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domingo, 17 de novembro de 2019

Após ter pedido negado, MP insiste no TJ para que o vereador seja afastado do cargo

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Infor Rede Vale, segunda-feira, 18 de novembro de 2019

TJ julga em dezembro pedido de afastamento de Bilili da Câmara de Taubaté

Após ter pedido negado em primeira instância, MP insiste no TJ para que o vereador seja afastado do cargo; a Promotoria aponta risco de obstrução ao processo em que tucano é réu, por um suposto esquema de 'fura fila'.
Denunciado. Bilili é acusado de encabeçar um esquema 'fura fila' - Foto:/ Divulgação.
A matéria é do Jornal 'OVALE', de 11 de novembro por Julio Codazzi @juliocodazzi | @jornalovale

O Tribunal de Justiça agendou para o dia 3 de dezembro o julgamento do recurso em que o Ministério Público insiste no afastamento cautelar do vereador Bilili de Angelis (PSDB), de Taubaté, que é réu por improbidade administrativa por suposto envolvimento em um esquema para 'furar fila' de exames e consultas na rede pública de saúde.

A apelação será analisada pela 3ª Câmara de Direito Público do TJ, que é formada por três desembargadores. No dia 29 de maio, Encinas Manfré, que é o relator, negou a liminar solicitada pela Promotoria.

Esse pedido já havia sido feito em primeira instância, à Vara da Fazenda Pública de Taubaté, mas acabou negado em 20 de maio.

No recurso ao TJ, a Promotoria também insiste para que técnicos do MP sejam autorizados a extrair informações contidas na memória dos computadores do gabinete de Bilili. Para justificar os pedidos, a Promotoria alegou que o vereador pode tentar obstruir o processo, citando que o tucano noticiou que o notebook da Câmara que ficava à disposição dele - e que era alvo de um pedido do MP - foi furtado no início do ano.

FURA FILA.

Segundo a denúncia, o esquema é encabeçado por Bilili e conta com a participação de mais seis pessoas, entre assessoras do parlamentar e funcionárias da Secretaria de Saúde do Estado e do Hospital Regional. Em maio, os sete citados viraram réus por improbidade administrativa. O MP diz que, em 2013, o vereador montou um esquema para agilizar o agendamento de procedimentos de saúde em troca de dividendos eleitorais.

Bilili, que está com os bens bloqueados, nega as acusações, mas a Promotoria diz que duas das rés confessaram a participação no esquema - uma ex-assessora do vereador e uma ex-funcionária do HR.

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Em defesa apresentada à Justiça, Bilili pediu a anulação da ação, com o argumento de que a denúncia se base em uma prova ilícita, que seria uma "gravação clandestina realizada por um inimigo político declarado". Esse apontamento se refere a uma gravação em que o ex-vereador Joffre Neto (PSB) conversa com uma ex-assessora do tucano, que relatou participação no agendamento de procedimentos e transporte de pacientes - foi essa gravação que deu origem à investigação da Promotoria.

Na defesa apresentada, Bilili diz que eventual afastamento do cargo seria um "prejuízo à ordem democrática" e que não houve dolo em sua atuação - ele alega que apenas faz a intermediação de pedidos a hospitais, mas de maneira formal e sem prejuízo à população, pois os encaixes seriam feitos nas vagas de desistentes..

quarta-feira, 22 de maio de 2019

Bilili vira réu em ação em que MP aponta ‘fura fila’

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Infor Rede Vale, quarta-feira, 22 de maio de 2019

A Justiça de Taubaté aceitou a ação em que o Ministério Público havia denunciado o vereador Bilili de Angelis (PSDB) e mais seis pessoas, entre assessoras do parlamentar e funcionárias da Secretaria de Saúde do Estado e do Hospital Regional, por suposto envolvimento em um esquema para ‘furar fila’ de exames e consultas na rede pública de saúde.

Vereador Bilili de Angelis
A matéria é do Jornal Gazeta de Taubaté, desta quarta-feira (22).

Com o recebimento da inicial, o tucano e as outras citadas passam a figurar como réus no processo de improbidade administrativa.

A próxima etapa deve ser a produção de provas, tanto testemunhais como periciais.

