sábado, 17 de agosto de 2019

Parquinho de Ouro: Qual a diferença do Roberto Peixoto e de Ortiz Júnior?

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Por Infor Rede Vale, sábado, 17 de agosto de 2019

Sobre a 105ª Sessão Ordinária desta última terça-feira (13) diante a sua fala na 'tribuna' a parlamentar Loreny (Cidadania) fez uma analogia de um governo ineficiente fora da lei e um governo ineficiente dentro da lei.

Vereadora Loreny
Loreny relembrou a questão do ‘Parquinho de Ouro’ ao citar um requerimento de sua autoria que trata da manutenção de parquinhos os chamados “parquinhos de ouro” porque, foram comprados a preços muito acima do que o praticado no mercado, disse a parlamentar.


Audiência de Cassação/ Diante sua fala, Loreny, fez um cumprimento aos munícipes que estavam presentes na Galeria da Câmara comemorando os 08 (oito) anos da Audiência de Cassação do Ex – Prefeito Roberto Pereira Peixoto.

E há oito anos atrás, neste dia, eu estava aqui nesta Câmara ai deste lado, sentada onde hoje a população está acompanhando desde aquela época (2011) os assuntos da Cidade e desde sempre, me interessei e não foi do dia pra noite, inclusive é objeto de estudo, é minha profissão a ‘Gestão Pública’ e hoje, se comemora ai, 08 (oito) anos daquela data e eu faço um paralelo com este requerimento inclusive, disse Loreny que faz oposição ao atual Governo.



'Casos de Corrupção’/ A gente discutia naquele dia, casos de corrupção possivelmente praticados pelo Prefeito da época Roberto Peixoto e qual a diferença do Roberto Peixoto e de Ortiz Júnior? Indagou a parlamentar.

“Na minha opinião, é a capacidade de fazer o ineficiente de forma legalizada um era ineficiente e fazia de forma ilegal o outro, ineficiente mas legaliza a ineficiência porque é mais inteligente e capaz de fazer as coisas dentro da lei e eu explico neste requerimento que inclusive discute uma fiscalização minha de primeiro ano de mandato de 2017 naquela ocasião, o Prefeito, comprou parquinhos (gangorras por exemplo) ao valor de R$ 7 Mil Reais – gangorras que custariam R$ 1.500,00 Reais”.

“Eu mesma liguei na empresa que forneceu a gangorra e me fiz de consumidora querendo comprar uma gangorra igualzinha a que foi comprada pela (Prefeitura de Taubaté) e pra mim, pra minha casa a gangorra custaria R$ 1.500,00 mais para a Prefeitura de Taubaté custou R$ 7 Mil Reais. Dava para comprar 04 (quatro) gangorras e isto é ineficiência de gestão, é fazer mau uso do Dinheiro Público é aquilo sabe a história que se aplicava antigamente a outro político o Maluf (rouba mas faz) – faz ineficiente mas faz – não acho que deva ser assim a Administração Pública paga R$ 7 Mil Reais numa gangorra mas pelo menos tem gangorra não é desta forma que eu acredito que a "Gestão Pública" deva ser feita e por isto, o paralelo de Peixoto de 08 (oito) anos atrás e da ineficiência de outro é igualzinho à diferença é a competência de fazer dentro da Lei”, descreveu a parlamentar.

"Eu estive no mês passado ou há dois meses na Polícia Federal em São José dos Campos porque esta representação minha, foi aberto um (Inquérito) pelo Ministério Público Federal e eu, fui chamada à ‘depor’ como denunciante.


Lá eu discutia com o Policial Federal e ele conversava comigo e dizia assim: “Vereadora eu posso intender a sua angustia porque de fato é nítida a ineficiência na APLICAÇÃO DO RECURSO PÚBLICO - palavras do Policial Federal, no entanto vereadora, está dentro da Lei a forma procedimental de se realizar a licitação foi feito levantamento de custo, de preço, o preço exacerbado, [SUPER FATURADO] muito acima do mercado (quatro vezes o valor praticado) mas foi feito o levantamento de preços como manda a (Lei 8.666) foi aberta a Licitação vieram os concorrentes negociaram o preço foi fechado, concluso o processo licitatório dentro da Lei”.

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Então, como eu disse, o paralelo que eu traço comemorando estes oito anos do dia, eu que estava aqui como cidadã, acompanhando a Cassação do Ex-Prefeito Roberto Peixoto o processo de cassação que resultou na não cassação a diferença é fazer gestão ineficiente, mas dentro da (Lei) sabendo manusear a Legislação e o outro fora da (Lei) por isto sendo pego de forma mais direta e mais fácil pela ineficiência no Gasto do Dinheiro do Povo de Taubaté, completou Loreny.

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