Infor Rede Vale, Quinta-feira 20 de Setembro de 2018
Todas as cinco empresas que apresentaram proposta foram inabilitadas, por não atenderem integralmente o edital
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| Foto/Reprodução CMT_ Projeto Usina de Energia Solar |
Por Gazeta de Taubaté
redacao@gazetadetaubate.com.br
Fracassou a licitação aberta pela Câmara de Taubaté para definir a empresa que ficaria responsável pela instalação de uma usina solar fotovoltaica na sede do Legislativo.
O motivo: as cinco empresas que apresentaram proposta foram inabilitadas, por não atenderem todos os itens do edital.
Haviam apresentado proposta as seguintes empresas: PV Solar Energia Renovável e Meio Ambiente Ltda., D.M.P. Equipamentos Ltda., Daniel Scivoletto de Azevedo ME, KW Solar Soluções em Energia Ltda. ME e Cápua Projetos e Construções Ltda.
A tendência é que a Câmara abra nova licitação para o serviço.
ENERGIA SOLAR/ A usina solar fotovoltaica permitirá que a Câmara obtenha energia por meio da conversão direta da luz solar em eletricidade.
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Para isso, serão instalados painéis solares no telhado da sede do Legislativo. O custo máximo previsto é de R$ 281 mil.
Entre julho de 2017 e junho de 2018, a média mensal de gastos com energia elétrica da Câmara foi de R$ 11.400.
A empresa que vencesse a licitação teria 120 dias para concluir a instalação da usina solar fotovoltaica.
De imediato, na primeira fase, o sistema deveria ser capaz de gerar 81.769 kWh de energia por ano, reduzindo a conta de energia da Câmara em 29,26%.
Posteriormente, na segunda fase, a previsão é que a redução da conta de energia chegasse a 57%.
Segundo estimativa do Legislativo, a redução de custo com eletricidade chegaria a R$ 13 milhões em 25 anos. No entanto, tendo como base o gasto médio atual e o potencial máximo do novo sistema, essa economia seria de R$ 1,94 milhão no período.
PROJETO/ Para a elaboração do projeto da usina solar fotovoltaica, a Câmara contratou no ano passado a empresa Sunrise Engenharia e Consultoria, com sede em Cruzeiro.
O contrato foi firmado por dispensa de licitação, por ter sido com um valor que permite a não realização do certame. A empresa recebeu R$ 7.327.
Constituída em abril do ano passado, a Sunrise foi contratada pela Câmara seis meses depois. Segundo o Legislativo, a escolha pela empresa ocorreu porque ela teria aceitado o serviço pelo menor preço.
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