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segunda-feira, 12 de fevereiro de 2018

Economia e administração: mercado e poder.

Bem Vindos(as) ao Nosso Canal de Informação!

Ambas são ciências que têm como preocupação fundamental os bens econômicos ou os recursos existentes em uma sociedade.

Fonte: Jusbrasil Publicado por Alexis Gabriel Madrigal


Infor Rede Vale, Alexis Madrigal

A economia e a administração têm como objeto comum o estudo da produção, circulação e distribuição de bens econômicos. Ambas são ciências que têm como preocupação fundamental os bens econômicos ou os recursos existentes em uma sociedade. Ambas concentram sua atenção no trabalho, como produtor de riqueza, e nas formas pelas quais se coordena o trabalho, se assegura a circulação dos bens produzidos pelo trabalho, e se determina a distribuição desses bens entre trabalhadores diretos, administradores e proprietários dos meios de produção.

A economia política define-se historicamente como autônoma, no momento em que o capitalismo competitivo, já de base industrial, torna-se o modo de produção dominante nas formações sociais européias e, particularmente, na Inglaterra, em seguida à formação dos estados nacionais no período mercantilista. Na verdade, a formação dos estados nacionais e, principalmente, a predominância do capital industrial competitivo, a partir da segunda metade do século XVIII, eram duas condições essenciais para o desenvolvimento da economia política como ciência. A partir desse momento, os sistemas econômicos nacionais, além de possuírem um princípio estrutural básico comum a todos os modos de produção - o valor-trabalho como determinante básico dos preços - passavam a ter um principio de coordenador fundamental: o mercado, a competição.




De fato, todos os modos de produção têm em comum o fato estrutural, segundo o qual só o trabalho produz riqueza. Em conseqüência, a quantidade de trabalho, incorporada de forma direta ou indireta em cada bem, determina basicamente o preço pelo qual estes bens serão trocados. Os bens de produção ou bens de capital são sempre trabalho acumulado. Excedente ou trabalho-excedente são os bens que, em virtude do aumento da produtividade do trabalho, excedem ao consumo necessário dos trabalhadores. É o excedente que poderá ser apropriado pela classe dominante e, em seguida, utilizado em consumo de bens de luxo, ou na construção de templos e palácios, ou na acumulação de produção, ou nas despesas militares. Nos modos de produção anteriores ao capitalismo, a aplicação do excedente em gastos militares é mais importante do que qualquer outra para a classe dominante porque é a força militar direta, o potencial de violência dos senhores, que vai garantir sua participação privilegiada na renda. Em termos mais simples, é o poder das armas que assegura a apropriação do excedente pela classe dominante nas formações pré-capitalistas.

Com o capitalismo e com o processo de generalização da mercadoria, ou seja, de transformação de todos os bens, inclusive a própria força de trabalho, em mercadorias para serem vendidas no mercado, o princípio de coordenação do sistema econômico e, particularmente, de distribuição da renda deixou de ser diretamente o poder das armas, a violência dos senhores ou dos príncipes, para se tornar a competição no mercado, a chamada lei da oferta e da procura. Esta lei, obviamente, não derrogava o princípio estrutural do valor-trabalho a determinar basicamente o preço dos bens, mas o complementava por um princípio de coordenação automático, representado pelo mercado competitivo. Este fato novo irá permitir aos grandes economistas clássicos - Smith, Quesnay, Ricardo, Say e principalmente Marx - desvendar a natureza do funcionamento econômico do sistema capitalista.

Até hoje, por mais que alguns economistas falem em uma ciência positiva da economia, a teoria econômica continua a ser um instrumento ideológico fundamental da classe dominante. Como instrumento científico é provável, inclusive, que ela tenha perdido um pouco de seu valor, em virtude das enormes transformações pelas quais passaram os sistemas econômicos nestes dois últimos séculos. A contribuição dos economistas contemporâneos, e principalmente de Keynes, sem dúvida permitiu uma grande atualização da teoria econômica neste século, mas não parece que tenha sido suficiente para recuperar o valor explicativo da economia política, na medida em que sua base - o mercado - perdia, a cada dia, importância no mundo moderno.

Como instrumento ideológico a serviço da burguesia, entretanto, a economia política continua plenamente atuante. Seus principais postulados são muito claros. A livre iniciativa é o bem fundamental; a concorrência garante automaticamente desenvolvimento, estabilidade e justa distribuição de renda; a liberdade política é função da liberdade econômica; o salário é um pagamento proporcional à produtividade do trabalho, corresponde ao esforço e à capacidade de trabalho de cada indivíduo; os lucros são a remuneração da poupança prévia e do risco; a mobilidade social é a forma meritocrática de se garantir a justiça social; a inflação é o resultado da incompetência do governo; a estatização é um mal em si. São esses, entre outros, os fundamentos ideológicos da burguesia, os quais têm como base os ensinamentos da economia política. Estes fundamentos continuam a ser ensinados em todas as escolas de economia, estão presentes em todos os livros-textos, transparecem em todos os discursos da burguesia ou de seus representantes.




Observe-se, entretanto, que, no plano ideológico, enquanto a economia política se constituía em uma ideologiapura, na medida em que era a manifestação superestrutural de uma formação social, onde o modo capitalista de produção era amplamente dominante, a ciência da administração é uma ideologia mista, na medida em que é fruto de uma formação social também mista: o capitalismo monopolista. De fato, o capitalismo monopolista é uma forma de transição entre o modo de produção capitalista e o tecnoburocrático. A tecnoburocracia, que emerge nas grandes empresas e no Estado moderno, está, ao mesmo tempo, a seu próprio serviço e a serviço da burguesia, a quem primeiro serve, depois se alia, e afinal domina.

Por essa razão vemos ainda, na ciência da administração, um grande número de velhos elementos da ideologia burguesa, ao lado das características mais modernas da ideologia tecnoburocrática. O lucro não é condenado, mas afirma-se que ele deixou de ser o critério único do sistema capitalista, sendo agora mais importante a expansão da organização. O empresário é ainda uma figura respeitável, ainda que os herdeiros sejam desprezados e o administrador profissional seja o novo herói do sistema. O mercado e a concorrência são ainda valores legítimos, ainda que tudo se faça para substituí-los pelo planejamento da produção e pelo controle das variáveis mercadológicas que afetam a empresa.

Conclusão:
Para Madrigal, a administração de empresas distingue-se da administração pública, na medida em que a primeira se interessa pelas unidades produtivas, enquanto que a segunda tem como objeto o aparelho do Estado, do qual devem ser excluídas as empresas estatais. A administração pública, por sua vez, pode concentrar sua atenção no aumento da racionalidade interna do aparelho burocrático estatal, ou pode orientarse para o estudo das politicas públicas definidas pelo governo, ou seja, pela elite dirigente do Estado. Nesse momento, a administração pública aproxima-se ainda mais da ciência política e da economia política.

No limite, na medida em que a sociedade tenda a se estatizar de forma total, administração pública, ciência política e economia política deixam de ter objetos de estudo e áreas de atuação claramente distintas. Mas é arriscado prever esse limite porque, mesmo em uma formação social onde o modo estatal ou tecnoburocràtico de produção é claramente dominante, é possível separar o Estado da sociedade. E a consciência de que esta separação é essencial para a liberdade e a democracia é comum tanto às ideologias burguesas quanto às socialistas. Só uma ideologia tecnoburocrática extremada poderia ignorar este fato.

