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Infor Rede Vale, quinta-feira 21 de fevereiro de 2019
E a "MONOPOLIZADA ABC TRANSPORTE FAZENDO O QUE QUER EM TAUBATÉ",
"Quaisquer Empresa Privada de Pequeno, Médio e Grande Porte tem no mínimo, (03) três Fornecedores do mesmo Produto e/ou Serviço até pelo fato de (ter) o poder de barganha nas mãos entre a concorrência e [sempre com a objetividade] de 'Manter a Qualidade e o Menor Preço' assim é a REGRA BÁSICA no âmbito das Negociações.
E é por isto que o MONOPÓLIO EM TAUBATÉ PRECISA ACABAR O MAIS RÁPIDO POSSÍVEL.
Assim é com a ABC, com a SABESP e AGORA COM A PPP DO LIXO.
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| Foto Reprodução Rogério Marques/ Rodoviária Velha de Taubaté |
Informação foi divulgada nessa quarta-feira por diretor da empresa, que foi ouvido pela CPI do Transporte e alegou que é preciso restabelecer equilíbrio econômico-financeiro do sistema; tarifa hoje é de R$ 4,40, mas passageiros pagam R$ 3,90
Julio Codazzi / Gazeta de Taubaté, julio.codazzi@gazetadetaubate.com.br
A concessionária ABC Transportes solicitou à Prefeitura de Taubaté que a tarifa do transporte público no município seja reajustada para R$ 6,07.
A informação foi divulgada nessa quarta-feira por Manoel Adair dos Santos, diretor da empresa que foi ouvido pela CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) do Transporte, na Câmara.
Segundo o diretor da ABC, o estudo foi protocolado pela concessionária no mês passado. Pelo contrato, os reajustes devem ocorrer anualmente, sempre no mês de julho.
Caso o aumento solicitado pela empresa seja autorizado, isso representará uma alta de 37,95% no valor atual da passagem.
Desde julho passado, a tarifa técnica é de R$ 4,40. Os passageiros, no entanto, pagam R$ 3,90 (tarifa pública). A diferença de R$ 0,50 é subsidiada pela prefeitura.
Procurado nessa quarta-feira, o governo Ortiz Junior (PSDB) não comentou o pedido de reajuste feito pela ABC.
EQUILÍBRIO/ De acordo com o diretor da ABC, o reajuste da tarifa seria necessário para restabelecer o equilíbrio econômico-financeiro do sistema.
Segundo Adair dos Santos, de 2015 a 2018 houve uma queda de 20% no número de passageiros transportados na cidade. Em relação aos passageiros pagantes, a redução teria sido ainda maior, de 27%.
“Hoje o sistema está em desequilíbrio econômico-financeiro, a conta não se paga”, afirmou.
Ele disse ainda que o problema ocorre em todo o país e que, embora não tenha estudos sobre o tema, o impacto de serviços de transporte por aplicativo no sistema “é bem pesado”.
Adair dos Santos afirmou ainda que, no cenário atual, a empresa não tem condições de implantar melhorias como sinal de internet wi-fi e ar-condicionado nos ônibus. “Não existe almoço de graça, alguém tem que pagar a conta. Mas a situação atual da empresa não permite que ela faça novos investimentos hoje”.
Questionado pela CPI sobre reclamações de passageiros pelo serviço prestado, o diretor da ABC afirmou que a empresa cumpre os itinerários determinados pela prefeitura e que as linhas têm um índice de pontualidade superior a 90%.
Secretário de Negócios Jurídicos ressalta que decisão do TCE sobre contrato não é definitiva. Também ouvido nessa quarta-feira pela CPI, o secretário municipal de Negócios Jurídicos, Jayme Rodrigues de Faria Neto, repetiu a defesa já apresentada anteriormente pela prefeitura na ação em que o Ministério Público pede à Justiça a anulação do contrato com a ABC, firmado em 2009.
O secretário sustentou que a decisão do TCE (Tribunal de Contas do Estado), que considerou que a licitação foi direcionada à concessionária, não é definitiva – o órgão ainda não julgou o recurso da prefeitura.
Faria Neto disse ainda que o prazo previsto pelo MP para que o município conclua uma nova licitação para o serviço, de 12 meses, seria insuficiente, caso a liminar solicitada pela Promotoria seja concedida pela Justiça.
O secretário opinou ainda que, se a liminar for concedida e a prefeitura tiver que realizar uma nova licitação, a decisão de impedir que a ABC participasse desse certame seria injusta, pois o TCE ainda não analisou o caso de forma definitiva. “Ao não permitir que a ABC participe de um processo licitatório, estou adiantando uma condenação que ainda não foi aplicada”.
EMPRESA/ O diretor da concessionária também se manifestou contra a ação movida pelo MP. “O entendimento da empresa é de que não há cabimento nesse questionamento”.
Para Adair dos Santos, um acordo firmado em 2015 por prefeitura, empresa e Promotoria, em outra ação movida pelo MP desde 2012, sanou eventuais irregularidades no contrato. “A partir daquele momento, todos os questionamentos ou possíveis falhas foram convalidados”.

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