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domingo, 10 de fevereiro de 2019

Direita Taubaté protocola Ofício de 'Proibição de Pagamentos de Pedágios' nas rodovias federais

Bem Vindos(as) ao Nosso Canal de Informação!

Por Infor Rede Vale, domingo 10 de fevereiro de 2019

Reflexo da Farras da Viagens assim foi titulado pela Direita Taubaté em sua Página Oficial

A Direita Taubaté representado pelo seu Coordenador Tenente Eden Freire, protocolou junto à Câmara Municipal de Taubaté um (Pedido de Proibição) de qualquer tipo de despesa ou reembolso de Pedágios nos casos onde haja opção de se alcançar o destino da viagem por meio de uma Rodovia Federal.



O Pedido que foi datado em 01 de fevereiro de 2019 segue aos Cuidados do Atual Presidente Boanerge dos Santos (PTB) e compõem a Resolução nº 3.916, de 18 de Outubro de 2012 do Ministério dos Transportes, através da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), que diz:

"Art.1º - Os veículos oficiais utilizados pela União, Estados, Municípios e Distrito Federal, seus respectivos órgãos, departamentos, autarquias ou fundações, bem como do Corpo Diplomático, são isentos do pagamento de tarifa de pedágio no âmbito das rodovias federais concedidas".

PAGAMENTOS/ Diante ao Portal da Transparência da Câmara, a 'Direita Taubaté', aferiu o pagamento de mais de R$ 5 Mil Reais junto a CONCESSIONÁRIA DAS RODOVIAS AYRTON SENNA E CARVALHO PINTO S/A - os dados de pagamentos estão disponíveis junto ao pedido de informação que compreende o período 01 de janeiro de 2017 até a presente data do protocolo que foi realizada em 01 de fevereiro deste ano.

Para acompanhar na integra o teor do ofício protocolado pela 'Direita Taubaté' faça o download dos Arquivos acessando os referidos links:
(Ofício Parte I e Ofício Parte II).

Confira o Posicionamento da Direita Taubaté




Mais Gastos/ Com objetividade de entendermos o 'quão grande' foi o Impacto Financeiro sobre os Pagamentos de Pedágios realizado pela Câmara Municipal, o Portal Infor Rede Vale, sumarizou todos os pagamentos realizados nos últimos 121 meses. 

O levantados dos dados foram aplicados através do Portal da Transparência e classificados por Legislaturas.

Para entendermos o Impacto Total aos Cofres Públicos e consolidar ainda mais - o excelente Pedido feito pela 'Direita Taubaté', somente para a "Concessionária das Rodovias Ayrton Senna e Carvalho Pinto", foram pagos R$ 37.255,25.

 A despesa Total superou a casa de R$ 50 Mil Reais de Pedágios entre as "Rodovias utilizadas pela Casa de Leis" em suas respectivas (Viagens Oficiais) 

Gostaria de acompanhar a estratificação completa dos pagamentos? Então, acesse esta matéria (Rodovia Presidente Dutra não foi a 'Rota' Preferencial da Câmara).

quarta-feira, 16 de janeiro de 2019

'Farra das Viagens': Com nova presidência na Câmara, Amatau refaz pedido de acesso a dados de viagens

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Infor Rede Vale, quarta-feira, 16 de janeiro de 2019

Grupo de moradores aposta na troca de Diego Fonseca por Boanerge dos Santos para conseguir acesso a relatórios de viagens feitas de 2013 a 2016; solicitação foi negada no ano passado
Por Redação / Gazeta de Taubaté
redacao@gazetadetaubate.com.br
Veículo Frota Oficial/ CMT

Aproveitando a troca no comando da Câmara, o grupo de moradores conhecido como Amatau (Amigos Associados de Taubaté) protocolou no Legislativo um novo pedido para obter acesso aos relatórios das viagens oficiais realizadas na legislatura passada, de 2013 a 2016.
No ano passado, após a Gazeta de Taubaté revelar o escândalo da ‘Farra das Viagens’, o grupo chegou a solicitar acesso aos relatórios das viagens oficiais ocorridas desde 2009.
Na resposta, no entanto, o diretor-geral da Câmara, Kelvi Soares, negou o acesso.
Embora Kelvi continue como diretor-geral da Casa, houve troca na presidência: saiu o vereador Diego Fonseca (PSDB), citado no escândalo e que tinha como praxe negar os pedidos feitos com base na LAI (Lei de Acesso à Informação), e entrou Boanerge dos Santos (PTB), que não está envolvido no caso e prega transparência nos dados públicos.
O novo pedido do Amatau foi protocolado no último dia 11. A Câmara tem até 4 de fevereiro para responder.
AÇÃO/ No ano passado, a Câmara também negou pedido feito pelo jornal para ter acesso a relatórios das viagens oficiais realizadas de 2013 a 2016.
O jornal ajuizou uma ação em dezembro. Essa semana, o juiz Paulo Roberto da Silva, da Vara da Fazenda Pública, decidiu ouvir o novo presidente do Legislativo antes de julgar o processo.
Além de defender a transparência nos dados da Câmara, Boanerge é um crítico dos excessos nas viagens oficiais. Em sua primeira semana no cargo, cortou em 60% a frota de veículos e o quadro de motoristas do Legislativo.