Em síntese, a ciência econômica está associada ao capitalismo e ao processo de generalização da mercadoria, ocorrido no fim do século XVIII. Tem como objetivo a produção, a circulação e a distribuição de bens, e, como princípio de coordenação, o mercado e a concorrência. Enquanto ideologia, está a serviço da burguesia que, no início do século XIX já assumira plena autonomia como classe, já era uma classe para si. Já a ciência da administração está associada ao capitalismo monopolista e ao controle da produção pelas organizações burocráticas, a partir do início do século X. Tem também como objetivo á"produção, circulação e distribuição de bens, mas ao nível de cada empresa, ou de cada organização burocrática e seu princípio de coordenação não é o mercado, mas o poder. Enquanto ideologia, a ciência da administração tem caráter misto: está a serviço da tecnoburocracia, mas, ainda, ou subordinada ou associada à burguesia.

Referências:
BOYD, D.; CAPORALE, G.M.; SMITH. R. Real exchange rate effects on the balance of trade: cointegration and the Marshall-Lerner condition. International Journal of Finance and Economics, v. 6, n. 3, p. 187-200, 2001.

EICHENGREEN, B. The real exchange rate and economic growth. Comission on Growth and Development, 2008. (Working Paper, n. 4).

FERREIRA, A.; CANUTO, O. Thirlwall’s law and foreign capital in Brazil. Momento Econômico, 125, p. 18-29, 2003.

MORANDI, L.; REIS, E. Estoque de capital fixo no Brasil, 1950-2002. In: ENCONTRO NACIONAL DE ECONOMIA - ANPEC, 22, 2004. Anais.

SOLOW, R. M. A contribution to the theory of economic growth. The Quarterly Journal of Economics, v. 70, n. 1, p. 65-94, 1956.



Alexis Gabriel Madrigal, Gestor Público

Gestor Público e Escritor
Sou acadêmico de Gestão Pública e Ciências Jurídicas e tenho um apreço imenso pela ciência jurídica e pelo ordenamento jurídico brasileiro, bem como pela nossa Constituição Federal.

quinta-feira, 25 de janeiro de 2018

Horário de verão, dicas para economizar energia

Bem Vindos(as) ao Nosso Canal de Informação!

Infor Rede Vale, quinta-feira, 25 de janeiro de 2018

Os créditos deste excelente conteúdo é do Professor de Eletrotécnica e entusiasta de tecnologia Henrique Mattede.


A principal ideia do horário de verão é ajudar a economizar energia elétrica, entre outros benefícios para o setor elétrico, além dessa iniciativa pequenas mudanças no nosso dia a dia podem contribuir e muito para essa economia.


Todos vivemos em um período em que a tecnologia domina nossas vidas em muitas áreas, gostamos do conforto que a tecnologia nos proporciona, toda essa tecnologia e conforto não seriam possíveis senão existisse a eletricidade. Muitos de nós não queremos que essa tecnologia se acabe, eu não quero, mas se mantermos o atual nível de consumo irresponsável toda essa tecnologia e conforto ficarão cada vez mais caros.

Não precisamos abrir mão disso basta usarmos nossa energia elétrica de maneira consciente, assim todos teremos sempre acesso a energia elétrica.

Alguma dicas podem ser aplicadas em nosso dia a dia de maneira a economizar energia, você ajuda ao meio ambiente e ao seu bolso também, veja algumas dias simples que podemos aplicar em nossa casa:


Iluminação:


Ambiente escuro e cortinas fechadas.
  • Cortinas: Sempre que possível abra as cortinas de sua casa, a iluminação natural é sempre mais saudável para o organismo dessa forma você evitará de acender luzes artificiais em sua casa durante o dia.
  • Evite usar vidros coloridos ou canelados em suas janelas,  estes tipos de vidros escurecem o ambiente aumentando o consumo de energia elétrica para iluminação.

  • Lâmpadas incandescente tem um consumo muito alto, troque-as por lampadas fluorescente que hoje já tem um preço acessível, se for possível financeiramente troque sua fluorescente por led que são ainda mais econômicas.


Temperatura ambiente:


  • Sempre que possível for mantenha as janelas de sua casa abertas, isso ajuda a arejar e diminuir a temperatura em sua casa evitando assim que sejam ligados ventiladores ou ar condicionado. Ambos recursos ventiladores ou ar condicionados são prejudiciais ao longo do tempo para o sistema respiratório, o ventilador acumula poeira e quando ligado acaba dispersando essa poeira acumulado no ambiente.
  • Caso o ar condicionado seja mesmo necessário faça uma limpeza periódica em seus filtros pois o acumulo de poeira e sujeira nos filtros acaba fazendo com que seu aparelho trabalhe forçado. Essa dica vale para todos eletrodomésticos que possuam algum tipo de filtro como os exaustores de cozinha e umidificadores de ambiente.

Filtros de ar condicionado, sujo e limpo.


Eletrodomésticos:


  • Standy-by: O standy by é o estado em que seu eletrodoméstico está desligado mas pronto para entrar em operação. Apesar de no aparelho esta indicação aparecer apenas como um pequeno led acesso, a verdade é que internamente a fonte e alguns circuitos eletrônicos estão ligados para possibilitar esse ligação instantânea, o que é um gasto imenso dependendo de certos equipamento. Não se engane aquele pequeno led está gastando energia junto com outras partes de seu aparelho.

  •  Acumule o máximo possível de roupa para ser lavada. A maquina de lavar é um aparelho composto de um motor e circuitos elétricos e eletrônicos para seu controle, cada inversão de sentido de rotação e cada momento durante uma lavagem de roupas que seu motor começa a girar ele consome uma imensa quantidade de energia elétrica. Evite o uso da maquina de lavar se não for para sua capacidade máxima.

  • Acumule o máximo possível de roupa para ser passada. O ferro elétrico consome energia para se aquecer, a cada desligamento e nova ligação do ferro ele tem que se reaquecer e normalmente enquanto ele está aquecendo não vai ser usado por não estar na temperatura ideal, este tempo é desperdício de energia elétrica.

  • Na geladeira alguns cuidados devem ser tomados, nunca coloque nas grades da geladeira plasticou ou outros materiais que interrompam a passagem de ar. Ainda com relação a ar quanto menos espaço estiver para eles melhor, o ar é isolante térmico e quanto mais coisas estiverem dentro da geladeira menos ar para isolar o frio.
    A temperatura interna da geladeira tem de se manter constante o máximo que seja possível dessa maneira abrir a geladeira desnecessariamente vai aumentando a temperatura interna e fazendo com que o motor tenha que trabalhar mais. Desta maneira mantenha a revisão das borrachas da porta sempre em dia. Evite peso nas portas da geladeira que podem causar o desalinhamento da porta e entrada de ar quente.

Chuveiro elétrico:

  • chuveiro é o grande vilão da conta de luz por ser o equipamento que normalmente tem maior potencia em sua residência, não a muito segredo para economizar com o chuveiro é simplesmente tomar banhos o mais rápido possível, deixe para cantar ou pensar na vida em um situação mais econômica.