Segundo a denúncia, em 2013 Bilili montou um esquema para agilizar o agendamento de procedimentos de saúde em troca de dividendos eleitorais. O MP aponta que foram detectados acessos ao sistema da Cross (Central de Regulação de Ofertas e Serviços da Saúde) que teriam sido feitos por meio de computadores do gabinete do vereador e de aparelhos de uma assessora.

Bilili nega as acusações, mas a Promotoria diz que duas das rés confessaram a participação no esquema – uma ex-assessora do vereador e uma ex-funcionária do HR.

PEDIDOS NEGADOS.

Na mesma decisão em que aceitou a ação, o juiz Paulo Roberto da Silva, da Vara da Fazenda Pública, negou o pedido do MP para que Bilili fosse afastado do cargo provisoriamente.

O magistrado também negou o pedido para que seja determinada a quebra do sigilo de e-mails do tucano. O juiz apontou que isso poderá ser feito posteriormente.

A decisão deu 15 dias para que a Câmara preste informações sobre o notebook que, segundo Bilili, foi furtado de seu escritório político em janeiro. Uma das dúvidas é se o aparelho possuía algum sistema que permite sua localização em caso de perda ou roubo.

O juiz ainda manteve o bloqueio de bens do vereador até o limite de R$ 836 mil, mas limitou a medida a 38 imóveis que o tucano tem em Tremembé, que estariam avaliados em R$ 883 mil.

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domingo, 17 de março de 2019

Transporte por Aplicativos: Coordenador do MBL Taubaté é censurado em Tribuna Livre

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Por Infor Rede Vale, domingo 17 de março de 2019

O Coordenador do MBL (Movimento Brasil Livre de Taubaté) Tales Meirelles foi censurado diante a sua fala na Tribuna Livre da Câmara Municipal de Taubaté.

O fato ocorreu na última quinta-feira 14 de março de 2019 onde estava sendo realizado a 'Audiência Pública' para debater o Projeto de Lei que Regulamenta o Transporte Público no Município de Taubaté interior de São Paulo.
Tales Meirelles/ Foto Divulgação TV Câmara_Audiência Transporte por Aplicativo
O Projeto de Lei Ordinária apresentado em 01 de fevereiro de 2019 de número 7/2019 de autoria do Prefeito Ortiz Júnior pretende, 'Regulamentar o Transporte por Aplicativos no Município' como o Uber, 99 Pop, Cabify e Lyfit. A proposta precisa da análise de três Comissões (Justiça, Finanças e Serviços Públicos).

Com a Casa lotada e diante as reclamações de ambas as partes (taxistas, mototaxistas e motoristas de transporte por aplicativo) levaram os parlamentares a 'rasgarem' o Projeto de Lei apresentando pelo Tucano.

"Um gesto simbólico que demostrou a intenção do Plenário: apresentar um substitutivo ou emenda de forma que o texto seja mais ameno e, consequentemente, benéfico ao motorista", informações esta compõem o 'Boletim Legislativo' apresentado do dia 15.

Confira na íntegra o posicionamento dos parlamentares acessando a matéria:


Tribuna Livre/ O uso da tribuna livre com o objetivo de debater o tema e ouvir os interessados foi ministrada alternando as partes. Contudo, Tales Meirelles foi um dos últimos a fazer o uso da palavra e após (43' segundos) ao iniciar a sua fala o vereador João Henrique Dentinho (PV) que presidiu a audiência mandou cortar a fala do munícipe Tales Meirelles.

Mereilles pouco disse e tão logo foi censurado veja um trecho de sua fala:

" Eu venho aqui expressar o meu completo repúdio a este projeto que é um retrocesso para a nossa cidade é um absurdo e que não se vê nesta casa empenho para se melhorar o ambiente de negócio, para se desburocratizar, para se gerar mais emprego e para melhorar o transporte público não se vê nesta casa, você abre a internet o que você vê é Escândalo da 'Farra das Viagens', suposto Escândalo do 'Fura Fila da Saúde', Licitação para comprar Computadores, Aluguel de Garagem Desnecessário e Vereador reclamando quando perde privilegio" e foi neste momento que o munícipe foi censurado.

