Infor Rede Vale, quarta-feira, 22 de maio de 2019
Acabo de sair da Polícia Federal, informou Loreny (CIDADANIA) em sua página Oficial do Facebook.
A parlamentar Loreny (Cidadania) utilizou as Redes Sociais nesta quarta-feira (22) para informar a população que esteve em São José dos Campos no Departamento da Polícia Federal para 'depor' sobre o caso dos parquinhos que ficou conhecido Nacionalmente como o (Parquinho de Ouro).
Saiba mais sobre o Caso.
MPF pede que PF apure se houve crime no caso ‘Parquinho de Ouro’
A matéria é do Jornal Gazeta de Taubaté, de 18 de outubro de 2018
Ministério Público Federal aponta ‘indicativo’ de superfaturamento e pede que empresas sejam investigadas; por outro lado, procurador concluiu que não houve participação de agentes públicos em eventual irregularidade
O MPF (Ministério Público Federal) pediu que a Polícia Federal investigue se houve algum crime contra a Lei de Licitações no caso conhecido como ‘Parquinho de Ouro’.
A medida foi tomada após o MPF concluir o inquérito que havia sido aberto em 2017 para apurar eventual responsabilidade de algum agente público no caso.
O procurador da República Adjame Alexandre Gonçalves Oliveira concluiu que não houve responsabilidade funcional, mas que “há indicativos que o superfaturamento dos itens de playground efetivamente ocorreu”.
Para o MPF, caberá à PF “apurar a responsabilidade penal dos representantes da empresa Brás-Movel”, responsável pelo contrato, e das demais empresas que participaram do processo licitatório em 2015.
Nessa quarta-feira, o gerente da Brás-Movel, Fabio José dos Santos, voltou a negar que tenha havido superfaturamento. “Eu tenho a minha consciência limpa. Somos uma empresa séria, familiar”.
ARQUIVAMENTO/ Ao mesmo tempo em que pediu a investigação à PF, o MPF arquivou o inquérito sobre o caso, por entender que não houve participação de agentes públicos.
No despacho de arquivamento, datado de 26 de setembro, o procurador aponta que a sindicância da prefeitura teve a mesma conclusão e que o município move uma ação na Justiça para cobrar da Brás-Movel o valor pago a mais como sobrepreço – do valor de R$ 285 mil do contrato, ao menos R$ 113 mil teriam sido excedentes.
A conclusão do MPF, no entanto, não responde dúvidas surgidas na própria sindicância da prefeitura, relacionadas à cotação de preço da licitação. Das três empresas consultadas pelo município, por exemplo, ao menos uma não prestava esse tipo de serviço e respondeu à cotação em apenas sete minutos. Não foi identificado o servidor que definiu quais as três empresas que seriam consultadas.
Também não há citação ao fato de que, em 2013, a prefeitura adquiriu brinquedos da Brás-Movel com preços semelhantes aos praticados em 2015.
Acabo de sair da Polícia Federal, informou Loreny (CIDADANIA) em sua página Oficial do Facebook.
A parlamentar Loreny (Cidadania) utilizou as Redes Sociais nesta quarta-feira (22) para informar a população que esteve em São José dos Campos no Departamento da Polícia Federal para 'depor' sobre o caso dos parquinhos que ficou conhecido Nacionalmente como o (Parquinho de Ouro).
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| Sobrepreço. Brinquedo comprado para parque municipal em 2015 - Foto: /Zeca Cobra/Arquivo Pessoal |
Sobre o MAU USO DO DINHEIRO PÚBLICO.
INEFICIÊNCIA de gestão!
Dava pra fazer mais com menos ou FAZER MAIS com o mesmo dinheiro.
Dava pra comprar 12 parquinhos pra cidade com o preço que se comprou 3. Ainda que documentalmente esteja tudo dentro da legalidade. Muitos bandidos conseguem fazer coisas dentro da lei.
Se formos falar da obra de 2 milhões e 400 do Quiririm? Se formos falar da PPP ecotaubaté que paga cerca de 6 milhões/mês e os bairros, escolas, continuam com mato alto. E sobre um contrato feito com a empresa de ônibus em 2008 e que o prefeito foi defender no tribunal de contas mesmo com o péssimo serviço prestado ao povo???