terça-feira, 15 de janeiro de 2019

‘Farra’: Justiça quer ouvir Boanerge antes de analisar ação do jornal

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Infor Rede Vale, terça-feira, 15 de janeiro de 2019

Na ação, jornal pede acesso a relatórios de viagens oficiais realizadas na legislatura passada, entre 2013 e 2016; solicitação foi negada em 2018 por Nunes Coelho, que presidia a Casa na época e não integra mais a mesa diretora

Por Julio Codazzi / Gazeta de Taubaté
julio.codazzi@gazetadetaubate.com.br
Frota Oficial/CMT
A Vara da Fazenda Pública decidiu ouvir a Câmara de Taubaté antes de julgar a ação em que o jornal pede acesso a relatórios de viagens oficiais realizadas na legislatura passada, entre 2013 e 2016.
No despacho em que decidiu não conceder liminar no caso, datado dessa segunda-feira, o juiz Paulo Roberto da Silva ressaltou que a mesa diretora da Câmara foi alterada após a ação ser protocolada, em 18 de dezembro.
O pedido feito diretamente pelo jornal à Câmara, com base na LAI (Lei de Acesso à Informação), foi negado em outubro pelo vereador Nunes Coelho (PRB), que presidia o Legislativo à época, já que o então presidente, Diego Fonseca (PSDB), estava licenciado.
Desde 1º de janeiro, no entanto, a Casa passou a ser presidida por Boanerge dos Santos (PTB).
O juiz determinou que o novo presidente da Câmara seja notificado para se manifestar sobre a ação.
MUDANÇA/ O grupo que assumiu a Câmara esse mês tem um posicionamento diferente sobre o caso, com relação ao grupo anterior.
O grupo de Diego e Nunes era formado pela maioria dos 14 parlamentares envolvidos no escândalo da ‘Farra das Viagens’, revelado pelo jornal em julho passado.
Tanto Diego quanto Nunes foram citados no caso. Ao negar o pedido de acesso aos relatórios das viagens em outubro, o vereador do PRB afirmou que a solicitação visava “satisfazer o mero deleite pessoal, calcado em sentimentos espúrios, inúteis e despidos de razoabilidade”, e afirmou que o jornal já fez isso anteriormente “com o único intuito de disseminar informações inverídicas a respeito dos deslocamentos realizados pelos vereadores”, e “com o desígnio de propagar fofocas e o sensacionalismo”.
Já Boanerge, que não está envolvido no caso, defende transparência nos dados da Câmara e cortou em 60% a frota de veículos e o quadro de motoristas do Legislativo logo em sua primeira semana na presidência.
LEGISLATURA PASSADA/ De acordo com dados do Portal da Transparência, os 19 vereadores da legislatura passada receberam R$ 111 mil nos quatro anos para ressarcir despesas com viagens.
Na análise das contas da Câmara de 2015, por exemplo, o TCE (Tribunal de Contas do Estado) apontou as mesmas irregularidades reveladas na ‘Farra das Viagens’, que é referente à atual legislatura, iniciada em 2017 – notas fiscais com despesas de mais de uma pessoa e refeições com valores acima do razoável.
Na ação judicial, o jornal solicita acesso a relatórios de viagens que tiveram despesas superiores a R$ 75. A reportagem decidiu limitar o pedido a até 15 relatórios por vereador. No caso de parlamentares que fizeram mais de 15 viagens com gastos superiores a R$ 75, a solicitação cita aquelas com maiores despesas.
Leia também:
- Presidente Boanerge as 'Reduções de Custo' podem 'Superar 10 Milhões' por Legislatura

quinta-feira, 10 de janeiro de 2019

Câmara de Taubaté mostra começo, meio e fim da ‘Farra das Viagens’

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Infor Rede Vale, quinta-feira, 10 de janeiro de 2019

A AUTÓPSIA DA ‘FARRA’


Levantamento de despesas da Câmara de Taubaté em 2017 e 2018 mostra começo, meio e fim da ‘Farra das Viagens’

