Mostrando postagens com marcador Câmara de Vereadores. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Câmara de Vereadores. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 9 de dezembro de 2019

Vereador Dito Soares de Cunha desaparece após deixar carta

Bem Vindos(as) ao Nosso Canal de Informação!

Infor Rede Vale, segunda-feira 07 de dezembro de 2019
A imagem pode conter: 1 pessoa, em pé e atividades ao ar livre
Foto: Arquivo/Pessoal
Por Anderson Vale Dia A Dia, segunda-feira (09).

Vereador Dito Soares de Cunha deixa carta à família e desaparece‼

O Vereador da cidade de Cunha Dito Soares está desaparecido da cidade, segundo informações da família, Dito deixou uma carta e desapareceu logo em seguida por volta das 3h00 da manhã desta segunda-feira.

A família e amigos está a procura do vereador, um 'boletim de ocorrência' foi registrado na delegacia na manhã de hoje.

Quaisquer informações entrar em contato nos telefones: (12) 9 9781-7965 ou (12) 9 9683-0057

quarta-feira, 16 de outubro de 2019

“Vai pra casa, vagabundo': Nota de Repúdio ao Governador João Dória

Bem Vindos(as) ao Nosso Canal de Informação!

Infor Rede Vale, quarta-feira 16 de outubro de 2019



Por Aomesp (Associação dos Oficiais Militares do Estado de São Paulo)
João Doria faz discurso sob protesto em Taubaté — Foto: Tiago Bezerra/ TV Vanguarda
NOTA DE REPÚDIO

A AOMESP – Associação dos Oficiais Militares do Estado de São Paulo repudia veementemente a forma com que foram tratados policiais militares Veteranos da Polícia Militar, os deputados estaduais Major Mecca e Gil Diniz, e o senador Major Olímpio pelo governador do Estado de São Paulo, João Doria, ontem, 15 de outubro, em Taubaté (SP). É lamentável que a maior autoridade do Estado não consiga conviver com o pensamento contrário, flertando com as mais evidentes práticas ditatoriais.

O governador chamou os Veteranos de vagabundos; os deputados de comparsas; o senador de ativista de rua. Uma simples consulta ao dicionário vai mostrar a ignorância do governador quanto ao vernáculo: Veteranos da Polícia Militar não levam vida errante no ócio; os deputados citados não compactuam com o crime; e o Major Olímpio não é um ativista de rua, mas representante de um dos poderes da República, legislando em causa de quem mantém no poder o próprio governador do Estado de São Paulo.

Leia: Chamado de 'mentiroso', Doria diz que manifestante é 'vagabundo';

Senador Major Olímpio manda um recado para Dória !!!! Para que isso governador ? Ainda quer ser Presidente da república??? Sabe quando ?? Nunca!!! Veja o Vídeo!

O que se espera de um governador é capacidade de gerenciar crises como a que estamos vivendo. No nosso caso, crise criada pelo próprio João Doria ao não cumprir promessas de campanha. Ninguém esquece de seu compromisso de reajustar o salário dos policiais militares (e dos demais integrantes das forças de segurança do Estado) logo no início de seu mandato. As manifestações que se avolumam são legítimas, democráticas e amparadas pelo artigo V da Constituição Federal: “é livre a manifestação do pensamento…”.

Veja também:

Mãe exige uma resposta do governador de São Paulo , João Doria, que chamou o pai dos seus filhos de vagabundo.
Veja o Vídeo!


Quem não vem sendo democrata é o próprio governador com inúmeros exemplos de atitudes ofensivas a milhares de pessoas honestas, cumpridoras de seus deveres, observadoras da Lei e da Ordem. Como espera que policiais militares reajam à ameaça de subtração de um de seus poucos direitos, como a quebra de paridade? Como espera que os integrantes das forças de segurança reajam com o não cumprimento da Lei, pelo governador, ao não reajustar o salário (data-base março!). Se não quer manifestações, se não quer críticas, se não quer desaprovação que tome um de dois caminhos: obedeça à Lei ou vá para casa.

A AOMESP espera que o governador João Doria retrate-se da absurda fala de ontem, em Taubaté, como, aliás, já fez em outra oportunidade, quando humilhou um oficial da Polícia Militar em pleno Quartel do Comando Geral por completo desconhecimento de sua rotina de trabalho. A AOMESP também espera que o governador João Doria cumpra sua mais recente promessa de anunciar o reajuste no próximo dia 31.

sábado, 21 de setembro de 2019

Bolsonaro tem até 4 de outubro para vetar ou sancionar lei eleitoral

Bem Vindos(as) ao Nosso Canal de Informação!

Infor Rede Vale, sábado, 21 de setembro de 2019

Se a lei for sancionada, valerá para as eleições municipais de 2020

Está nas mãos do presidente da República Jair Bolsonaro a decisão de sancionar ou vetar (total ou parcialmente) o projeto que altera regras eleitorais (Projeto de Lei 5029/19). Para valerem já nas eleições municipais de 2020, as novas regras precisam ser sancionadas até o dia 4 de outubro.

Foto: /Marcelo Camargo - Agência Brasil

A matéria é da Agência Brasil, sábado 21 de setembro de 2019 por Heloisa Cristaldo e Karine Melo - Repórteres da Agência Brasil.

A primeira versão do projeto foi aprovada pelos deputados no início de setembro com grande repercussão negativa. A reação fez com que o Senado avançasse apenas na criação de um fundo eleitoral, sem valor definido, para financiar as eleições no ano que vem. Quando o texto voltou à Câmara, os deputados excluíram alguns pontos importantes, mas mantiveram trechos que críticos da proposta acreditam que podem dar margem para caixa dois, lavagem de dinheiro, além de reduzir mecanismos de controle dos recursos.

