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segunda-feira, 16 de dezembro de 2019

Justiça suspende pagamento de R$ 10 milhões de bônus natalino para funcionários da Alesp

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Infor Rede Vale, segunda-feira, 16 de dezembro de 2019

Montante foi definido pela Mesa Diretora da Casa em novembro.
Foto: Divulgação/ ALESP
A matéria é do Portal de Notícias G1 SP  São Paulo por Marina Pinhoni

A Justiça de São Paulo suspendeu nesta segunda-feira (16) o pagamento do bônus de final de ano da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp) para cada um dos 3.266 funcionários, no valor de R$ 3.100 cada, que equivale a um gasto total de R$ 10,1 milhões para os cofres públicos.

A decisão liminar da juíza Gilsa Elena Rios, da 15ª Vara da Fazenda Pública, atende a um pedido de uma ação popular movida pelo advogado Rubens Alberto Gatti Nunes.

"Não há indicação de que o ato tenha sido editado após parecer da Comissão de Finanças e votado em Plenário, o que evidencia a presença de vício de legalidade [...] Também há indício de desvio de finalidade, pois a Mesa Diretora atribuiu o pagamento excepcional na rubrica auxílio-alimentação, que possui caráter de reembolso, não incidindo sobre o valor o imposto de renda e a contribuição previdenciária", diz a decisão.

Procurada pelo G1, a assessoria de imprensa da Alesp informou que o montante já foi pago aos servidores na última sexta-feira (13).

"O abono foi pago ao funcionalismo na última sexta-feira (13) - portanto antes da expedição da liminar. A Assembleia Legislativa de São Paulo fica à disposição da Justiça para quaisquer informações que sejam necessárias", diz a nota.

Ato da Mesa Diretora

O ato que concede o bônus tanto para os servidores públicos quanto os comissionados, exceto os deputados, foi definido pela Mesa Diretora da Alesp no dia 28 de novembro.

Ele indica que "havendo disponibilidade de recursos orçamentários" a despesa deve ser atendida "excepcional e exclusivamente para o mês de dezembro de 2019, o valor estabelecido no Ato de Mesa nº 21, de 26 junho de 2019, será acrescido de R$ 3.100,00".

O bônus é pago com o valor da sobra do Orçamento deste ano que é de R$ 80 milhões. Esse é o maior valor já concedido por esse bônus desde que foi pago pela primeira vez, em 2005.

O valor, que é considerado de natureza indenizatória pelo Supremo Tribunal Federal (STF), não é tributado, ou seja, não tem desconto de imposto de renda e tributária.

Embora seja um bônus, o valor é pago no auxílio-alimentação dos servidores cujo benefício mensal é de R$ 631,14. De acordo com a assessoria de imprensa, o bônus é uma tradição, mas não foi pago em 2018, por ser ano eleitoral.

O diretor da Transparência Brasil, Manoel Galdino, que fiscaliza as contas públicas, disse que o assunto deveria ter sido discutido antes da Mesa Diretora, que é composta por cinco deputados, definir o que fazer com o dinheiro.

“Tem na verdade um desvio de finalidade nesse gasto. Um auxílio-alimentação é para auxiliar as pessoas a comprarem comidas de mercado, eventualmente sair para almoçar durante o expediente. Um valor de R$ 3 mil para a realidade brasileira obviamente não é um auxílio-alimentação, é mais do que um salário da maioria dos trabalhadores. Na realidade, é um aumento salarial temporário disfarçado. Como a gente sabe não vai incidir imposto de renda, dá até pra dizer que tem uma sonegação disfarçada”, afirmou.

Câmara Municipal

A Câmara Municipal também tem um bônus natalino para seus funcionários. O valor é de R$ 1.860 por servidor depositado na conta-salário, pago em dezembro.