Quer receber mais dicas de excelência do Professor Henrique Mattede? Simples! é só seguir o Mundo da Elétrica, acessando aqui!  



terça-feira, 5 de setembro de 2017

Mecanismo empresarial na Administração Pública



Ao pensar em (ACERTO 100%) (Fazer Certo da Primeira Vez)podemos identificar o quanto "seria importante" se na Administração Pública, "houvesse" uma Sistemática/Padronização a ser seguida rigorosamente bem como "aferida" nas execuções de projetos (Obras - Públicas). 

Vamos entender um pouco o que é o Mecanismo empresarial:

O ponto de origem do mecanismo empresarial é a filosofia, também conhecido como ideal empresarial. O ideal é o valor fundamental da empresa que orienta e direciona todas as atividades. Essa filosofia possui três pilares:

1. Obter lucro justo (realização do objetivo econômico);
2. Formar pessoas (realização do objetivo humano);
3. Retribuir à sociedade (realização do objetivo social).


Estes três pilares são desenvolvidos e recirculados nas seguintes etapas:

  1. Diretrizes empresarial (hoshin);
  2. Definição de objetivos empresariais;
  3. Determinação do método para alcance do objetivo;
  4. Estabelecer pontos de controle;
  5. Padronização de ações necessárias e suficientes;
  6. Formação e capacitação para seguir padronização (educação e treinamento);
  7. Minimização do ponto de equilíbrio;
  8. Alcance do objetivo (realização de fortalecimento de reservas internas, estabilidade de dividendos, fornecimento de bons produtos e serviços a baixo custo).
Toda administração empresarial deveria ter, internamente, este ciclo, e os "Novos 5S-TPM" é o mecanismo que pode torná-lo possível.



É notório identificarmos em (Obras Públicas) custos elevados, atrasos do cronograma de execução de obra, falha de infra-estrutura, falta de verbas para conclusão da obra, quebra de qualidade gerando ao contribuinte a insatisfação do serviço entregue e hora até mesmo e "comum se faz" encontrarmos projetos de Promessas de Campanha sendo abandonados no Meio do Caminho mesmo já tendo absorvido grande parte da verba pré-estabelecida no escopo do projeto.

É assim que acontece para construções de: Escolas, "Hospitais", Creches, Estádios de Futebol, Rodovias entre outros Grandes Projetos e infelizmente, soma-se por Falta de Fiscalização e até mesmo por interesses "Bi-laterais" o Famoso SUPERFATURAMENTOS DE OBRAS PÚBLICAS que são pagos com o Dinheiro conquistado com muito "Suor" do Trabalhador e trabalhadora Brasileiro(a).

Mas o que fazer para termos condições de identificarmos estas GRANDES LACUNAS se nós, a Sociedade Contribuinte não temos o interesse com veemência no Seguimento Político? Se não temos como princípio, utilizar a Política em nosso cotidiano e acabamos por deixar o Controle TOTAL nas mãos dos Políticos SOMENTE.


Os três pilares acima e PRINCIPALMENTE AS ETAPAS RECIRCULADAS são de grande importância não somente na Organização Privada mas também se faz tão IMPORTANTE na Organização/Empresa Pública a NOSSA EMPRESA.

Precisamos refletir sobre isto se queremos um País Melhor para TODOS!
  
  


domingo, 18 de junho de 2017

Consequências dos acidentes nas empresas, saiba mais sobre este tema e conheça os seus direitos por lei.

Bem Vindos(as) ao Nosso Canal de Informação!
Por Infor Rede Vale, 18/06/2017 21:45

PRINCIPAIS ASPECTOS LEGAIS E O TRABALHO DA CIPA


Fique Atento!


A ocorrência de acidentes pode provocar, como resultado, três situações, que serão consideradas, daqui em diante, como classificação do acidente:

1. Lesão corporal com afastamento ou perda de tempo - qualquer problema no organismo humano, que determine afastamento do trabalhador(a) por um período igual ou maior que vinte e quatro horas.


2. Lesão sem afastamento ou sem perda de tempo - lesão na pessoa que não a impeça de voltar ao trabalho até o dia seguinte do acidente, ou seja, que o afastamento seja inferior a vinte e quatro horas.

Ressalta-se ainda que todos os acidentes com lesões ou doenças causam, também, prejuízos materiais.

Mas, na área prevencionista, o acidente do trabalho é definido como qualquer acontecimento imprevisto que interrompa as atividades normais do trabalho, podendo resultar em danos físicos a alguém ou a um grupo de pessoas, e danos materiais e econômicos á empresa.


Procedimento quanto à Comunicação de Acidente do Trabalho (CAT)



A CAT é um documento a ser preenchido pela empresa em caso de acidente ou doença do trabalho.
Essa comunicação não deve ser esquecida ou omitida, nem pela empresa nem pelos membros da CIPA.

Isto porque o seu preenchimento é obrigatório por lei. A empresa deve comunicar os acidentes ao INSS no prazo de 24 horas, utilizando-se do impresso específico, a CAT, até o primeiro dia útil após o da ocorrência e, em cado de morte, de imediato, à autoridade competente, sob pena de multa cobrada pela Previdência Social. A CAT também pode ser emitida pelo sindicato, por um médico, ou qualquer outra pessoa interessada.


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Assuntos Relacionados:

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: LEI Nº 8.213, DE 24 DE JULHO DE 1991, saiba mais acesse aqui! 

Saiba mais sobre a Lei LEI Nº 8.213, acesse aqui!
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A CAT deverá ser preenchida em seis (6) vias, assim distribuídas:
  1. Empresa
  2. INSS
  3. Sindicato da categoria predominante na empresa
  4. SUS
  5. Acidentado ou dependente
  6. SRT/MTE (Superintendência Regional do Trabalho e Emprego/ Ministério do Trabalho e Emprego)

Se a empresa onde ocorreu o acidente do trabalho for uma industria da construção civil, ou esteja fazendo uma obra que se enquadre nos critérios definidos na NR 18 mencionada anteriormente, a FUNDACENTRO, também, deverá ser notificada. Para isso, faz-se necessário consultar essa NR para ver como atender a todos os procedimentos exigidos. A razão para essa particularidade desse ramo econômico é que, quando da publicação dessa NR, a frequência e gravidade dos acidentes nesse ramo econômico eram muito elevadas e o governo precisa monitorá-lo mais detalhadamente, na tentativa de buscar alternativas para reduzir esses acidentes.

É importante lembrar que se considera como dia do acidente, no caso de doença profissional ou do trabalho,a data do início da incapacidade laborativa para o exercício da atividade habitual ou o dia da segregação compulsiva ou o dia em que for realizado o diagnóstico podendo para este efeito, o que ocorrer primeiro.
De qualquer modo, uma vez acontecendo o acidente. mesmo que seja sem afastamento, a CAT deve ser emitida. E se for apenas um incidente, a empresa deve, também, fazer um registro.