Câmara Municipal de Taubaté


A conclusão do levantamento sobre os gastos com viagens oficiais da Câmara de Taubaté em 2017 e 2018 é praticamente uma confissão de culpa — embora nem precisasse, diante de tantas provas — dos vereadores envolvidos na ‘Farra das Viagens’, escândalo revelado pelo jornal em julho passado. 
Afinal, se os parlamentares não cometeram nenhuma irregularidade (como eles afirmam publicamente), por que eles começaram a reduzir os gastos com viagens após o jornal ajuizar uma ação para pedir à Justiça acesso aos relatórios desses deslocamentos?
E ainda: se os vereadores não cometeram mesmo nenhuma irregularidade, por que os gastos com viagens caíram ainda mais depois que a Justiça determinou a divulgação dos relatórios e o escândalo foi revelado pelo jornal?
Se ainda restava alguma dúvida a alguém — apesar de o jornal já ter publicado as centenas de notas com gastos inflados que eram usadas pelos vereadores para engordar o valor que receberiam como ressarcimento –, o levantamento detalhado de despesas por período mostra que a ‘farra’ era um esquema generalizado na Câmara e que, graças a uma imprensa fiscalizadora e a uma população que se mostrou indignada com o que viu, parece ter chegado ao fim.
Esse levantamento, esmiuçado em reportagem publicada na página 3 da edição dessa quinta-feira, mostra que de janeiro a agosto de 2017, antes do ajuizamento da ação, o gasto médio mensal da Câmara com viagens era de R$ 19.787,85, sendo R$ 2.095,18 para vereadores e R$ 17.692,67 para servidores.
De setembro a dezembro de 2017, após o jornal ajuizar a ação, o gasto médio mensal do Legislativo caiu para R$ 11.433,02, sendo R$ 633,60 para parlamentares e R$ 10.799,42 para servidores.
A queda continuou no período de janeiro a julho de 2018, quando o gasto médio mensal da Câmara foi para R$ 8.952,96, sendo R$ 508,83 para vereadores e R$ 8.444,12 para servidores.
De agosto a dezembro de 2018, período após o escândalo ser revelado, o gasto médio mensal da Câmara despencou para R$ 2.179,16, sendo R$ 45,30 para vereadores e R$ 2.133,85 para servidores.
Os números não permitem outra conclusão. Nem as notas fiscais. Com a palavra, o MP.
Leia também:

‘Ecos da Farra’: despesas de vereadores com viagens caíram 80% em 2018

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Infor Rede Vale, quinta-feira, 10 de janeiro de 2019


Em 2017, os parlamentares receberam um total de R$ 19.295,84 para ressarcir despesas de viagens, o que representou uma média de R$ 1.607,98/mês; em 2018 o gasto foi de R$ 3.788,38, uma média de R$ 315,69/mês


Por Julio Codazzi / Gazeta de Taubaté
julio.codazzi@gazetadetaubate.com.br
Os vereadores de Taubaté reduziram em 80% as despesas com viagens oficiais no ano passado, na comparação com 2017.
O levantamento, feito pela reportagem com base em dados do Portal da Transparência, aponta que a queda foi motivada pelo escândalo da ‘Farra das Viagens’, divulgado pelo jornal em julho de 2018 e que envolveu 14 parlamentares, sendo 13 vereadores e um suplente, que inflavam gastos nas notas fiscais para engordar o valor que receberiam como ressarcimento.
Em 2017, os vereadores receberam um total de R$ 19.295,84 para ressarcir despesas de viagens, o que representou uma média de R$ 1.607,98/mês. Em 2018 o gasto foi de R$ 3.788,38, uma média de R$ 315,69/mês.
Os gastos com diárias de servidores caíram 62% no comparativo entre os dois anos – passaram de R$ 184.739,10 em 2017 (R$ 15.394,92/mês) para R$ 69.778,14 em 2018 (R$ 5.814,84/mês).
Com isso, os gastos totais, que somam os ressarcimentos dos vereadores e as diárias dos servidores, caíram 64% – de R$ 204.034,94 em 2017 (R$ 17.002,91/mês) para R$ 73.566,52 em 2018 (R$ 6.130,54/mês).
EVOLUÇÃO/ Um comparativo mais detalhado, por períodos, mostra que a queda nos gastos começou em setembro de 2017, quando o jornal ingressou com uma ação para obter acesso aos relatórios das viagens oficiais, e se intensificou depois de julho de 2018, quando a Justiça garantiu acesso aos documentos e o escândalo foi revelado.
De janeiro a agosto de 2017, o gasto médio mensal da Câmara com viagens era de R$ 19.787,85, sendo R$ 2.095,18 para vereadores e R$ 17.692,67 para servidores.
De setembro a dezembro de 2017, após o jornal ajuizar a ação, o gasto médio mensal do Legislativo caiu para R$ 11.433,02, sendo R$ 633,60 para parlamentares e R$ 10.799,42 para servidores.
A queda continuou no período de janeiro a julho de 2018, quando o gasto médio mensal da Câmara foi para R$ 8.952,96, sendo R$ 508,83 para vereadores e R$ 8.444,12 para servidores.
De agosto a dezembro de 2018, período após o escândalo ser revelado, o gasto médio mensal da Câmara despencou para R$ 2.179,16, sendo R$ 45,30 para vereadores e R$ 2.133,85 para servidores.
Em setembro, outubro e dezembro do ano passado, não foi registrado nenhum gasto de vereadores com viagens oficiais.
FARRA/ O caso revelado pelo jornal é investigado pelo Ministério Público nas esferas cível e criminal. Na esfera cível, a Promotoria já solicitou que os envolvidos devolvam aos cofres públicos as quantias recebidas indevidamente, que ultrapassam R$ 14 mil.

Infográfico


terça-feira, 18 de dezembro de 2018

Preciso de vocês porque ‘a barra vai ser pesada’, diz Bolsonaro

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Por Infor Rede Vale, quarta-feira 19 de Dezembro de 2018.

Está chegando o grande dia e mais do que nunca, preciso de vocês porque ‘a barra vai ser pesada’, informou a autoridade máxima da Política Brasileira.

