cimento, só uma Academia ao AR LIVRE é instalada.

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Por Infor Rede Vale, quinta-feira 25 de abril de 2019

Por falta de cimento na Prefeitura, só 01 (uma) Academia ao 'AR LIVRE' é instalada

Foto Reprodução/ TV Câmara

O parlamentar Douglas Carbonne sobre da 94ª Sessão Ordinária que ocorreu nesta última terça-feira (23) informou que Academias ao Ar Livre não foram instaladas em sua totalidade.

'Só uma'/ Eu tenho 06 (seis) emendas impositiva para aquisição de 'Academia ao Ar Livre'. Todas elas, foram compradas com a emenda impositiva e só 01 (uma) academia foi instalada até agora, disse Carbone.

"Eu, mandei para o Prefeito Municipal e a desculpa que eu tive do Secretário (é) que não tinha cimento".

Faltando com a Verdade/ "Isso não é VERDADE sr. Alexandre Magno", o senhor está faltando com a verdade - por isto, que eu fiz, questão de mandar para o Prefeito Municipal para saber os discursos dos secretários e "VENDER O PREFEITO DESSE JEITO", disse Douglas Carbonne, completou o parlamentar.

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2019

'85ª Sessão': Confira 'alguns pontos relevantes' abordados pelos parlamentares

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Por Infor Rede Vale, segunda-feira 18 de fevereiro de 2019

A '85ª Sessão Ordinária' realizada nesta segunda-feira (18) trouxeram diversos pontos relevantes para apreciação dos Contribuintes Taubateanos. Vamos aferir alguns deles:

TV Câmara / 85ª Sessão Ordinária

Mato Alto/ vereadores Diego Fonseca e Bobi cobram explicações do Executivo sobre MATO ALTO em Creches e Escolas.

"É inadmissível voltar as aulas e as crianças entrarem na sala de aula com MATO ALTO", ressaltou Diego Fonseca.

Descaso da SABESP/ Douglas Carbonne informou na 'tribuna' a elaboração de um requerimento com 'objetividade' de abertura de uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) para investigar a 'SABESP' no Município. Carbonne ressaltou o 'Descaso da Concessionária' no que tange o "Planejamento de Distribuição de Água na Cidade assim como a Manutenção das Vias" onde muitas vezes vem a ceder [e se quer] a SABESP tem a responsabilidade de concertar de forma correta. 

"As pessoas estão perdendo bens em casa, recebendo água de péssima qualidade e estão pagando por este serviço", informou Carbonne que conta com a assinatura de todos os vereadores para dar andamento da CPI.

Erro no Projeto/ A parlamentar Loreny (PPS) voltou a falar sobre a Gratuidade dos Ônibus dos Idosos. "Eu não tenho dificuldade nenhuma em assumir falhas como já fiz na primeira semana dizendo pra vocês que protocolei o projeto". O que aconteceu? O Projeto que nós protocolamos no nosso entendimento, (ele) era redacional - se aquele projeto que eu apresentei tivesse sido apresentado no Processo de Tramitação desse Projeto da Gratuidade, ele teria "Constitucionalidade" porque ao longo da Tramitação apresentar (aquele projeto) que eu apresentei de 'Correção Redacional' era Constitucional no entanto, o entendimento do Jurídico da Casa era de que o projeto que eu citei aqui na outra semana é Inconstitucional. Não acerto sempre, erro bastante e aprendo muito com todos aqui. Então, a saída foi Inconstitucional, disse a parlamentar Loreny.
Agradecimentos fez Loreny à parlamentar 'Viviane Aquino' onde correndo administrativamente, veio a intervir junto ao Prefeito Ortiz Júnior fazendo ofício, requerimento enfim, já tá conseguindo que o Prefeito REPENSE esta SITUAÇÃO e FAÇA A CORREÇÃO que vai Devolver o Direito para os Idosos que merecem e precisam.


             

Combustível/ Loreny também abordou a questão do (racionamento de combustível) efetuado pela Prefeitura Municipal a parlamentar informou que o racionamento tem atingido vários serviços prestado a população como no Caso da Saúde-Pública o que torna caótica e gravíssima a situação exemplo também se faz sobre a (Falta de Carros) para levar pacientes em Consultas e/ou Cirurgias Marcadas e que ocorrem fora do Município. Carbonne pediu licença na fala e lembrou que a Câmara acabou de transferir 12 carros para a Prefeitura e CADÊ os CARROS? indagou Carbonne.

Isenção da Tarifa do Ônibus/  A parlamentar Viviane Aquino do (PSC), trouxe em sua fala na tribuna uma 'EXCELENTE INFORMAÇÃO' que é a questão da "Gratuidade do Transporte Público" (Viviane) informou que esteve em reunião com o Prefeito Municipal e diante de (ser ou não ser  'Inconstitucional o Projeto) da Vereadora Loreny' o Prefeito acabou se sentindo provocado e com isto, (Viviane) que entrou com um processo administrativo se sentou novamente com o Prefeito Ortiz Júnior e chegaram a conclusão de estender a Gratuidade para os Idosos entre 60 a 64 anos que não possuem renda. 

Confira na íntegra a fala da parlamentar Viviane Aquino e o 'Depoimento' do Prefeito Municipal.



quinta-feira, 17 de janeiro de 2019

Na caminhada: Bobi diz que Boanerge e Guará 'mentiram para a população' sobre corte de gastos

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Por Infor Rede Vale, sexta-feira 18 de janeiro de 2019


Na caminhada vereador entre desabafo criticou decisão do atual Presidente da Câmara Municipal de Taubaté Boanerge dos Santos sobre corte de veículos da 'Frota Oficial' e transferências de motoristas para a Prefeitura.