Cadastro de acidentes

Numa empresa podem existir diversos tipos de controles, independentes de área ou assunto. Assim como ela pode ter o controle de qualidade, de produção, de estoques, etc., deve haver, também, o controle de acidentes. Um cadastro de acidentes deve colocar em destaque as áreas da empresa em que ocorrem acidentes, os tipos de lesão, os acidentes por dias da semana, por idade dos acidentados e outros aspectos de interesse para análise dos acidentes.




Estatísticas dos Acidentes

A CIPA, assim como o designado responsável, deve fazer um acompanhamento estatístico dos acidentes na empresa. Esse acompanhamento tem dois motivos importantes. Primeiro, a empresa passa a ver, historicamente, quais tipos e com que frequência e gravidades os acidentes acontecem no seu ambiente de trabalho. Com isso, políticas e programas de melhorias podem ser propostos em benefícios da prevenção. Segundo, porque a empresa poderá fazer uma avaliação de como ela se encontra com relação a outras empresa do mesmo ramo econômico e de outros ramos, na própria cidade ou em qualquer estado do País, no que diz respeito a acidentes do trabalho e à prevenção como um todo. Isso, sem contar que as estatísticas possibilitarão mais alguns elementos para análise dos acidentes.



Fonte: SESI SENAI - TREINAMENTO PARA MEMBROS DA CIPA e planalto.gov.br

quinta-feira, 15 de junho de 2017

O que são Incoterms?




Qualidade e Conscientização





terça-feira, 21 de março de 2017

Incoterms o que são?

Incoterms é um termo em inglês que é a abreviatura de International Commercial Terms, que em português significa "Termos Internacionais de Comércio". Consistem em normas padronizadas que regulam alguns aspectos do comércio internacional.
São normas que determinam quem paga o frete da mercadoria, o seu ponto de entrega, e quem deve fazer o seguro, entre outras coisas. Os Incoterms são muito importantes para que a pessoa que vende para o exterior possa calcular todos os seus gastos.

É relevante referir que as normas determinadas pelos Incoterms só são aplicadas entre exportadores e importadores, não sendo aplicadas às empresas transportadoras, seguradoras e despachantes.
Normalmente os Incoterms são representados por siglas de três letras. Alguns exemplos de Incoterms são: FOB, CIF, CIP, EXW, DAT, etc.
Segundo a sua origem, os Incoterms foram criados em 1936 pela Câmara Internacional do Comércio, e as suas normas foram atualizadas várias vezes, com base nos desenvolvimentos na área da logística e das estratégias negociais. Os Incoterms foram criados para dar resposta ao vários conflitos entre exportadores e importadores, que ocorriam por erros de interpretação nos contratos internacionais.

Assista o vídeo!

"Análises e Aplicações"




quarta-feira, 15 de março de 2017

Tempo de Ciclo de Pedido

O Tempo de Ciclo de Pedido é o intervalo de tempo entre a colocação do pedido e a disponibilização do produto para o cliente.

O Tempo de Ciclo de Pedido – TCP – torna-se assim um elemento especial no Nível de Serviço ao Cliente, principalmente devido à alta competitividade entre as diversas cadeias de suprimentos.

O TCP é composto de quatro momentos distintos: tempo de transmissão do
pedido, tempo de processamento de montagem, tempo de aquisição de estoque e tempo
de entrega.

Tempo, Ciclos, Pedido, Ordem de Compra, Entrega



O grande impacto percebido pelo cliente hoje é a adoção de tecnologia para minimizar os tempos das diversas etapas do TPC.

Nível de Serviço Logístico

Nível de serviço logístico é a qualidade com que o fluxo de bens e serviços é gerenciado. É o resultado líquido de todos os esforços logísticos da firma. É o desempenho oferecido pelos fornecedores aos seus clientes no atendimento de pedidos.

O nível de serviço logístico é o fator- chave do conjunto de valores logísticos que as empresas oferecem aos seus clientes para assegurar sua fidelidade.
Como o nível de serviço logístico está associado aos custos de prover esse serviço, o planejamento da movimentação de bens e serviços deve iniciar-se com as necessidades de desempenho dos clientes no atendimento de seus pedidos.

Os elementos do serviço ao cliente podem ser identificados de acordo com o momento em que a transação entre o cliente e o fornecedor acontece. Estes elementos estão agrupados em categorias de pré-transação, transação e pós-transação e estão resumidos na figura abaixo.


Projeto, Logística, Serviço, Nível

Serviço ao Cliente

O Serviço ao Cliente abrange uma série de componentes que influenciam o consumidor, e tem sido foco de muitas pesquisas ao longo dos anos. Como o cliente, na maioria das vezes, não consegue identificar facilmente o que motiva seus comportamentos, o serviço ao cliente, também, permanece sem uma definição precisa.

Podemos dizer, então, que o serviço ao cliente é determinado pela interação de todas as atividades logísticas que colocam o produto e os serviços disponíveis ao comprador.

Em outras palavras, implica dizer que as Atividades de Suporte na logística são a base para e o ponto de partida para a execução das Atividades-Chave, e a execução das Atividades-Chave é que vão resultar num certo nível de qualidade do Serviço ao Cliente. A figura abaixo mostra esta relação das atividades logísticas com o Serviço ao Cliente. 








Estratégias Logísticas e Nível de Serviço ao Cliente

Estratégia é um processo criativo de projeção do futuro normalmente orientado pela cúpula da organização em que as diretrizes da empresa são delineadas e consolidadas num projeto corporativo conjunto.

Todo processo de estratégia começa por uma definição muito clara dos objetivos da empresa. Em seguida são estabelecidas a visão e a missão da organização.

São quatro os focos de uma boa estratégia:
clientes, fornecedores, concorrentes e a própria empresa.

Em seguida é necessário dar tangibilidade a essa estratégia. Planos e orientações específicas devem ser construídos alinhados com os objetivos gerais. Nessa parte surgem as estratégias funcionais.

Uma estratégia logística inclui, quase sempre, três objetivos principais:redução de custos, redução de capital e melhoria de serviços.

A maximização dos lucros é o objetivo maior.

A redução de custos é concretizada com planos que visam o enxugamento dos custos variáveis relacionados a transportes e armazenagem.

A redução de capital é a diminuição dos investimentos em ativos fixos ligados à logística e seus sistemas.

A melhoria dos serviços é ligada à maximização da disponibilização de produtos, informações e pessoas para auxiliar o cliente em suas escolhas.

O ponto crucial desta estratégia é a construção de planos que permitam a redução tanto de custos quanto de capital sem comprometer ou até melhorando o nível de serviço ao cliente.

Esses planos geralmente passam por adoções de tecnologia para logística.


Para que haja sucesso na implementação dos três objetivos da estratégia logística (redução de custos, redução de capital e melhoria de serviços) serão executados nos três níveis da organização: estratégico, tático e operacional.

A principal característica que envolve esses planos e seus níveis é o prazo de impacto.

Decisões de nível estratégico possuem um impacto de longo prazo, enquanto as decisões de nível tático possuem um impacto de médio prazo e as de nível operacional, curto prazo.

Além desse corte vertical há também um corte horizontal que estratifica essa estratégia. São as áreas de planejamento: metas de nível de serviço ao cliente, localização de instalações, decisões sobre estoques e estrutura de transportes.


Projeto, Logística


Projeto: O que cabe analisar?

Projeto – é um processo empreendedor que requer força e tempo.