Foto Reprodução/ Arquivo Pessoal Jair Messias Bolsonaro

O Presidente Jair Messias Bolsonaro em pronunciamento em sua (Página Oficial do Facebook) nesta terça-feira (18) criticou a reportagem do Jornal ‘Folha de São Paulo’ pulicado nesta segunda-feira (17) onde informava que as “Obras sacras seriam retiradas do Palácio da Alvorada a pedido de sua esposa futura primeira-dama”.

A residência oficial onde irá morar a família do presidente eleito contempla em seu Mobiliário, (05) cinco peças de simbologia católica sendo, um par de anjos barrocos tocheiros que ficam na biblioteca e outras quatro estátuas de santos que ficam entre as salas de música e de Estado.

Sempre a Folha/ Assim iniciou o pronunciamento que em poucos minutos, atingiu milhares de compartilhamentos e comentários.

Mentira/ E na matéria inclusive, eles mostram lá um quadro que está no Palácio do Planalto se quer está no Alvorada, disse (Bolsonaro).

Imagem da Nossa Senhora de Aparecida/ o presidente citou sua recente visita a Basílica de Aparecida, no interior de São Paulo onde permaneceu por cerca de 40 minutos e em seguida dirigiu-se para a Sede da TV Canção Nova,que fica em Cachoeira Paulista. Na ocasião no Santuário Nacional, Bolsonaro ganhou uma Imagem da Nossa Senhora de Aparecida que está em sua atual residência. “Minha esposa não falou absolutamente nada, eu sou Católico, ela é Evangélica e nós, nos respeitamos - assim que tem que ser, entre nós, não existe conflito religioso, somos cristãos, temos um Brasil acima de Tudo e Deus acima de Todos”. Lamentavelmente mais uma da ‘Folha de São Paulo’, concluiu Jair Bolsonaro.

Desgaste/ Outro fator também abordado pelo Mito assim chamado, é que para alguns Órgãos de Imprensa [não são todos] disse, foi de LEMBRAR que já acabou as Eleições. “O objetivo é desgastar” tudo bem, mas eu acho que este Jornalismo não é Produtivo, não é Bom para o Brasil.

Notícias Plantadas/ Outra notícia também desmentida pelo presidente Bolsonaro trata-se de uma matéria onde cita que sua esposa após conversar com (Marcela Temer) foi  ao Shopping e daí o (Senhor Lauro Jardim) disse, que ela passou em uma boutique (Moda Feminina de Grife). “Minha esposa se quer esteve lá, mas as notícias são plantadas e jogam em cima da gente e fica por isso mesmo”, completou.

Notícias que interessam/ sobre o Pacto de Migração (o chamado Pacto Global por uma Migração Segura) que teve a participação de representantes de 165 países dos 193 que integram a ONU) Bolsonaro citou a atual situação enfrentada pela França. “Acho que todo mundo sabe o que está acontecendo com a França”, está simplesmente insuportável viver em alguns locais da França e a tendência é aumentar a intolerância e nós, não queremos isto para o Brasil,  não somos contra imigrantes - mas para entrar no Brasil, tem que ter um critério bastante rigoroso caso contrário o que depender de mim enquanto Chefe de Estado não Entrarão. E nós, vamos revogar este Pacto pela Migração (Não Podemos Concordar com isto), completou.

Posse/ Meio Milhão de Pessoas estão previstas para estar na posse do Presidente Jair Bolsonaro (Na Câmara, no Planalto e no Tamarati) olha eu joguei para a Mão da Acessória - pois eu não tenho como fazer que todos possam comparecer é muita gente, fico feliz, mas não tenho como fazer isto, que todos possam compareçam nestes locais mais reservados.

Ditadores/ Nós não convidamos o Ditador Cubano e nem o Ditador Venezuelano afinal, é festa da Democracia, completou Bolsonaro.

Mais Médicos/ O rompimento do Contrato com os Mais Médicos (Venezuela e Cuba) também foram debatidos em seu pronunciamento. “Pelo que sabemos, os 200 primeiros que foram embora eram dos Agentes Cubanos ou Integrantes do Exército Cubano eram aqueles que estavam aqui (vigiando, tomando conta do trabalho escravo praticados por eles aqui dentro com a conivência de partidos) e resolveram sair antes pois poderiam com toda certeza, ser checado por nós agora em Janeiro e ter a confirmação que não tinham nada a ver com a Medicina, completou.

A verdade veio à tona/ Bolsonaro citou a denuncia que sofreu sobre o uso do WhatsApp a qual empresas teriam comprado pacotes de disparos em larga escala de mensagens no aplicativo para favorecer sua campanha à Presidência da República. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) chegou a conclusão após ouvir as 'Mídias Sociais' que não houve irregularidades de sua parte, completou Bolsonaro.

Confira a matéria na íntegra acessando aqui.


Leia também:

Farpas: Informações estão chegando erradas na cadeia, diz Bolsonaro


sexta-feira, 14 de dezembro de 2018

Boanerge quer cortar gastos e frota e ‘disciplinar’ a Câmara

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Infor Rede Vale, sexta-feira 14 de Dezembro de 2018

Em entrevista ao jornal, vereador que presidirá o Legislativo de Taubaté no biênio 2019-2020, afirmou que irá fazer uma gestão transparente; ele é um dos seis parlamentares que não estão envolvidos na ‘Farra das Viagens’

Por Julio Codazzi / Gazeta de Taubaté
julio.codazzi@gazetadetaubate.com.br
Foto: Caique Toledo/Gazeta de Taubaté

Reduzir gastos na Câmara e fazer uma gestão transparente. Essas são algumas das promessas do vereador Boanerge dos Santos (PTB), que presidirá o Legislativo de Taubaté no biênio 2019-2020.

