Olá pessoal!
Hoje vamos apreciar esta excelente Lembrança de Taubaté em Outrora tendo especificamente a falar sobre as "PALMEIRAS IMPERIAIS".
Esta foto/matéria foi postado por Pierre Santos Pirro no Grupo "Resgatando Taubaté, Ontem, Hoje e Sempre".
Existem três versões: Uma seria, que D. Lúcia Wood, cidadã americana que aqui fixou residência, quando casou-se com o Eng. Fernando de Mattos, teria plantado.
A outra seria que o Fazendeiro Manoel gomes Vieira, o Barão da Pedra Negra teria mandado um escravo de sua fazenda plantar.
Última foi que o comerciante Carneiro de Souza, de nacionalidade lusitana teria trazido as palmeiras de Paris, plantando-as em Taubaté.
Estas três informações nunca foram confirmadas devido a um anacronismo histórico, quando pesquisamos nas atas de Câmara no Arquivo Municipal. As informações não se cruzam. A teoria mais aceita foi a primeira, da agrônoma Lúcia Wood de Mattos, que foi responsável por um grande projeto de arborização em Taubaté. Lúcia Wood plantou os "platons" que estiveram na praça Dom Epaminondas. Plantou um palmeira que estava no bosque, hoje ( Pça Mons. Silva Barros ) Praça da Eletro, que em 1987 por estar condenada foi sacrificada entre outras.
As belas palmeiras imperiais da Rua das Palmeiras atingiam sessenta metros de altura, durante o percurso da rua haviam quarenta e seis palmeiras ao todo. No dia 16 de janeiro de 1966 choveu torrencialmente na cidade e uma das palmeiras caiu sobre a outra num efeito dominó, atingindo um veículo. Um teste foi feito por agrônomos da casa da lavoura, que detectaram, em um relatório, que aquelas palmeiras tinham cumprido seu ciclo vegetativo, devido principalmente a falta de uma assistência técnica contínua, as condições de habitat desfavoráveis e as mutilações contínuas de suas raízes fasciculadas, ocasionada pela reforma de prédios, construções de rede de esgoto, etc.
Diante deste laudo, o poder público municipal resolveu naquele ano que as palmeiras fossem cortadas, determinação que gerou polêmica e passeata contra o então prefeito Jaurés Guisard e sua determinação. Porém, elas foram cortadas, e poucas pessoas hoje em dia tiveram o prazer de ter visto as palmeiras imperiais de Taubaté, cartão de visita da nossa cidade.
Créditos: (Dados do portal IDESA - Wanderlan Filho)
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