Para isso cabe analisar os respectivos pontos:


1- Identificar e avaliar oportunidades;

2- Desenvolver o plano de negócio;

3- Determinar e captar recursos necessários e;

4- Gerenciar o negócio.


terça-feira, 14 de março de 2017

Programa 5S e os 10 mandamentos

Vale a Pena dar uma espiadinha neste vídeo, confira!





ERP – Enterprise Resource Planning

História:

No final de década de 50, quando os conceitos modernos de controle tecnológico e gestão corporativa tiveram seu início, a tecnologia vigente na época era baseada nos gigantescos mainframes que rodavam os primeiros sistemas de controle de estoques – atividade pioneira da interseção entre gestão e tecnologia. A automatização era cara, lenta – mas já demandava menos tempo que os processos manuais – e para poucos.

No início da década de 70, a expansão econômica e a maior disseminação computacional geraram o avô dos ERPs, os MRPs (Material Requirement Planning ou planejamento das requisições de materiais). 

Eles surgiram já na forma de conjuntos de sistemas, também chamados de pacotes, que conversavam entre si e que possibilitavam o planejamento do uso dos insumos e a administração das mais diversas etapas dos processos produtivos. 

Seguindo a linha evolutiva, a década de 80 marcou o início das redes de computadores ligadas a servidores – mais baratos e fáceis de usar que os mainframes – e a revolução nas atividades de gerenciamento de produção e logística. 


Empresas
O MRP se transformou em MRP II (que significava Manufacturing Resource Planning ou planejamento dos recursos de manufatura), que agora também controlava outras atividades como mão-de-obra e maquinário.

Na prática, o MRP II já poderia ser chamado de ERP pela abrangência de controles e gerenciamento. Porém, não se sabe ao certo quando o conjunto de sistemas ganhou essa denominação. 

Uma datação interessante é 1975, ano no qual surgiu a empresa alemã – um símbolo do setor – SAP (Systemanalyse and Programmentwicklung, na tradução literal Análise de Sistemas e Desenvolvimento de Programas).



Com o lançamento do software R/2, ela entrou para a história da área de ERP e ainda hoje é seu maior motor de inovação. O próximo passo, já na década de 80, serviu tanto para agilizar os processos quanto para estabelecer comunicação entre essas “ilhas” departamentais. Foram então agregados ao ERP novos sistemas, também conhecidos como módulos do pacote de gestão.

As áreas contempladas seriam as de finanças, compras e vendas e recursos humanos, entre outras, ou seja, setores com uma conotação administrativa e de apoio à produção ingressaram na era da automação.

A nomenclatura ERP ganharia muita força na década de 90, entre outras razões pela evolução das redes de comunicação entre computadores e a disseminação da arquitetura cliente/servidor – microcomputadores ligados a servidores, com preços mais competitivos – e não mais mainframes. E também por ser uma ferramenta importante na filosofia de controle e gestão dos setores corporativos, que ganhou aspectos mais próximos da que conhecemos atualmente.

As promessas eram tantas e tão abrangentes que a segunda metade daquela década seria caracterizada pelo boom nas vendas dos pacotes de gestão. E, junto com os fabricantes internacionais, surgiram diversos fornecedores brasileiros, empresas que lucraram com a venda do ERP como um substituto dos sistemas que poderiam falhar com o bug do ano 2000 – o problema na data de dois dígitos nos sistemas dos computadores.

A importância do ERP nas corporações Entre as mudanças mais palpáveis que um sistema de ERP propicia a uma corporação, sem dúvida, está a maior confiabilidade dos dados, agora monitorados em tempo real, e a diminuição do retrabalho. 

Algo que é conseguido com o auxílio e o comprometimento dos funcionários, responsáveis por fazer a atualização sistemática dos dados que alimentam toda a cadeia de módulos do ERP e que, em última instância, fazem com que a empresa possa interagir. Assim, as informações trafegam pelos módulos em tempo real, ou seja, uma ordem de vendas dispara o processo de fabricação com o envio da informação para múltiplas bases, do estoque de insumos à logística do produto. Tudo realizado com dados orgânicos, integrados e não redundantes. 

Para entender melhor como isto funciona, o ERP pode ser visto como um grande banco de dados com informações que interagem e se realimentam. Assim, o dado inicial sofre uma mutação de acordo com seu status, como a ordem de vendas que se transforma no produto final alocado no estoque da companhia. 

Ao desfazer a complexidade do acompanhamento de todo o processo de produção, venda e faturamento, a empresa tem mais subsídios para se planejar, diminuir gastos e repensar a cadeia de produção. Um bom exemplo de como o ERP revoluciona uma companhia é que com uma melhor administração da produção, um investimento, como uma nova infra-estrutura logística, pode ser repensado ou simplesmente abandonado. 
Neste caso, ao controlar e entender melhor todas as etapas que levam a um produto final, a companhia pode chegar ao ponto de produzir de forma mais inteligente, rápida e melhor, o que, em outras palavras, reduz o tempo que o produto fica parado no estoque. A tomada de decisões também ganha uma outra dinâmica. Imagine uma empresa que por alguma razão, talvez uma mudança nas normas de segurança, precisa modificar aspectos da fabricação de um de seus produtos. 

Com o ERP, todas as áreas corporativas são informadas e se preparam de forma integrada para o evento, das compras à produção, passando pelo almoxarifado e chegando até mesmo à área de marketing, que pode assim ter informações para mudar algo nas campanhas publicitárias de seus produtos. E tudo realizado em muito menos tempo do que seria possível sem a presença do sistema. Entre os avanços palpáveis, podemos citar o caso de uma indústria média norteamericana de autopeças, situada no estado de Illinois, que conseguiu reduzir o tempo entre o pedido e a entrega de seis para duas semanas, aumentando a eficiência na data prometida para envio do produto de 60% para 95% e reduzindo as reservas de insumos em 60%. 

Outra diferença notável: a troca de documentos entre departamentos que demorava horas ou mesmo dias caiu para minutos e até segundos. 

Esse é um apenas um exemplo. Porém, de acordo com a empresa, é possível direcionar ou adaptar o ERP para outros objetivos, estabelecendo prioridades que podem tanto estar na cadeia de produção quanto no apoio ao departamento de vendas como na distribuição, entre outras. 

Com a capacidade de integração dos módulos, é possível diagnosticar as áreas mais e menos eficientes e focar em processos que possam ter o desempenho melhorado com a ajuda do pacote de sistemas.. 

Passo-a-passo de um projeto ERP 

• primeira Fase 1 – Raio X: Esta é a fase do projeto onde os processos e as práticas de negócio são analisados. É o momento em que a companhia é profundamente observada e quando é definida a necessidade de uma solução ERP. 

• Fase 2 – Desenvolvimento: É neste momento que uma aplicação é escolhida e configurada para uma companhia. Também são definidos o modelo de funcionamento da solução e outros aspectos do ambiente. 

• Fase 3 – Teste: Aqui a solução de ERP é colocada em um ambiente de teste. É quando os erros e falhas são identificados. 

• Fase 4 – Treinamento: Todos os profissionais são treinados no sistema para saber como utilizalo antes da implementação ser concluída. 