Em seu primeiro mandato, o petebista, que é um dos seis vereadores que não estão envolvidos na ‘Farra das Viagens’, deseja reduzir a frota de veículos da Casa.
Policial militar, o parlamentar ainda planeja aumentar a “disciplina” na Câmara.
Confira abaixo a entrevista concedida por ele ao jornal.
Gazeta: O senhor anteriormente fazia parte do grupo que elegeu o Diego Fonseca em 2017. Por que decidiu sair desse grupo e ser candidato à presidência?
Boanerge: Nós participamos da eleição do Diego porque somos pró-governo, e ele foi o indicado. De lá para cá, existia um acordo para que o Nunes [Coelho] saísse candidato. Porém, fizemos uma reunião, em que foi definido que o candidato sairia daqueles 11, quem a maioria apontasse. Mas o Nunes se antecipou, desconsiderou essa reunião e se declarou [candidato a presidente]. Quando o Nunes fez isso, o Guará [Filho] se sentiu na condição de fazer o mesmo, desconsiderar a reunião, e disse que era candidato. O Guará deu uma repensada, e saiu [da disputa]. A gente via que o Nunes não ia ter quórum para ser eleito, as razões não vou citar. Por eliminação — a Graça não quer mais saber de presidência, está com os problemas dela; a Vivi [da Rádio] é um pouco afoita; o Jessé [Silva] está enfrentando os problemas dele; — e eu estou ali quieto. Assim como não tinha nenhuma pretensão de sair vereador, não tinha a intenção para a [presidência da] Câmara. Aí me apresentei, o grupo aceitou isso com naturalidade. Fiz uma primeira reunião onde tinham sete da base, todos me declararam voto. Ocorre que, a partir dessa reunião, passados uns dias, dois se mostraram indiferentes. Foi quando a gente chegou à conclusão que não poderia contar com esse dois, e nasceu uma nova candidatura, do Bobi. E aí o pessoal começou a divergir da nossa. Então eu disse: já que vocês estão procurando outras lideranças, não vou contar com vocês na mesa. Quando tomei esse posicionamento, a oposição acenou para mim. Aí as coisas foram acontecendo. Não posso impedir que a oposição vote em mim, como não podia exigir que a situação votasse em mim.
Aí você pode até me perguntar: mas a mesa [diretora] sua tem mais oposicionistas do que pessoal da situação? Tem, porque eu não consegui compor com o pessoal da situação. Oferecido foi. Como eu pretendo fazer uma coisa com isenção, presidir para 19 e não para 11, queria mostrar a minha cara. Não estou aqui para perseguir A ou B. Temos que respeitar a bandeira de cada um.
Gazeta: Como deve ser a presidência do senhor?
Boanerge: A primeira ideia é fazer uma inclusão com os vereadores, acho que estamos meio dispersos, cada um puxa a corda para um lado. Não quero me fechar no meu casulo e fazer reunião apenas com o pessoal da base. Pretendo inserir todos os 19 vereadores, salvo aqueles que não quiserem participar. Com muita transparência, muita isenção. Claro que vou ter problema, porque você gerenciar 19 cabeças, não é todo mundo que pensa igual. Mas vou procurar presidir para todos. Brigando a gente não ajuda em nada a população, não ajuda as instituições. Pretendo, por exemplo, aproximar a imprensa [da Câmara]. Eu sei que tivemos vários problemas com a imprensa, mas não acho que você se blindar é o melhor caminho. Acho que tem que ser transparência. Por exemplo, me aproximar mais do Ministério Público, das entidades, me aproximar mais da Polícia Militar. É minha bandeira, minha plataforma.
Gazeta: O senhor acha que é possível reduzir gastos?
Boanerge: Eu acho que é possível. Meu mandato começa no dia 1º [de janeiro], aí que vou sentar e ver os números. Não tenho acesso [às finanças da Casa ainda]. Cada um conduz com o jeito que acha reduzir, com o regimento. Acho que não pode ‘para os amigos tudo, e para os inimigos nada’. Não vejo vereador como meu adversário, nem político.
Gazeta: Essa era uma das principais críticas em relação ao comando atual, de que privilegiava os vereadores da base. O senhor pretende fazer diferente?
Boanerge: Não fazendo nenhuma crítica à atual gestão, tem muitas coisas que eu não concordava, mas eu nunca disse isso. Achei que muitas pessoas foram prejudicadas. Acho que posso melhorar esse relacionamento. Quero melhorar a imagem da Câmara. Por exemplo, eu sou muito pontual com horário. Fico doente quando vou presidir uma audiência e está marcada para aquele horário e não chegam as pessoas. É claro que não vou querer transformar aqui num quartel, mas vou procurar disciplinar um pouco mais a Câmara. Eu gostaria, por exemplo, que a mesa, nas sessões, estivesse uniformizada. De paletó, gravata. Não quero um cara lá de camiseta. Mas tem vereador que vem do mundo civil, não posso condená-los, mas eu tenho esse pensamento. Vou conversar com eles para ver se a gente dá mais um ar de responsabilidade no negócio. Por exemplo: passa aqui no corredor [da Câmara] agora [a entrevista foi concedida no gabinete de Boanerge], você vê o pessoal da segurança: um está com sapato outro, outro com tênis vermelho. Não recebem uniforme? O munícipe que está aqui, que olha alguém todo desleixado, é difícil. Não sei se é possível discutir isso com meus pares, com