Mostrando postagens com marcador Polícia Federal. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Polícia Federal. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 22 de maio de 2019

Parquinho de Ouro: Acabo de sair da Polícia Federal, informou Loreny.

Bem Vindos(as) ao Nosso Canal de Informação!

Infor Rede Vale, quarta-feira, 22 de maio de 2019

Acabo de sair da Polícia Federal, informou Loreny (CIDADANIA) em sua página Oficial do Facebook.

A parlamentar Loreny (Cidadania) utilizou as Redes Sociais nesta quarta-feira (22) para informar a população que esteve em São José dos Campos no Departamento da Polícia Federal para 'depor' sobre o caso dos parquinhos que ficou conhecido Nacionalmente como o (Parquinho de Ouro).

Sobrepreço. Brinquedo comprado para parque municipal em 2015 - Foto: /Zeca Cobra/Arquivo Pessoal

Sobre o MAU USO DO DINHEIRO PÚBLICO.

INEFICIÊNCIA de gestão!

Dava pra fazer mais com menos ou FAZER MAIS com o mesmo dinheiro.

Dava pra comprar 12 parquinhos pra cidade com o preço que se comprou 3. Ainda que documentalmente esteja tudo dentro da legalidade. Muitos bandidos conseguem fazer coisas dentro da lei.

Se formos falar da obra de 2 milhões e 400 do Quiririm? Se formos falar da PPP ecotaubaté que paga cerca de 6 milhões/mês e os bairros, escolas, continuam com mato alto. E sobre um contrato feito com a empresa de ônibus em 2008 e que o prefeito foi defender no tribunal de contas mesmo com o péssimo serviço prestado ao povo???

PODE ESTAR TUDO EM ACORDO COM A LEI!

Mesmo assim sobra MÁ GESTÃO e INEFICIÊNCIA na aplicação dos recursos públicos.

SEMPRE PODE MELHORAR!!!

A denúncia foi feita em 2017 pelo cidadão Zeca Cobra e meu gabinete fez seu papel de fiscalizador, averiguou, juntou e elaborou a documentação e encaminhou a denúncia aos órgãos responsáveis.


Confira o vídeo na íntegra!



Saiba mais sobre o Caso.

MPF pede que PF apure se houve crime no caso ‘Parquinho de Ouro’

A matéria é do Jornal Gazeta de Taubaté, de 18 de outubro de 2018

Ministério Público Federal aponta ‘indicativo’ de superfaturamento e pede que empresas sejam investigadas; por outro lado, procurador concluiu que não houve participação de agentes públicos em eventual irregularidade

O MPF (Ministério Público Federal) pediu que a Polícia Federal investigue se houve algum crime contra a Lei de Licitações no caso conhecido como ‘Parquinho de Ouro’.

A medida foi tomada após o MPF concluir o inquérito que havia sido aberto em 2017 para apurar eventual responsabilidade de algum agente público no caso.

O procurador da República Adjame Alexandre Gonçalves Oliveira concluiu que não houve responsabilidade funcional, mas que “há indicativos que o superfaturamento dos itens de playground efetivamente ocorreu”.

Para o MPF, caberá à PF “apurar a responsabilidade penal dos representantes da empresa Brás-Movel”, responsável pelo contrato, e das demais empresas que participaram do processo licitatório em 2015.

Nessa quarta-feira, o gerente da Brás-Movel, Fabio José dos Santos, voltou a negar que tenha havido superfaturamento. “Eu tenho a minha consciência limpa. Somos uma empresa séria, familiar”.

ARQUIVAMENTO/ Ao mesmo tempo em que pediu a investigação à PF, o MPF arquivou o inquérito sobre o caso, por entender que não houve participação de agentes públicos.

No despacho de arquivamento, datado de 26 de setembro, o procurador aponta que a sindicância da prefeitura teve a mesma conclusão e que o município move uma ação na Justiça para cobrar da Brás-Movel o valor pago a mais como sobrepreço – do valor de R$ 285 mil do contrato, ao menos R$ 113 mil teriam sido excedentes.

A conclusão do MPF, no entanto, não responde dúvidas surgidas na própria sindicância da prefeitura, relacionadas à cotação de preço da licitação. Das três empresas consultadas pelo município, por exemplo, ao menos uma não prestava esse tipo de serviço e respondeu à cotação em apenas sete minutos. Não foi identificado o servidor que definiu quais as três empresas que seriam consultadas.

Também não há citação ao fato de que, em 2013, a prefeitura adquiriu brinquedos da Brás-Movel com preços semelhantes aos praticados em 2015.


quarta-feira, 16 de janeiro de 2019

Mais armas legais não significa 'diminuição da violência', o enfrentamento exige uma série de outras políticas públicas

Bem Vindos(as) ao Nosso Canal de Informação!

Infor Rede Vale, quarta-feira 16 de janeiro de 2019

Por António Ozorio, Promotor de Justiça, Ministério Público do Estado de São Paulo

Se me perguntarem se gostei do decreto que regulamenta a posse de arma é claro que vou dizer que não.