• Fase 5 – Implementação: O software de ERP é finalmente instalado na companhia e se torna funcional aos usuários. 

• Fase 6 – Avaliação: A solução de ERP é avaliada, observando-se o que é necessário melhorar e o que está ou não funcionando adequadamente. Esta é apenas uma avaliação geral do projeto ERP para referências futuras. 

Uma observação válida em um sistema de ERP é o uso de um Data Warehouse para que todos os dados gerados sejam transformados em informações gerenciais e assim haver um plano de melhorias e/ou ação. Tal ferramenta é associada ao sistema de ERP e usa os dados contidos para que seja feito esse levantamento de informações necessarias a todos os gerentes, diretores e demais responsáveis administrativos. 

Fonte: WIKIPÉDIA. ERP. Disponível em: http://pt.wikipedia.org/wiki/ERP

ANALISE E DESCISÃO DE INVESTIMENTO

A Empresa

Empresas são organizações que envolvem recursos humanos, materiais e financeiros, e que podem ser analisadas segundo diferentes pontos de vista.

Na Teoria Econômica, a empresa é vista como uma unidade produtiva, que transforma insumos em produtos, gerando, dessa forma, valor. A empresa, ao produzir bens serviços demandados pelo mercado, obtém lucro para sobreviver e crescer, contribui para o bem estar com sua produção e estimula outras atividades produtivas para a frente, através de seu produto, e para trás, através de suas compras de insumos.
Para os objetivos da Análise de Investimentos, a empresa é considerada como uma entidade orientada para acumulação de capital. A empresa é uma entidade de capital cujo objetivo é sua valorização.

Decisões

O objetivo de valorização de uma empresa é alcançado quando as decisões tomadas pela diretoria conduzem a um saldo liquido de ganhos. Essas decisões podem ser classificadas como mostra tabela abaixo.

Níveis de Decisões
Objeto
Alcance Temporal
Estratégica
Relações da empresa com meio ambiente
Médio ou longo prazos
Administrativa
Organização (interna) da empresa
Médio ou longo prazos
Operacional
Processos de produção (ou de transformação)
Curto e médio prazos

As decisões de capital pertencem tipicamente ao nível estratégico, porque implicam mudança no relacionamento da empresa com seus clientes, fornecedores e concorrentes, com o sistema financeiro e com o governo. Essas decisões apresentam horizonte de médios ou longos prazos e, em geral irreversíveis. Isso significa que as decisões de capital:

Envolvem grandes somas de recursos;
Afetam a vida da empresa por grandes períodos de tempo;
São totalmente irreversíveis ou apresenta, custos de reversibilidade muitos elevados.

As decisões de capital, como se percebe, são simplesmente cruciais e podem tanto consolidar uma trajetória de expansão, quando oportunas e no tempo certo, quanto comprometer a própria sobrevivência da empresa. Por isso é conveniente que tais decisões se baseiem, tanto quanto possível, em previsão e calculo de todas suas implicações relevantes.

Não se pode esperar, entretanto, que os estudos, analises e avaliações relativos ás decisões de capital eliminem o risco, isto é, a possibilidade de que os resultados previstos não se realizem, porem pode-se melhorar substancialmente o nível de informação e as condições de risco para a tomada de decisão, mas sempre haverá risco.


A Decisão de Investir

A decisão de investir é de natureza complexa, porque muitos fatores, inclusive de ordem pessoal, entram em cena. Entretanto, é necessário que se desenvolva um modelo mínimo para explicar e prever essas decisões. Deixa-se de lado, portanto, a pretensão de desenvolver um modelo completo para a decisão de investir.

A primeira idéia que surge é de que a decisão de investir depende do retorno esperado: quanto maiores forem os ganhos futuros que podem ser obtidos de certo investimento, tanto mais atraente esse investimento parecerá para qualquer investidor. 




Empresas


Contudo, a essa altura, já se depara com uma questão muito importante: como avaliar os ganhos futuros de certa alternativa de investimento? Farão todos os investidores potenciais igual avaliação dos ganhos futuros de certo investimentos? Essas perguntas levam a concluir que, estando os agentes econômicos inseridos de forma diferenciada no sistema (econômico), farão avaliações distintas de uma mesma oportunidade.

Mais importante do que isso, os ganhos futuros não são certos, embora, em alguns casos como na aquisição de títulos da divida publica, possam ser considerados quase certos. Então, temos dois fatores atuando em sentidos opostos: os retornos esperados no investimento que atraem o investidor e o risco que o afasta.

O projeto de investimento, em sentido amplo, pode ser interpretado como um esforço para elevar o nível de informação (conhecimento) a respeito de todas as implicações, tanto desejáveis quanto indesejáveis, para diminuir o nível de risco, Em outras palavras, o projeto de investimento é uma simulação da decisão de investir, como mostra a Figura abaixo.


Empresas, Decisão


Quando se menciona risco de forma genérica, está-se, na verdade, utilizando linguagem pouco precisa, porque não se esta fazendo distinção entre duas situações significativas diferentes:

Situação de risco – em que os eventos possíveis e suas probabilidades de concorrência são conhecidos;

Situações de incerteza – em que não se sabe quais são os eventos possíveis, ou não se conhecem suas probabilidades de virem a ocorrer.

Os projetos de investimento, geralmente conseguem apenas melhorar a tomada de decisão, diminuindo o nível de incerteza. De qualquer forma,  a avaliação da situação de risco, em si, constitui importante informação para a tomada de decisão. 


Cenário Macroeconômico

É preciso salientar a grande importância ao ambiente político e econômico na forma de expectativas dos grandes empresários e essas expectativas são influenciadas, de modo geral, pela política econômica e pela conjuntura.

Quanto à política econômica, é desnecessário enfatizar a importância das políticas monetárias, creditícia, fiscal, salarial e de comercio exterior. As decisões governamentais nessas áreas afetam tanto direta quanto indiretamente os resultados econômicos das empresas. As relações  entre a política econômica e as decisões no mundo dos negócios estão longe de ser simples. Os formuladores da política econômica gostariam que os empresários fossem menos imediatistas e mais crédulos, enquanto os empresários gostariam que os formuladores fossem menos ávidos na cobrança de impostos e que jamais utilizassem seu poder de estabelecer regras, que são considerados “artificiais”.

Diante, disso, é evidente que possíveis mudanças na política econômica criam fortes expectativa no empresariado. Deve-se, então, lembrar das considerações sobre o risco e incerteza e considerar que tais mudanças, na verdade implicam grande aumento do nível de incerteza e, por isso, apresentam-se como um poderoso freio sobre as despesas de investimentos.

Outro componente fundamental do cenário marcoeconômico é a conjuntura dos negócios. Uma analise criteriosa deveria começar por considerar a situação da economia mundial, seu comportamento nos últimos anos e as principais tendências. Em seguida dever-se-ia passar a analisar a conjuntura nacional e regional, levantando as séries históricas relevantes e tentando identificar as principais tendências. Essa analise pode tanto comprovar hipóteses iniciais de viabilidade de certo investimento quanto mostrar o contrario.

Observou-se que a viabilidade dos projetos de investimento é avaliada tendo-se em vista certo período de tempo, denominado horizonte de planejamento. Portanto, tem-se de admitir que é necessário prever a forma e a extensão das influencias que as possíveis mudanças no cenário macroeconômico podem exercer sobre is custos e as receitas no horizonte de planejamento.