o Ministério Público, se legalmente pode-se fazer: a segurança aqui, que segurança é essa? No máximo são ascensoristas. Não estou desqualificando o pessoal, prestaram concurso. Mas não pode se chamar de segurança. Essa segurança teria que ser terceirizada. O funcionário de carreira causa prejuízo ao erário: você tem que pagar férias, 13º, licença saúde, licença gravidez, quinquênio. O terceirizado não, está ali com postura, se não vem, repõe, põe outro, não tem férias, não tem 13º. Se não vem, você paga proporcional. Fizemos isso no município [prefeitura]: a Atividade Delegada, por exemplo, é mais barata do que pagar GCM (Guarda Civil Municipal). Existe muita falta, principalmente final de semana e feriado, daí a porteira fica aberta. Você não consegue atender os postos. O policial está pronto: você paga a hora dele, não mais nenhum compromisso. O funcionário de carreira, trabalhando ou não trabalhando, ele recebe. É um círculo vicioso. Se for possível, vamos pensar numa terceirização.
Outra coisa: eu sou contrário a ter mais de 20 veículos aqui. Eu, por exemplo, uso o carro da Câmara raramente, ando muito a pé. Vereador não tem que andar de carro, salvo uma coisa ou outra. E, se anda, tem que andar com responsabilidade. Eu vou propor isso, reduzir frota. Por exemplo: temos aqui mais de 20 motoristas, um trombando com o outro. Se fosse tão fácil, deixava só motorista para o [setor] administrativo, três ou quatro, para se precisar ir a São Paulo, levar algum documento. Aí você economiza em veículos, economiza em combustível, economiza em seguro de veículos, economiza garagem, economiza manutenção. Sou a favor também de controlar os motoristas. Sai aqui agora e vê onde estão os motoristas. Está todo mundo na rua, resolvendo problema particular. Você [vereador] não tem demanda todo dia, toda hora, o dia inteiro. Deu uma folguinha… aí é gasolina que você está pagando. Então, sou a favor de controlar isso, a exemplo do que temos na Polícia Militar, que tem uma folha de controle: KM, horário, onde foi. Nós temos que parar com essa coisa de que só temos direitos. Funcionário é assim: ele ganha uma coisa hoje, amanhã quer outra. Mas quando vai cobrar responsabilidade… não estou habituado a isso. Isso não quer dizer que vou conduzir isso aqui com mão de ferro, mas algumas coisas eu preciso ajustar, chegar em um meio termo, pelo menos. Vai ser difícil, mas quero dar minha cara a isso.
Outro exemplo: vem aqui no verão, tem três ou quatro carros da Câmara ligados, com ar-condicionado, e o motorista está lá dentro. E às vezes nem está lá dentro: é só para, se precisar, o carro estar geladinho. Tá de sacanagem comigo, o carro fica duas, três horas ligado.
Quando eu vim para cá, alguns motoristas passaram por mim aqui [no gabinete], e diziam: ‘não dá para digir para ele’. Porque, as poucas vezes em que usei, os caras começaram: ‘vamos viajar’. Eu viajo quando tem necessidade. Aí ele migrava para outro [vereador]. Aí deu no que deu [em referência ao caso da ‘Farra das Viagens’, revelado pelo jornal em julho]. Só que ele [motorista] colocou o dele no bolso e não está respondendo por nada [já os vereadores são investigados pelo Ministério Público nas esferas cível e criminal]. O funcionário de carreira pensa: ‘esse cara está aqui de passagem. Eu vou ficar 30 anos aqui, talvez ele nem vá ser reeleito. Quem manda aqui somos nós’. Eles pegam uns caras inexperientes e fazem. Ele [motorista] pôs o dele no bolso, mas quem está respondendo [vereador], foi no embalo. Na prática, entendo que já acontecia [há anos], mas as coisas mudaram. Você tem que acompanhar a evolução.
Gazeta: Sobre a questão das viagens, o senhor acha que dá para reduzir o valor das diárias e dos ressarcimentos de despesas?
Boanerge: Acho que os funcionários da Câmara não ganham mal, ganham mais até que vereadores. Não só os vereadores, como também os funcionários, têm que entender que temos 14 milhões de desempregados. Eu pretendo enxugar ao máximo [as despesas], ver o que dá para ser feito, puxar daqui e dali, com a maior lisura possível. Sei que não vou ser bem-visto por isso, mas vou tentar fazer. Não posso dizer que vou fazer porque muitas vezes depende de quórum, da legislação, mas a minha vontade era de que não existisse nada disso [ressarcimento de despesas de viagem].
Mas também acho, para ser honesto, que vereador ganha muito mal. Se fizer um comparativo com Tremembé, proporcionalmente, com Pindamonhangaba, você vai ver. Até em relação ao funcionalismo, ganha muito mal. Chefe de gabinete ganha mais do que vereador.
Se eu pudesse, não teria essa frota de veículos. Mas, se tiver que ter, não compraria mais, partia para a terceirização: alugar veículos. Não tem [gasto com] manutenção, seguro. Quebrou, repõe. Agora fica essa frota aí, que aos poucos vai sendo sucateada. Isso tudo propicia a corrupção. Um contrato aqui, outro ali. Fica mais barato a locação.
Gazeta: Sobre o caso das viagens, o senhor acha que houve abuso por parte de vereadores?
