Em sua Página Oficial do Facebook de Terça-Feira 26 de Setembro de 2017 a Deputada Pollyana Gama informou aos seus "Eleitores e Seguidores" o seu VOTO NÃO AO FUNDO ELEITORAL.
Diz o Texto: ' Voto Não ao Fundo Eleitoral.
Com tantas Necessidades do País nas áreas de Saúde, Educação, Segurança, Geração de Empregos...é um contrassenso'.
Hoje o plenário retoma a votação da reforma política e gostaria de reiterar meu voto contra a criação de um fundo para custear as eleições de 2018, no valor de R$ 3,6 bilhões. Considero a proposta um retrocesso diante do que a população espera.
Este que lhe escreve, deixa aqui, o Parabéns para a Deputada Pollyana por não concordar com esta, "ABSURDA PROPOSTA IMPOSTA" sem o consentimento da Sociedade Brasileira.
Acompanhe o "Feed-back" da Deputada sobre o referido tema que tanto nos Revolta.
Pollyana Gama Por isso avalio que a reforma que está sendo votada é um contrassenso, Lauro, pois não condiz com os anseios da população. Dessa forma meu voto é contra o Distritão e também contra o Fundo Eleitoral.
Fundo para custear eleições de 2018 o que seria?Vamos entender....
A meses, o Congresso Nacional, o Senado e Especialmente a Câmara dos Deputados só falam de Reforma Política. O sentimento que o Grupo Seleto de Parlamentares demonstram é que o País/A População estão nas ruas clamando/CLAMANDO por este Modelo de Reforma Proposta pelos mesmos.
Modelo este que "Não Visa" atender as Necessidades da População mas "Sim" de blindar suas permanecias nos Ministérios através do chamado Fundão Bilionário (Financiamento Totalmente Público das Campanhas).
Já Gilmar Mendes defendeu a necessidade de colocar dinheiro na campanha pois as Campanhas custam caro.
Se não der dinheiro para os Candidatos, o que vai acontecer que eles vão procurar dinheiro do crime.
Acompanhediscussões em torno da Reforma.
Já preocupados com as Eleições de 2018 e de 2020 para a Escolha de Deputados Federais, Deputados Estaduais, Presidente da República e Vereadores a Comissão da Câmara já Discutiu Mudanças no Sistema Eleitoral isto na (((Madrugada))) desta última quinta-feira, 10 de 2017 e assim procedeu aprovando na calada da noite, uma emenda que estabelece o chamado “Distritão” saiba mais, acesse aqui! – também aprovou “dobrar” o Valor Previsto de Recursos Públicos para financiar campanhas eleitorais (FEFD – Fundo Especial de Financiamento da Democracia) ALAVANCANDO ASSIM esta Despesa Bancada pelo PAGADOR DE IMPOSTOS para R$ 3,6 bilhões do Orçamento da União.
Mas e o Financiamento Privado?
Foi proibido desde 2015 pelo STF Decorrente aos Escândalos que possibilitou a Nação Brasileira e ao Mundo a conhecer o Maior Esquema de Corrupção Gerenciado por um Grupo de Engravatados " que estão" ou " já passaram" pelos o Poderes Independentes Legislativo e Executivo.
O inflamar de tudo, se deu junto as Empresas "JBS e a Ordebrecht" que conforme Delações Premiadas de seus (CEOs - Chief Executive Officer), revelaram o envolvimento de diversos políticos até mesmo do mais alto escalão tão quanto, de diferentes siglas partidárias.
Mas qual foi o resultado?
No mesmo dia/ Plenário aprova fundo de R$ 1,7 bilhão para eleições
As informações são da Agência Senado Federal (senadonoticias) de 26 de Setembro de 2017.
Da Redação | 26/09/2017, 20h55 - ATUALIZADO EM 27/09/2017, 08h40
Saiba mais;
Já estamos nas proximidades das eleições de 2018 , porém saberemos votar?
Todo mês sentimos no bolso o quanto os impostos pesam não é mesmo?
Impostos: Pagando “Mais e Mais” e tendo em Direitos cada vez Menos, então é Brasil!
Será que vivemos no mesmo Brasil em que o Presidente Michel Temer anuncia em seus pronunciamentos?
O objetivo da Reforma da Previdência é Privatizar, afirma economista
Políticos no Brasil: Gastos de Mais e Resultados de Menos
Acompanhe o "Feed-back" da Deputada sobre o referido tema que tanto nos Revolta.
Pollyana Gama Por isso avalio que a reforma que está sendo votada é um contrassenso, Lauro, pois não condiz com os anseios da população. Dessa forma meu voto é contra o Distritão e também contra o Fundo Eleitoral.