Esse bônus é baseado em uma lei de 2009.E o impacto na folha de pagamento é de R$ 3,7 milhões.

quarta-feira, 16 de outubro de 2019

MP investigará Gil Diniz, do PSL, por suspeita de 'rachadinha'

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Infor Rede Vale, quarta-feira, 18 de outubro de 2019

Procuradoria-Geral de Justiça vai investigar criminalmente o deputado Gil Diniz, líder do PSL na Alesp, por 'rachadinha'

Ex-funcionário disse que presenciou devoluções de salários e gratificações, além de funcionários fantasmas do deputado; parlamentar nega. Ministério Público de Contas também apura possíveis irregularidades nos pagamentos no gabinete do deputados Coronel Nishikawa.

Por Léo Arcoverde, GloboNews — São Paulo, quarta-feira, 16 de outubro de 2019

A Procuradoria-Geral de Justiça vai investigar criminalmente o deputado Gil Diniz (PSL), líder do partido na Assembleia Legislativa (Alesp). Ele foi acusado pelo ex-funcionário Alexandre Junqueira de pedir aos assessores a devolução de uma parte do salário e das gratificações, esquema conhecido como "rachadinha".

O procurador-geral do Ministério Público de Contas, Thiago Pinheiro Lima, declarou nesta quarta-feira (16) à GloboNews que solicitará informações à Alesp para apurar, no âmbito da análise das contas do Legislativo estadual, possíveis irregularidades nos pagamentos de assessores por parte dos gabinetes dos deputados estaduais Gil Diniz e Coronel Nishikawa, ambos do PSL.

De acordo com o procurador, o pedido de informações se baseará na veiculação de notícias sobre a suposta prática de "rachadinha" nesses dois gabinetes. A suspeita já é alvo de investigações, no âmbito criminal, feitas pela Procuradoria-Geral de Justiça.

A investigação do Ministério Público de Contas é feita junto ao Tribunal de Contas do Estado de São Paulo e pode ao final, por exemplo, resultar na rejeição das contas da Alesp por parte do tribunal.

Diniz negou exigir parte da remuneração dos funcionários. Para o parlamentar, a denúncia é uma "retaliação política" de Junqueira, conhecido como Carioca de Suzano, por ter sido demitido (leia mais abaixo).

Em nota, o deputado Coronel Nishikawa disse que a denúncia é "injusta". "Com falsa alegação de prática de retenção indevida de parte de salário dos meus assessores, a denúncia infundada foi feita de forma anônima em 4 linhas", afirmou.

Nishikawa ainda diz: "o inquérito civil tramita sob segredo de justiça, mas adianto que todos os assessores apresentaram voluntariamente os extratos bancários que foram aceitos pelo desembargador que preside o referido processo demonstrando claramente a inexistência de devolução de salário."

Segundo a Procuradoria-Geral de Justiça, foram remetidas cópias do expediente à Promotoria de Justiça do Patrimônio Público para apuração de eventual ato improbidade praticada pelo parlamentar. A apuração está se desenvolvendo no âmbito criminal.

O que diz a acusação contra Diniz

Nesta terça-feira (15), Alexandre Junqueira, o ex-funcionário do deputado Gil Diniz, apresentou uma denúncia contra o parlamentar por suposta prática de "rachadinha" (clique aqui para ler mais).

Em entrevista à TV Globo nesta quarta, Junqueira reafirmou as acusações e disse que vai prová-las. Além do repasse de parte do salário, ele também disse que havia um esquema de funcionárias fantasmas no gabinete.

"Eu não fiz o repasse. Por isso que eu fui exonerado. Tudo será provado. Tudo será provado", declarou.

O ex-assessor parlamentar contou que conheceu Gil Diniz quando trabalhava como voluntário na campanha de Eduardo Bolsonaro (PSL) para deputado federal.

Conhecido como Carioca de Suzano, Junqueira disse que se aproximou dos políticos pela atuação nas redes sociais: "Na campanha eu era motorista do Eduardo [Bolsonaro] e voluntário. Dirigia para ele, e o Gil junto, fazendo campanha junto. Eu dirigia e panfletava".

Já Gil Diniz disse que Junqueira "era um mau funcionário, chegava atrasado e não tinha comprometimento com a assiduidade".