Após negociação entre os líderes partidários, os deputados retomaram à votação de todo o texto, retirando quatro pontos. No relatório apresentado pelo deputado Wilson Santiago (PTB-PB), foram suprimidos os seguintes trechos: o que permite pagar advogados e contadores com o fundo partidário; o que aumenta o prazo para a prestação de contas partidárias; um terceiro, que viabilizaria diversos sistemas para a prestação das contas, além do Tribunal Superior Eleitoral (TSE); e um último ponto que permitia partidos serem multados por erros na prestação de contas apenas em caso de dolo, quando há intenção em cometer uma fraude.

Fundo partidário

O texto aprovado garante o fundo eleitoral para financiamento de campanha dos candidatos a prefeito e vereador nas eleições municipais de 2020. A medida estabelece que os valores do fundo serão definidos por deputados e senadores da Comissão Mista de Orçamento (CMO). O projeto de lei do orçamento de 2020, enviado pelo Poder Executivo, já prevê a destinação de R$ 2,54 bilhões para as eleições municipais.

Gastos

A medida prevê a contratação de serviços de consultoria contábil e advocatícia, inclusive em qualquer processo judicial e administrativo de interesse partidário ou de litígio que envolva candidatos do partido, eleitos ou não, com a ressalva de que estejam diretamente relacionados ao processo eleitoral.

Os recursos podem ser usados por partidos políticos para pagamento de juros, multas, débitos eleitorais e demais sanções relacionadas à legislação eleitoral ou partidária. As verbas também podem ser direcionados na compra ou locação de bens móveis e imóveis, construção de sedes e realização de reformas; e no pagamento pelo impulsionamento de conteúdos na internet, incluída a priorização em resultados de sites de pesquisa.

Doações

As doações para campanhas eleitorais são restritas às pessoas físicas. A lei atual estabelece que a doação seja feita por recibo assinado pelo doador, limitado a 10% dos rendimentos brutos desse doador referente ao ano anterior. Atualmente, é possível fazer as doações por cartão de crédito ou débito. Com a medida aprovada, parlamentares permitiram o uso de boleto bancário e débito em conta.

Propaganda partidária semestral

O texto aprovado pelos deputados prevê a volta da propaganda partidária semestral e exceções aos limites de gastos de campanhas eleitorais. A obrigação dessa veiculação em rede nacional e estadual foi extinta pela última reforma eleitoral em virtude da criação do fundo eleitoral. Em cada emissora, somente serão autorizadas inserções até que se alcance o limite diário de 12 minutos.

A medida estabelece que o partido com mais de 20 deputados federais eleitos terá 20 minutos de tempo, por semestre, para inserções nas redes nacionais e o mesmo tempo nas redes estaduais. A sigla que eleger de 10 a 19 deputados terá assegurado o tempo de 15 minutos a cada seis meses - tanto nas redes nacionais quanto estaduais. Já os partidos que tenham eleitos até nove deputados terão o tempo de 10 minutos assegurados (redes nacionais e estaduais – cada).

Participação feminina

O texto traz ainda uma mudança com relação à atividade de mulheres dentro de partidos políticos. A medida prevê que as siglas criem instituto com personalidade jurídica própria para gerir esses recursos destinados exclusivamente à participação feminina. Atualmente, a lei já determina que 5% do fundo partidário seja usado na promoção da participação das mulheres na política.

Repercussão negativa

Para a diretora de Operações da Organização Não Governamental Transparência Brasil, Juliana Sakai, a forma acelerada de tramitação e o próprio conteúdo do projeto de lei foram equivocados. Críticos ao texto aprovado se mobilizam para pressionar o presidente da República a vetar trechos da lei aprovada pelos congressistas.

“Deputados e senadores legislaram em causa própria. Eles definiram a regra do jogo de como eles vão jogar, como vão receber os recursos e aplicá-los e também como fiscalizar esses recursos. Houve um movimento forte para apressar e votar em regime de urgência, sem discutir com a sociedade.

Foram apenas quatro horas de debates no plenário [da Câmara], não tramitou em nenhuma comissão e foi direto para o Senado”, aponta a diretora.

Para Juliana Sakai, o projeto aprovado pode gerar problemas para que Justiça Eleitoral fiscalize os recursos públicos do Fundo Partidário além de abrir brechas para caixa dois e lavagem de dinheiro.

“Isso é muito grave. O projeto permite, por exemplo, o pagamento de passagens para pessoas de fora do partido. Essas novas regras dificultam que a Justiça Eleitoral analise o uso de recursos ao diminuir o controle das contas dos partidos políticos”, explicou. “Essa proposta é um ataque à transparência, são medidas que inviabilizam o controle social e surpreende que, em 2019, os parlamentares tenham a coragem de propor um texto desse nível”, completou.

Na avaliação de Juliana Sakai, o trecho do projeto que prevê novas regras para considerar um candidato inelegível é uma afronta à Lei da Ficha Limpa. O texto estabelece parâmetros para avaliar se um candidato está elegível para disputar as eleições. A definição caberá à Justiça Eleitoral que deve considerar a data da posse e não a data do registro da candidatura, embora a condição continue a ser aferida nesse momento.

“Isso está trazendo o caos para o sistema eleitoral ao viabilizar campanhas, que talvez não sejam deferidas, com dinheiro público que será gasto e candidatos que receberão votos e não serão eleitos”, disse.

Reação

Segundo senadores que fazem parte do grupo Muda, Senado (que tem 21 parlamentares), o texto final aprovado na Câmara "é uma absurda ofensa ao Senado, à democracia e à sociedade, que acompanha atônita a destruição da já combalida credibilidade da política como meio adequado para resolução de conflitos".