Fundo para custear eleições de 2018 o que seria?Vamos entender....
A meses, o Congresso Nacional, o Senado e Especialmente a Câmara dos Deputados só falam de Reforma Política. O sentimento que o Grupo Seleto de Parlamentares demonstram é que o País/A População estão nas ruas clamando/CLAMANDO por este Modelo de Reforma Proposta pelos mesmos.
Modelo este que "Não Visa" atender as Necessidades da População mas "Sim" de blindar suas permanecias nos Ministérios através do chamado Fundão Bilionário (Financiamento Totalmente Público das Campanhas).
Já Gilmar Mendes defendeu a necessidade de colocar dinheiro na campanha pois as Campanhas custam caro.
Se não der dinheiro para os Candidatos, o que vai acontecer que eles vão procurar dinheiro do crime.
Acompanhe
Já preocupados com as Eleições de 2018 e de 2020 para a Escolha de Deputados Federais, Deputados Estaduais, Presidente da República e Vereadores a Comissão da Câmara já Discutiu Mudanças no Sistema Eleitoral isto na (((Madrugada))) desta última quinta-feira, 10 de 2017 e assim procedeu aprovando na calada da noite, uma emenda que estabelece o chamado “Distritão” saiba mais, acesse aqui! – também aprovou “dobrar” o Valor Previsto de Recursos Públicos para financiar campanhas eleitorais (FEFD – Fundo Especial de Financiamento da Democracia) ALAVANCANDO ASSIM esta Despesa Bancada pelo PAGADOR DE IMPOSTOS para R$ 3,6 bilhões do Orçamento da União.
Mas e o Financiamento Privado?
Foi proibido desde 2015 pelo STF Decorrente aos Escândalos que possibilitou a Nação Brasileira e ao Mundo a conhecer o Maior Esquema de Corrupção Gerenciado por um Grupo de Engravatados " que estão" ou " já passaram" pelos o Poderes Independentes Legislativo e Executivo.
O inflamar de tudo, se deu junto as Empresas "JBS e a Ordebrecht" que conforme Delações Premiadas de seus (CEOs - Chief Executive Officer), revelaram o envolvimento de diversos políticos até mesmo do mais alto escalão tão quanto, de diferentes siglas partidárias.
A Reforma Política tão esperada pela População Brasileira não segue a mesma Linha de Necessidades apresentadas na Comissão da Reforma Política.
A PRIORIDADE É OUTRA: A obrigatoriedade é do povo!
Se você pretende ser um Policial, um Administrador(a) de Empresas, um Advogado(a), um Médico(a), Professor(a), um(a) Jornalista, um Engenheiro, Fisioterapeuta, Mecânico, Serralheiro, Gerente de Projetos, Filósofo etc...etc...etc... Você certamente se virou e construiu a sua carreira (((se dedicando a ela))) e com (((muito trabalho e SUOR))), você certamente recorreu a “Recursos Financeiros de sua família”, trabalhou para sustentar os seus estudos, correndo atrás de emprego (fez diversas horas extras), fez empréstimos assim foi você, eu, nós, vós eles e outros serão – *construímos a nossa trajetória. Enfim! é assim para 80% da População ou (+).
Por sinal, se preparem os que estão na construção desta trajetória e aos novos que virão a construir por menos (-) R$ 10,00 Reais no Salário Mínimo! Conforme estipulado pelo Governo.
Já os nossos Político para Construir a suas Trajetórias/Carreira Política "quer" que a “Sociedade Financie” a sua Carreira Política até mesmo pelo Financiamento de Campanha Eleitoral.
Já não basta mais, os “Elevados Salários”, não basta mais, “a ajuda de custo para viagens e moradias”, não basta mais, “a ajuda para Escola Particulares, Planos Médicos Especiais e Aposentadorias Especiais”, não basta mais as mordomias como por exemplo compra de roupas tais como ternos e vestidos, carros disponíveis sem limites de consumo de combustível e ((((TUDO MAIS))) que os Brasileiros e Brasileiras Pagadores(as) das Maiores Taxas de Impostos do Mundo "Podem PAGAR/BANCAR" - MESMO JÁ TENDO infelizmente, 77% de seus Respectivos Salários que foram conquistado com muito SUOR diluídos nas TRIBUTAÇÕES COMPULSÓRIAS.