“Pode ser, sim, retaliação. Mas mais caso pessoal deste ex-assessor. Eu tenho um gabinete enxuto, com 12 assessores. Eu tenho três assessoras – as três estão aqui e sempre estão aqui. Ele [Junqueira] precisa provar o que está dizendo", afirmou o deputado, referindo-se a uma outra denúncia do ex-funcionário, segundo a qual havia "funcionária fantasma" no gabinete.
O deputado estadual Gil Diniz (PSL-SP) em seu gabinete na Assembleia Legislativa de São Paulo — Foto: Tahiane Stochero/G1

No momento em que o G1 esteve no gabinete na manhã desta quarta, havia três funcionárias mulheres trabalhando no gabinete.

O deputado nega as acusações de “rachadinha” e diz que “jamais” pediu parte do salário aos funcionários.

“Jamais [pedi], até porque a campanha está bem longe de começar e não somos candidatos a nada ainda no ano que vem. Eu sabia que uma hora iria surgir uma denúncia de nos colocar na vala comum da corrupção, sabia que isso iria acontecer, e infelizmente aconteceu. Eu estou extremamente chateado, porque era uma pessoa próxima que teve a oportunidade. Para mim, foi uma retaliação de quem está chateado pela exoneração”, afirmou.

Funcionários negam

Na manhã desta quarta, 5 dos 12 funcionários de Diniz estavam no gabinete, além do deputado e de dois advogados que defendem Diniz.

Um dos funcionários, o assessor parlamentar Felipe Carmona Cantera, negou que tenha tido que repassar parte de seu salário para o deputado.

"Nunca teve isso, isso nunca existiu [rachadinha] aqui dentro, nunca teve pagamento em dinheiro, o deputado nunca nos pediu nada. Até porque no primeiro salário, começamos dia 18 de março, e só fomos receber mais de um mês depois". O funcionário recebeu um salário bruto de R$ 14.825,10 em agosto deste ano, último dado disponível no Portal da Transparência.

As funcionárias Adriana Rêgo Barros, Sonaira Fernandes de Santana e Wagna Maria Carneiro Santos Alves também negaram devolução de parte dos salários. Elas receberam, respectivamente, os salários brutos de R$ 12.310,51, R$ 24.730,88 e R$ 9.036,86 no mês de agosto.

Negativas do deputado

Gil Diniz diz que conheceu Junqueira na pré-campanha, porque ele se voluntariou na campanha de Eduardo Bolsonaro (PSL) a deputado federal e que o levou a Brasília para a posse do presidente Jair Bolsonaro (PSL).

“Ele [o denunciante] disse que passou os últimos quatro meses em casa, como punição, e recebeu salário. Isso não é verdade, a própria rede social dele desmente, porque ele publicou nas redes sociais dele e estava me representando neste período”, afirmou o deputado.

Os advogados de Diniz mostraram posts publicados em redes sociais que seriam de Alexandre Junqueira. Os posts estão em nome de "Carioca de Suzano", como ele seria conhecido.

Diniz diz que entrará na Justiça com um processo contra o ex-assessor.

O deputado também negou que Alexandre Junqueira tivesse a Gratificação Especial de Desempenho (GED) que o ex-assessor afirmou que tinha direito. “Eu só posso repassar esta gratificação para quem já tem mais de 90 dias ou três meses de função, e ele não tinha isso. Ele não tinha nenhuma gratificação especial”, disse o deputado.

“Ele trabalhou direto comigo como voluntário desde a época da pré-campanha, sempre foi bem próximo de nós. Por isso nos parece estranha está denúncia neste momento”, acrescentou.

Diniz tomou posse em 15 de março deste ano, data do início do mandato dos atuais deputados estaduais de São Paulo. Junqueira ficou contratado de março até julho.

Acusação

O ex-assessor do deputado estadual Gil Diniz (PSL-SP), Alexandre Junqueira, apresentou uma denúncia pela suposta prática de "rachadinha" no gabinete do parlamentar na Assembleia Legislativa de São Paulo, nesta terça (15). A "rachadinha" ocorre quando um servidor repassa parte ou totalidade do seu salário ao político que o contratou. A denúncia foi encaminhada à Procuradoria-Geral de Justiça de São Paulo.

