sexta-feira, 23 de agosto de 2019

Câmara de Taubaté questiona Ortiz por contrato de publicidade

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Infor Rede Vale, sexta-feira, 23 de agosto de 2019

Questionamentos foram feitos pela oposição, que apontou supostas irregularidades na execução do contrato de publicidade oficial, que custou R$ 16,7 milhões entre 2013 e 2018


Defesa. Governo Ortiz nega irregularidade na execução do contrato
Foto: /Rogério Marques/Arquivo OVALE
A matéria é do Jornal 'OVALE' desta sexta-feira (23) por Julio Codazzi@juliocodazzi | @jornalovale

Após denúncia apresentada pela oposição, a Câmara de Taubaté enviou esse mês uma série de questionamentos ao governo Ortiz Junior (PSDB) sobre o contrato de publicidade oficial executado entre dezembro de 2013 e dezembro de 2018. O contrato em questão rendeu R$ 16,789 milhões nesse período à Central Business, agência que também venceu a nova licitação para o serviço, realizada no fim do ano passado (o gasto anual máximo passou de R$ 3,5 milhões para R$ 6 milhões).

Em requerimento, o vereador João Vidal (PSB) apontou duas supostas irregularidades na execução do contrato. Uma delas estaria no descumprimento da legislação federal que regulamenta contratos públicos para serviços de publicidade oficial.

A lei diz que eventuais subcontratações pela agência demandarão a apresentação de três orçamentos. E que, caso o valor seja superior a 0,5% do contrato (no caso, como o contrato era de R$ 3,5 milhões/ano, isso representaria R$ 17.500), será necessário receber as propostas em envelopes fechados, em sessão pública. No requerimento, Vidal alegou que, de 432 subcontratações durante a execução do contrato, 40 tiveram valor superior a R$ 17.500. O vereador questiona se essas sessões públicas foram efetivamente realizadas.

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O requerimento cita ainda que teria havia fracionamento de despesas na contratação de serviços de mesma natureza, o que seria ilegal. Isso teria ocorrido em pagamentos de duas empresas, que receberam ao todo R$ 622 mil, de forma parcelada, para serviços de redes sociais.

O requerimento cobra cópias das atas das sessões públicas e explicações sobre o pagamento fracionado. À reportagem, o governo Ortiz alegou que as sessões foram realizadas e que todo o contrato foi "executado dentro da lei"..

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