Vejamos o que a MASSA CONTRIBUINTE ESPERAVA DA REFORMA POLÍTICA:
Esperávamos da Classe Política perante a Sociedade perguntar aos seus Contribuintes, se todos querem continuar sendo obrigados(as) a votar, se eles(as) querem continuar sendo multados(as) caso não compareçam para exercer este "direito" que a classe política estabeleceu como "obrigação";
Empoderamento e Participação da "Sociedade/Eleitor" em Relação ao Exercício dos Mandatos onde o Político que "não cumprir" o que tinha prometido tem este(a) uma Reversão onde, daqui (X Tempo) como por exemplo (Um Ano de Mandato) os Eleitores tem o Direito de se Pronunciarem dizendo que aquele(a) referido(a) parlamentar não cumpriu o que prometeu em campanha e assim sendo, este(a) será cassado (tomando-lhe o voto de volta) fator este, utilizado em Diversas Democracias;
Projetos de Iniciativa Popular - aqueles que a População em Meio ao Mandato entre uma Eleição e Outra - querem ver inseridos na Pauta do Congresso - nas Pautas das Casas Legislativas - projetos estes - que tenham a quantidade de (Milhões de Assinaturas) Pré-Estabelecidas que sejam respeitados pelos Poderes bem como inseridos para "Discussão, Entendimento dos Envolvidos e a Devida Aprovação" caso este, promova o (bem estar) assim como o (anseio) da Sociedade Brasileira;
Esperávamos Redução do Inchaço da Máquina Pública;
Redução do(a) dos(as):
Empoderamento e Participação da "Sociedade/Eleitor" em Relação ao Exercício dos Mandatos onde o Político que "não cumprir" o que tinha prometido tem este(a) uma Reversão onde, daqui (X Tempo) como por exemplo (Um Ano de Mandato) os Eleitores tem o Direito de se Pronunciarem dizendo que aquele(a) referido(a) parlamentar não cumpriu o que prometeu em campanha e assim sendo, este(a) será cassado (tomando-lhe o voto de volta) fator este, utilizado em Diversas Democracias;
Projetos de Iniciativa Popular - aqueles que a População em Meio ao Mandato entre uma Eleição e Outra - querem ver inseridos na Pauta do Congresso - nas Pautas das Casas Legislativas - projetos estes - que tenham a quantidade de (Milhões de Assinaturas) Pré-Estabelecidas que sejam respeitados pelos Poderes bem como inseridos para "Discussão, Entendimento dos Envolvidos e a Devida Aprovação" caso este, promova o (bem estar) assim como o (anseio) da Sociedade Brasileira;
Esperávamos Redução do Inchaço da Máquina Pública;
Redução do(a) dos(as):
- Gastos Demasiados,
- Ministérios;
- Frota Gigantesca de Carros Oficiais com Motoristas;
- Dos seus Respectivos Salários Astronômicos e Regalias como por exemplo Aposentadorias Especiais;
- Gastos com Cafezinhos que ultrapassam 80 milhões; gastos astronômicos com almoços e jantares;
- Regalias que vão desde Despesas com Viagens de Milhões, Bolsa de Estudo, Ajuda Aluguel, Planos Médicos Especiais, Translado entre outros fatores que são sustentados pelos Impostos dos Contribuintes.
No mesmo dia/ Plenário aprova fundo de R$ 1,7 bilhão para eleições
As informações são da Agência Senado Federal (senadonoticias) de 26 de Setembro de 2017.
O Plenário aprovou nesta terça-feira (26) o Projeto de Lei do Senado (PLS) 206/2017, que cria o Fundo Especial de Financiamento de Campanha. Ele será composto por 30% das emendas impositivas apresentadas pelas bancadas de deputados e senadores ao Orçamento Geral da União.
O substitutivo do senador Armando Monteiro (PTB-PE) ao projeto do senador Ronaldo Caiado (DEM-GO) também extingue a propaganda partidária e transfere para o fundo o dinheiro da compensação fiscal que a União paga às emissoras pela veiculação dos programas. A estimativa é de um fundo de R$ 1,7 bilhão em 2018.
— Em 2014, a soma dos gastos declarados pelos candidatos superou R$ 6 bilhões em valores de hoje. Em nossa proposta, esse montante não alcançará sequer R$ 2 bilhões. Abaixo desse valor, restaria seriamente comprometido o financiamento eleitoral — argumenta Monteiro.
O autor do projeto, senador Ronaldo Caiado (DEM-GO), defendeu o texto original. Ele criticou o uso de emendas parlamentares para financiar as campanhas eleitorais.
— Qual é o teto? Qual o limite máximo do fundo de campanha? Olha a gravidade: são emendas de bancada! Estamos punindo 5,5 mil prefeitos no Brasil que não têm como sobreviver sem as emendas de bancada. Saúde, Educação e Infraestrutura... Todas essas áreas serão penalizadas — advertiu Caiado.
O relator decidiu preservar o horário eleitoral gratuito, que seria extinto pelo texto de Caiado. Armando Monteiro também manteve as duas inserções anuais dos partidos no rádio e na TV, com duração de 30 segundos ou um minuto.
