Infor Rede Vale, Quarta-feira 15 de Agosto de 2018
Investigação vai apontar se vereadores cometeram algum crime na ‘Farra das Viagens’; instauração do inquérito cita suspeita de peculato
Por Gazeta de Taubaté
redacao@gazetadetaubate.com.br
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A Polícia Civil iniciou essa semana a fase de oitivas do inquérito que investiga se os vereadores envolvidos na ‘Farra das Viagens’ cometeram algum crime.
Na segunda-feira, foi ouvida a presidente do PSL, Jamila Coimbra, que protocolou no Ministério Público uma representação, feita com base nas reportagens do jornal, que deu origem ao inquérito.
Na terça-feira foi ouvido o jornalista Julio Codazzi, editor-executivo dos jornais OVALE e Gazeta de Taubaté, responsável pelas reportagens sobre o caso.
Posteriormente devem ser ouvidos os dez parlamentares citados no caso.
CRIMES/ O inquérito cita possível crime de peculato, que prevê pena de dois a 12 anos de reclusão. Especialistas ouvidos pela reportagem, no entanto, apontam que os parlamentares também cometeram crimes de estelionato (um a cinco anos de reclusão), falsidade ideológica (reclusão de um a três anos).
O único vereador que não se pronunciou sobre o caso até agora é Alexandre Villela (PTB). Já Jessé Silva (SD), Douglas Carbonne (PCdoB), Vivi da Rádio (PSC), Gorete Toledo (DEM), Diego Fonseca (PSDB), Bilili de Angelis (PSDB), Bobi (PV), Graça (PSD) e Dentinho (PV) negam que tenham cometido irregularidades.

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