O grupo considera a possibilidade de tomar medidas judiciais sobre o assunto, de forma a "restabelecer o devido processo legislativo e assegurar que a democracia brasileira está acima de interesses pessoais e partidários".

A presidente da Comissão de Constituição e Justiça do Senado, Simone Tebet (MDB-MS), classificou o texto aprovado na Câmara como um "retrocesso inimaginável". Para a senadora, a sociedade tem que pressionar o presidente da República a vetar o projeto.

“É um retrocesso inimaginável numa câmara que teve 60% do seu quadro renovado. Quando a sociedade renovou a Câmara em 60%, eu imaginei que descalabros como esse, retrocessos como esse, no que se refere à transparência, publicidade do dinheiro público, a própria moralidade, não fosse mais acontecer no plenário da Câmara dos Deputados”, disse. “Cabe agora uma ampla manifestação da sociedade, um grito das ruas com pedido de veto ao senhor presidente da República para que nós, no Senado, possamos manter esses vetos”, completou.

Defesa

Já o presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), tem feito uma defesa veemente da medida. O parlamentar tem ressaltado a importância do financiamento para garantir a participação de grupos diversos na política brasileira.

Leia:- Maia diz que Fundo Eleitoral é necessário para equilibrar campanhas;

“Reafirmamos o que fizemos no outro processo em relação ao fundo. Se não tiver financiamento público, só vão financiar as campanhas quem tiver vinculado a um empresário rico. Se não tiver o fundo, é uma escolha, vamos ter só ricos ou ter gente ligado a políticos ricos”, afirmou Maia.

O deputado rebateu ainda a crítica de que a medida vai facilitar o caixa dois nas eleições. Para ele, o que pode impedir essa prática é mais fiscalização e punição.

“Não existem caminhos para facilitar o caixa dois. Os recursos eram contabilizados nos escritórios de advocacia, não tem caixa dois, está contabilizado, o que está contabilizado não é caixa dois. Você pode dizer que esse encaminhamento não é melhor, mas caixa dois não é. Ter limite ou não, não significa caixa dois. Nós precisamos é ter transparência, fiscalização firme e punição firme”, disse.

quarta-feira, 31 de julho de 2019

Gaeco realiza operação contra fraude no transporte escolar em Jambeiro

Bem Vindos(as) ao Nosso Canal de Informação!

Infor Rede Vale, quarta-feira, 31 de julho de 2019

Ação apura associação criminosa na Prefeitura de Jambeiro na licitação e execução do transporte escolar. Segundo MP, agentes da Câmara e do Executivo manipulavam concessão beneficiando parentes e amigos.
MP apontou irregularidades em contratos de concessão do transporte escolar
Foto: Edgar Rocha/ TV Vanguarda




A matéria é do Portal de Notícias G1 desta quarta-feira (31)

O Ministério Público realiza na manhã desta quarta-feira (31) uma operação que apura fraude no sistema de transporte escolar em Jambeiro (SP). Ao todo, são cumpridos 17 mandados de busca e apreensão na cidade e em outros seis municípios.

A operação 'Linha Certa' faz parte de uma investigação que apura associação criminosa na Prefeitura de Jambeiro na licitação e execução do transporte escolar. De acordo com o órgão, integrantes do Executivo e Legislativo manipulavam a licitação em benefício de parentes.

A investigação apontou que agentes públicos, principalmente de vereadores, além da vice-prefeita de Jambeiro, gerenciavam a distribuição das linhas de transporte escolar favorecendo pessoas próximas e familiares, entregando as linhas mais rentáveis. O transporte escolar na cidade é feito no modelo de concessão, com pagamento feito de acordo com o volume de alunos e viagens.

Segundo o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), a investigação identificou transferências bancárias a contas particulares de pessoas ligadas àquelas autoridades públicas, contratos firmados com possíveis “testas de ferro” e falsidade ideológica de documentos.

Há ainda relatos de irregularidades nos veículos utilizados, colocando em risco a segurança dos alunos, além de casos de sabotagem nos veículos de quem se opunha ao esquema.

Nesta manhã, policiais militares cumprem mandados de busca e apreensão na Câmara e Prefeitura de Jambeiro. Também há buscas em endereços em Caçapava, Taubaté, Jacareí, Santa Branca, Cruzeiro e Biritiba-Mirim.

O MP não informou os valores encontrados nas transferências bancárias ou a relação de cargos alvo dos mandados.

Em 2018, a Prefeitura de Jambeiro gastou cerca de R$ 933 mil no transporte de alunos, conforme dados disponíveis no site da administração municipal.

A ação conta com Promotores de Justiça, servidores do Ministério Público e policiais militares do 3º Batalhão de Ações Especiais de Polícia. O G1 tenta contato com a Prefeitura e Câmara de Jambeiro.

terça-feira, 9 de julho de 2019

Ex-prefeito e vereadores são levados para depor em operação que investiga corrupção e lavagem de dinheiro

Bem Vindos(as) ao Nosso Canal de Informação!

Infor Rede Vale, terça-feira, 09 de julho de 2019

Operação Midas da Polícia Civil cumpriu sete mandados de busca e apreensão em Colméia. Investigados terão que pagar fiança em três dias, sob pena de serem presos.

Operação investiga crimes contra o patrimônio em Colmeia — Foto: Divulgação

A matéria é do Portal de Notícias G1 desta terça-feira (09)

O ex-prefeito do município de Colméia, Pedro Clésio, a atual presidente da Câmara Municipal de Vereadores da cidade Maria Nilza e outras cinco pessoas foram levados para depor durante a operação Midas da Polícia Civil, nesta terça-feira (9). São investigados crimes contra o patrimônio público, lavagem de dinheiro, organização criminosa e corrupção.

