Infor Rede Vale, quarta-feira, 02 de Maio de 2018
por Imprensa Câmara Municipal de Taubaté
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| Foto Reprodução Imprensa CMT |
A reunião foi conduzida pelo presidente da CPI, Nunes Coelho (PRB), e contou com a participação dos integrantes da Comissão, Boanerge (PTB), Dentinho (PV), Douglas Carbonne (PCdoB) e Vivi da Rádio (PSC).
“A questão fundamental da falta de receita sempre ao final do ano é histórica. A suplementação orçamentária sempre existiu. Quando assumimos [a presidência da Funcabes] em 2008, já havia suplementação anualmente. [Em 2016], tivemos lei aprovada e sancionada, e o recurso acabou não vindo. Se tivéssemos o recurso, não teríamos o problema”, disse o ex-presidente.
Questionado sobre o condicionamento de pagamento de plano médico ao recebimento da cesta básica, Marques explicou que, nos casos em que o servidor atrasasse mais de três meses a mensalidade do plano, teria a cesta retida, sendo liberada diante do comparecimento do servidor à Funcabes para realização de acordo financeiro e pagamento de mensalidades em atraso.
Ainda em resposta à CPI, Marques afirmou que o pagamento do plano médico não era feito por meio de desconto em folha devido a uma lei municipal que limita descontos em folha dos funcionários, o que inviabilizaria o pagamento do benefício por alguns servidores.
Pró-reitor de Finanças da Unitau desde 2016, Mario Peloggia lembrou que, quando assumiu o cargo, apresentou a situação financeira da Universidade a autoridades, entre elas, vereadores, mostrando a fase complicada pela qual passava a instituição, com restos a pagar e dívidas com o Instituto de Previdência do Município.
Ele afirmou que, em 2017, a Unitau quitou as dívidas, e houve suplementação à Funcabes de R$ 850 mil, que somado ao valor previsto no orçamento representou R$ 6.465.600 repassados à Fundação.
“Entendo que o que aconteceu [falta de cestas] foi na gestão anterior, em 2016, quando o orçamento previa R$ 5 milhões para a Funcabes. Foi feita solicitação de suplementação de R$ 1 milhão, e parece que nesse momento não ocorreu a suplementação. A suplementação aprovada não foi repassada no ano anterior ao da minha gestão”, frisou Peloggia.
A CPI foi instituída pela Câmara de Taubaté em 2017 para investigar falta de recursos para pagamento de vale-transporte, cesta básica e plano médico dos funcionários da Unitau.

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