Infor Rede Vale, Terça-feira 21 de Agosto de 2018
Vereadores afirmam que agiram dentro da lei e que não cometeram nenhuma fraude para engordar os valores que receberiam como ressarcimento
Por Julio Codazzi / Gazeta de Taubaté
julio.codazzi@gazetadetaubate.com.br
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| Câmara Municipal de Taubaté |
Os três novos vereadores citados na ‘Farra das Viagens’ negaram ter cometido irregularidades.
Digão (PSDB) e Nunes Coelho (PRB) disseram ter apresentado notas dentro dos limites legais, mas não explicaram por que pediram reembolso por despesas de outras pessoas ou por valores acima do razoável.
João Vidal (PSB) disse ter comido sozinho os pratos citados nos relatórios: em uma nota, duas refeições; e em outra, uma sopa grande, um pedaço de pizza, um pão e dois sorvetes. Sobre os valores acima do razoável, disse que “é natural que o valor da refeição fique um pouco acima da média apresentada pelo jornal, pois, muitas vezes, precisamos almoçar em locais propostos pelas pessoas com quem nos reunimos”.
Fião Madrid (PSDB), que atua como gerente da área de estradas vicinais da prefeitura, não foi localizado nessa segunda-feira.
OUTROS/ Dos outros vereadores, apenas Bilili (PSDB) voltou a comentar o caso nessa segunda. O tucano, no entanto, apresentou uma versão diferente para as notas fiscais.
“Não teve nenhuma irregularidade, gastei dentro do valor. A gente acaba gastando em vários horários e pega uma nota só. Às vezes comi no café da manhã e não peguei nota, e depois peguei uma nota com tudo só”, afirmou Bilili. No mês passado, ele havia dito que havia pagado almoços para “autoridades”, e que achava isso correto.
Bobi (PV), Dentinho (PV), Diego Fonseca (PSDB), Douglas Carbonne (PCdoB), Gorete Toledo (DEM), Graça (PSD), Jessé Silva (SD) e Vivi da Rádio (PSC) não comentaram os novos relatórios nessa segunda-feira. Anteriormente, haviam negado irregularidades.
Alexandre Villela (PTB) ainda não se pronunciou publicamente sobre o escândalo.

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