Segundo o delegado de Colméia, Roberto Assis, responsável pela operação, além do ex-prefeito e da atual presidente da Câmara, três vereadores, um assessor jurídico e um ex-presidente da Casa também foram ouvidos. Cada um deles terá o prazo de três dias para pagar uma fiança, que varia de dois a 10 salários mínimos. Caso contrário, poderão ser presos.

O G1 tenta contato com a Câmara da cidade e com a defesa dos envolvidos.

As investigações duraram cerca de oito meses. "Recebemos denúncias de que havia corrupção entre vereadores para a aprovação de balancetes do ex-prefeito. Depois de investigações, foi descoberta uma organização envolvendo assessores jurídicos e contábeis da Câmara de Vereadores de Colméia", argumentou o delegado.

As suspeitas é que em oito anos, cerca de R$ 600 mil foram desviados em licitações fraudulentas e atividades de corrupção ativa e passiva.

Durante a operação foram cumpridos sete mandados de busca e apreensão. A operação é realizada pela Delegacia de Colméia, em parceria com a Delegacia Regional de Guaraí, a Delegacia de Repressão a Crimes de Maior Potencial Ofensivo contra a Administração Pública (Dracma) e a Delegacia de Investigação Criminal de Guaraí e Palmas.

segunda-feira, 3 de junho de 2019

Vereadores de município em MG aprovam redução do próprio salário de R$ 6 mil para R$ 1,2 mil

Bem Vindos(as) ao Nosso Canal de Informação!

Infor Rede Vale, segunda-feira, 03 de junho de 2019

Projeto de Lei aprovado prevê ainda a redução de 50% do salário do prefeito e 20% do vencimento de secretários

Proposta de redução de até 80% dos salários foi aprovada no dia 27 de maio

Foto: Reprodução/Youtube Câmara de Arcos
A matéria é do O Globo desta última sexta-feira (31).

RIO — Vereadores da Câmara Municipal de Arcos , em Minas Gerais , aprovaram nesta semana um projeto de Lei que reduz em 80% os salários do Legislativo municipal a partir de 2020. A medida diminuiu de R$ 6.149 para R$ 1.229 o vencimento dos parlamentares da cidade. O texto define ainda que a medida valerá até dezembro de 2024.

Outro projeto também aprovado pelos vereadores de Arcos na última segunda-feira prevê que o salário do prefeito, que atualmente é de R$ 24 mil, seja reduzido em 50%, e que os secretários municipais recebam em 2020 um salário 20% menor do que é hoje. O vencimento de R$ 7.900 será de R$ 6.300. O vice-prefeito também entra na lista de agentes públicos com mudanças no pagamento mensal. O salário de R$ 6400 será reduzido para R$ 5.100. Essa proposta ainda depende da aprovação do Executivo municipal.

O projeto original previa redução salarial de 20% para todos os cargos, mas após a apresentação de emendas, chegou-se ao valor aprovado. Segundo o presidente da Câmara e autor da proposta, o vereador Luiz Henrique Sabino Messias (PSD), a proposta pode economizar até R$ 4 milhões dos cofres municipais.

A função de vereador não exige a dedicação exclusiva e como exemplo disso temos essa Casa. Quase a maioria absoluta tem outras funções remuneradas. Tendo em vista a crise que atravessa a federação, o estado e o nosso municío, nada mais justo que fosse proposta essa redução — destacou o vereador durante a votação na Câmara Municipal.

segunda-feira, 27 de maio de 2019

Corrupção na Câmara de Vereadores do Conde, PB

Bem Vindos(as) ao Nosso Canal de Informação!

Infor Rede Vale, terça-feira, 28 de maio de 2019

Esquema de desvio de salários de assessores tem início com denúncia de beneficiária do Bolsa Família e culmina com a prisão de dois vereadores, um deles durante a sessão.

Polícia Civil cumpriu mandando de prisão na Câmara de Veradores do Conde, Litoral Sul da Paraíba — Foto: Divulgação/Polícia Civil

A matéria é do Portal de Notícias G1, PB de sábado, 25 de maio de 2019

Dois vereadores da cidade do Conde foram presos no dia 6 de maio de 2019 suspeitos de participarem de uma esquema de desvio de dinheiro público a partir da divisão do salário dos assessores na Câmara de Vereadores da cidade.

As prisões de Ednaldo Barbosa da Silva (PT), conhecido com Ednaldo do Cell, e Malbatahan Pinto Filgueiras (Solidariedade), o Malba de Jacumã, culminaram a Operação Cavalo de Troia, deflagrada pela Delegacia de Combate ao Crime Organizado (Deccor) e Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público da Paraíba.

A operação acontece de fato a partir do cumprimento dos mandados, mas a investigação tem início antes, quando vem a público a denúncia de que um dos vereadores suspeitos, identificado como Fernando Araújo (Avante), o Fernando Boca Louca, depõem à Polícia Civil e relata o esquema na casa legislativa da cidade localizada no Litoral Sul.

Entenda como a Polícia Civil e o Ministério Público da Paraíba descobriram o esquema de devolução de salários de assessores parlamentares contratados sem concurso público pela Câmara de Vereadores do Conde.

Beneficiária do Bolsa Família denuncia fraude

Uma beneficiária do programa Bolsa Família é identificada como funcionária da Câmara de Vereadores do Conde, no Litoral Sul da Paraíba.

A equipe do Programa Bolsa Família vai até a casa da servidora, por recebimento incompatível do benefício, e descobre que a beneficiária não cumpre expediente, nem fica com o salário de R$ 900.
Suposta funcionária da Câmara explica que fica apenas com R$ 100 e devolve o restante do salário ao vereador Fernando Boca Louca.

