Eu
Sou filho de estradas
De obras e construções
De estrelas desconhecidas
Dos caminhos e nações
De obras e construções
De estrelas desconhecidas
Dos caminhos e nações
Sou solitário viandante
De rios,cascatas e montanhas
De vales,caatinga,andante
De dialetos e línguas estranhas
De rios,cascatas e montanhas
De vales,caatinga,andante
De dialetos e línguas estranhas
Sou filho do sol ardente
Do Vanerão, vento gelado
Das terras de boa gente
Povo por mim amado
Do Vanerão, vento gelado
Das terras de boa gente
Povo por mim amado
Sou boiadeiro de bombacha
De couraça, perneira,gibão
Sou tirador de borracha
Nós recôncavos da nação
De couraça, perneira,gibão
Sou tirador de borracha
Nós recôncavos da nação
Sou sem eira ou beira
De qualquer aceito pouso
Em camas,tarimbas,esteira
É onde o corpo repouso
De qualquer aceito pouso
Em camas,tarimbas,esteira
É onde o corpo repouso
Sou das violas caipira
Sou o samba,sou baião
Batendo pés no catira
Dançando um vanerão
Sou o samba,sou baião
Batendo pés no catira
Dançando um vanerão
Na verdade,sou um nada
Ou tudo se comparado
Sou ruas,sou velha estrada
Sou o sonho abandonado
Ou tudo se comparado
Sou ruas,sou velha estrada
Sou o sonho abandonado
Se queres saber meu nome
Releia o poema de novo
Chamam-me pobreza,fome
Prazer:Me chamo povo!
Releia o poema de novo
Chamam-me pobreza,fome
Prazer:Me chamo povo!
Obras de Poeta
Luíz Passarinho
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