Divergências
O substitutivo de Armando Monteiro não obteve consenso entre os senadores, mas a matéria foi decidida em votação simbólica. O líder do governo, senador Romero Jucá (PMDB-RR), defendeu o financiamento público.
— Dos problemas, esse é o menor que teremos para promover a democracia. Não são R$ 2 bilhões que vão afetar o Orçamento federal, mas podem financiar as eleições com transparência — afirmou Jucá.
O senador Humberto Costa (PT-PE) também apoiou a proposta.
— O que querem alguns aqui é a volta do financiamento privado, é a volta do caixa dois, é a volta das empresas apoiando parlamentares para depois fazerem chantagem contra eles — disse Humberto.
O senador Renan Calheiros (PMDB-AL) criticou o texto. Ele classificou o teor do substitutivo como “uma loucura”.
— Tem muita gente ficando doida no Brasil. No momento que não tem dinheiro para programas sociais e não tem dinheiro para faculdades, o Congresso está brincando de aprovar dinheiro público para financiar campanha eleitoral — afirmou Calheiros.
O senador Cristovam Buarque (PPS-DF) também se manifestou contra a matéria.
— Estamos desenterrando um fundo público que a Câmara enterrou pela pressão popular. Estamos fazendo um fundo zumbi. Pior que zumbi, é um zumbi Frankenstein. Com o monstrinho que estamos criando aqui, não sabemos de quanto vai ser o recurso. Vamos tirar dinheiro público, estamos cometendo um suicídio moral — disse Cristovam.
Depois de o Plenário aprovar o texto base do substitutivo, o senador Ronaldo Caiado tentou incluir na proposta o fim do horário eleitoral gratuito. Mas o destaque foi rejeitado. A matéria segue para a Câmara e precisa ser aprovada até 7 de outubro para valer nas eleições de 2018.
Distribuição do dinheiro
O substitutivo também define a distribuição dos recursos do fundo entre os partidos políticos: 2% são divididos igualitariamente entre todos os partidos registrados no Tribunal Superior Eleitoral (TSE); 49% na proporção de votos obtidos pelos partidos na Câmara; 34% de acordo com o número de deputados; 15% segundo o número de senadores.
O texto estabelece ainda regras para a divisão do dinheiro em cada partido político. De acordo com a proposta, 30% dos recursos serão rateados de modo igualitário entre todos os candidatos a um mesmo cargo em cada circunscrição.
Os partidos podrão definir como distribuir o restante do dinheiro, desde que a decisão seja tomada pela maioria absoluta da executiva nacional. Caso não chegue a um acordo, a legenda deverá respeitar critérios previstos no PLS 206/2017: 50% ficam com as campanhas para presidente, governador e senador; 30% para deputado federal; 20% deputado estadual e distrital. Nos municípios, 60% dos recursos ficam com a campanha para prefeito e 40% para vereador.
O substitutivo também define a distribuição dos recursos do fundo entre os partidos políticos: 2% são divididos igualitariamente entre todos os partidos registrados no Tribunal Superior Eleitoral (TSE); 49% na proporção de votos obtidos pelos partidos na Câmara; 34% de acordo com o número de deputados; 15% segundo o número de senadores.
O texto estabelece ainda regras para a divisão do dinheiro em cada partido político. De acordo com a proposta, 30% dos recursos serão rateados de modo igualitário entre todos os candidatos a um mesmo cargo em cada circunscrição.
Os partidos podrão definir como distribuir o restante do dinheiro, desde que a decisão seja tomada pela maioria absoluta da executiva nacional. Caso não chegue a um acordo, a legenda deverá respeitar critérios previstos no PLS 206/2017: 50% ficam com as campanhas para presidente, governador e senador; 30% para deputado federal; 20% deputado estadual e distrital. Nos municípios, 60% dos recursos ficam com a campanha para prefeito e 40% para vereador.
Saiba mais;
Já estamos nas proximidades das eleições de 2018 , porém saberemos votar?
Todo mês sentimos no bolso o quanto os impostos pesam não é mesmo?
Impostos: Pagando “Mais e Mais” e tendo em Direitos cada vez Menos, então é Brasil!
Será que vivemos no mesmo Brasil em que o Presidente Michel Temer anuncia em seus pronunciamentos?
O objetivo da Reforma da Previdência é Privatizar, afirma economista
Políticos no Brasil: Gastos de Mais e Resultados de Menos
E POR AI VAI....
Por fim um Estado Inchado e com este Pensamento de Gastos Desenfreados (((NÃO É))) um Estado EFICIENTE.



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