Essa tarefa, entretanto, pode ser virtualmente impossível em um cenário de grande instabilidade. Se, por exemplo, a taxa de inflação dor elevada, os preços relativos tendem a variar muito e dificilmente podem ser feitas estimativas satisfatórias sobre os preços reais dos insumos, sobre o valor real das tarifas publicas e sobre o comportamento dos concorrentes. Dessa forma, o denominado cálculo econômico torna-se praticamente inviável e o nível de investimentos declina, trazendo recessão como conseqüência e certamente agravando o quadro de instabilidade. Isso constitui o denominado “circulo vicioso” da recessão; Ao contrario, se os preços e as regras que afetam os lucros das empresas estiverem estáveis, os empresários estarão dispostos a realizar despesas de investimentos, provocando expansão de renda e dos lucros e estimulando novos investimentos. É o denominado “circulo virtuoso” do crescimento.

Taxa de Mínima Atravidadde (TMA)

Entende-se como Taxa Mínima Atratividade a melhor taxa, com baixo grau de risco, disponível para aplicação do capital em analise. A decisão de investir sempre terá pelo menos duas alternativas para serem avaliadas: investir no projeto ou investir na taxa mínima Atratividade. Fica implícito que o conceito para investimento não fica no caixa mas, sim, aplicado Á TMA. Assim, o conceito de riqueza gerada deve levar em conta somente o excedente sobre aquilo que já se tem, isto é, o que será obtido além da aplicação do capital na TMA. Esse conceito, desde há muito defendido pelos economistas, denomina-se lucro residual. Mais recentemente, uma variação desse conceito de excedente tem sido tratada como Valor Econômico Agregado ou Economic Valeue Saded ( EVA).

A base para estabelecer uma estimativa da TMA é a taxa de juros praticada no mercado. As taxas de juros que mais impactam a TMA são: Taxa Básica Financeira (TBF), Taxa Referencial (TR),  Taxa de juros de Longo Prazo ( TJLP) e Taxa do Sistema Especial de Liquidação e Custódia ( SELIC).

Retornando à questão original de qual deva ser o valor da taxa “i” para ser usada no processo de descapitalização do fluxo de caixa, fica evidente que essa taxa deve ser a TMA da empresa. Assim, o critério básico de atratividade financeira de projetos pode ser reescrito como:

Empresas

e recebe o nome de Valor Presente Líquido. É fácil perceber que o VPL é uma função decrescente da TMA, significando que quanto maior for o piso mínimo de retorno exigido para o projeto (TMA) menor será o VPL e, por conseqüência, mais difícil a viabilização de projetos, isto é encontrar projetos com VPL>0.



Indicadores Financeiros para Analise de Projetos de Investimentos

Um investimento, para a empresa, é um desembolso feito visando gerar um fluxo de benefícios futuros, usualmente superior a um ano. A lógica subjacente é a de que somente se justificam sacrifícios presentes se houver perspectiva de recebimentos de benefícios futuros. Hoje em função da própria dinâmica dos negócios, a técnicas de analises de investimentos estão sendo usadas para avaliação de empresas, de unidades de negocio e para investimentos de porte. Encontram uso também nas operações de curto prazo, como, por exemplo, nas decisões rotineiras sobre compras a vista versus compras a prazo.

O grande campo de aplicação das Técnicas de Analise de Investimentos, sem duvida, ainda esta associado ao processo de geração de indicadores utilizados na seleção de alternativas de investimentos e, mais recentemente, na unidade de impacto desses investimento no EVA ( Economic Value Aded) de unidades de negocio.

A decisão de se fazer investimento de capital é parte de um processo que envolver a geração e avaliação das diversas alternativas que atendam ás especificações técnicas dos investimentos. Depois de relacionadas às alternativas viáveis tecnicamente é que se analisam quais delas são atrativas financeiramente. È nessa ultima parte que os indicadores gerados auxiliarão o processo decisório.

Os indicadores de analise de projetos de investimento podem ser subdivididos em dois grandes grupos :

Indicadores associados à rentabilidade (ganho ou criação de riqueza) do projeto
Indicadores associados ao risco do projeto.

Na primeira categoria estão os Valor Presente Liquido (VPL), o Valor Presente Liquido Anualizado (VPLa), a Taxa Interna de Retorno, o Índice Beneficio/Custo (IBC) e o Retorno sobre Investimento Adicionado ( ROIA). Na segunda categoria estão a Taxa Interna de Retorno (TIR), o Período de Recuperação do Investimento (Pay-back) e o Ponto de Fisher.

A rigor, esses indicadores auxiliam na percepção do comportamento esperado entre risco e retorno, ou seja, maiores riscos ensejam um aumento no retorno esperado.

Fundamental para a decisão de investimento é a estimativa do retorno esperado e do grau de risco associado a esse retorno. É interessante ressaltar que os potenciais investidores não têm a mesma leitura sobre os retornos esperados e o grau de risco envolvido e, por conseqüência, farão avaliações distintas de uma mesma oportunidade de investimentos. Embora o risco não possa ser eliminado nem enquadrado em uma escala, o investidor pode melhorar a sua percepção do risco elevando o nível de informação a respeito do projeto e analisando os indicadores associados ao risco.
  

Indicadores Financeiros

  • Indicadores associados à rentabilidade (ganho ou criação de riqueza) do projeto
Valor Presente Líquido - O valor presente líquido (VPL) de um projeto de investimento é igual ao valor presente de suas entradas de caixa menos o valor presente de suas saídas de caixa. Para cálculo do valor presente das entradas e saídas de caixa é utilizada a Taxa Mínima de Atratividade (TMA) como taxa de desconto. O valor presente líquido calculado para um projeto significa o somatório do valor presente das parcelas periódicas de lucro econômico gerado ao longo da vida útil desse projeto. O lucro econômico pode ser definido como a diferença entre a receita periódica e o custo operacional periódico acrescido do custo de oportunidade periódico do investimento.
Utilizando uma calculadora financeira e considerando-se uma TMA de 10% ao ano, encontramos para o projeto de investimento P um Valor Presente Líquido de R$ 20.392,54. Se considerarmos uma TMA de 15% ao ano, o Valor Presente Líquido do Projeto será zero. Para uma TMA de 0%, o lucro econômico periódico se confunde com o lucro contábil periódico e o valor presente líquido é igual ao somatório dos lucros contábeis periódicos.
Podemos ter as seguintes possibilidades para o Valor Presente Líquido de um projeto de investimento: 

Maior do que zero: significa que o investimento é economicamente atrativo, pois o valor presente das entradas de caixa é maior do que o valor presente das saídas de caixa.

Igual a zero: o investimento é indiferente pois o valor presente das entradas de caixa é igual ao valor presente das saídas de caixa.

Menor do que zero: indica que o investimento não é economicamente atrativo porque o valor presente das entradas de caixa é menor do que o valor presente das saídas de caixa. 

Entre vários projetos de investimento, o mais atrativo é aquele que tem maior Valor Presente Líquido.

