quinta-feira, 17 de janeiro de 2019

“Farra”: Moradores pedem para AMATAU ampliarem investigação de reembolso

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Por Infor Rede Vale, quinta-feira 17 de janeiro de 2019

O Escândalo que abalou Taubaté relevado pelo Jornal Gazeta de Taubaté e Jornal “O Vale” continua promovendo dúvidas junto a Sociedade Taubateana que anseia por Investigações Severas sobre o caso.

Moradores estão solicitando ‘verificar minuciosamente`as reuniões realizadas pelos vereadores de Taubaté junto aos Deputados, Secretários assim como encontros com vereadores(as) de outros Municípios.


Veículo que compõem Frota Oficial CMT


Os moradores indicam a AMATAU (Amigos Associados de Taubaté) verificar as informações dos parlamentares que justificaram PAGAR as refeições dos Deputados em seus respectivos encontros/reuniões. O objetivo é fazer uma varredura nas “Notas Fiscais de Alimentação” apresentadas pelos parlamentares de Taubaté e fazer a (CORRELAÇÃO) sobre: as Datas, Locais das Reuniões, Horários, Restaurantes (Estabelecimentos) e Notas Fiscais de Alimentação apresentadas e (verificar se ouve ou não) apresentação de Nota Fiscal de Alimentação também apresentadas pelos Deputados, Secretários e/ou vereadores que participaram de encontros/reuniões e que já tiveram as suas refeições pagas pelos parlamentares Taubateanos e se constatado irregularidades os moradores solicitam a AMATAU presentar outra representação junto ao Ministério Público.

“Se o vereador de Taubaté pagou uma refeição para um Deputado, fator este que vai contra a lei vigente à época onde restringe o ressarcimento à despesa “individual” do vereador este Deputado(a) como por exemplo, não poderia também apresentar uma nota de refeição no órgão em que Legisla”, disse um morador.

Será que os Deputados na ALESP, na Câmara dos Deputados em Brasília, Câmara de Cidades visitadas entre os seus assessores também não apresentaram uma nota de reembolso mesmo ciente que um vereador do Município de Taubaté já pagou pelo seu almoço, isto é possível verificar? comentou outra moradora.

Em Agosto de 2018 foi veiculado pelo Jornal Gazeta de Taubaté esclarecimentos importantes de parlamentares envolvidos na Farra das Viagens.

Confira alguns trechos da matéria publicada em 20 de Agosto de 2018 (Gostaria de Conferi a matéria na íntegra? Então acesse aqui.

Digão (PSDB) e Nunes Coelho (PRB) disseram ter apresentado notas dentro dos limites legais, mas não explicaram por que pediram reembolso por despesas de outras pessoas ou por valores acima do razoável.

João Vidal (PSB) disse ter comido sozinho os pratos citados nos relatórios: em uma nota, duas refeições; e em outra, uma sopa grande, um pedaço de pizza, um pão e dois sorvetes. Sobre os valores acima do razoável, disse que “é natural que o valor da refeição fique um pouco acima da média apresentada pelo jornal, pois, muitas vezes, precisamos almoçar em locais propostos pelas pessoas com quem nos reunimos”.

OUTROS/ Dos outros vereadores, apenas Bilili (PSDB) voltou a comentar o caso nessa segunda.
O tucano, no entanto, apresentou uma versão diferente para as notas fiscais.“Não teve nenhuma irregularidade, gastei dentro do valor. A gente acaba gastando em vários horários e pega uma nota só. Às vezes comi no café da manhã e não peguei nota, e depois peguei uma nota com tudo só, afirmou Bilili. No mês passado, ele havia dito que havia pagado almoços para “autoridades”, e que achava isso correto.

Bobi (PV), Dentinho (PV), Diego Fonseca (PSDB), Douglas Carbonne (PCdoB), Gorete Toledo (DEM), Graça (PSD), Jessé Silva (SD) e Vivi da Rádio (PSC) não comentaram os novos relatórios nessa segunda-feira. Anteriormente, haviam negado irregularidades.

Alexandre Villela (PTB) ainda não se pronunciou publicamente sobre o escândalo.

FARRA/ O caso revelado pelo jornal é investigado pelo Ministério Público nas esferas cível e criminal. Na esfera cível, a Promotoria já solicitou que os envolvidos devolvam aos cofres públicos as quantias recebidas indevidamente, que ultrapassam R$ 14 mil.

Atual Situação/ A Vara da Fazenda Pública decidiu ouvir a Câmara de Taubaté antes de julgar a ação em que o jornal pede acesso a relatórios de viagens oficiais realizadas na legislatura passada, entre 2013 e 2016.

Despesas/
Posterior à denúncia feitas pelos Meios de Comunicação as despesas dos vereadores com viagens caíram 80% em 2018. 

O levantamento, feito pela reportagem do Gazeta com base em dados do Portal da Transparência, aponta que a queda foi motivada pelo escândalo da ‘Farra das Viagens’, divulgado pelo jornal em julho de 2018 e que envolveu 14 parlamentares, sendo 13 vereadores e um suplente, que inflavam gastos nas notas fiscais para engordar o valor que receberiam como ressarcimento.

Os parlamentares citados no escândalo negam irregularidades nas viagens.

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