Boanerge: Não vou comentar com relação a abusos, a necessidade que cada um viu para fazer seu trabalho. Não vou discutir isso. Agora eu, claro, vou orientar, não tenho piedade. Eu me viro, eu faço. Não estou obrigando ninguém a andar a pé, mas as pessoas têm que se conscientizar de que nós temos que prestar contas à sociedade. Se você não dá exemplo, fica difícil.
Gazeta: O senhor pensa em trocar a equipe de direção da Câmara?
Boanerge: Vou sentar com meu pessoal, confesso que não tomei decisão com relação a isso. Não pensei na equipe. Pode ser que a gente mantenha os mesmos, vou consultar o pessoal. Fica difícil fazer uma coisa [sozinho], daí já se torna um ditador. Em que pese eu venha de um mundo militar, sou contrário aos extremos. Sou de direita, mas de uma direita mais centralizada. Vou procurar ouvir e a competência. Não adianta nada querer trocar e colocar uma pessoa que não vai fluir.
Gazeta: O senhor pretende melhorar a transparência da Câmara?
Boanerge: Vou seguir a lei. E, ainda que não fosse lei, sou aberto a isso. Acho que a transparência tem que existir. Pediu [informação à Câmara], tem que estar ali. Senão, dá a impressão de que tem algo a esconder.
Gazeta: O senhor falou sobre salários. O senhor defende o aumento para os vereadores, na próxima legislatura?
Boanerge: Eu defendo o aumento, mas desde que tenha algumas razões. A primeira delas é fazer paralelo com as cidades [vizinhas], para pode equilibrar isso. A segunda é se eu conseguisse uma compensação muito maior do que isso para apresentar para a sociedade. Por exemplo: se eu conseguisse eliminar 20 veículos daqui, e consequentemente os motoristas, aí você faz a conta. Você tem que tirar de alguma forma. Não pode simplesmente colocar um projeto desse e não dar uma justificativa para a sociedade. Não faria isso de forma alguma aleatoriamente, da noite para o dia. Tem que ser muito bem detalhado, muito bem estudado. Mas não vou pensar nisso agora. Agora penso em equilibrar as contas. Mas futuramente, se houver uma pressão, entre aspas, dos meus pares, vou colocar isso na mesa, falar que quero contrapartida. E tem que ser uma contrapartida muito vantajosa.
Gazeta: O senhor foi eleito em um grupo que tem base, vereadores independentes e oposição. A pauta da Câmara será mais democrática?
Boanerge: Sim, pretendo democratizar as pautas. Eu tenho isenção para fazer isso. O governo tem a independência dele lá [na prefeitura], eu tenho a minha aqui. Eu pretendo sentar na mesa com 19 vereadores. Não serão só os interesses do governo, vou trabalhar para a sociedade. Se não fosse assim, não teria aberto espaço para o pessoal da oposição na mesa.
Gazeta: O senhor era diretor de Segurança do Ortiz e fez parte da Bancada do Amém. Mesmo assim, a relação vai ser de independência em relação ao prefeito?
Boanerge: Eu sou governo, mas vou democratizar a Câmara. Essa liberdade eu tenho. Eu sofri pressão para desistir da candidatura, e não desisti. Eu não era o candidato do governo. O governo tinha dois candidatos. O [Ortiz] Junior sequer participou desse processo eleitoral, não deu nenhum palpite. Ainda não identifiquei de onde veio essa pressão, mas foi internamente, não recebi nenhum telefonema, nenhuma proposta externa. Foi aqui, causando a impressão de que tinha algumas coisas obscuras. Mas, de qualquer maneira, com tudo que me propus a fazer, vou até o final.
Gazeta: O senhor citou várias vezes que vai democratizar a Câmara. Uma grande reclamação é que o acesso à Tribuna Livre é negado a moradores que fazem críticas a vereadores. O senhor pretende mudar isso?
Boanerge: Não vejo nenhum problema. Mas, a partir do momento que começa a interferir, que começa a baixar o nível… tem que ser democrático, mas não pode ser vandalismo. Se sentir que o negócio está extrapolando, aí não dá. A população não pode achar que isso aqui é uma latrina. Coisas tendenciosas, não dá. Pretendo abrir, mas com ressalvas. Tem que ter disciplina para tudo. O respeito tem que ser recíproco.
Gazeta: Grupos de moradores fazem rotineiramente protestos nas galerias da Câmara. O senhor pretende restringir isso de alguma forma.
Boanerge: Eu vou conversar com eles, porque cada ação provoca uma reação. Eu não concordo com a maneira que eles fazem [os protestos], não ligo que façam, mas acho que extrapolam um pouco. As reivindicações têm que acontecer, mas têm que ser respeitosas. Tem que ter limite. Não pode ficar ali falando coisa, atingindo vereador. Se tem alguma prova contra vereador, vai na Justiça, mas não fica ali denegrindo. As manifestações podem ocorrer, mas de forma ordeira. Acho que dá para a gente organizar as coisas.
Gazeta: O senhor está no primeiro mandato, são dois anos. Acha que vai ter dificuldade para comandar a Câmara?
Boanerge: Vou ter dificuldade sim, assim como tive na prefeitura, na polícia, aqui quando cheguei. Eu não estava preparado para ser vereador, mas você tem que se virar. Não vou dizer que estou totalmente preparado para assumir essa função, mas vou contar com meus pares, com as pessoas que já passaram pela presidência, que têm experiência. Vou fazer do meu jeito. Quando perceber que as coisas precisam de pulso, vou ter que fazer.