Com 30 anos de vida forense, dos quais quase 25 como promotor, a minha experiência me diz que mais armas mais problemas e cito três exemplos neste sentido: 

1) mais armas significa mais danos acidentais causados por armas de fogo; 

2) implica em mais ocorrências de crimes em momentos de ímpeto, causados no calor de conflitos; 

3) significa mais letalidade nas reações armadas a assaltos, em regra com vantagem para o assaltante, pois como sabemos, não devemos reagir a assaltos.
Contudo, estes seriam argumentos até menores se fosse verdade que com “mais armas” teríamos “menos crimes”, o que não é comprovado por nenhum estudo nacional ou internacional; ao contrário, nos países democráticos (com exceção dos EUA) há proibições de armas para o cidadão e/ou sérias restrições para a posse.
Também não há nenhuma comprovação de que as armas de fogo tenham efeitos dissuasivos e inibitórios sobre os assaltantes.
O fato é que o nosso grande e histórico problema está nas armas ilegais, que chegam aos montes e por todos os lados, cujo combate é extremamente complexo. Ou seja, os bandidos continuarão bem armados.
Mais armas legais apenas representará mais armamentismo no país, o que não significa diminuição da violência, cujo enfrentamento exige uma série de outras políticas públicas, muito mais amplas e complexas. Ao contrário, mais armas implicará em mais homicídios, violências letais e mais crimes em geral.
O que o governo fez foi cumprir a sua promessa de campanha. Ao regulamentar a posse de armas apenas gerou a falsa ilusão de que diminuirá o problema da violência. Mas as evidências provam o contrário. Quem viver verá.

quinta-feira, 27 de dezembro de 2018

Vereadores são presos em operação contra fraudes em licitações

Bem Vindos(as) ao Nosso Canal de Informação!

Infor Rede Vale, quinta-feira 27 de dezembro de 2018

Servidores e empresários também são alvo da operação. Grupo é suspeito de desviar cerca de R$ 700 mil em Porto Nacional

Vereadores são presos em operação contra fraudes em licitações em Porto Nacional

Polícia Civil cumpre nove mandados de prisão contra parlamentares, empresários e servidores públicos. Operação é realizada em Porto Nacional e Palmas.

As informações são do G1 Tocantins, publicado em 27/12/2018 às 08h30 horário de Brasília

Policiais cumprem mandados de prisão contra vereadores, servidores e empresários — Foto: Reprodução
Três vereadores e o secretário municipal de governo de Porto Nacional, cidade a 66 km de Palmas, foram presos nesta quinta-feria (27), em uma operação contra fraudes em licitações da câmara municipal. Foram detidos os vereadores Adael Oliveira Guimarães (PSDB), Emivaldo Pires de Souza (PTB), Jean Carlos da Silva (PV) e o secretário Geylson Neres Gomes (MDB), que também integrava a Câmara e está licenciado.

Porto Nacional fica na região central do estado. A Câmara de Vereadores é composta por 11 parlamentares.

A polícia informou que também cumpriu mandados de prisão contra um ex-vereador que teve o mandato cassado; dois servidores da Câmara, além de um empresário do ramo de informática.

O G1 busca contato com a defesa dos parlamentares e com a Câmara de Vereadores.

Ao todo são cumpridos nove mandados de prisão na operação. Destes, oito pessoas já foram presas. A Polícia Civil faz buscas para prender um ex-vereador, que também já foi secretário municipal.

Também são cumpridos oito mandados de busca e apreensão em Porto Nacional e em Palmas. A operação é um desdobramento da Negócio de Família, deflagrada pela Polícia Civil no dia 17 deste mês e que começou a investigar o crime de fraude em licitação na Câmara de Vereadores.

Segundo a polícia, a operação recebeu esse nome porque o suposto esquema teria envolvido três pessoas da mesma família e um amigo. O grupo teria desviado cerca de R$ 700 mil.

Na época da operação, o delegado Wagner Siqueira explicou que o grupo é suspeito de montar empresas para concorrer em processo licitatório na Câmara.


“O grupo possuía quatro empresas com o objetivo supostamente de fraudar o caráter competitivo, participando das licitações de equipamentos de informática e de telefonia. Na ocasião, eles provavelmente combinavam os preços para sagrar-se vencedores nas licitações”, afirmou o delegado.

sábado, 3 de novembro de 2018

Empresário de Miraí se desculpa por ameaças a Sérgio Moro. Eleitores dizem que caso será levado à Polícia Federal

Bem Vindos(as) ao Nosso Canal de Informação!

Infor Rede Vale, sábado 03 de novembro de 2018

Por Mídia Mineira, publicado em sexta-feira, 02 de novembro de 2018

Empresário e Político miraiense se colocava à disposição do PT para eliminar o Juiz Sérgio Moro. Eleitores de Bolsonaro de SP dizem que caso será levado à Polícia Federal


Uma postagem do empresário e político miraiense Carlos Roberto Rodrigues Vieira, o "Carlinhos Francelino", onde ele ameaçava de morte o juiz Sérgio Moro, viralizou nas redes sociais e chegou até Bolsonaro nesta quinta-feira (1º).