Valor Presente Líquido Anualizado -  tem o mesmo significado do VPL, porem interpretado por ano. Em resumo, é o excesso de caixa por período. É um indicador muito utilizado para analisar projetos com horizonte de planejamento longo ou com diferentes horizontes de planejamento.

Índice Beneficio/Custo – representa, para todo o horizonte de planejamento (N), o ganho por unidade capital investido no projeto após expurgado o efeito TMA.

Retorno sobre Investimento Adicionado representa a melhor estimativa de rentabilidade, já expurgada o efeito da TMA, do projeto em analise. É análogo ao percentual do EVA


  • Indicadores associados ao risco do projeto.
Taxa Interna de Retorno - A Taxa Interna de Retorno é o percentual de retorno obtido sobre o saldo investido e ainda não recuperado em um projeto de investimento. Matematicamente, a Taxa Interna de Retorno é a taxa de juros que torna o valor presente das entradas de caixa igual ao valor ao presente das saídas de caixa do projeto de investimento.
Utilizando uma calculadora financeira, encontramos para o projeto P uma Taxa Interna de Retorno de 15% ao ano. Esse projeto será atrativo se a empresa tiver uma TMA menor do que 15% ao ano.

A Taxa Interna de Retorno de um investimento pode ser:


Maior do que a Taxa Mínima de Atratividade: significa que o investimento é economicamente atrativo.

Igual à Taxa Mínima de Atratividade: o investimento está economicamente numa situação de indiferença.

Menor do que a Taxa Mínima de Atratividade: o investimento não é economicamente atrativo pois seu retorno é superado pelo retorno de um investimento sem risco. 

Entre vários investimentos, o melhor será aquele que tiver a maior Taxa Interna de Retorno.

Interessante notar que na análise de investimentos prévia (análise prospectiva) as grandes organizações utilizam os métodos analíticos. Entretanto, na fase de acompanhamento da rentabilidade projetada (análise retrospectiva), elas empregam  a taxa de retorno contábil - basicamente o lucro líquido dividido pelo patrimônio líquido - que em geral é uma aproximação grosseira da verdadeira taxa interna de retorno.

A distorção na aferição da verdadeira taxa de retorno das empresas foi apontada pela primeira vez por Harcourt  em 1965. Em 1966,   Solomon analisou a relação matemática entre a taxa de retorno contábil e a taxa interna de retorno  e concluiu que apenas em raríssimos casos a primeira  representava uma proxy satisfatória da taxa interna de retorno. Nos anos seguintes vários estudos e discussões foram realizados sobre o tema, mas até hoje não há uma solução satisfatória para o problema.

Ponto de Fisher – é a taxa que torna o investidor indiferente entre duas alternativas de investimentos. No processo de comparação entre duas alternativas de investimentos, o Ponto de Fisher é utilizado para verificar a robustez de uma decisão já tomada. Também representa um novo limite para a variabilidade da TMA. Pode ser interpretado como uma medida de risco para a decisão já tomada.

Período de Recuperação do Investimento (Pay-Back) - O tempo de retorno, também conhecido como Payback, é a relação entre o valor do investimento e o fluxo de caixa do projeto. O tempo de retorno indica em quanto tempo ocorre a recuperação do investimento. Os pontos fracos desse método são:

Não considera o valor do dinheiro no tempo.
Não considera os fluxos de caixa após a recuperação do capital.
Não pode ser aplicado quando o fluxo de caixa não é convencional. Um fluxo de caixa não convencional é aquele em que existe mais de uma mudança de sinal (negativo para positivo ou vice-versa).


Depreciação

A empresa, para atender ao seu objetivo de unidade de expansão do capital, realiza diversas operações. A operação mais comum é a de transformar matéria-prima em produto acabado e comercializar esse produto no mercado. Nessa operação, para que não se desvirtue o objetivo da empresa, ela precisa atender a dois requisitos básicos, quais sejam:

O preço pelo qual esse produto será comercializado deve ser, no mínimo, suficiente para remunerar todos os fatores de produção (material; equipamento; capital; trabalho...) utilizados no processo de transformação de matéria-prima em produtos acabado (critério de sobrevivência para longo prazo);

O tempo decorrido entre os desembolsos para colocar o produto acabado nas mãos do cliente, e os recebimentos decorrentes da venda desse produto devem ser compatíveis com cacife financeiro da empresa para sustentar o ciclo em analise (critério de liquidez para o curto prazo).

Dos fatores de produção consumida no processo de transformação da matéria-prima em produto acabada, destaca-se o desgaste (consumo) dos equipamentos utilizados. A parceria teórica do desgaste dos equipamentos na fabricação de um produto é apropriado ao custo desse produto, sob a denominação de depreciação.  Este valor, embora represente um custo de produção, não se materializa em desembolso (saída de caixa). Os valores correspondentes à depreciação, teoricamente, seriam acumulados em fundo denominado Fundo de Depreciação. A idéia básica da constituição de um Fundo de Depreciação é a de permitir que, ao se dar baixa nesse fundo um bem depreciável, o valor monetário correspondente contabilizado nesse fundo seja suficiente para aquisição de outro bem similar.  Em economias inflacionarias, tem-se recorrido a alguns ajustes contábeis, de modo a impedir que o valor do fundo de depreciação seja corroído pela inflação. O mais comum desses ajustes é o de se indexar o valor do bem e, conseqüentemente, o valor de sua depreciação, a uma moeda estável. Abaixo apresentamos alguns bens e a taxa anual de depreciação permitida pela legislação brasileira.

Bem
Taxa Anual
Caminhões Off road
25%
Veículos de passageiro ou de carga
20%
Computadores e periféricos
20%
Móveis e Utensílios
10%
Maquinários
10%
Chatas e Rebocadores
5%
Edifícios e Construções
4%



Dificuldades na análise de investimentos

A principal dificuldade na análise de investimentos é a obtenção de dados confiáveis, principalmente as projeções de entradas de caixa. Estas se originam basicamente das estimativas de vendas.

Quando as estimativas sobre os dados do projeto de investimento são imprecisas, é recomendável que a análise de investimentos utilize três hipóteses: provável, otimista e pessimista. Desse modo, a análise de investimentos produzirá uma Taxa Interna de Retorno ou Valor Presente Líquido máximo, médio e mínimo esperados.

A metodologia de análise de investimentos apresentada, na qual os dados são considerados como certos, é denominada determinística. A taxa interna de retorno e o valor presente líquido podem ser enriquecidos com técnicas mais sofisticadas (árvore de decisão, análise de Monte Carlo, regra de Laplace, regra de Hurwicz etc.) para lidar com o risco e a incerteza relacionados com os dados do projeto.


Conclusão

A decisão de investimento para empresa poderá coloca-lo em uma posição muito confortável diante de seus concorrentes, como também poderá comprometer a saúde financeira da empresa.

Diante de todas as incertezas e riscos cabe ao administrador usar os indicadores mais apropriados ao seu ambiente, analisando as informações marco e micro.

As decisões de investimentos movimentam toda a economia, sendo esta necessária para manutenção e ampliação da competitividade das empresas.

 Bibliografia
Alceu Souza, Ademir Clemente , Decisões Financeiras e Analises de Investimentos , Editora Atlas,  4ª edição, 2001.




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