sexta-feira, 2 de novembro de 2018

Mães se unem e solicitam ‘Cobertura’ em Creche no Marlene Miranda

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Infor Rede Vale, sexta-feira 02 de novembro de 2018

Mães de alunos(as) da Creche II no Marlene Miranda se unem em 'PROL' de Melhorias na unidade.

Adriano Graciano o (Coletor Tigrão) esteve presente em 31 de outubro no Bairro Marlene Miranda localizado no  Município de Taubaté para falar com as Mães que se 'uniram'' para solicitar benfeitorias na Creche II.


EMEI PROFª EUNICE APP. PEREIRA PAULICCI


Localizada na José Francisco da Silva no Jardim Marlene Miranda, rua 12 a creche (EMEI PROFª EUNICE APP. PEREIRA PAULICCI (Creche II assim conhecida) trata-se de uma edificação antiga.

Conhecendo o Local/ O Prédio foi a Primeira Escola do Bairro Marlene Miranda, depois por alguns anos, foi a 'Casa do Pão' onde era ministrado cursos junto a Comunidade posteriormente foi emprestada para Escola de (Ensino Fundamental) e por um período, ficou a edificação inutilizada pelo Município até que foi reformada e entregue em Janeiro deste Ano como a atual Creche II.

Hoje são 04 salas de aula que atendem um total de 135 crianças entre o período (Integral e Parcial). Sendo Duas (02) Salas Parciais (1 de manhã e a outra no período da tarde) e Três (03) Salas Integrais.

Melhorias/ As mães informaram que desde quando a Prefeitura entregou o Prédio e começaram as aulas foi solicitado uma Cobertura na Área Externa de forma a possibilitar "Maior Comodidade e Segurança" para as Crianças que ali estudam pois para os períodos de chuvas e/ou de fortes insolação as crianças não conseguem usufruir do parque que fica na área externa da Creche.

Na LIVE conduzida pelo (Adriano) as mães dos alunos(as) solicitam junto a Prefeitura Municipal intervenção de Melhorias (Pricila) que também tem um filho na creche relatou que a própria Diretora (fez) um pedido de uma "Cobertura" para promover maior utilização do espaço externo.
Em ressalva, (Priscila) informou que a parte coberta de dentro é pequena e com isto, muitas crianças, acabam fazendo suas refeições no Sol além da água que acaba ficando quente haja vista a disposição do Sol sobre o Bebedouro colocando em [risco iminente] os alunos(as) a virem a ter um mal estar na unidade.

Água Quente/ Aproveitando o tema (faz) necessário verificar se o atual bebedouro possui Filtro.

Acessibilidade/ As mães também pedem melhorias sobre os buracos e crateras nas proximidades da creche que podem promover acidentes haja visto o 'grande fluxo' de crianças que tem no local. 
Outro fator a ser observado também nas reivindicações trata-se da 'erosão' ao lado do alambrado que pode [vir a ceder] a qualquer momento causando um acidente de maiores proporções. Lembrando que estamos entrando em épocas de fortes chuvas.

Assista na íntegra o relato das mães 




Preocupada com a situação das crianças e representando todas as mães (Pricila) também contatou o Prefeito Ortiz Junior em sua Página Oficial em 27 de Setembro de 2018 expondo sobre a situação da creche e tão logo, o Prefeito deu 'feed-back' informado-a que irá trabalhar pela cobertura.

Confira:  


Projeto/ A considerar que o Projeto de "Cobertura e Melhorias sobre Buracos e Cratera" não se faz de uma obra de Grande Impacto Financeiro tão quanto, não requer de um grande período de execução não tenhamos dúvidas que a Prefeitura Municipal representada pela Prefeito Ortiz Júnior atenderá o mais breve possível o pedido de Melhorias dessas mães que anseiam por Melhorias. 

Parabéns para todas as Mães do Marlene Miranda que estão unidas em "PROL DE MELHORIAS" para o Bairro promovendo assim, Maior Qualidade de Vida!

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