A Procuradoria-Geral de Justiça confirmou o recebimento da representação e disse que está sendo analisada pela assessoria técnica.

"Ali havia também funcionária fantasma, porque não trabalhava e apenas assinava o ponto e devolvia o dinheiro para o Deputado. Essa funcionária, amiga do Deputado há mais ou menos doze anos, recebe em troca apenas o cartão alimentação (sodexo), e aproximadamente R$ 1.500,00 (hum mil e quinhentos reais) em troca de dar seu nome para desconto do salário", diz a denúncia.

Junqueira diz que foi "punido" por se recusar a devolver parte do salário e gratificações. "Quando ele tomou posse, passei a exercer o cargo de “Assessor Especial Parlamentar”, mas, logo no início, pediram que eu devolvesse parte do meu salário e, principalmente, as GEDS (gratificações), que só foram incorporadas ao meu salário para que eu as devolvesse em dinheiro para o Deputado."

"Diante da minha recusa em devolver parte do salário e as GEDS, foi feito a proposta, após quatorze dias, de ser rebaixado para o cargo de motorista, não aceitei. E em seguida, permaneci por quatro meses em casa sem prestar quaisquer serviços, a título de punição pela minha recusa, conforme imposto pelo Deputado em questão. Ainda que eu quisesse trabalhar, fui proibido de ir ao gabinete e orientado a ali comparecer apenas uma vez por semana, para assinar a folha de ponto", completou.

Ainda segundo Junqueira, todos os assessores que recebem o salário no teto fazem rodízio das gratificações, que costumam ser sacadas em dinheiro para pagamento das contas dos apoiadores do deputado. O ex-assessor afirma que tem conhecimento de que o mesmo procedimento ocorre na liderança do PSL.

A representação foi assinada por Junqueira na segunda-feira (14), em Bali, Indonésia, e diz que o ex-assessor apresentou cópias de documentos à Procuradoria.

quarta-feira, 10 de abril de 2019

Alesp quer criar ‘auxílio-veículo’ de R$ 4,2 mil por deputado

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Infor Rede Vale, quarta-feira 10 de abril de 2019

A Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp) vai criar um “auxílio-veículo” de R$ 4.244 mensais para cada deputado que decidir abrir mão do veículo da frota da Casa. Segundo a proposta da Mesa Diretora, o valor será acrescido aos R$ 33,1 mil a que cada parlamentar já tem direito por mês como verba de gabinete.

A medida pode gerar um custo de R$ 5 milhões aos cofres públicos

A matéria foi publicada pelo Portal de Informação 'JovemPan Online', desta quarta-feira 10 de abril de 2019

O “auxílio-veículo”, que ainda precisa ser votado em plenário, pode gerar um custo de R$ 5 milhões aos cofres públicos. Em 2018, a Alesp gastou R$ 1,8 milhão com a manutenção dos automóveis da marca Chevrolet Cruze.

Segundo a assessoria da Casa, o objetivo é extinguir a frota parlamentar em um ano. Os veículos serão doados ao Fundo Social de Solidariedade do Estado de São Paulo.

Para o deputado Daniel José, do Novo, seria mais adequado que o custo com o aluguel de carros fosse descontado da verba de gabinete já existente, sem que houvesse um acréscimo de gastos. “Não é papel do Estado gerir frota de carro. Esse é o ponto central. Essa quantia será acrescida à verba, sendo que os deputados já têm uma cota de R$ 33 mil por mês”, afirmou o parlamentar. Os quatro deputados da bancada do Novo abriram mão do carro oficial.

Daniel José disse considerar o valor de R$ 4.244 elevado. “Com R$ 2 mil por mês é possível alugar um carro básico com ar-condicionado. Não precisa ser carro de luxo”, afirmou.

Ele ressaltou ainda que, além do custo do veículo, são gastos R$ 6.500 mensais com cada motorista, já que os deputados são proibidos pelo regimento de conduzir o carro. “A maioria (dos motoristas) fica parada o dia todo no estacionamento”, afirmou. Deputados do Novo também questionam o fato de cada parlamentar ter a prerrogativa de decidir onde alugar o veículo, em vez de a Casa fechar um contrato em escala.

