quarta-feira, 8 de novembro de 2017

Escola Sem Partido eleva temperatura entre vereadores


As informações são do Portal Gazeta de Taubaté, terça-feira, 07 de novembro de 2017








Fogo amigo A discussão do projeto Escola Sem Partido está gerando atritos entre os vereadores da base aliada do prefeito Ortiz Junior, e até na enxuta oposição que existe na Câmara de Taubaté. O motivo: há divergências de posições dentro de cada grupo.
Base em atrito Os sinais mais claros de atrito estão na base aliada. Um dos principais opositores do projeto é Douglas Carbonne (PCdoB), que é líder do prefeito. Dois dos principais defensores do texto também são da tropa de choque de Ortiz: Vivi da Rádio (PSC) e Diego Fonseca (PSDB), que preside a Câmara.
Discussão Carbonne, por exemplo, acusou Vivi de ser parcial na primeira audiência pública sobre o tema, presidida pela colega e realizada no dia 27 de outubro. Ela nega.
Acusações Houve atrito também entre Carbonne e Diego, que costumam fazer ‘dobradinha’ em defesa ao prefeito. O comunista disse que a tramitação do projeto desrespeitou o regimento interno. O presidente da Casa disse que o colega estava mentindo.


Oposição Na oposição, não há atrito visível. Mas a bancada do PPS está rachada em relação ao tema. Noilton Ramos foi quem apresentou o projeto. Já Loreny é uma das principais críticas ao Escola Sem Partido na Câmara.


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