PODE ESTAR TUDO EM ACORDO COM A LEI!
Mesmo assim sobra MÁ GESTÃO e INEFICIÊNCIA na aplicação dos recursos públicos.
SEMPRE PODE MELHORAR!!!
A denúncia foi feita em 2017 pelo cidadão Zeca Cobra e meu gabinete fez seu papel de fiscalizador, averiguou, juntou e elaborou a documentação e encaminhou a denúncia aos órgãos responsáveis.
INEFICIÊNCIA de gestão!
Dava pra fazer mais com menos ou FAZER MAIS com o mesmo dinheiro.
Dava pra comprar 12 parquinhos pra cidade com o preço que se comprou 3. Ainda que documentalmente esteja tudo dentro da legalidade. Muitos bandidos conseguem fazer coisas dentro da lei.
Se formos falar da obra de 2 milhões e 400 do Quiririm? Se formos falar da PPP ecotaubaté que paga cerca de 6 milhões/mês e os bairros, escolas, continuam com mato alto. E sobre um contrato feito com a empresa de ônibus em 2008 e que o prefeito foi defender no tribunal de contas mesmo com o péssimo serviço prestado ao povo???
PODE ESTAR TUDO EM ACORDO COM A LEI!
Mesmo assim sobra MÁ GESTÃO e INEFICIÊNCIA na aplicação dos recursos públicos.
SEMPRE PODE MELHORAR!!!
A denúncia foi feita em 2017 pelo cidadão Zeca Cobra e meu gabinete fez seu papel de fiscalizador, averiguou, juntou e elaborou a documentação e encaminhou a denúncia aos órgãos responsáveis.
Confira o vídeo na íntegra!
MPF pede que PF apure se houve crime no caso ‘Parquinho de Ouro’
A matéria é do Jornal Gazeta de Taubaté, de 18 de outubro de 2018
Ministério Público Federal aponta ‘indicativo’ de superfaturamento e pede que empresas sejam investigadas; por outro lado, procurador concluiu que não houve participação de agentes públicos em eventual irregularidade
O MPF (Ministério Público Federal) pediu que a Polícia Federal investigue se houve algum crime contra a Lei de Licitações no caso conhecido como ‘Parquinho de Ouro’.
A medida foi tomada após o MPF concluir o inquérito que havia sido aberto em 2017 para apurar eventual responsabilidade de algum agente público no caso.
O procurador da República Adjame Alexandre Gonçalves Oliveira concluiu que não houve responsabilidade funcional, mas que “há indicativos que o superfaturamento dos itens de playground efetivamente ocorreu”.
Para o MPF, caberá à PF “apurar a responsabilidade penal dos representantes da empresa Brás-Movel”, responsável pelo contrato, e das demais empresas que participaram do processo licitatório em 2015.
Nessa quarta-feira, o gerente da Brás-Movel, Fabio José dos Santos, voltou a negar que tenha havido superfaturamento. “Eu tenho a minha consciência limpa. Somos uma empresa séria, familiar”.
ARQUIVAMENTO/ Ao mesmo tempo em que pediu a investigação à PF, o MPF arquivou o inquérito sobre o caso, por entender que não houve participação de agentes públicos.
No despacho de arquivamento, datado de 26 de setembro, o procurador aponta que a sindicância da prefeitura teve a mesma conclusão e que o município move uma ação na Justiça para cobrar da Brás-Movel o valor pago a mais como sobrepreço – do valor de R$ 285 mil do contrato, ao menos R$ 113 mil teriam sido excedentes.
A conclusão do MPF, no entanto, não responde dúvidas surgidas na própria sindicância da prefeitura, relacionadas à cotação de preço da licitação. Das três empresas consultadas pelo município, por exemplo, ao menos uma não prestava esse tipo de serviço e respondeu à cotação em apenas sete minutos. Não foi identificado o servidor que definiu quais as três empresas que seriam consultadas.
Também não há citação ao fato de que, em 2013, a prefeitura adquiriu brinquedos da Brás-Movel com preços semelhantes aos praticados em 2015.









