Infor Rede Vale, 05 de abril de 2019
Computador portátil da Câmara, que era de uso de Bilili e teve apreensão solicitada pela Promotoria, teria sido furtado do escritório político do vereador; MP queria extrair dados de notebook para comprovar denúncias
A matéria é do Jornal Gazeta de Taubaté desta sexta-feira (05)
Após ser denunciado pelo Ministério Público por, supostamente, encabeçar um grande esquema para ‘furar fila’ de exames e consultas na rede pública de saúde da região, o vereador Bilili de Angelis (PSDB) registrou na Polícia Civil um boletim de ocorrência em que diz que seu notebook foi furtado.
O computador, que fazia parte do patrimônio da Câmara, era alvo de interesse da Promotoria, que em outubro de 2018 chegou a solicitar à Justiça que ele fosse apreendido para a “extração de dados”.
Em boletim de ocorrência registrado no dia 8 de janeiro (uma terça-feira), no 1º Distrito Policial, Bilili disse que seu escritório político, que fica na região central de Taubaté, foi invadido no fim de semana anterior, entre os dias 5 (sábado) e 7 de janeiro (segunda-feira).
O suposto furto só teria sido percebido no retorno ao trabalho. Do local, teriam sumido o notebook e mais quatro itens: um forno micro-ondas, uma cafeteira, uma jarra e um botijão de gás.
O registro da ocorrência de furto foi comunicado à Vara da Fazenda Pública pela Câmara apenas no dia 27 de fevereiro. Ainda não há despacho do juiz Paulo Roberto da Silva ou manifestação do MP sobre o ocorrido.
FURA FILA/ Em outubro, Bilili e mais seis pessoas, entre assessoras do vereador e funcionárias da Secretaria de Saúde do Estado e do Hospital Regional de Taubaté, foram denunciados por improbidade administrativa por suposto envolvimento no esquema.
Leia também:
- MP quer cassação de Bilili por encabeçar esquema ‘fura fila’ da saúde;
- ‘FURA FILA’ É UM VENENO;
Segundo o MP, para furar a fila de procedimentos, o grupo acessava desde 2013 o sistema da Cross (Central de Regulação de Ofertas e Serviços da Saúde) por meio de computadores da Câmara.
Na ação, a Promotoria pediu inicialmente que os computadores usados por Bilili e seus assessores fossem apreendidos, mas o juiz negou. O MP insistiu e solicitou que, ao menos, técnicos do órgão pudessem ir até a Câmara e extrair os dados dos equipamentos no próprio local.
Esse segundo pedido também foi negado pelo magistrado, que determinou apenas que o Legislativo fosse notificado para não efetuar nenhuma substituição de disco rígido no notebook e nos três computadores usados no gabinete de Bilili.
REPERCUSSÃO/ Procurado nessa quinta-feira, Bilili não quis comentar o registro de furto.
Já a Câmara alegou ter sido informada sobre o registro de furto apenas no início de fevereiro. Segundo o Legislativo, “por se tratar de equipamento móvel”, os notebooks podem ser utilizados fora da Casa. No entanto, os vereadores são responsáveis por eles. Por esse motivo, o valor do computador, que não foi revelado, será descontado do salário de Bilili, em quatro parcelas.
Computador portátil da Câmara, que era de uso de Bilili e teve apreensão solicitada pela Promotoria, teria sido furtado do escritório político do vereador; MP queria extrair dados de notebook para comprovar denúncias
A matéria é do Jornal Gazeta de Taubaté desta sexta-feira (05)
Após ser denunciado pelo Ministério Público por, supostamente, encabeçar um grande esquema para ‘furar fila’ de exames e consultas na rede pública de saúde da região, o vereador Bilili de Angelis (PSDB) registrou na Polícia Civil um boletim de ocorrência em que diz que seu notebook foi furtado.
O computador, que fazia parte do patrimônio da Câmara, era alvo de interesse da Promotoria, que em outubro de 2018 chegou a solicitar à Justiça que ele fosse apreendido para a “extração de dados”.
Em boletim de ocorrência registrado no dia 8 de janeiro (uma terça-feira), no 1º Distrito Policial, Bilili disse que seu escritório político, que fica na região central de Taubaté, foi invadido no fim de semana anterior, entre os dias 5 (sábado) e 7 de janeiro (segunda-feira).
O suposto furto só teria sido percebido no retorno ao trabalho. Do local, teriam sumido o notebook e mais quatro itens: um forno micro-ondas, uma cafeteira, uma jarra e um botijão de gás.
O registro da ocorrência de furto foi comunicado à Vara da Fazenda Pública pela Câmara apenas no dia 27 de fevereiro. Ainda não há despacho do juiz Paulo Roberto da Silva ou manifestação do MP sobre o ocorrido.
FURA FILA/ Em outubro, Bilili e mais seis pessoas, entre assessoras do vereador e funcionárias da Secretaria de Saúde do Estado e do Hospital Regional de Taubaté, foram denunciados por improbidade administrativa por suposto envolvimento no esquema.
Leia também:
- MP quer cassação de Bilili por encabeçar esquema ‘fura fila’ da saúde;
- ‘FURA FILA’ É UM VENENO;
Segundo o MP, para furar a fila de procedimentos, o grupo acessava desde 2013 o sistema da Cross (Central de Regulação de Ofertas e Serviços da Saúde) por meio de computadores da Câmara.
Na ação, a Promotoria pediu inicialmente que os computadores usados por Bilili e seus assessores fossem apreendidos, mas o juiz negou. O MP insistiu e solicitou que, ao menos, técnicos do órgão pudessem ir até a Câmara e extrair os dados dos equipamentos no próprio local.
Esse segundo pedido também foi negado pelo magistrado, que determinou apenas que o Legislativo fosse notificado para não efetuar nenhuma substituição de disco rígido no notebook e nos três computadores usados no gabinete de Bilili.
REPERCUSSÃO/ Procurado nessa quinta-feira, Bilili não quis comentar o registro de furto.
Já a Câmara alegou ter sido informada sobre o registro de furto apenas no início de fevereiro. Segundo o Legislativo, “por se tratar de equipamento móvel”, os notebooks podem ser utilizados fora da Casa. No entanto, os vereadores são responsáveis por eles. Por esse motivo, o valor do computador, que não foi revelado, será descontado do salário de Bilili, em quatro parcelas.

Um comentário:
Esse vereador Bilili acha que vai conseguir enganar o povo pra sempre. Roubaram o computador e ele não fala na tribuna por que? Se para anunciar um evento particular ele usou a tribuna. Será que não deram um sumiço no notebook para sumir com as provas que o ministério público ia averiguar? papo furado pra boi dormir.
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