A suposta assessora parlamentar diz que trabalhou na campanha do vereador e que aceitou a proposta de receber R$ 100 até que o vereador conseguisse um emprego para ela.

A mulher procura a coordenação do Bolsa Família no Conde e confessa não receber o salário de assessora por medo de perder o benefício federal.

Diante da denúncia, Polícia Civil começa investigação na Câmara de Vereadores do Conde.
Investigação de suspeita de esquema de corrupção na casa legislativa do Conde se torna pública no dia 28 de março.

Vereador na mira dos investigadores

O vereador Fernando Boca Louca começa a ser investigado pela Deccor. Além da beneficiária do Bolsa Família, Polícia Civil identifica chefe de gabinete do vereador que era analfabeto.

Chefe de gabinete analfabeto confirma aos investigadores que vereador fez proposta para devolução de salário, mas que ele não aceitou.

Delegado responsável pela investigação aponta crimes de corrupção e lavagem de dinheiro, pois vereador Fernando Boca Louca usava salários dos assessores para pagamento de empréstimo contraído por ele a um ex-vereador do Conde.

Valores recolhido dos salários dos supostos assessores eram depositados na própria conta pelo vereador.

Em depoimento à polícia, Fernando Boca Louca confessa os crimes apurados até então.
Polícia Civil estima que o vereador, que recebia um salário de R$ 7.596,60, chegou a desviar aproximadamente R$ 70 mil a partir do desvio dos salários dos assessores fantasmas em cerca de dois anos.

Funcionários fantasmas que participaram do esquema podem responder pelo crime de peculato.

Mais vereadores denunciados por mesmo esquema

Em abril, no dia 17, vereador Malbatahan Pinto Filgueiras Neto, conhecido como Malba de Jacumã, é denunciado à Polícia Civil por três pessoas pelo mesmo crime de Fernando Boca Louca.

Na época, à imprensa, o vereador Malbatahan negou que esteja envolvido em qualquer esquema e que tenha recebido parte de salários dos servidores.

Primeira denúncia deu conta de que Malba de Jacumã deu R$ 700 a um eleitor ainda no período eleitoral e pediu de volta o dinheiro após descobrir que propenso eleitor iria votar em outro candidato. O eleitor informou à polícia que gastou R$ 350 e devolveu o restante.

Na segunda denúncia, uma mulher confirmou ter trabalhado por quatro meses como assessora de Malbatahan. Ela relatou que recebia R$ 400 como salário, diretamente do vereador.

A terceira denúncia, de um outro ex-assessor, deu conta de que Malba obrigava o funcionário a dividir o salário com outros cabos eleitorais dele.

Após a investigação do esquema dos salários na Câmara do Conde se tornar pública, o terceiro denunciante foi coagido pela companheira e por um assessor de Malba.

O objetivo do contato era fazer com que o ex-assessor mentisse ou negasse ser o autor de uma gravação expondo o esquema.

Fernando Boca Louca abre o jogo

Após pedido de colaboração com a investigação, Fernando Boca Louca confessa que a prática era comum e que, desde 2017, fez isso com pelo menos cinco assessores.

Ele mesmo pegava na Câmara Municipal os cheques nominais para o pagamento dos assessores e depois depositava na própria conta após falsificar a assinatura dos subordinados.

O suplente de vereador, Flávio Melo de Souza, encaminha à Câmara um pedido de cassação contra Fernando Boca Louca, por quebra de decoro parlamentar.

A Câmara acata o pedido e deve formar uma comissão processante.

Operação deflagrada e dois vereadores presos

Em 6 de maio, a Polícia Civil e o Ministério Público da Paraíba deflagram a operação Cavalo de Tróia, cumprindo dois mandados de prisão contra os vereadores Ednaldo Barbosa da Silva, Naldo do Cell, e Malbatahan Pinto Filgueiras Neto, o Malba.

O vereador Malba é preso em sua casa, na praia de Jacumã, distrito do Conde.
Naldo do Cell é preso durante a sessão na Câmara de Vereadores do Conde após Polícia Civil suspender os trabalhos na casa legislativa para cumprimento do mandado judicial.

Naldo do Cell estava pressionando e ameaçando uma ex-funcionária que tinha participado do esquema a prestar depoimento que não o envolvesse.

O vereador mandou uma assessora ir na casa da ex-funcionária que tinha sido chamada da delegacia “para que ela não fosse, porque iria se prejudicar”.

A Polícia Civil ficou sabendo da ameaça e pediu à Justiça a prisão preventiva do vereador da cidade do Conde.

Comprovantes de depósitos feitos por um ex-funcionário do vereador na conta dele, com os valores provenientes da divisão dos salários, foram apreendidos na investigação.

Audiência de custódia e prisão domiciliar

As prisões preventivas dos vereadores Naldo do Cell e Malba são convertidas em prisões domiciliares após audiência de custódia.

Juiz da Comarca do Conde, André Ricardo de Carvalho Costa, determina medidas cautelares para cumprimento de prisão domiciliar.

Entre as medidas estão a proibição de se ausentar da própria residência, de receber visitas, salvo de familiares de 1º, 2º e 3º graus e de seus advogados e de manter contato com qualquer funcionário público do Conde.

Magistrado considerou o direito à prisão especial antes da condenação definitiva em razão dos cargos que exercem.

Fernando Boca Louca renuncia ao mandato

No dia 10 de maio, o vereador Fernando Boca Louca entrega uma carta renunciando seu mandato de vereador.