Líder do PSDB na Assembleia, a deputada Carla Morando também abriu mão do veículo da Casa. A tucana organizou um abaixo-assinado, que já recebeu cinco mil assinaturas, para que os parlamentares que residam a menos de 100 km de distância da Assembleia abram mão do veículo. A base dela é em São Bernardo do Campo. “Austeridade financeira tem sido item fundamental em administrações públicas. Trata-se de um dever com a sociedade”, afirmou Carla.

Dos 94 deputados eleitos, 59 têm base a menos de 100 km da Assembleia – 62% do total. A economia, segundo Carla, seria de R$ 5 milhões com a medida, uma vez que proporcionaria fim dos gastos com combustível e manutenção. No mandato total, a contenção financeira seria em torno de R$ 20 milhões.

O deputado Emidio de Souza (PT) classificou a proposta de extinguir a frota como “demagógica”. “Para deputados de família rica ou classe média, o carro não faz falta. Mas para quem não é, faz. Não concordo com a extinção da frota. Acho uma medida demagógica”, afirmou. Emidio também ponderou que os carros não duram para sempre e, cedo ou tarde, têm de ser substituídos.

A deputada Janaina Paschoal (PSL) também é contra a extinção da frota. “Uso meu carro próprio, mas o veículo da Assembleia é usado para trabalho de gabinete”, disse ela.

Uma outra possibilidade ventilada por deputados é o uso do transporte por aplicativo. A ideia, no entanto, é rejeitada por parlamentaresque moram longe da capital.

Procurada pela reportagem, a assessoria da Assembleia paulista informou que a atual frota da Casa foi adquirida há oito anos e possui, em média, 350 mil quilômetros rodados.

*Com informações do Estadão Conteúdo

domingo, 6 de janeiro de 2019

Auxílio sacanagem? Deputado Cleitinho Azevedo manda recado para o Rodrigo Maia.

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Por Informação Rede Vale, domingo, 06 de Janeiro de 2019

O Deputado Estadual Cleitinho Azevedo usou as Redes Sociais neste Domingo (06) para mandar um Recado para o Rodrigo Maia (DEM) sobre a antecipação do (auxílio mudança) que totalizou

R$ 17 milhões em despesa aos Cofres Públicos.


Deputado Estadual Cleitinho Azevedo

Antecipado/ Em campanha pela reeleição, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM), antecipou o pagamento de auxílio-mudança aos deputados.
O benefício, equivalente a um salário – R$ 33,7 mil - é tradicionalmente pago ao fim do mandato, que acaba em 31 de janeiro, mas foi depositado no dia 28 de dezembro na conta dos parlamentares.

Cleitinho que também (tem o direito ao recebimento deste auxílio) informou em sua ‘LIVE’, que [não irá] aceitar (vai abrir mão) do auxílio por ele denominado como Auxílio Sacanagem.

Mencionou o parlamentar (Cleitinho) que o mesmo, irá apresentar na ALESP, um Projeto para acabar com esta pouca vergonha.

Reformas/ Estamos falando de Reforma da Previdência, mas a primeira reforma que temos que fazer neste País é a "REFORMA Política", de "Consciência Política".

Eu votei em você Bolsonaro e vou cobrar - você não vai apoiar um cara igual ao Rodrigo Maia não né? Ao invés de antecipar este benefício para ganhar voto porque o (Rodrigo Maia) não propõem um Projeto para retirar este auxílio?", concluiu.


segunda-feira, 8 de outubro de 2018

Eleições 2018: Candidato do Vale vence eleição sem uso de dinheiro público

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Infor Rede Vale, segunda-feira 08 de outubro de 2018

Sem o uso de 'Dinheiro Público' candidato que nasceu no Município de Taubaté se elege e chega na ALESP.

