quinta-feira, 19 de abril de 2018

O silêncio perigoso de Aécio.

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Infor Rede Vale, sexta-feira 20 de abril de 2018

Sabe quando a mãe fala da criança pequena, "quando esta muito quieta deve estar aprontando alguma coisa"? Pois bem, esse é o sentimento que nos remete no atual momento.


Por Emílio Júnior, Taubaté-SP

Foto Divulgação: Portal CM7

Figurinha mais que carimbada nos veículos de comunicação, Neves, depois de todo escândalo envolvendo o seu nome, sumiu de vez dos holofotes da mídia, tratando-se de uma pratica simples visando reequilibrar o seu nome no cenário politico tanto nacional quanto na sua base eleitoral, Minas Gerais.
 
Uma estratégia comum ao longo desses anos (um exemplo recente o ex. presidente Fernando Collor de Mello, depois de seu impeachment desapareceu, só reapareceu sendo eleito senador pelo estado em que concorreu).


Neves utiliza da mesma estratégia, estando com a corda no pescoço, atrelado a inúmeros processos e provas que o incriminam e que possui força suficiente para levá-lo ao sistema penitenciário, Aécio simplesmente sumiu, em uma clara estratégia de articulação para manter seus benefícios políticos, sendo de conhecimento que a grande maioria da população não o esquecerá tão facilmente (eu espero, e espero ainda mais do povo mineiro), estando seus dias no Senado cada vez mais curtos, tendo em vista que, pelo tanto de acusações e provas que o incriminam, dificilmente conseguirá votos suficientes para a reeleição ao cargo de Senador, e, com isso, perderia a principal arma que usa para não ser julgado na esfera comum, o tão desejado FORO PRIVILEGIADO.

 
Como estamos chegando próximas as eleições de 2018, e pelo histórico que tem em seu reduto eleitoral, Aécio pode utilizar uma cartada para não ir à justiça comum, ou seja, MANTER O FORO PRIVILEGIADO, em vez de sair candidato a senador novamente, se rebaixaria (sim rebaixar é a palavra correta, uma pessoa que quase foi presidente, já foi governador e senador agora voltar a ser deputado) sair candidato a deputado federal, explico:


Pelo seu histórico politico, querendo ou não, o mesmo, ainda conserva um bom numero de votos (esses votos não dão chance a galgar pretensões ao senado) que o elegeria a deputado federal (a proporcionalidade para se eleger federal é muito mais fácil que para o senado), portanto ficaria na politica Nacional, e MANTERIA O FORO PRIVILEGIADO, e assim, livre da justiça comum, apenas podendo ser julgados pelos Tribunais Superiores, e, com isso, através da morosidade da justiça, ganharia um tempo considerável para ser condenado.


O FORO PRIVILEGIADO só acoberta pessoas que tem grandes influências na política e, desse modo, o povo fica com sensação de impunidade, bem como, que o Poder Judiciário não é efetivo quando se trata de pessoas de classe superior (ricos); Precisa acabar urgentemente com essa “MORDOMIA”, com essa manobra que esconde centenas de criminosos, e efetivamente combater o mau que acomete nosso país, devolvendo à nação ao brasileiro, um povo trabalhador e respeitoso.


Apenas citei um nome político, mas o mesmo caso abrange outros senadores que estão com "a corda no pescoço", cujo os quais, se fossem citados um a um, poderíamos escrever um livro.
 
Deste modo que, Gleices, Jucas, Calheiros e outros tantos, possam ser julgados como todos nós cidadãos brasileiros quando cometemos algum tipo de crime.


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