Na justificativa apresentada na carta, o vereador alegou foro íntimo para o pedido.
O suplente imediato, Flávio Melo (PR), conhecido como Flávio do Cabaré, não assume pois foi preso no dia 22 de abril em cumprimento a mandados de prisão por suspeita de exploração sexual na Paraíba e em Pernambuco.

Após renúncia, segundo suplente de Fernando Boca Louca, Luiz de Bihino (PR), é convocado a assumir em até 15 dias a contar da data protocolada da carta de renúncia.

Com a renúncia de Fernando Boca Louca, o processo iniciado para cassação do seu mandato perde o objeto e deve ser arquivado.

Operação Cavalo de Troia segue aberta

A Operação Cavalo de Troia, criada para investigar membros de casas legislativas municipais que usam pessoas para desviar recursos públicos, segue ativa, longe de uma conclusão e deve se estender a outras cidades.

A operação recebeu este nome em alusão à história grega em que uma estrutura enorme de madeira em forma de cavalo é criada para esconder inimigos em seu interior.

"Assim como ocorre na história grega, o esquema de corrupção nas câmaras municipais também busca esconder em sua estrutura pessoas que praticam crimes contra a administração pública", explicou o delegado Allan Terruel.

sábado, 18 de maio de 2019

MP move ação contra vereador de SP Cláudio Fonseca por suposto enriquecimento ilícito

Bem Vindos(as) ao Nosso Canal de Informação!

Infor Rede Vale, sábado, 18 de maio de 2019

A promotoria acusa o parlamentar de ter adquirido bens, durante mandato entre 2009 e 2012, que eram incompatíveis com a renda do cargo. Vereador culpa alteração na lei para aparente diferença em seu patrimônio.

Fachada da Câmara Municipal de São Paulo, no Centro da capital — Foto: Reprodução/TV Globo

A matéria é do Portal de Informação G1 SP e TV Globo, por Beatriz Magalhães e Walace Lara, desta sexta-feira (17)

Por Beatriz Magalhães e Walace Lara, G1 SP e TV Globo

O Ministério Público do Estado de São Paulo moveu uma ação de ressarcimento de danos aos cofres públicos contra o vereador da capital paulista Cláudio Fonseca (PPS). A promotoria acusa o parlamentar de ter adquirido bens durante mandato entre 2009 e 2012, que eram incompatíveis com a renda do cargo que ocupava na Câmara Municipal.

De acordo com um levantamento feito pelo órgão de pesquisas e análises do Ministério Público (Caex), que comparou as rendas líquidas declaradas e as operações bancárias do vereador e de sua mulher, cerca de R$ 550 mil do patrimônio do casal tem origem desconhecida.

Além disso, antes de sua primeira legislatura, em 2008, o então candidato declarou à Justiça Eleitoral o valor de R$ 169 mil como patrimônio. O vereador foi eleito e permaneceu no cargo até 2012, quando se candidatou novamente. Na nova candidatura, o valor de patrimônio declarado foi de R$ 1 milhão.

Atualmente, Cláudio da Fonseca está em seu terceiro mandato como vereador. Em entrevista ao G1, ele informou que desconhecia a ação do Ministério Público e que não foi notificado, mas que está à disposição da justiça. Quanto à diferença no valor do patrimônio declarado à Justiça Eleitoral, ele informou que o motivo foi devido a uma mudança na legislação vigente.

“Em 2008, eu fui candidato a vereador e fui eleito, naquela época, a legislação exigia bens com valor presumido, não precisava registrar o valor de cada aplicação, por isso, declarei R$ 169 mil. Em 2012, quando me candidatei novamente, a legislação mudou e não era mais permitido declarar valores presumíveis, e, sim, reais, por isso, aumentou meu patrimônio”, disse ele.

sábado, 9 de fevereiro de 2019

Pimentel fez Politicagem 'Entregar Ônibus a Troco de VOTO NÃO', informou Cleitinho Azevedo

Bem Vindos(as) ao Nosso Canal de Informação!

Por Infor Rede Vale, sábado 09 de fevereiro de 2019

Frota de Ônibus abandonada pois a 'MOEDA DE TROCA' era a Compra de VOTOS!

Deputado Cleitinho Azevede/ Fiscalização IN LOCO

Denúncia/ O Deputado Estadual Cleitinho de Azevedo apresentou '01' (reiteramos um) dos Modelos de "Farra com o Dinheiro Público" que se predominou não somente no Estado de Minas Gerais mais em toda a Nação Brasileira a Famosa Compra de VOTOS!

Frota/ Centenas de de Micro-Ônibus que poderiam estar atendendo a População Mineira encontram-se parados sobre 'Galpões e até mesmo ao relento'. 

O que dizer sobre esta lastimável situação que por fim, SANGRA ainda mais a População que se desdobra para PAGAR os Compulsórios e Imorais Impostos?

Qual explicação do Governo que foi ministrado pelo Ex-Governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel (PT) tem a dar a população sobre esta INGERÊNCIA? Secretários do Poder Executivo de Minas Gerais, Vereadores assim como os Prefeitos o que estes, têm a dizer sobre este Descaso com o Dinheiro Público. Existe alguma explicação?

Em sua Live, o Deputado Cleitinho Azevedo apresentou as condições de armazenamento dos Ônibus que compõem o referido Slogan: "Veículo doado pelo Governo de Minas Gerais" ao ler esta frase, (Cleitinho) imediatamente a corrigiu conforme segue.

"Veículo doado com o Dinheiro do Contribuinte que paga Imposto Rigorosamente em Dia e Político não tem o respeito de saber direcionar para onde precisa de Dinheiro, bando de covardes", completou.