ALESP (Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo -  Foto por Alex Silva/ Estadão








                                                                                                                                                
Na 'Contramão' da maioria dos candidatos que defendem o uso de Dinheiro Público para Financiar Campanha Eleitoral, Sergio Victor que apostou na legenda do presidenciável João Amoêdo (NOVO) conquistou 29.909 votos e comprovou para os candidatos(as) que pleiteavam a reeleição assim como para os novos candidatos denominados a (RENOVAÇÃO) que é SIM possível vencer uma eleição sem usar o dinheiro público.

Campanha/ Em vários municípios do Vale do Paraíba e região, Sergio realizou suas campanhas diretamente nas ruas conversando e mostrando suas propostas junto aos eleitores. Outra forma também utilizada para apresentar os seus 'Projetos e Compromissos' como candidato foi através de 'Plataforma Gratuita" como por exemplo, a Rede Social do Facebook.

Direto de Minas Gerais/ Outro candidato que também chega na ALESP sem o uso do erário foi Cleitinho Azevedo (ele) que é vereador em Divinópolis é 'Respeitado e POLÊMICO' diante aos seus posicionamentos  em tribuna principalmente por combater à Corrupção, Desperdícios, Farras com Dinheiro Público, Farra das Viagens e Projetos ineficientes, (Cleitinho) atingiu quase 100 Mil Votos nesta eleição.

O mesmo perfil/ Assim como fez Sergio Victor,  Cleitinho Azevedo também (possui) contato direto com a população e foi nas ruas e através de 'LIVEs' feitas através do Facebook que o candidato, atingiu um número significativo de votos.

Leia também:

- Com propostas condizentes, redução de assessores e verba de gabinete e por abrir mão de todas as mordomias e privilégios, Sérgio Victor é eleito para Deputado Estadual;

- Vereador de Divinópolis (MG) Cleitinho Azevedo explodiu nos votos e soma o novo time da ALESP;

Bolsonaro vence em todas as cidades do Vale; Taubaté foi maior triunfo

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Infor Rede Vale, segunda-feira 08 de outubro de 2018

Candidato do PSL foi o mais votado nas 39 cidades da regiãopercentualmente, melhor resultado de Bolsonaro foi em Taubaté

Por Gazeta de Taubaté
redacao@gazetadetaubate.com.br
Se a eleição presidencial dependesse apenas dos eleitores do Vale do Paraíba, Jair Bolsonaro (PSL) e Geraldo Alckmin (PSDB) duelariam no segundo turno.
O tucano recebeu 13,55% dos votos válidos (178,4 mil) e superou Fernando Haddad (PT), que amealhou 10,33% dos válidos na região, recebendo 136,1 mil votos.
Bolsonaro liderou com folga na RMVale, com 58,78% dos votos válidos, sendo o candidato escolhido por 774,3 mil eleitores. Ciro Gomes ficou na quarta colocação no plano regional, com 117,4 mil votos e 8,91% do total de válidos.
DERROTA TUCANA/ A maior surpresa eleitoral na região foi a derrota do PSDB nas urnas em todas as cidades do Vale do Paraíba após duas eleições vencendo na maioria absoluta dos municípios.
Em 2014, o candidato tucano Aécio Neves ganhou em 38 das 39 cidades. Perdeu apenas em Cunha para Dilma Rousseff (PT). Em 2010, José Serra foi o primeiro em 33 municípios do Vale.
Nesta eleição, contudo, Geraldo Alckmin não conseguiu superar Bolsonaro em nenhum município da região, nem mesmo naqueles administrados por correligionários do tucano.
Em São José, cujos eleitores deram 231,4 mil votos a Bolsonaro, Alckmin perdeu para Fernando Haddad e Ciro Gomes. O tucano teve 37,9 mil contra 41,8 mil do petista e 39,1 mil do pedetista.
O tucano também foi derrotado por Bolsonaro em Taubaté (104,8 mil a 20,9 mil) e Jacareí (71,8 mil a 15,4 mil), mas ao menos venceu os outros dois adversários.
As três maiores cidades do Vale são administradas atualmente pelo PSDB.
VENCEDOR/ Percentualmente, Taubaté foi a cidade do Vale do Paraíba que deu a maior vitória a Bolsonaro, permitindo que o candidato do PSL vencesse no primeiro turno, se a eleição fosse apenas no município. O capitão reformado recebeu 63,36% dos votos válidos em Taubaté (104,8 mil).
Guaratinguetá foi a segunda cidade a eleger preferencialmente Bolsonaro, com 62,29% (42,5 mil votos) e Jambeiro a terceira, com 61,64% (2,2 mil votos). O candidato ainda levou 61,50% dos votos em Lorena, 61,48% em Caçapava e 61,32% em Tremembé

