quarta-feira, 18 de abril de 2018

Cunha pode se tornar Capital Nacional da Cerâmica, Confira a Nota!

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Infor Rede Vale, quarta-feira 18 de abril de 2018

Projeto de Pollyana é aprovado na Câmara
Artista Kimiko Suenaga capricha nas pinturas! (Foto Divulgação_ Férias Brasil) 

Cunha, cidade da Região Metropolitana do Vale do Paraíba, pode se tornar a Capital Nacional da Cerâmica de Alta Temperatura. É o que dispõe projeto de lei da deputada federal Pollyana Gama (PPS), que foi aprovado dia 17 na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) da Câmara dos Deputados, onde ela exerceu o cargo até dia 6 de abril.

Com a aprovação na CCJ, em caráter conclusivo, a propositura será encaminhada ao Senado para análise e votação.

A cerâmica é uma atividade de crescente importância na cidade de Cunha, que tem mais de 22 mil habitantes, segundo projeção do IBGE no ano passado.

Ao apresentar o projeto, Pollyana justificou que a arte feita de argila existe desde que a região era ocupada pelos índios tamoios, atividade continuada pelas paneleiras que produziam peças utilitárias com técnica rudimentar, queimadas em forno de barranco.

Por vota de 1975, foi iniciada na cidade a construção do primeiro forno noborigama, técnica de cerâmica de alta temperatura trazida do Japão. Também faz parte desse início um português e dois irmãos mineiros.

A partir da década de 1980, a cerâmica desenvolvida em Cunha começa a se projetar no cenário nacional e os ceramistas a produzir de forma mais sistematizada, e começam a chegar de São Paulo ceramistas, com o propósito de montar ateliês.

Criado há cerca de oito anos, o Instituto Cultural da Cerâmica de Cunha objetiva a organização institucional do polo de cerâmica artística do município, para promover ações educativas e culturais para a população local.

Museu da Cerâmica

Pollyana quer mais: que o Ministério da Cultura analise a possibilidade de contribuir para a construção e constituição do Museu de Cerâmica de Cunha. O projeto está estimado em R$ 600 mil.

Ela frisou a importância da cidade na produção da cerâmica, hoje onde existe cerca de 20 ateliês. “A cidade é um núcleo de exposição permanente, onde os artistas podem expor e, ao mesmo tempo, transmitir, por meio de suas obras, conhecimento aos visitantes”, disse.

CUNHA

Escondida no meio do caminho entre São Paulo e Rio de Janeiro, Cunha costuma passar despercebida por turistas menos atentos. Pouca gente sabe que a pequenina cidade tem atrações para casais, famílias e aventureiros. Na paisagem estão parques, rios, cachoeiras e trilhas históricas emolduradas pela mata Atlântica, além de ateliês, boa comida, campos de lavanda, pousadinhas aconchegantes para os namorados e hotéis-fazenda para quem está com os filhos a tiracolo.

Além do contato com a natureza, Cunha oferece ainda um belíssimo artesanato produzido nos vários ateliês de cerâmica espalhados pela cidade. Alguns utilizam a técnica oriental dos fornos noborigama, que criam efeitos coloridos e manchados nas peças e que não são controladas pelos artesãos, tornando o resultado uma incógnita até mesmo para os artistas. A surpresa virou uma das atrações de Cunha: nas datas marcadas pelos ateliês para abrirem seus fornos, o movimento de turistas é intenso.

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Foto Divulgação: Férias Brasil (Cunha)

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