Compra de Votos/ Diante a sua Fiscalização "IN LOCO", (CLeitinho Azevedo) explicou que sobre Épocas de Campanha (Pimentel) direcionava os veículos somente para aqueles (Prefeitos/Vereadores) que declarava apoio ao seu Governo. Já os que não apoiavam, 'acabando a Eleição' virou isso ai (Centenas de Ônibus PARADOS em Galpões).

Justiça/ Pra mim denunciar (eu) tenho que falar (em referência a sua Live). "Não vou ser Omisso" já FIZ, o Requerimento" diz Cleitinho, não podemos ter mais políticos que deixam essa situação calados - peçam 'JUSTIÇA' pro Brasil para que COMECE a CONDENAR POLÍTICO QUE PEGA DINHEIRO DO POVO E FAZ ESSA SACANAGEM, informou.

Prioridade/ Tem que entregar esses ônibus para quem realmente precisa (o) próprio Secretário da Saúde já me disse e se comprometeu que vai abrir uma Sindicância para entregar para onde realmente precisa esses ônibus. 
Fazer igual o Pimentel fez Politicagem [Entregar Ônibus a Troco de VOTO NÃO] - ACABOU A PALHAÇADA em Minas Gerais chegou um cara aqui que representa vocês, concluiu o parlamentar que tem grande admiração da População visto lutar contra as Regalias na Esfera Política e conta a Corrupção deste País.


terça-feira, 1 de janeiro de 2019

2018 provou que 'não precisa' de Dinheiro Público para vencer as Eleições

Bem Vindos(as) ao Nosso Canal de Informação!

Por Infor Rede Vale, 01 de Janeiro de 2019

Olá Caríssimos(as) "Fiscalizadores e Fiscalizadoras" um Novo Ano se Inicia contudo, 2018 nos deixou um grande aprendizado sobre o (erário) pois foi comprovado diante as Eleições de 2018 que NÃO PRECISA de Dinheiro Público para vencer as Eleições.

Jair Bolsonaro toma posse como presidente do Brasil


Jair Bolsonaro, e sua esposa, Michelle Bolsonaro — Foto: Ricardo Moraes/Reuters

Um Novo Governo, Um Novo País espera a Nação Brasileira a partir desta terça-feira 01 de Janeiro de 2019.


O Fenômeno Eleitoral Jair Messias Bolsonaro não garantiu somente a sua ascensão como Presidente da República Brasileira mas também, provou para os contribuintes que a Era da Rede Social veio para 'FICAR e RETIRAR' os Bilhões de Reais destinados para o Fundo Especial para Financiamento de Campanha (FEFC), o FAMOSO “fundão eleitoral”

Baixar o Desemprego, Não Gastar Mais do que se Arrecada, Combater a Corrupção, Garantir a Transparência do Dinheiro Público e Resgatar a Confiança da Nação Brasileira compõem as Metas da Gestão Bolsonaro. 

A Nação se levantou diante a Falta de Transparência das Informações que envolvem os Recursos Públicos;

A Nação se levantou diante a Falta de Economicidade promovida por milhares de parlamentares dentre suas Regalias, Gastos Demasiados e Farras com o Dinheiro Público;

A Nação se levantou diante a Falta de Honestidade daqueles/daquelas que deveriam promover a Eficácia e o ZELO da Gestão Pública;

A Nação se levantou diante Corrupção que se Predominou diante a um Imenso Grupo Seleto de Políticos que se (auto-beneficiaram) através dos seus respectivos cargos e promoveram com isto: Contratos SUPER FATURADOS, Farra das Terceirizadas, Farra das Viagens, Nepotismo, Facilitismo, Cabide de Emprego, Propinas, Cabo Eleitoral, Funcionários Desqualificados dentre outros fatores que engessam e prejudicam diretamente a Performance da Gestão Pública bem como a Economia Brasileira.

As Promessas do Governo Bolsonaro estão contidas em/  (Proposta de Plano de Governo: O Caminho da Prosperidade), Entrevistas em Mídias Televisionadas, Promessas Feitas no Twitter e Entrevistas em Jornais Televisionados e Rádio, Promessa que consta de documento do Comitê Brasileiro de Organizações Representativas das Pessoas com Deficiência, Promessa feita em Agenda de Campanha no Rio de Janeiro, Promessas em Horário Eleitoral, Promessa feita no Facebook e em coletiva no Rio de Janeiro, Promessa feita em agenda de campanha em Araçatuba (SP) e Promessas feitas em Live do Facebook feitas pelo próprio candidato e hoje atual Presidente do Brasil Jair Messias Bolsonaro.

Conhecendo as Proposta de Plano de Governo:

Em Administração: Fazer a Reforma Política, Acabar com o Ministério das Cidades, Fazer SuperMinistério da Economia, Acabar com Indicações Políticas e Escolher Ministros por Critérios Técnicos, Ter no máximo 15 Ministério, Diminuir o número de Servidores Comissionados.

Em Direitos Humanos e Sociais:Instituir Renda Mínima, Pagar 13ª para quem recebe Bolsa Família, Criar o Funco Nacional da Pessoa com Deficiência.

Em Economia: Ter Superávit Primário em 2020, Criar Carteira de Trabalho Verde e Amarela, Desonerar Folha de Pagamento, Reduzir em 20% o Volume da Dívida, Reduzir Alíquotas de Importação e Barreiras não Tarifárias, Não Aumentar Impostos, Introduzir Modelo de Capitalização na Previdência, Simplificar a Abertura e o Fechamento de Empresas, Acabar com Unicidade Sindical, Não Recriar a CPMF, Reduzir Carga Tributária Bruta, Fazer com que os preços praticados pela Petrobras sigam os Mercados Internacionais, Acabar com o Monopólio da Petrobras na Cadeia de Produção do Combustível, Vender Ativos da Petrobras, Unificar Tributos Federais, Ter a Independência Formal do Banco Central, Fazer alíquota única de 20% no IR com Isenção até 5 Salários Mínimos.