domingo, 7 de outubro de 2018

Eleições 2018: Sergio Victor o novo Deputado Estadual do Vale

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Infor Rede Vale, Domingo 07 de outubro de 2018

Renovação na ALESP com o Partido NOVO!

Disse (Sergio) em uma das suas postagens na Maior Rede Social do Mundo o Facebook.
'Conto com o seu apoio para derrubarmos a velha política e iniciarmos a renovação do nosso Estado'.
E assim, ouviu a população que não aguenta mais as velhas raposas que só predominam a criação de Leis para dar Nomes de Ruas, Praças e Avenidas e Leis sobre Datas Festivas.

Renovação/ Abrir Mão de todas as Mordomias e privilégios do Cargo, Cortar mais da Metade de números de Assessores, Transparência, compromisso CONTRA A CORRUPÇÃO estas são as BANDEIRAS LEVANTADAS POR ESTE CANDIDATO do Vale do Paraíba que merecidamente, alcançou Vitória e quem também ganhou foram todos os contribuintes.

Uma campanha Limpa, propostas condizentes, NÃO USOU Dinheiro Público para patrocina-lo. Isto é fazer política JUSTA - isto é ter [ciência] que a NAÇÃO BRASILEIRA PRECISA reduzir GASTOS diante da FARRA COM O DINHEIRO PÚBLICO.


Leia também:

Foto Reprodução/ Arquivo Pessoal Sergio Victor


Pra você que está cansado da corrupção do nosso país, muito prazer, meu nome é Sergio Victor, sou candidato a Deputado Estadual e meu compromisso contra a corrupção já está assinado em cartório
Juntos com o Fora Corruptos do Brasil, informou Sergio em outra publicação.







Confira os compromissos de mandato de Sergio Victor:




Cleitinho Azevedo é agora Deputado Estadual com quase 100 Mil Votos. Confira a Nota!

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Por Infor Rede Vale, Domingo 07 de outubro de 2018




Cleitinho Azevedo um dos políticos mais respeitados deste [País] estará agora representando a 'NAÇÃO BRASILEIRA' COMO DEPUTADO ESTADUAL com quase 100 MIL VOTOS.

'Honestidade, Simplicidade, Muito Trabalho, Fiscalização do Dinheiro Público, Respeito a quem lhe confio o VOTO - lhe tornou neste Domingo 07 de Outubro de 2018, Deputado'.

E quem ainda não o conhece, acompanhe-o agora como DEPUTADO e veja a "excelência dos seus trabalhos" como parlamentar.



Leia também:

Campanha de Cleitinho Azevedo sendo boicota
Recado para os politiqueiros que estão tentando boicotar minha campanha



Político precisa de dinheiro público ou vaquinha online pra fazer campanha?
Gastar bilhões com campanha e tem gente morrendo em filas dos hospitais.
Manda o político gastar com o dinheiro do próprio bolso dele, diz Cleitinho Azevedo.



Posso até não acabar com o sistema mas o sistema não me corrompe não diz Cleitinho Azevedo

Vereador de Divinópolis - MG, Cleitinho Azevedo aproveitou o espaço na Câmara Municipal para falar algumas verdades.

E os demais parlamentares dentre os 'Municípios desta NAÇÃO' sabem o que é enxugar despesas? sabem o que é 'Zelar' o Dinheiro Público? 




Vereador Cleitinho informa os Políticos 'não vão fazer' o povo de bobo mais não


Na sua cidade tem políticos que fazem farra com dinheiro público?
Como Deputado, uma das minhas propostas é acabar com essa pouca vergonha informa Cleitinho Azevedo.


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