Diante ao corte da fala do munícipe o vereador (Dentinho) alegou que Meirelles estava fazendo Propaganda Política e havia fugido do tema da audiência. Dentinho e outros parlamentares passou a criticar Tales Meirelles. Douglas Carboone por exemplo pediu a palavra (pela ordem presidente) que foi concedida imediatamente.

"Prestem atenção senhores Ubers que estão aqui que este cidadão que acabou de falar ele não fez uma defesa do Uber, nós estamos aqui senhores vereadores para discutir o tema Uber e a gente tem que se atentar ao tema (focar no tema), informou o Comunista. Já Dentinho, completou dizendo (eles) não defenderam o Uber em lugar nenhum eu não vi defesa do Uber e não vi defesa do Taxista na fala dele vocêis vão me desculpar, não houve defesa de nenhum foi tão somente isto - então, o MBL entenda isso ou não queira entender paciência, completou Dentinho.

Confira na íntegra a fala do Munícipe Tales Meirelles onde após 43 segundos de fala, teve o microfone cortado.

'Deixa falar'/ Com a Galeria do Plenário lotada a decisão do vereador Dentinho a pedido de outros parlamentares de mandar cortar a fala de Tales Meirelles um Coral se formou na galeria do Plenário "Jaurés Guisard" os presentes que lá estavam gritavam: "Deixa falar, Deixa falar, Deixa falar,....


Não somente na Galeria da Câmara, Redes Sociais assim como os munícipes que estavam acompanhando a Audiência através da TV Câmara a decisão de cortar a fala do munícipe Tales Meirelles não foi vista com bons olhos afinal, "Democracia" é um Direito Constituído.

Liberdade de Expressão ainda existe? Cadê a Democracia?

Carta Magna/ Todo o poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente, nos termos desta Constituição.” (CONSTITUIÇÃO FEDERAL, 1988, art. 1º, grifo nosso) Partindo do princípio insculpido na nossa Carta Magna, todo o poder emana do povo, para o povo. E as Casas Legislativas do nosso país são as legítimas representantes da voz popular. Sendo assim, cabe a nós, vereadores eleitos e eleitas, a ouvir a população. Mais do que isso, dar espaço para que elas utilizem a Casa do Povo, a Câmara Municipal, como seu local de fala.

A liberdade de expressão, sobretudo sobre política e questões públicas é o suporte vital de qualquer democracia.

"O princípio da liberdade de expressão deve ser protegido pela constituição de uma democracia, impedindo os ramos legislativo e executivo do governo de impor a censura".

Logo após ser censurado Meirelles fez uma live explicando o que de fato aconteceu dentro do Plenário no momento de sua fala.

Apoio/ A 'Direita Taubaté' representado pelo seu Coordenador Tenente Eden Freire que também esteve presente na Audiência e acompanhou a situação de censura (Eden Freire) apresentou uma 'LIVE' na própria Sede da Câmara explicando a situação sofrida pelo munícipe e Coordenador do MBL Tales Meirelles.

Confira na íntegra o posicionamento de Eden Freire
Leh Rodriguez Administradora do Grupo "O que Podemos Fazer para Melhorar Taubaté" também trouxe um resumo do que ocorreu com o munícipe e Coordenador do MBL (Movimento Brasil Livre de Taubaté) que teve sua fala censurada.

"Eu vejo que alguns vereadores querem distância do povo. Por meio das audiências, grupos e indivíduos, podem expressar 'pontos de vista' e necessidades diretamente a gestores públicos. Isso ajuda a melhorar o trabalho do poder público e traz mais poder à sociedade civil. Por tudo isso, é importante que você faça sua parte e compareça às audiências que debatam assuntos de seu interesse", pontuou Leh Rodrigues.


A munícipe Caroll Melo também apresentou uma 'LIVE' diante aos faltos que ocorreram na Audiência para debater o Projeto de Lei que Regulamenta o Transporte Público.

Leia também:

Ato do MBL em repúdio ao projeto de lei que regulamenta o Uber

Confira o Projeto na íntegra

Mensagem nº 04/2019 - Dispõe sobre o serviço de transporte motorizado privado e remunerado de passageiros, intermediado por plataformas digitais gerenciadas por Provedores de Redes de Compartilhamento no Município de Taubaté , e dá outras providências (Uber, 99pop, cabify, Lyft).

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