Em Educação e Cultura: Mudar a Base Nacional Comum Curricular e Impedir a Aprovação Automática nas Escolas, Ter um Colégio Militar em cada Capital do País, Fazer Auditoria e Revisão na Lei Rouanet

Em Infraestrutura: Reduzir Custos e Prazos para Embarques e Desembarques, Fazer Repasse para Estados e Municípios Investirem em Saneamento.

Em Meio Ambiente e Agronegócio: Alterar Estrutura Federal Agropecuária, Reduzir Tempo de Liberação de Licenciamento Ambiental, Liberar Caça ao Javali, Não Alterar Lei Kandir, Titularizar Terras Indígenas e Permitir Exploração e Venda,

Em Privatizações: Privatizar ou Extinguir pelo menos 50 Estatais no Primeiro Ano de Governo, Destinar Dinheiro de Privatizações para Pagamento da Dívida Pública, Não Privatizar Caixa, Banco do Brasil, Furnas e Geração de Energia.

Em Relações Exteriores: Transferir Embaixada do Brasil em Israel para Jerusalém, Fechar Embaixada da Autoridade Nacional Palestina no Brasil, Extraditar Cesare Battisti.

Em Saúde: Criar o Prontuário Eletrônico Nacional Integrado, Fazer o Credenciamento Universal dos Médicos, Estabelecer nos Programas Neonatais em todo o país a visita ao dentista pelas gestantes, Criar a Carreira de Médico de Estado, Incluir Profissionais de Educação Física no Programa de Saúde da Família.

Em Segurança Pública: Acabar com a Progressão de Penas, Garantir Excludente de Ilicitude para Policiais e Civis, Acabar com audiência de Custódia, Acabar com Saídas Temporárias de Presos, Endurecer Legislação para Crimes Contra Mulheres, Reduzir a Maioridade Penal, Tipificar como Terrorismo Invasão de Propriedade Privada, Quebrar o Monopólio da Taurus, Reformular o Estatuto do Desarmamento, Retirar da Constituição qualquer relativização da propriedade privada.

Em Transparência: Encaminhar Medidas Contra Corrupção para o Congresso. Resgatar 'As Dez Medidas Contra a Corrupção', proposta pelo Ministério Público Federal e apoiadas por milhões de brasileiros, e encaminhá-las para aprovação no Congresso Nacional.



O Brasil Venceu 
por 
Jair Messias Bolsonaro

- 2019 é, sem sombra de dúvidas, um ano muito especial para nós e para nosso país. O ano que marca o início de uma nova era. A velha política que tanto maltratou o país e seus cidadãos dará lugar à responsabilidade, ao respeito aos brasileiros e seus valores.
- Em meio a preces e orações por realizações pessoais, acabamos nos encontrando no desejo comum de dias melhores para o país, com mais segurança, saúde, emprego, etc. É isso que nos aproxima e nos une, e esse será um dos principais fatores para que o futuro governo seja bem sucedido.
- Precisaremos de união para superar os desafios. Foi assim que chegamos até aqui, nadando contra a maré, contra mentiras, rótulos, difamação e ódio. É assim que enfrentaremos a corrupção, a violência e as velhas mazelas hoje atreladas à nossa identidade nacional.
- Estamos prontos e com muita disposicão para fazer deste país uma grande nação! Desejo a todos um feliz ano novo! Boas festas e que Deus nos abençoe! 🇧🇷




Leia também:

Candidato do Vale vence eleição sem uso de dinheiro público


Sem o uso de 'Dinheiro Público' candidato que nasceu no Município de Taubaté se elege e chega na ALESP.

Na 'Contramão' da maioria dos candidatos que defendem o uso de Dinheiro Público para Financiar Campanha Eleitoral, Sergio Victor que apostou na legenda do presidenciável João Amoêdo (NOVO) conquistou 29.909 votos e comprovou para os candidatos(as) que pleiteavam a reeleição assim como para os novos candidatos denominados a (RENOVAÇÃO) que é SIM possível vencer uma eleição sem usar o dinheiro público.

Campanha/ Em vários municípios do Vale do Paraíba e região, Sergio realizou suas campanhas diretamente nas ruas conversando e mostrando suas propostas junto aos eleitores. Outra forma também utilizada para apresentar os seus 'Projetos e Compromissos' como candidato foi através de 'Plataforma Gratuita" como por exemplo, a Rede Social do Facebook.

Direto de Minas Gerais/ Outro candidato que também chega na ALESP sem o uso do erário foi Cleitinho Azevedo (ele) que é vereador em Divinópolis é 'Respeitado e POLÊMICO' diante aos seus posicionamentos em tribuna principalmente por combater à Corrupção, Desperdícios, Farras com Dinheiro Público, Farra das Viagens e Projetos ineficientes, (Cleitinho) atingiu quase 100 Mil Votos nesta eleição.

O mesmo perfil/ Assim como fez Sergio Victor,  Cleitinho Azevedo também (possui) contato direto com a população e foi nas ruas e através de 'LIVEs'feitas através do Facebook que o candidato, atingiu um número significativo de votos.

Leia também:

- Com propostas condizentes, redução de assessores e verba de gabinete e por abrir mão de todas as mordomias e privilégios, Sérgio Victor é eleito para Deputado Estadual;

- Vereador de Divinópolis (MG) Cleitinho Azevedo explodiu nos votos e soma ao novo time da ALESP;



Postagens mais visitadas