quarta-feira, 10 de outubro de 2018

Diretor da AMATAU em nota informa que irá lançar 'Pré-Candidatura' para o Primeiro Mandato Coletivo de Taubaté.

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Infor Rede Vale, quarta-feira 10 de outubro de 2018

Diretor da AMATAU informa que irá lançar 'Pré-Candidatura em 2020' diante de Mandato Coletivo

O Diretor da AMATAU (AMIGOS ASSOCIADOS DE TAUBATÉ) Ricardo Paulo Moreira usou as Redes Sociais do Facebook neta terça-feira 09 de outubro de 2018 (ver) para informar aos Contribuintes, sobre sua intenção de lançar 'Pré-Candidatura' para o Primeiro Mandato Coletivo no Município de Taubaté.
Entenda como funciona o Mandato Coletivo
Nota!

MANDATO COLETIVO

Caros colegas, vocês vão ouvir falar muito em 'MANDATO COLETIVO', já é uma das boas práticas feitas por (gente que pensa em gente) e não no cofre que fica o dinheiro da gente, dito isso, lanço aqui minha PRÉ CANDIDATURA PARA 2020 PARA O PRIMEIRO MANDATO COLETIVO DE TAUBATÉ, dai você pergunta: Mandato Coletivo?

Quem acompanha nossas postagens, sabe que sou um feroz defensor da redução da maquina legislativa e melhoria dos serviços públicos realizados pela prefeitura, já que nos pagamos impostos para que tenhamos retorno do valor investido e pagar farras e mordomias e enriquecimento de vereadores não é o tipo de retorno que esperamos, queremos saúde, educação, uma cidade limpa e organizada, e outras atividades que não dependem da prefeitura mas se tivermos uma estrutura funcional do executivo ajuda e muito que é a geração de (empregos e segurança), mas vamos lá, o que é MANDATO COLETIVO?

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Mais uma razão para reduzirmos o número de vereadores;

É uma gestão compartilhada, pautada pela ética, sustentabilidade e, claro, pela democracia. Esses são os pilares que sustentam a ideia do mandato coletivo, que acontece quando grupos se organizam para transformar a política em um lugar mais representativo para o povo. Quando você elege um candidato, ele responde sozinho por suas ações, decisões e propostas. No caso da candidatura coletiva, várias pessoas vão decidir juntas o que deve ser feito e proposto.

Como as candidaturas coletivas não são oficiais, o grupo de 'co-candidatos' decide o nome de um representante do grupo a ser registrado junto à Justiça Eleitoral. Esse nome é quem vai, de fato, às urnas. Se eleito, apenas essa pessoa toma posse e passa a assinar projetos de lei, decretos, exercer atos administrativos e votar.

O eleito pode nomear integrantes do seu grupo para desempenhar funções em seu gabinete e, na maioria dos grupos já existentes, o salário será dividido entre todos os co-candidatos.

Não confunda esse grupo que está nos bastidores da co-candidatura com asponaria, rachids e parlamentares porque, por exemplo, se um tópico entrar em discussão coletiva e a maioria optar por uma decisão que não seja a do candidato oficial, isso não a impede de ser colocada em prática. Ou seja, o que importa é realmente fazer valer aquilo em que o coletivo acredita e defende ser o melhor para a população.

Com o Mandato Coletivo teremos mais gente decidindo o que é melhor para a cidade, como sempre propus acabar com assessoria e mordomias do modelo atual, no MANDATO COLETIVO, poderemos ter 4,5,10 co-vereadores pelo preço de um e sem sustentar um monte de aspones, mas, podemos ir muito mais longe e propormos o MANDATO COLETIVO PARA PREFEITO, sobre este assunto, toco esta conversa mais pra frente.

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