Foto: Rogério Marques/Gazeta de Taubaté


O vereador do PV também afirmou que Boanerge e Guará “mentiram para a população, falando que seria para cortar gastos”. “Esses funcionários que serão transferidos para a prefeitura fizeram concurso para a Câmara Municipal, e eles continuarão recebendo da Câmara”.



 



Vereador Bobi uma dica dos Pagadores de Impostos para você.

Entre (ir) fiscalizar de "Carro Oficial ou ir a pé" 

VAI A PÉ, Vá de Bike, VAI DE ABC, VAI DE VAN, VAI DE SKATE, VÁ DE UBER ou 99, mais vai com o seu Dinheiro ok assim sendo, o [bolso] dos Contribuintes agradece!!!

Mentira?/ vereador Bobi, se o Presidente da Câmara Boanerge e o vereador Guará estão fazendo manobra ou mentindo para a população sobre Redução (Corte de Gastos) PROVE e Tome às Devidas PROVIDÊNCIAS afinal, você é vereador e ganha salário de R$ 8.363,90 por mês para FISCALIZAR não é mesmo? 


Saiba mais sobre o tema

Citado no escândalo da ‘Farra das Viagens’, vereador do PV, que integrava a chamada ‘Bancada do Amém’, diz que o corte na estrutura da Câmara visa dificultar o trabalho de fiscalização dos atos do governo Ortiz Junior

Por Gazeta de Taubaté, matéria pulicada em 16 de janeiro de 2019
redacao@gazetadetaubate.com.br

O vereador Bobi (PV), que perdeu a eleição da presidência da Câmara de Taubaté para o parlamentar Boanerge dos Santos (PTB), gravou um vídeo em que critica o corte de 60% na frota de veículos e no quadro de motoristas do Legislativo, promovido pelo novo comandante da Casa.

Segundo apuração da reportagem, o vídeo de pouco mais de três minutos foi enviado por Bobi para diversos grupos de WhatsApp.

No vídeo, o vereador do PV está de óculos escuros e de chapéu, e justifica o visual dizendo que teve que ir a pé do Parque Três Marias, onde mora, até a região central, onde teria uma reunião no Departamento de Habitação, em um percurso de cerca de cinco quilômetros.

Na gravação, Bobi diz que o corte teria sido articulado por Boanerge e pelo vereador Guará Filho (PR) para prejudicar os parlamentares que fiscalizam o governo Ortiz Junior (PSDB).

“Isso é uma manobra desesperada do ex-diretor de Segurança do prefeito Ortiz Junior [Boanerge ocupou o cargo no primeiro mandato do tucano] e do ex-presidente do Sindicato dos Servidores [Guará Filho presidiu a entidade até assumir mandato na Câmara, em 2017], que nunca fez nada pelo servidor. Pelo contrário, sempre foi amigo do prefeito”, disse Bobi.

“Eles tirando os nossos carros, tirando nossos motoristas, teremos mais dificuldade de ir aos postos de saúde, de ir às escolas, de fiscalizar a ação do prefeito”, acrescentou o vereador do PV.

Bobi diz ainda que a medida visa “parar o trabalho de pessoas sérias, pessoas honestas”, mas que “não vão conseguir”.

O vereador do PV afirmou também que Boanerge e Guará “mentiram para a população, falando que seria para cortar gastos”. “Esses funcionários que serão transferidos para a prefeitura fizeram concurso para a Câmara Municipal, e eles continuarão recebendo da Câmara”.

REAÇÃO/ Bobi era o candidato à presidência do grupo que comandou a Câmara em 2017 e 2018, na gestão do vereador Diego Fonseca (PSDB) – os dois estão entre os 14 parlamentares envolvidos no escândalo da ‘Farra das Viagens’, revelado pelo jornal em julho passado.

Boanerge e Guará, que é o braço-direito do novo presidente, não são citados no caso.

Procurado nessa quarta-feira, Boanerge não quis comentar as declarações de Bobi. Já Guará ressaltou que as medidas de corte de gastos vão gerar economia de R$ 1 milhão por ano. Ele afirmou que a prefeitura irá pagar o piso aos 13 motoristas transferidos, e a Câmara arcará apenas com a diferença salarial – o piso da prefeitura é R$ 1.458,83, e o do Legislativo é R$ 3.172,43. “Com relação às ofensas pessoais não vou comentar”, finalizou o vereador do PR.

Gostaria de saber mais sobre as Reduções de Custos feitas pelo atual Presidente da Câmara Boanerge? Então, confira as matérias abaixo:





terça-feira, 21 de agosto de 2018

Se a 'Lei de Acesso a Informação' lhe for negada pelo Executivo ou Legislativo, acione o TCE. Confira a Nota!

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Infor Rede Vale, Terça-feira 21 de Agosto de 2018




Olá caríssimos contribuintes!

Você já se deparou com algum "engessamento/restrição" para adquirir alguma informação no Portal da Transparência do seu Município seja ele ‘Executivo e/ou Legislativo’?
Não?!
Que bom isto mostra que os ‘Gestores’ da sua Cidade não tem nada a esconder.

Mas caso você venha a ter esta restrição, acione o TCE vide 

Transparência é um direito dos Pagadores de IMPOSTOS e a considerar que a Publicidade de Dados Públicos é prevista na Constituição Federal e que ela, "garante o controle popular sobre a administração" assim, ajudando-a evitar "desmandos".

É importante saber! 
A LAI (Lei de Acesso a Informação) só prevê restrição ao acesso de informações pessoais “relativas à intimidade, vida privada, honra e imagem”, o que não é o caso e o dinheiro é NOSSO.


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