Usando sua rede social o empresário escreveu: "Se me der condições eu mesmo me proponho a elimar [eliminar] este bandido que usou o cargo para perseguir o PT, se o partido não tiver homens de coragem para matá-lo é só me contatar [contratar], estou disposto a morrer somente para conseguir matar esta delinquente... Pode me encher de explosivos que chego perto dele e aciono os explosivos e morro junto com ele" (sic). Em outra postagem, ele disse que Moro nunca foi juiz, que seria político de carteirinha e que poderia morrer pela vaidade de ser politico. "Fora do ninho vai ser presa fácil", escreveu.


A publicação tomou proporções nacionais e revoltou eleitores de São Paulo e do Rio de janeiro. Nossa redação recebeu centenas de mensagens sobre o caso e conversamos com uma eleitora de São Paulo que nos disse que deverá levar o caso para a Polícia Federal até segunda-feira. Ela pretende pedir investigações também sobre a vida do empresário de Miraí. Segundo ela, a deputada estadual eleita com maior números de votos da história, Janaina Paschoal, já tomou conhecimento do assunto e deverá tomar providências.


O Site Mídia Mineira tentou entrar em contato com o empresário mas as ligações não foram atendidas. Pela sua rede social, Carlinhos se desculpou por volta das 11 horas desta sexta (2). Segundo o empresário, foi um momento de revolta, que nunca teve a intenção de fazer mal a ninguém e que todos estão sujeitos a erros. Confira abaixo o esclarecimento de Carlinhos na íntegra:

"Quero esclarecer a todos que referente minha postagem públicada que constava mesmo que no sentido perjorativas ameaça ao juiz Sérgio Moro, nunca tive e não tenho nenhuma intenção de fazer qualquer coisa nesse sentido, muito menos tenho índole para praticar e viver este tipo de comportamento descritas por mim, são na realidade palavras perjorativas, diante de leituras da própria rede sociais, nunca teria um comportamento tão desumano deste, todos nós estamos sujeitos a falar coisas absurdas no momento de revolta com situações Política que nos assola há décadas. Mas me sinto no dever e obrigação de retratar do meu erro, peço desculpas a todos que foram ofendidos, me colocando a disposição para qualquer esclarecimento que se fizerem necessários". (sic).



quinta-feira, 6 de setembro de 2018

Atentado: Jair Bolsonaro é esfaqueado

Bem Vindos(as) ao Nosso Canal de Informação!

PF abre inquérito para investigar atentado contra Bolsonaro em Juiz de Fora

Candidato do PSL foi atacado com uma faca durante ato de campanha no município da zona da mata de Minas Gerais. Agressor foi preso e conduzido para sede da PF em Juiz de Fora.

Por G1, Brasília

A Polícia Federal (PF) divulgou nota nesta quinta-feira (6) para informar que abriu inquérito para investigar o atentado contra o candidato do PSL à Presidência, Jair Bolsonaro, em Juiz de Fora (MG). O presidenciável foi atacado com uma faca durante um ato de campanha no centro da cidade da zona da mata mineira.

Bolsonaro é atendido em hospital de Juiz de Fora após ser alvo de facada (Foto: Arquivo pessoal, G1).

Veja o momento em que Bolsonaro é esfaqueado



No comunicado, a assessoria da PF afirma que Bolsonaro estava sendo escoltado na agenda eleitoral em Juiz de Fora por policiais federais (leia a íntegra da nota ao final desta reportagem).

O agressor, segundo a Polícia Federal, foi preso em flagrante e conduzido para a sede da corporação na cidade.

De acordo com a Polícia Militar de Minas Gerais, o suspeito de ter dado a facada foi identificado como Adélio Bispo de Oliveira. Ainda segundo a PM, ele foi espancado por apoiadores de Bolsonaro e está muito machucado.

Adélio Bispo de Oliveira, suspeito de esfaquear o candidado a presidente Bolsonaro (Foto: Divulgação/Polícia Militar


Atentado

Jair Bolsonaro levou uma facada na região da barriga durante uma caminhada eleitoral no centro de Juiz de Fora, por volta das 15h40 desta quinta-feira (6).

O candidato do PSL foi levado para a Santa Casa de Misericórdia do município mineiro. O hospital não informou o estado de saúde do candidato. De acordo com um dos filhos de Bolsonaro, o deputado estadual Flavio Bolsonaro, o ferimento foi superficial e o presidenciável passa bem.

Em entrevista à GloboNews, Flavio Bolsonaro afirmou que o pai levou seis pontos. A TV Globo apurou, no entanto, que Bolsonaro foi levado para a sala de cirurgia e será operado. Há suspeita de lesão no fígado e na alça intestinal.

Leia abaixo a íntegra da nota divulgada pela PF:

A Polícia Federal informa que o candidato à Presidência da República, Jair Messias Bolsonaro, contava com a escolta de policiais federais quando foi atingido por uma faca durante um ato público na cidade de Juiz de Fora/MG.

O agressor foi preso em flagrante e conduzido para a Delegacia da PF naquele município. Foi instaurado inquérito policial para apurar as circunstâncias do fato.


Postagens mais visitadas